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Com 1500 vagas, IFMS abre cursos gratuitos a distância para qualificação profissional

As vagas são para o nível médio e fundamental, para Vendedor, Operador de Computador, Espanhol e Inglês básico

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O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) abriu inscrições para cursos de qualificação profissional a distância de Espanhol Básico, Inglês Básico, Vendedor e Operador de Computador. O período de inscrição começa hoje (12) e se estenderá até o dia 08 de janeiro de 2023, sendo ofertadas 1500 vagas de nível médio e fundamental. 

Com duração média de quatro meses e a distância, as aulas oferecidas são de Formação Inicial e Continuada, ou seja, de capacitação e qualificação para o mercado de trabalho.

Os cursos terão polos presenciais nas cidades em que o IFMS possui campus, como nos municípios de Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas. 

Já nas cidades em que não possuem unidades do Instituto, a coordenação dos cursos será feita pelo campus mais próximo, como é o caso das cidades de Amambai, Antônio João, Camapuã, Costa Rica, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio Pardo e Sonora. 

O curso de Vendedor é ofertado de forma 100% a distância, enquanto que nos cursos de Espanhol e Inglês, há encontros semanais presenciais na unidade em que o estudante se matricular. O mesmo serve para o curso de Operador de Computador, que também prevê encontros semanais. 

A relação completa das informações, de escolaridade, idade mínima exigida para o curso de interesse do candidato, bem como os dias e turnos que acontecerão os encontros que são presenciais (caso haja), além do cronograma do processo seletivo estão disponíveis no edital de abertura, disponível neste link.

Inscrições

O processo seletivo possui inscrições gratuitas, e poderão ser realizadas até o dia 8 de janeiro do ano que vem (2023), através da página do candidato do IFMS.

Para se inscrever, o candidato deve informar o número de seu CPF e selecionar uma das opções de curso oferecido no edital.

Caso não possua acesso à internet, os candidatos poderão se inscrever de forma presencial nos endereços informados no anexo III do edital.

No que diz respeito ao processo de seleção dos interessados nas vagas, o edital informa que os inscritos serão selecionados e classivficados por sorteio eletrônico, marcado para o dia 12 de janeiro de 2023. Portanto, não será necessário que o candidato realize provas de natureza eliminatória.

Cada candidato receberá um número de participação no sorteio. A classificação será feita de acordo com a ordem dos números sorteados.

O resultado preliminar do sorteio será publicado no dia 16 de janeiro, a primeira chamada e a classificação final estão previstas para acontecerem no dia 19 de janeiro.

Para os candidatos aprovados e convocados para os cursos de línguas, será necessário realizar uma prova de nivelamento, para que seja medido o nível de conhecimento que o aluno tem sobre a língua que ele escolheu cursar, com previsão para acontecer entre os dias 20 e 24 de janeiro. Os resultados serão divulgados no dia 27.

O período de matrícula da primeira chamada deverá ser realizada entre os dias 30 de janeiro e 3 de fevereiro, em caso em que as vagas não sejam totalmente preenchidas, será divulgado uma nova chamada no dia 9 do mesmo mês.

Conforme informado pelo IFMS, o início das aulas está previsto para o período entre 27 de fevereiro e 4 de março, dependendo do curso.

Dúvidas sobre o edital devem ser enviadas ao e-mail: [email protected]. 

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QUEROSENE

Petrobras reajusta combustível de aviação em R$ 0,45 por litro

Novos preços para distribuidoras começam a valer neste domingo

01/11/2026 22h00

Em outubro, o combustível utilizado em aviões e helicópteros já havia sofrido reajuste médio de 11,76%

Em outubro, o combustível utilizado em aviões e helicópteros já havia sofrido reajuste médio de 11,76% RAFA NEDDERMEYER/AGÊNCIA BRASIL

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A Petrobras anunciou reajuste médio de 7,2% no querosene de aviação vendido às distribuidoras, a partir deste domingo (1°). Isso corresponde a um aumento de R$ 0,45 por litro em relação ao mês anterior.Em outubro, o combustível utilizado em aviões e helicópteros já havia sofrido reajuste médio de 11,76%Em outubro, o combustível utilizado em aviões e helicópteros já havia sofrido reajuste médio de 11,76%

Em outubro, o combustível utilizado em aviões e helicópteros já havia sofrido reajuste médio de 11,76%, ou 0,65 centavos por litro.

A estatal tem participação de cerca de 85% na produção do QAV nacional, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras.

De acordo com a companhia, o reajuste se deve ao aumento da cotação internacional do combustível, "em um cenário de intensificação das tensões geopolíticas no Oriente Médio e de redução da capacidade de refino na Rússia e na Ucrânia em decorrência do conflito entre os dois países." 

A Petrobras ressalvou, em nota, que as variações acumuladas no Brasil são menores do que as observadas no mercado internacional, onde os reajustes chegam a ser diários, desde o início do conflito no Oriente Médio. Aqui, o valor é reajustado mensalmente. 

A companhia disse também que segue uma "fórmula paramétrica prevista em contrato", que vem amortecendo as oscilações de curto prazo, "resultando em reajustes mais moderados do que os observados internacionalmente." 

Apesar disso, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas, a participação do QAV nos custos operacionais das companhias brasileiras subiu de 30% para mais de 45% desde o início dos conflitos no Oriente Médio. 

INTERNACIONAL

Eleição nos Estados Unidos define futuro de Trump nesta terça-feira

Votação de meio de mandato elege Câmara e 1/3 do Senado

01/11/2026 21h00

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos

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Os cerca de 210 milhões de eleitores dos Estados Unidos (EUA) vão às urnas na próxima terça-feira (3) para eleger todos os 435 deputados da Câmara dos Representantes, além de 35 das 100 cadeiras do Senado. Os estadunidenses ainda devem escolher governadores em 36 dos 50 estados do país.Donald Trump, presidente dos Estados UnidosDonald Trump, presidente dos Estados Unidos

O resultado define o futuro do presidente Donald Trump na Casa Branca porque os democratas podem conquistar maioria no Congresso, o que teria repercussões políticas também para o Brasil.

Isso porque a oposição tem questionado a Casa Branca sobre supostas interferências de Trump no Brasil, como o financiamento dos EUA para campanhas contra o Supremo Tribunal Federal (STF).  

Atualmente, as duas casas legislativas contam com uma apertada maioria de republicanos, o que concede maior liberdade para Trump implementar suas políticas.

Pesquisas de opinião têm indicado uma vitória dos democratas devido, entre outros motivos, ao aumento do custo de vida da população. A guerra iniciada por Trump contra o Irã é apontada como uma das causas da inflação já que aumentou o preço dos combustíveis após as restrições a navegação no Estreito de Ormuz.

Ao longo dos últimos meses, a desaprovação do presidente dos EUA vem crescendo e alcançou 61%, contra 36% de aprovação, segundo uma média de pesquisas calculada pelo jornal The New York Times.

Nesse cenário desfavorável, Trump prometeu pagar US$ 5 mil para cada adulto do país caso os republicanos vençam as eleições da Câmara e do Senado e tem viajado o país nos últimos dias em campanha para os aliados.

Paulo Abraão é diretor-executivo da Brazil Office Alliance – organização que conecta pesquisadores brasileiros que atuam nos EUA – e avalia que o resultado da eleição vai definir o controle que o Legislativo terá sobre o presidente Trump.  

“Se a oposição conquistar uma das Casas, poderá ampliar investigações, exigir explicações do governo e dificultar sua agenda legislativa. O controle da Câmara é particularmente relevante para a fiscalização”, explicou à Agência Brasil.

Abraão acrescentou que o controle do Senado dá poder para confirmar ou rejeitar a nomeação de autoridades e juízes.

“Se os republicanos mantiverem as duas Casas, Trump terá condições políticas mais favoráveis para avançar sua agenda, embora isso não elimine divergências dentro do próprio partido”, completou o diretor da Brazil Office Alliance.

Sobre o processo eleitoral, Trump vem lançando uma série de dúvidas relacionadas à segurança do sistema nos EUA. Em 2020, ao perder para Joe Biden, Trump acusou a eleição de ter sido fraudada, mas não apresentou provas. Na última semana, quando questionado por jornalistas, Trump disse que respeitaria o resultado “se forem eleições honestas”.

Política externa

Há uma expectativa de que uma vitória democrata promova alguma mudança na política externa dos EUA, em especial, em relação à guerra no Irã. O especialista Paulo Abraão pondera que a Presidência dos EUA tem uma ampla margem de ação na política externa, ainda que sem maioria no Parlamento.

“Um Congresso mais independente pode aumentar os custos políticos, fiscalizar decisões e disputar recursos, sem comandar a diplomacia”, destacou.

Repercussão para o Brasil

O enfraquecimento político de Donald Trump, caso perca maioria em uma ou nas duas Casas do Congresso, deve repercutir também nas relações dos EUA com o Brasil, marcada pelo tarifaço e atritos com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Abraão avalia que os democratas podem ampliar a investigação sobre a atuação da família Bolsonaro nos EUA, expondo suas conexões com o governo Trump.

“Parlamentares democratas já vêm cobrando explicações [sobre supostas interferências de Trump no Brasil]. O ponto central seria esclarecer se instrumentos do Estado americano foram utilizados para favorecer um grupo político estrangeiro, por quais razões e sob quais fundamentos”, argumentou.

Ele aponta que uma investigação parlamentar poderia apurar a denúncia contra a Meta, dona do Facebook, Instagram e Whatsapp, de favorecer o candidato Flávio Bolsonaro durante a eleição no Brasil.

A redução do alcance nas redes das contas ligadas ao candidato Lula foi justificada pela big tech como “problemas técnicos”.

"Uma mudança no controle do Congresso pode transformar cobranças, hoje expressas em cartas, em investigações com maior capacidade de produzir provas e exigir respostas. Isso não é automático, depende das prioridades da nova maioria e pode enfrentar resistência e disputas judiciais", finalizou o também professor de direito Paulo Abraão.

Nas últimas semanas, congressistas democratas têm questionado a Casa Branca, por meio de cartas, desde a ação da Meta nas eleições brasileiras, até a decisão de revogar o visto da embaixadora do Brasil nos EUA, Maria Luiza Ribeiro Viotti.

Na última quinta-feira (30), os democratas cobraram explicações sobre o envolvimento da Casa Branca na fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil, apesar da Justiça brasileira ter proibido a saída do parlamentar. Flávio responde processos por lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas. 

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