Cidades

'APRESSADINHO'

Bebê nasce dentro de viatura do Corpo de Bombeiros em Ladário

Menino se chamará Brian e nasceu de 37 semanas

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Bebê, do sexo masculino, nasceu dentro de uma viatura do Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS), na madrugada desta quinta-feira (2), na rua Goiabeira, bairro Alta Floresta II, em Ladário, município localizado a 427 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela reportagem, a mulher de 36 anos (gestante de 37 semanas) apresentou perda de líquido – indicando início de trabalho de parto – e acionou o Corpo de Bombeiros via 193.

Ao chegar no local, a equipe realizou o atendimento pré-hospitalar e se deslocou até a maternidade. Mas, o bebê, apressadinho, não esperou e nasceu dentro da viatura mesmo. Os militares fizeram o parto.

Após o nascimento, Brian e sua mãe receberam os primeiros cuidados e foram encaminhados à maternidade para avaliação e acompanhamento médico.

O menino se chamará Brian.

“Os militares empregaram todas as técnicas e procedimentos necessários para auxiliar o parto, garantindo a segurança da mãe e do recém-nascido. A atuação rápida, técnica e humanizada da equipe foi fundamental para que o parto ocorresse de forma segura, assegurando o bem-estar da mãe e do bebê e demonstrando o compromisso do Corpo de Bombeiros Militar com a preservação da vida”, informou o 3° Grupamento de Bombeiros Militares (3°GBM) por meio de nota enviada à imprensa.

O local ideal para o parto continua sendo uma maternidade, mas quando o nascimento acontece antes da chegada ao hospital, o atendimento por bombeiros militares treinados é uma medida importante e, na maioria dos partos sem complicações, oferece um atendimento seguro até a chegada ao serviço especializado.

Veja o vídeo:

Mobilidade

Gigante internacional vai operar patinetes e bikes elétricas em Campo Grande

Empresa nasceu no Cazaquistão em 2021 e já está presente em mais de 30 cidades brasileiras

02/07/2026 14h30

Empresa está presente em mais de 30 cidades do Brasil com o aluguel de bikes, patinetes e power banks

Empresa está presente em mais de 30 cidades do Brasil com o aluguel de bikes, patinetes e power banks Redes Sociais

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A Prefeitura Municipal de Campo Grande autorizou a empresa JETSHR Ltda., a JET Sharing, a começar a operar de forma experimental o sistema de aluguel de patinetes e bicicletas elétricas na Capital. 

O período de teste será de 90 dias, podendo ser prorrogado por mais 90, conforme publicado no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) nesta quinta-feira (2). 

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) esperava implantar o período experimental para a operação de sistemas de patinetes e bicicletas elétricas compartilhadas em Campo Grande até o mês de agosto deste ano. 

Esse prazo dependia da adesão de empresas interessadas na proposta. Com a JET demonstrando interesse, o período de teste já começa agora em julho, um mês antes do esperado, com a assinatura da autorização, feita pelo diretor-presidente da Agetran, Ciro Vieira Ferreira, e o dono da JET, Anton Litvinov. 

A ideia é que Campo Grande se una a grandes cidades que possuem o serviço de aluguel de bicicletas e patinetes elétricos, onde o acesso é feito via aplicativo e o usuário paga pelo tempo de uso.

Entre as cidades com os serviços ativos estão São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE), Ilhéus (BA) e Vitória (ES).

Em Campo Grande, a Agetran estima a ampliação para mais de 135 quilômetros de ciclofaixas para a realização do serviço.

"Nós vamos fazer esse teste buscando entender o movimento e a quantidade desse modal que temos na cidade, para entender e trazer uma regulamentação. Com a regulamentação, nós conseguimos entrar com campanhas educativas para o trânsito. Nós pretendemos deixar cursos à disposição de ciclitas e pessoas que estarão utilizando essa modalidade de transporte", explicou o diretor presidente da Agetran, Ciro Vieira.

O Correio do Estado entrou em contato com a JET para saber mais detalhes sobre a atuação em Campo Grande. O espaço segue aberto para o retorno da empresa. 

A empresa

A JET nasceu em 2021 no Cazaquistão e chegou ao Brasil em 2023. Em três anos,  mais de 35 cidades brasileiras já são atendidas pela locadora conhecida por seus patinetes elétricos azuis, que também está presente em oito países. 

De acordo com o CEO da JET, Ilya Timakhovskiy, “o Brasil é um dos melhores mercados do mundo para a micromobilidade”, atrelado ao fato de que a população “se interessa por esse tipo de transporte”. 

Ao todo, a companhia já conta com 800 funcionários em todo o País, com previsão de mais 200 contratações ainda em 2026, já que pelo menos 14 cidades brasileiras estão na lista para a chegada da empresa. 

Segundo a empresa, são mais de 40 mil patinetes elétricos em operação. Em 2025, foi lançado o serviço de aluguel de powerbanks através do modelo de franquia JET Power Bank.

As cidades brasileiras de atuação da JET são: 

Em São Paulo

  • São Paulo
  • São José dos Campos
  • Sorocaba
  • Campinas
  • Guarujá
  • Praia Grande
  • Caranguatatuba
  • Ilhabela
  • Mongaguá
  • Bertioga
  • Ubatuba
  • Campos do Jordão
  • Itanhaém
  • Peruíbe
  • Santo André

No Distrito Federal

  • Brasília

No Paraná

  • Londrina
  • Matinhos
  • Guaratuba

No Rio Grande do Sul

  • Porto Alegre
  • Gramado
  • Novo Hamburgo
  • Tramandaí
  • Torres
  • Cidreira
  • Xangri-lá
  • Capão de Canoa

Em Alagoas

  • Maceió

Em Santa Catarina

  • Balneário Camburiú
  • Blumenau
  • Florianópolis
  • Navegantes
  • Itajaí
  • Joinville

Em Sergipe

  • Aracajú

Na Bahia

  • Salvador
  • Ilhéus

No Espirito Santo

  • Guarapari
  • Vila Velha
  • Anchieta
  • Serra

No Pará

  • Belém

No Rio Grande do Norte

  • Natal

Em Minas Gerais

  • Belo Horizonte

Em Pernambuco

  • Recife

No Ceará

  • Fortaleza

justiça

Músico acusado de matar Vanessa vai a júri popular por feminicídio e outros dois crimes

Ele responderá por feminicídio qualificado pelo motivo torpe e com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de relações domésticas, violência psicológica a cárcere privado

02/07/2026 13h00

Caio Nascimento é acusado de três crimes e será julgado por júri popular

Caio Nascimento é acusado de três crimes e será julgado por júri popular Foto: Arquivo / Reprodução

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O músico Caio Nascimento irá a júri popular por feminicídio, acusado de matar a jornalista Vanessa Ricarte, em Campo Grande. O crime aconteceu em 12 de fevereiro de 2025 e a sentença de pronúncia foi publicada no Diário da Justiça dessa quarta-feira (1º), em decisão do juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Carlos Alberto Garcete.

Ele responderá por feminicídio qualificado pelo motivo torpe e com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de relações domésticas, violência psicológica a cárcere privado.

O processo segue sob segredo de Justiça e a data do julgamento ainda não foi marcada.

As audiências de instrução e julgamento, onde foram ouvidas testemunhas e o réu, foram realizadas em março deste ano. Na sequência, houve o prazo para as alegações finais da defesa e do Ministério Público Estadual (MPM), até a sentença de pronúncia, onde o juiz acolheu os termos da denúncia e decidiu pelo julgamento por júri popular.

Na época das audiências, o juiz Carlos Alberto Garcete, esclareceu que, via de regra, processos de feminicídio têm tramitação mais rápida e recebem tratamento prioritário no Judiciário.

No entanto, este caso específico se tornou uma exceção, em razão do grande volume de recursos e incidentes processuais, que precisaram ser analisados tanto pelo juízo de primeiro grau quanto pelo Tribunal.

"Esses recursos foram analisados e incluíram, entre outros pontos, discussões sobre o recebimento da denúncia, inclusão de novos crimes, acesso a mídias apreendidas e pedidos de esclarecimentos por meio de embargos de declaração. Durante esse tempo, o processo precisou aguardar decisões de instâncias superiores, o que impactou o andamento", disse o TJMS, em nota, na ocasião.

O caso

Caio Nascimento é acusado de três crimes e será julgado por júri popularVanessa foi morta a facadas pelo noivo no dia 12 de fevereiro de 2025 (Foto: Redes Sociais)

A jornalista e servidora do Ministério Público do Trabalho (MPT), Vanessa Ricarte, de 42 anos, foi morta a facadas pelo ex-noivo, o músico Caio Nascimento, no dia 12 de fevereiro de 2025.

O caso ganhou repercussão nacional após divulgação de áudios da vítima, onde ela narrava ter sido tratada com descaso e não ter tido apoio policial solicitado após a concessão de medida protetiva contra o ex. Vanessa morreu horas depois.

O boletim de ocorrência foi registrado na noite de terça-feira (11) e Vanessa retornou à Deam na quarta-feira (12) à tarde para verificar o andamento do pedido da medida protetiva, que foi deferido pelo Poder Judiciário.

Ao sair da Deam, já com a medida protetiva contra o ex deferida, a vítima foi com um amigo para buscar seus pertences, sendo surpreendida pelo ex-noivo, que aproveitou o momento em que o amigo de Vanessa ligava para pedir ajuda a outra pessoa e a atingiu com três facadas no peito, próximo ao coração.

O amigo de Vanessa a levou para dentro de um quarto e trancou-se lá com ela, à espera de ajuda. Ele acionou a polícia nesse período, com o agressor esmurrando a porta. 

Ela chegou a ser encaminhada para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

Caio foi preso ainda no local e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva em audiência de custódia.

Ele foi denunciado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul em quatro crimes, por assassinar a ex-noiva. Caso seja condenado nas penas máximas, ele pode pegar 65 anos de cadeia.

O músico também era acusado de tentativa de homicídio contra o amigo da vítima, mas para este caso ele foi impronunciado.

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