Cidades

Independência do Brasil

Calor não intimida e público comparece em peso ao desfile de 7 de Setembro da Capital

Com 1 hora de atraso, cerca de 4 mil integrantes participam da comemoração da independência com estimativa 10 mil pessoas expectadores

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Apesar do intenso calor de 38°C e da baixa umidade relativa do ar, o público compareceu em peso ao desfile cívico-militar de 7 de Setembro em Campo Grande na manhã deste sábado (7). A expectativa de acompanhar a exibição em comemoração a independência do Brasil superou as condições climáticas, atraindo um público estimado em 10 mil expectadores.

Com arquibancadas lotadas, o público se apertou para não perder o desfile que contou com cerca de 2 horas de duração.

Presente na exibição, a professora aposentada, Vânia Alves Paim, é uma das que enfrentou o calor escaldante. "Eu vim prestigiar o desfile do meu filho, o único filho, é o primeiro desfile dele. Ele é militar", relata a mãe orgulhosa, que complementa destacando que as temperaturas não a impediram de prestigiar o momento.

A acadêmica de psicologia, Camila Stephanie de Oliveira Batista, também compareceu ao evento para acompanhar o namorado, que desfilou pelo pelotão do 18º Batalhão do Exército Brasileiro. "O desfile é muito bonito, bem organizado, não perderia esse momento", ressalta a jovem.

A representante comercial, Julie Lima conta a reportagem do Correio do Estado que foi para assistir aos filhos. "Eles são da Escola Cívico Militar. Todo ano eu venho por causa deles. Os tios deles e meus outros filhos também vieram para ver eles.", explica.

Julie relata ainda que sempre vem aos desfiles. "Tem três anos seguidos que eu venho aos desfiles de 26 de agosto e o da Independência. Eles gostam dessas coisas de militarismo, pretendem seguir essa carreira", revela a mãe orgulhosa.

Conforme os organizadores, aproximadamente 4 mil integrantes participaram da comemoração à data magna do Brasil se reunindo ao longo da rua 13 de maio.

DESFILE

Inicialmente previsto para ter início às 8h10, os ritos começaram por volta das 8h45 quando o Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel passou por revista a tropa do exército e polícia militar na esquina da 14 de julho com Mato Grosso.

Em seguida houve a cerimônia de hasteamento das bandeiras do Brasil, do Estado, e do Município, e o acendimento da Pira com o Fogo Simbólico da Pátria realizado por uma estudante da rede pública de ensino, seguido da execução do Hino da Independência.

Na sequência houve a apresentação das autoridades compondo o palanque oficial instalado na Rua 13 de Maio com a Avenida Afonso Pena.

Entre as autoridades estiveram presentes: Autoridades presentes além do governador a 1ª dama do Estado, Mônica Riedel;  comandante do Comando Militar do Oeste (CMO), general de Exército Luiz Fernando Estorilho Baganha; comandante da Base Aérea de Mato Grosso do Sul; prefeita, Adriane Lopes, acompanhada pelo esposo e deputado estadual Lúdio Lopes.

Estiveram presentes ainda o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira; o presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Gerson Claro; o Secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, entre outros.

Autoridades no astiamento da bandeira

Com cerca de uma hora de atraso, o primeiro grupo a se apresentar passou pontualmente às 9h12 pela 13 de Maio com a Avenida Afonso Pena com a associação Cidade dos Meninos de Campo Grande, acompanhada de sua banda, que abriu o desfile, e na sequência Filhas de Jó e Ordem Demolay.

Logo após, desfilaram alunos das escolas estaduais Neyder Suely, São Francisco, Teotôno Vilela, 26 de Agosto, e das cívico-militares Marçal de Souza, Professor Tito, e integrantes do Projeto Florestinha, da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, do Projeto Bom de Bola, da Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer), e estudantes do Colégio Militar de Campo Grande.

Em seguida, teve início o desfile a pé de membros das Forças Armadas (Exército e Força Aérea) e das forças de segurança pública (Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Penal).

Confira a lista de integrantes:

  • Exército: 1.100
  • Filhas de Jó: 20
  • Ordem Demolay: 40
  • Cidade dos Meninos: 170
  • Escolas Estaduais: 800
  • CMCG: 950
  • Defesa Civil: 20
  • Fundesporte: 9
  • PMMS: 592
  • PCMS: 70
  • Polícia Científica: 40
  • CBMS: 45
  • Agepen:100
  • FAB: 100
  • Bom de bola/bom na escola: 30

O desfile se encerrou às 10h45 com a passagem de veículos motorizados também das forças de segurança pública.

luto oficial

Pré-candidato a deputado federal e ex-prefeito de cidade de MS morre aos 50 anos

Produtor rural foi prefeito de Camapuã de 2017 e 2020 e atualmente morava no interior de São Paulo

07/06/2026 17h01

Delano Huber foi prefeito de Camapuã de 2017 a 2020

Delano Huber foi prefeito de Camapuã de 2017 a 2020 Foto: Reprodução

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O produtor rural e ex-prefeito de Camapuã, Delano Huber, morreu na madrugada deste domingo (18), aos 50 anos. Atualmente, ele residia no município de Tupi Paulista, interior de São Paulo, e era pré-candidato a deputado estadual no estado vizinho pelo partido Democracia Cristã (DC).

O falecimento foi comunicado através de postagem nas redes sociais do agropecuarista, feita por familiares.

"É com profundo pesar e o coração apertado que comunicamos o falecimento de Delano Huber, ocorrido na madrugada deste domingo, 7 de junho de 2026. Agropecuarista dedicado, homem de fé, pai orgulhoso e um dos mais entusiasmados defensores do interior paulista, Delano deixa um legado construído com trabalho, respeito e amor genuíno pela sua terra e pela sua gente", diz a publicação.

Segundo o site camapuense Navega MS, o ex-prefeito foi vítima de infarto e o corpo será sepultado em Camapuã, atendendo a desejo manifestado em vida por Huber.

Delano Huber foi eleiro como prefeito de Camapuã nas eleições municipais de 2016, pelo PSDB, com 55,15% dos votos válidos, ficando a frente do Executivo Municipaçl de 2017 a 2020. Ele não concorreu a reeleição.

O atual prefeito do município, Manoel Nery, decretou luto oficial de três dias em razão do falecimento.

"Delano deixou sua marca na história do nosso município por meio do trabalho, da dedicação à vida pública e do compromisso com o desenvolvimento de nossa cidade", diz nota publicada nas redes sociais da Prefeitura de Camapuã.

 

Representando

Com raiz terena, Éderson leva nome do povo indígena ao maior palco do futebol

A mãe e a avó do jogador são de origem indígena e vários familiares moram na Aldeia Bananal, em Aquidauana

07/06/2026 16h30

O jogador tem uma tatuagem com a data de nascimento da avó, que é terena

O jogador tem uma tatuagem com a data de nascimento da avó, que é terena Redes Sociais

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Convocado neste domingo (7) para compor os jogadores oficiais da Seleção Brasileira que disputarão o título da Copa do Mundo, o volante Éderson dos Santos, de 26 anos, leva o nome terena para o maior palco de futebol do mundo. 

Nascido em Campo Grande, o jogador também tem origem Terena, etnia indígena brasileira concentrada em diversos municípios de Mato Grosso do Sul. Sua avó e mãe são de origem indígena, inclusive com vários familiares morando na Aldeia Bananal, em Aquidauana.

Além disso, o jogador tem uma tatuagem em homenagem à sua ascendência terena.

No braço direito ele traz tatuada a data de nascimento da avó materna (16/09/1908), apontada por ele como uma de suas inspirações e que inclusive fala a língua dos terenas.

Éderson é casado com a influenciadora Myckaela Lobianco com quem tem dois filhos: Esther, de 5 anos e Matteo, de 1 ano de idade. 

De acordo com o site do jornal Terra, Éderson recebeu a notícia da convocação logo cedo neste domingo e teve tempo apenas de organizar a bagagem e seguir para o aeroporto.

A viagem foi providenciada pela própria CBF, que agilizou toda a logística para que o atleta chegasse o mais rápido possível aos Estados Unidos.

O volante se apresentará diretamente à comissão técnica em Morristown, cidade que servirá como base da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo.

Nas redes sociais, a esposa e amigos celebraram a conquista do jogador. 

"Esse daqui é meu orgulho todinho...parabéns minha vida! Vamos juntos", escreveu Myckaela. 

"Que orgulho ver você entre os convocados! Toda a Nação Tricolor estará na torcida por você na busca pelo heza", disse o clube Fortaleza, por onde Éderson passou. 

Trajetória

Aos 13 anos, Éderson começou a ser construído como jogador na escolinha de futebol do bairro Tiradentes, na região leste de Campo Grande. Pouco tempo depois, foi levado para o clube Desportivo Brasil (SP), para então seguir a sua carreira profissional.

Em julho de 2019, o Cruzeiro (MG) se interessou pelo jogador e pagou cerca de R$ 1,6 milhão pelo futebol do volante. Em apenas sete meses no clube mineiro, Éderson se transferiu para o Corinthians (SP) a custo zero. 

No clube alvinegro, atuou em 25 jogos e marcou 3 gols, fazendo parte do elenco vice-campeão do Campeonato Paulista em 2020. Em março de 2021, foi emprestado ao Fortaleza (CE), sendo um dos destaques do Campeonato Brasileiro naquele ano.

Em janeiro do ano seguinte, por necessidade financeira, o Corinthians deu fim ao empréstimo e acertou a venda do atleta ao Salernitana (Itália) por 6,5 milhões de euros. 

No clube italiano, se destacou rapidamente e em menos de seis meses no clube, despertou o interesse da Atalanta, também da Itália, que pagou cerca de 22,9 milhões de euros pelo jogador. Até então, ainda veste as cores da equipe azul e preta. 

De acordo com o Transfermarkt, site especializado em mercado de transferências, Éderson vale 45 milhões de euros (R$ 268,3 milhões na cotação atual).

Colaborou Felipe Machado

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