Cidades

TOSCO

Bullying e violência passam a ser tratados com maior eficácia após lançamento de projeto

Bullying e violência passam a ser tratados com maior eficácia após lançamento de projeto

da redação

28/07/2011 - 20h10
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A Polícia Militar e Secretaria de Estado de Educação lançam hoje (28) o programa "Tosco no Combate ao Bullying e violência nas escolas". A cerimônia de apresentação e entrega do livro Tosco, material base do projeto, foi realizado no Ginásio da Escola Joaquim Murtinho, na Avenida Afonso Pena, 2.445.

Ao todo foram contempladas três Escolas Estaduais para participarem desse projeto piloto. Além do Joaquim Murtinho, Escola Lino Vilachá e Marçal de Souza serão atendidos pela PM.

A ação que será feita em parceira com as escolas e professores tem o objetivo de provocar uma melhora de comportamento entre os jovens e adolescentes.

Leitura do livro, dinâmicas, painéis, debates sobre o tema. Tudo está programado para ser trabalhado nos próximos dois meses em sala de aula, com acompanhamento da Polícia Militar.

Entenda o projeto

O projeto tem como material base a obra Tosco, um livro escrito pelo filósofo, teólogo, psicólogo, especialista em psicanálise, além de professor universitário: Gilberto Dari Mattje. A proposta é de que haja uma interação com a história do livro,  que os alunos tenham uma autopercepção de conduta.

Ao todo serão destinados 500 livros para os alunos em forma de doação. Além do livro Tosco, os profissionais também tem o apoio do material didático, o Compreendendo Tosco. Um caderno com orientações didáticas que oferece sugestões de atividades de interação e reflexão com os adolescentes.

(Com informações da Assessoria de Imprensa)

Alerta de Fraude

Arquidiocese de Campo Grande denuncia uso do nome em falsas negociações

Instituição registrou boletim de ocorrência após identificar terceiros se passando por funcionários ou representantes para solicitar serviços e fechar negócios sem autorização.

29/09/2026 17h14

Sede da Arquidiocese de Campo Grande, que emitiu alerta após identificar uso indevido do nome da instituição em negociações.

Sede da Arquidiocese de Campo Grande, que emitiu alerta após identificar uso indevido do nome da instituição em negociações. Foto: Divulgação Arquidiocese de Campo Grande.

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A Arquidiocese de Campo Grande emitiu um alerta a fornecedores, prestadores de serviços, parceiros e à população após identificar situações em que terceiros estariam utilizando indevidamente o nome e a identidade visual da instituição para realizar negociações comerciais sem autorização.

Segundo comunicado institucional, pessoas estariam se apresentando como funcionários ou representantes da Arquidiocese com o objetivo de fazer contratações, solicitar serviços e estabelecer negociações em nome da instituição.

O documento não informa quantas pessoas teriam sido abordadas, se houve prejuízo financeiro ou quem são os suspeitos. 

Diante dos relatos recebidos, a Arquidiocese procurou a Polícia Civil e registrou o Boletim de Ocorrência no dia 24 de setembro, na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro, em Campo Grande.

Conforme a instituição, o registro foi feito para formalizar o caso e permitir a adoção das medidas de apuração pelas autoridades competentes. 

Arquidiocese alerta fornecedores

No comunicado, a Arquidiocese afirma que não reconhece nem assume responsabilidade por contratações, solicitações de serviços, compras ou outras obrigações feitas por pessoas que não estejam devidamente autorizadas a representá-la ou que não tenham seguido os procedimentos internos da instituição.

O alerta é direcionado principalmente a fornecedores e prestadores de serviços. A orientação é para que haja atenção redobrada diante de contatos feitos por números de telefone particulares ou desconhecidos, sobretudo quando os interlocutores utilizarem o nome, o brasão, imagens ou referências a setores, funcionários e paróquias para conferir aparência de legitimidade à negociação. 

A instituição orienta que, antes de fornecer produtos, executar serviços, conceder crédito ou assumir qualquer obrigação decorrente de uma solicitação feita em nome da Arquidiocese ou de suas paróquias, o fornecedor confirme diretamente com a própria instituição se a demanda é verdadeira e se a pessoa responsável pela contratação está autorizada.

A Arquidiocese reforçou ainda que as contratações oficiais devem seguir os procedimentos internos e ocorrer pelos canais institucionais, com atuação de pessoas efetivamente autorizadas.

O comunicado acrescenta que, sempre que possível, são priorizados fornecedores e relações comerciais já estabelecidas. 

Caso será apurado

O documento é datado de 24 de setembro de 2026 e assinado pela Arquidiocese de Campo Grande, pelo Departamento Jurídico, representado por Danilo Augusto do Carmo Silva, e pelo ecônomo, padre Wagner Divino de Souza.

Ao final, a instituição afirma que continuará acompanhando a situação e que colaborará com as autoridades para o esclarecimento dos fatos.

O comunicado, porém, não detalha quais negociações suspeitas já foram identificadas nem informa se alguma empresa ou prestador chegou a entregar produtos, executar serviços ou transferir valores aos supostos representantes. 

O Correio do Estado procurou a Arquidiocese de Campo Grande para obter mais detalhes sobre os casos, a forma de atuação dos suspeitos e a existência de possíveis vítimas, mas, até a publicação desta reportagem, não houve retorno.

Confira o comunicado da Arquidiocese na íntegra

COMUNICADO INSTITUCIONAL

ALERTA DE FRAUDE

Aos fornecedores, prestadores de serviços, parceiros e à comunidade em geral

A Arquidiocese de Campo Grande informa aos seus fornecedores, prestadores de serviços, parceiros e à comunidade em geral que tomou conhecimento de situações envolvendo terceiros que estariam utilizando indevidamente o nome e a identidade visual da instituição, inclusive apresentando-se como funcionários ou representantes da Arquidiocese, com o objetivo de realizar contratações, solicitar serviços ou estabelecer negociações comerciais sem autorização institucional.

Em razão dos fatos já comunicados à instituição, foi registrado o Boletim de Ocorrência nº 14046/2026, em 24 de setembro de 2026, perante a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC) – Centro, para formalização da ocorrência e adoção das providências de apuração pelas autoridades competentes.

A Arquidiocese esclarece que não reconhece nem assume responsabilidade por contratações, solicitações de serviços, compras ou quaisquer obrigações assumidas por pessoas que não estejam devidamente autorizadas a representá-la e que não tenham observado os procedimentos institucionais aplicáveis.

Por essa razão, fornecedores e prestadores de serviços devem redobrar a atenção diante de contatos realizados por números telefônicos particulares ou desconhecidos, especialmente quando houver utilização do nome, brasão, imagens ou referência a setores e colaboradores da Arquidiocese ou de suas Paróquias como forma de conferir aparência de legitimidade à negociação.

Toda contratação em nome da Arquidiocese e de suas Paróquias deve observar os procedimentos internos, os canais oficiais de comunicação e a atuação de pessoas efetivamente autorizadas, privilegiando-se, na medida do possível, fornecedores e relações comerciais já estabelecidas.

Antes de realizar qualquer serviço, fornecer produtos, conceder crédito ou assumir obrigação decorrente de solicitação feita em nome da Arquidiocese e suas Paróquias, recomenda-se confirmar diretamente com a instituição a autenticidade da demanda e a autorização da pessoa responsável pela contratação.

A Arquidiocese permanece atenta à situação e colaborará com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos.

Campo Grande/MS, 24 de setembro de 2026.

Arquidiocese de Campo Grande

Cúria Metropolitana

Departamento Jurídico

Danilo Augusto do Carmo Silva

Economato

Pe. Wagner Divino de Souza

MS Tampinhas

Humap-UFMS encabeça arrecadação de recicláveis para a castração de cães e gatos

Ação também possibilita o encaminhamento adequado de materiais recicláveis que, de outra forma, poderiam ser descartados como resíduos comuns

29/09/2026 17h00

Ação também possibilita o encaminhamento adequado de materiais recicláveis que, de outra forma, poderiam ser descartados como resíduos comuns

Ação também possibilita o encaminhamento adequado de materiais recicláveis que, de outra forma, poderiam ser descartados como resíduos comuns Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap-UFMS) realizou a primeira destinação dos materiais arrecadados em seus pontos de coleta para o projeto MS Tampinhas, iniciativa socioambiental sem fins lucrativos voltada à arrecadação de materiais recicláveis para a castração de cães e gatos em situação de vulnerabilidade em Campo Grande.

Em quase dois meses de coleta, foram reunidos 52,8 quilos de materiais, sendo 30,8 kg de tampas plásticas, 16,8 kg de tampas metálicas e 5,2 kg de lacres metálicos.

Como o Humap-UFMS atua como ponto de coleta, o material arrecadado foi encaminhado a um estabelecimento de sucata, onde foi comercializado. O valor obtido com a venda foi repassado ao MS Tampinhas. 

A ação também possibilita o encaminhamento adequado de materiais recicláveis que, de outra forma, poderiam ser descartados como resíduos comuns.

Materiais aceitos

O MS Tampinhas recebe diferentes tipos de materiais, que devem ser entregues limpos e secos e, quando possível, separados por categoria.

Entre os materiais aceitos estão tampas plásticas de garrafas PET, caixas de leite e suco, água de coco, iogurtes, produtos de higiene pessoal, cosméticos e produtos de limpeza. Também podem ser entregues tampas de canetas, galões de água, potes de medicamentos e suplementos.

Também podem ser incluídos lacres de latinhas de bebidas e tampas metálicas de garrafas e potes de vidro, como os utilizados em conservas, azeitonas e maionese.

O projeto também recebe embalagens de alumínio de aerossóis, como desodorantes spray, inseticidas, tintas e sprays para cabelo. Para esses materiais, a orientação é retirar a tampa plástica e o bico aplicador antes da entrega, destinando esses componentes também à reciclagem.

Os pontos de coleta instalados no Humap-UFMS permanecem disponíveis para o recebimento dos materiais, conforme as orientações do MS Tampinhas.

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