Cidades

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Chegada do homem a Marte pode ser ameaça para o planeta

Chegada do homem a Marte pode ser ameaça para o planeta

terra

29/10/2012 - 14h03
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Cientistas afirmam que a chegada do homem a Marte pode ser uma grande ameaça para o planeta vermelho, uma vez que trilhões de micróbios viajariam com cada astronauta que pisar em solo marciano. Enquanto esses micróbios evoluíram em milhares de anos para ajudar as pessoas a fazerem tudo, desde digestão a impedir bactérias de prejudicar vidas, não existe explicação em como eles poderiam interagir com o ambiente do planeta.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, agências espaciais estão repensando maneiras de minimizar os riscos de contaminação. "Se tivermos astronautas humanos em Marte, não existe forma de esteriliza-los. Eles estariam 'vomitando' milhares de micróbios a cada segundo. Seria um grande problema", explicou Cynthia Phillips, do Instituto de Pesquisa à Inteligência Extraterrestre, dos Estados Unidos.

Robôs como a Curiosity da Nasa, que pousou em Marte no dia 5 de agosto, podem ser limpos, mas ainda não existe forma de fazer o mesmo com exploradores humanos. Os dados que a sonda Curiosity está coletando do território vermelho podem ajudar cientistas a entender o quão sensível a superfície do planeta pode ser para contaminação.

O fundador da empresa americana SpaceX, Elon Musk, afirmou que pretende mandar astronautas para Marte em 15 anos; e a empresa holandesa Mars One quer pousar uma nave com quatro pessoas no planeta em 2023 como os primeiros passos para estabilizar uma colônia permanente por lá. O Tratado do Espaço Externo de 1967 diz que países podem ser responsáveis por atividades interplanetárias de empresas privadas em suas fronteiras, e podem ser levados a julgamento internacional com acusações de contaminações a outro planeta.

"Se você quer ser um bom cidadão do Sistema Solar, seguirá as regras de proteção planetária, assim como você recolhe o lixo e não espalha poluição no país", afirma Cassie Conley, oficial de proteção planetária da Nasa.

DESENTEDIMENTO

Em Campo Grande, enteado esfaqueia padrasto por causa de pés de maconha

Foram encontrados sete volumes da plantação, totalizando quase 2 kg. O responsável pela maconha apresentou os documentos que comprovam o uso para fins medicinais

29/05/2026 09h15

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) Cepol FOTO: Arquivo

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Uma briga de família, no bairro Amambai, em Campo Grande, na noite desta quinta-feira (28), acabou com o padrasto esfaqueado pelo enteado, após desentendimento por causa de plantação de pés de maconha. 

De acordo com a versão apresentada por Wendel Pereira de Almeida, de 34 anos, ele estava em seu quintal regando suas plantas quando seu padrasto Wandel Donizetti da Silva, de 45, acompanhado de sua mãe, Eliane Melo Pereira, chegaram à residência após ambos terem consumido bebidas alcoólicas em um bar próximo.

Segundo Wendel, seu padrasto teria ido até o quintal, chutado um vaso de sua plantação de maconha e, em seguida, desferido um soco em seu rosto, outro em sua cabeça e um chute em sua perna esquerda. A briga se estendeu até a cozinha, momento em que sua mãe tentou intervir.

Contudo, o padrasto teria passado a agredir ambos, inclusive utilizando uma tesoura para tentar desferir golpes contra eles. Nesse momento, para impedir a agressão, Wendel relata que conseguiu pegar uma faca e desferir um golpe no abdômen dele, fazendo com que este se afastasse e parasse as agressões.

Questionada sobre os fatos, Eliane Melo Pereira confirmou a versão apresentada por seu filho. O padrasto recebeu os primeiros socorros do Corpo de Bombeiros Militar e, após os procedimentos, foi encaminhado à Santa Casa.

Durante a abordagem, foi encontrado em posse de Wendel um frasco contendo substância análoga a óleo de cannabis, sendo apresentados o laudo médico e a autorização judicial para uso do medicamento. A documentação teve sua validade verificada junto à autoridade policial na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol (DEPAC/CEPOL).

Questionado pelos policiais sobre a existência de plantação de maconha em sua residência, o rapaz confirmou a informação e guiou a equipe até o local onde estava, sendo localizados sete volumes, dos quais quatro eram porções e três eram plantas, totalizando aproximadamente 1.890 gramas da substância.

Wendel informou que ainda não possui autorização judicial para o cultivo, mas já está em processo para obtenção do documento. Diante dos fatos, ele foi conduzido até a DEPAC-CEPOL para demais esclarecimentos.

O rapaz apresentava hematoma abaixo do olho esquerdo, escoriação no cotovelo direito, na mão esquerda, arranhão na região abdominal e queixava-se de dor na perna esquerda, decorrente do chute do padrasto.

O enteado também relatou que Wandel é "faixa preta em Karatê do tipo Shotokan" e aproveitou de sua condição física avantajada para agredi-lo.

A equipe policial apreendeu somente a faca usada por Wendel. As plantas do tipo Cannabis foram encaminhadas a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (DENAR). 

Documentos que comprovam a autorização para uso medicinal de canabideol foram apresentadas no plantão policial, bem como o pedido judicial para cultivo da matéria prima. O padrasto, autuado em flagrante delito, permanece em observação no pronto socorro da Santa Casa, sob escolta policial. 

OPERAÇÃO CONTENÇÃO

Polícia Civil carioca inclui MS em operação contra o CV

Polícia Civil do Rio de Janeiro aponta que esquema ligado à facção movimentou R$ 453 milhões em quatro anos por meio de empresas de reciclagem e ferros-velhos

29/05/2026 08h45

Operação mira núcleo financeiro do Comando Vermelho e cumpre mandados em Mato Grosso do Sul e outros estados do país

Operação mira núcleo financeiro do Comando Vermelho e cumpre mandados em Mato Grosso do Sul e outros estados do país Divulgação

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, nesta sexta-feira (29), mais uma fase da Operação Contenção, que mira a estrutura financeira e a expansão territorial do Comando Vermelho (CV). Além do território fluminense, mandados judiciais também são cumpridos em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Maranhão. 

De acordo com o portal G1 do Rio de Janeiro, até a última atualização da operação, 17 mandados de prisão haviam sido cumpridos. Entre os alvos está Antônio Ilário Ferreira, conhecido como "Rabicó", apontado como um dos principais chefes da facção criminosa e considerado foragido da Justiça. Ele não foi localizado pelos agentes.

A esposa do traficante, Raquel Neves dos Santos Mendonça, foi presa durante as diligências. Outro investigado é Alex Sandro Ferreira de Araújo, chamado de "Tek", identificado pela polícia como responsável pela gestão financeira do grupo criminoso. Ele também não foi encontrado.

Segundo a Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-Cap), o esquema tinha base no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo (RJ), e teria movimentado cerca de R$ 453 milhões em quatro anos. As investigações apontam que empresas de reciclagem e comércio de sucatas eram usadas para ocultar recursos obtidos com o tráfico de drogas. 

Ainda conforme a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada, contas bancárias de terceiros, depósitos fracionados em dinheiro vivo e emissão de notas fiscais falsas para dar aparência legal às movimentações financeiras.

A Polícia Civil também identificou indícios de receptação qualificada e monitorou áreas utilizadas para a queima clandestina de cabos de cobre, além de estabelecimentos ligados aos investigados. 

As apurações foram realizadas com base em relatórios de inteligência financeira, análises bancárias, quebra de sigilos fiscal, telefônico e telemático, além do cruzamento de dados patrimoniais.

A Operação Contenção mobiliza equipes de diferentes unidades especializadas da Polícia Civil do Rio de Janeiro e conta com apoio da Polícia Militar. O objetivo, segundo a corporação, é enfraquecer financeiramente o Comando Vermelho e desarticular a estrutura econômica que sustenta o tráfico de drogas.

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