Cidades

SEM FOLGA

Durante o feriado em Campo Grande, serviços públicos e comércio abrem normalmente.

Confusão se a data é feriado ou não vem do decreto municipal de 2021, que antecipou quatro feriados.

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O tradicional feriado de Santo Antônio padroeiro de Campo Grande, nesta segunda-feira(13), será um dia normal de serviço na capital para muitos trabalhadores. A alteração dos dias de folga causados pelo decreto municipal do dia 21 de março de 2021, vem causando dúvidas na população.

No ano passado a prefeitura de Campo Grande antecipou quatro feriados, sendo eles: 13 de junho e 26 de agosto de 2021 e 2022.

A Prefeitura de Campo Grande e suas repartições públicas vão funcionar normalmente nesta segunda-feira. Na quinta-feira (16), feriado de Corpus Christi, apenas as unidades e os serviços considerados essenciais estarão disponíveis.

Já o Governo do Estado de acordo com o decreto publicado no Diário Oficial desta terça-feira(7), foi determinado que o feriado de 13 de junho, será deslocado para o dia 17 de junho. Sendo assim no dia de Santo Antônio os órgãos públicos Estaduais atenderão normalmente.

De acordo com a Fecomércio-MS, o comércio de Campo Grande também vai funcionar normalmente no dia 13, a confirmação foi emitida em nota no dia 2 de junho, na qual relembra o decreto municipal.

O Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande (Seccg), também esclareceu que: caso o feriado antecipado não tenha sido cumprido por qualquer empresa no ano passado (2021), as datas deste ano valem como folga, se por acaso empregado trabalhou sem receber extra, o trabalhador também terá direito ao beneficio da folga dos referidos feriados.

Direitos Trabalhistas

Segundo a advogada trabalhista, Dra Leticia Ribeiro, se os trabalhadores estiveram em serviço no período em que os feriados foram antecipados, estes funcionários terão sim o direito a folga no dia 13."caso sejam obrigados a trabalharem, mesmo já tendo cumprido a jornada quando o feriado foi antecipado, a empresa deverá pagar horas extras", esclarece Leticia.

Se por a caso o empregador, não cumprir com essas horas extras, é possível que trabalhar e patrão negociem o banco de horas."Caso haja acordo de banco de horas de forma individual ou coletiva é possível compensar essas horas em folgas no decorrer dos dias ou meses", informa.

Dra Leticia ainda alerta sobre o não cumprimento do pagamento por parte do empregador" O não pagamento de horas extras constitui falta grave do empregador, podendo facilitar a rescisão indireta do contrato de trabalho, por justa causa".

Confira o que abre e o que fecha:

Supermercados

Os supermercados irão abrir normalmente durante o feriado.

Mercadão

O Mercadão Municipal irá funcionar das 6h30 ao meio-dia.

Feira Central

A Feira Central não abre às segundas-feiras.

Shoppings

Campo Grande

O funcionamento será em horário normal, das 10h às 22h.

Norte Sul Plaza

O horário de funcionamento será normal, das 10h às 22h.

Bosque dos Ipês

Não informou o horário de funcionamento até a publicação desta reportagem.

Pátio Central

O funcionamento será das 8h às 20h.

Bancos

Agências bancárias funcionarão normalmente na segunda-feira.

Saúde

Hospitais, Unidades de Pronto Atendimento, Centros Regionais de Saúde 24 horas irão funcionar normalmente.

Judiciário

Em Campo Grande, apenas o plantão judicial estará em funcionamento para os casos considerados urgentes, como mandados de segurança, habeas corpus, requerimento de realização de corpo de delito, ação cautelar de busca e apreensão e aqueles que exijam providência imediata.

Detran

Funcionará normalmente, nos horários definidos por cada agência.

Escolas

As escolas da Rede Estadual de Ensino não terão aula na segunda-feira. Segundo a Secretária Estadual de Educação (SED), já estava previsto no calendário que seria dia não letivo, antes do decreto que alterou o ferido no Estado.

Já nas escolas da Rede Municipal de Ensino haverá aula normal.

Lotéricas

A abertura das lotéricas fica a critério de cada proprietário e a maioria deve abrir.

Correios

Não informou o horário de funcionamento até a publicação desta reportagem.

 

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Números

Apenas 76 países enviaram delegações à COP15 em Campo Grande

Organização espera reunir cerca de 2 mil pessoas, entre delegados, cientistas e povos indígenas

26/03/2026 17h45

Ministra Marina Silva

Ministra Marina Silva Foto: Marcelo Victor

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A 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias (COP15) começou nesta segunda-feira (23) com um dado que chama atenção: há mais participantes acompanhando o evento de forma virtual do que presencial. Dos 133 países signatários do tratado, apenas 76 enviaram delegações, enquanto o restante optou pela participação remota.

Naa entrada do Pantanal, a maior zona úmida tropical do planeta, a conferência reúne espera reunir cerca de 2 mil pessoas, entre delegados, cientistas, povos indígenas, comunidades locais e organizações de conservação. O encontro ocorre em um contexto ambiental crítico para a região, que enfrenta seca, incêndios florestais e mudanças no uso do solo.

A abertura da conferência também foi marcada pela divulgação de novos relatórios que apontam um cenário preocupante para a biodiversidade global. Segundo o documento “Estado das Espécies Migratórias do Mundo: Relatório Provisório (2026)”, quase metade (49%) das espécies listadas na Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias (CMS) apresenta tendência de queda populacional, enquanto cerca de uma em cada quatro já está ameaçada de extinção em nível global.

O estudo indica que a pressão sobre essas espécies é resultado de uma combinação de fatores, como sobre-exploração, destruição de habitats, poluição, mudanças climáticas e a presença de espécies invasoras.

Ao longo da semana, os participantes discutirão propostas de inclusão de novas espécies nas listas de proteção, além de ações conjuntas, resoluções e decisões que irão orientar as políticas de conservação nos próximos anos. As deliberações finais devem ser submetidas à aprovação no próximo domingo (29).

A Conferência das Partes é o principal órgão deliberativo da CMS e se reúne a cada três anos. O encontro tem como objetivo avaliar avanços, atualizar compromissos e reforçar medidas de proteção às espécies migratórias, sempre com base em evidências científicas sobre ameaças, tendências populacionais e estratégias de conservação eficazes. O evento é realizado no Bosque dos Ipês. 

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Epidemia

Idoso é a 6ª vítima de Chikungunya de 2026 em MS

Óbitos pela doença em 2026 já correspondem a um terço do total em 2025

26/03/2026 17h30

Óbitos pela doença em 2026 já correspondem a um terço do total em 2025

Óbitos pela doença em 2026 já correspondem a um terço do total em 2025 Divulgação

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Um idoso de 72 anos é a 6ª vítima confirmada decorrente da Chikungunya. A morte do homem aconteceu no dia 19 de março, mas estava em investigação, sendo confirmada no boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES) desta quinta-feira (26). A vítima era do município de Bonito e foi a primeira morte fora de Dourados. 

O idoso possuía outras comorbidades, como hipertensão arterial e diabetes e apresentou os sintomas iniciais no dia 13 de março, apenas seis dias antes do óbito. 

De acordo com o boletim epidemiológico da SES, o município de Bonito tem 56 casos da doença confirmados e 74 em investigação, colocando a cidade com risco vermelho para incidência de Chikungunya, quando há mais de 300 casos a cada 100 mil habitantes. 

Em apenas três meses, 2026 já registrou pouco mais de um terço das mortes registradas em todo o ano de 2025, considerado o ano mais letal da doença no Estado, com 17 óbitos. 

Além do idoso, as outras cinco vítimas eram moradores de aldeia indígenas em Dourados:

  • mulher de 69 anos (Aldeia Jaguapiru, no dia 26/02);
  • homem de 73 anos (Aldeia Jaguapiru, no dia 09/03);
  • bebê de 3 meses (Aldeia Bororó, no dia 10/03);
  • mulher de 60 anos (Aldeia Jaguapiru, no dia 12/03);
  • bebê de 1 mês (Aldeia Jaguapiru, no dia 24/03).

Em todo o Estado, são 3.058 casos prováveis de Chikungunya e 1.452 casos confirmados. Dentre os casos confirmados, 21 são gestantes. 

Chikungunya em MS

Em Dourados, a atual situação causada pelo surto de chikungunya motivou o decreto de estado de emergência em saúde pública por parte do Executivo Municipal. 

Inicialmente concentrada na área da Reserva Indígena, a disseminação da doença já atinge bairros como Jardim dos Estados, Novo Horizonte e a região do Jóquei Clube, apontados como áreas com maior incidência de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor também da Dengue e Zika.

Essa "explosão" dos casos de Chikungunya em 2025 passou a ser observada já desde o início do ano passado, quando até o começo de março Mato Grosso do Sul já anotava 2.122 casos prováveis. 

Através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, por exemplo, é possível notar que a série histórica iniciada em 2015 começa com apenas um óbito registrado naquele ano.

Até 2024 essa arbovirose iria vitimar um total de apenas oito sul-mato-grossenses, já que com 2016 e 17 passando sem qualquer registro de morte por Chikungunya em Mato Grosso do Sul, a doença só voltou a matar um paciente em 2018, ano em que três pessoas morreram.

Porém, nos quatro anos seguintes (de 2019 a 2022) ela voltaria a sumir do radar do sul-mato-grossense. Na sequência, antes de explodir no ano passado, 2023 e 2024 só registraram, respectivamente, três e uma morte por chikungunya em Mato Grosso do Sul, com o ano passado somando o dobro dos óbitos da última década, como bem acompanha o Correio do Estado

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