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Enem 2025: Veja como estudar com ajuda da Inteligência Artificial

Neste ano, as provas serão realizadas em dois domingos consecutivos, sendo dia 9 E 16 de novembro, e alguns recursos de Inteligência Artificial podem ajudar a otimizar o aprendizado

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A primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 ocorrerá no dia 9 de novembro, para 4,8 milhões de inscritos confirmados, sendo 57.941 em Mato Grosso do Sul. A segunda etapa será uma semana depois, no dia 16 de novembro.

Com a aproximação das provas, estudantes buscam cada vez mais formas eficientes de se preparar. A inteligência artificial (IA) surge como uma poderosa aliada nesse processo.

Importante ressaltar que as IAs não devem ser a única fonte de estudo, mas um recurso que pode ajudar a otimizar o aprendizado.

Plataformas educacionais têm integrado chatbots que interagem com os alunos, esclarecendo dúvidas em tempo real sobre matérias e ajudando na prática de questões.

A IA pode ser aplicada em simulados online, geração de resumos e cronogramas de estudo personalizados e até na preparação para a redação, fornecendo feedback instantâneo sobre as produções textuais dos estudantes, destacando pontos fortes e áreas de melhoria.

Confira algumas IAs que podem ajudar nos estudos para o Enem:

Monic IA

É um assistente virtual voltado para o auxílio em estudos. Oferece funcionalidades como perguntas e respostas em diversas disciplinas, ajuda a resolver problemas e realizar atividades, permite estudo personalizado adaptado ao nível de conhecimento do usuário, e há simulações e testes para a prática com questões de provas e simulados.

Me Salva!

O app Me Salva! é uma plataforma de estudos voltada para ajudar alunos a se prepararem para exames como o Enem e vestibulares. Oferece videoaulas com professores especializados, questões práticas, resumos e apostilas para complementar o conteúdo e testes que simulam o formato das provas.

Photomath

É um aplicativo que usa inteligência artificial para resolver problemas matemáticos. O aplicativo permite que usuários tirem tire fotos de problemas e conceitos matemáticos e receba soluções passo a passo. O app reconhece e interpreta o texto da imagem postada pelo estudante e, além de oferecer explicações interativas, ajuda os usuários a entedenderem melhor os conceitos.

ChatGPT

Pode ajudar em diversas disciplinas, responder dúvidas e oferecer explicações. Permite resumos, correções de redações e criação de questões no estilo do Enem.

Quizlet

É uma plataforma de aprendizado que oferece diferentes modos de estudo, como a funcionalidade de estudar com flashcards, que são cartões de estudo com perguntas de um lado e resostas do outro, podendo o estudante criar o próprio cartão ou acessar conjuntos criados por outros. Também há acompanhamento do desempenho do usuário ao longo do tempo.

Redação Nota 1000

Plataforma voltada a ajudar estudantes a melhorar suas habilidades de escrita, especialmente para vestibulares e Enem. Oferece dicas, estrutura de textos e exemplos de redações nota máxima.

Khan Academy

Oferece uma ampla gama de recursos educacionais gratuitos, que permite que os usuários aprendam tópicos como matemática, ciências, história, entre outros. O app inclui vídeos explicativos, exercícios interativos e ferramentas de acompanhamento de progresso, além de espaço para para praticar a escrita e a compreensão de textos, que podem ajudar na redação.

Duolingo

Focado em aprendizado de idiomas, tem um chatbot que ajuda na prática de conversação e pode ajudar no Enem, pois há a parte da prova que o estudante precisa responder questões de inglês ou espanhol.

MEC Enem

O Ministério da Educação (MEC) lançou neste ano o aplicativo 'MEC Enem - o Simuladão do Enem', que oferece simulados com questões do Exame e correção automatizada de redações. A ferramenta está disponível para download nas lojas de aplicativos e pode ser acessada também pelo endereço app.mecenem.mec.gov.br.

Estratégias para estudar usando a inteligência artificial

  • Plataformas de Aprendizado: Utilize plataformas que oferecem cursos online e simulados adaptativos. Algumas usam IA para personalizar o conteúdo de acordo com seu desempenho.
  • Chatbots de Estudo: Interaja com chatbots que podem responder a perguntas sobre o conteúdo, explicar conceitos e oferecer exercícios.
  • Análise de Desempenho: Use ferramentas de análise de dados que avaliam seu progresso e identificam áreas que precisam de mais atenção.
  • Resumos e Revisões: A IA pode ajudar a gerar resumos de matérias e organizar seus estudos com cronogramas personalizados.
  • Simulados Online: Faça simulados que usam IA para criar questões com base nos temas mais cobrados no Enem, ajudando a familiarizar-se com o formato da prova.
  • Aprendizado de Línguas: Se precisar melhorar a redação ou a compreensão de textos, use apps que oferecem feedback instantâneo sobre suas respostas.
  • Grupos de Estudo Virtuais: Participe de grupos onde a IA pode facilitar a troca de conhecimentos e a resolução de dúvidas.

Estudo tradicional

Embora a tecnologia e inteligência artificial sejam de grande auxílio, é importante ressaltar que os métodos tradicionais de estudo continuam sendo fundamentais para um aprendizado eficaz e completo, pois ajudam a desenvolver habilidades fundamentais como a disciplina, leitura crítica e resolução de problemas.

A leitura de livros e apostilas específicas para o Enem oferece uma base sólida de conhecimento, pois, geralmente, abordam não apenas conteúdos teóricos, mas também trazem exercícios práticos e exemplos de questões, ajudando a fixar o aprendizado.

Além disso, a escrita manual, como em cadernos de anotação e resumos, pode ter benefícios na memorização e compreensão de conceitos.

As aulas presenciais, quando disponíveis, são outra forma valiosa de aprendizado. O contato direto com professores permite um esclarecimento mais imediato de dúvidas e os profissionais podem oferecer insights que não estão disponíveis em plataformas digitais, além de promover discussões em grupo que estimulam o pensamento crítico.

O recomendado é aproveitar as inovações da inteligência artificial, combinada com os métodos tradicionais de ensino, incorporando diferentes formas de estudo.

Enem 2025

O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni).

Nos dois dias de provas, os participantes do Enem responderam a perguntas de quatro áreas de conhecimento, que, ao todo, somam 180 questões objetivas.

Em 9 de novembro, as provas são compostas por: 45 questões de linguagens (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira – inglês ou espanhol, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação); mais 45 questões de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia). Os participantes também devem redigir uma redação de 30 linhas.

Em 16 de novembro, as 90 questões objetivas estão divididas em 45 itens de ciências da natureza (química, física e biologia) e matemática, conforme figuras abaixo.

DOURADOS

Proprietários têm 90 dias para contestar nova terra indígena

A Funai aprovou ontem relatório de identificação e delimitação da Terra Indígena Apyka'i, do povo guarani-kaiowá, localizada em Dourados

30/01/2026 09h00

Acampamento dos indígenas da TI Apyka'i fica às margens da BR-463, entre Dourados e Ponta Porã

Acampamento dos indígenas da TI Apyka'i fica às margens da BR-463, entre Dourados e Ponta Porã Gerson Oliveira

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Os proprietários rurais que detêm imóveis ocupantes nos limites da Terra Indígena (TI) Apyka’i poderão contestar o relatório da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) que identificou e delimitou a área, localizada em Dourados, de ocupação original do povo indígena guarani-kaiowá, uma das maiores comunidades originárias de Mato Grosso do Sul.

Ontem, a Funai anunciou a aprovação do Relatório Circunstanciado de Identificação e Delimitação (RCID) da Terra Indígena Apyka’i, que foi assinado pela presidente da autarquia indigenista, Joenia Wapichana, durante a oficina de planejamento da Diretoria de Demarcação de Terras Indígenas (Didem), em Brasília (DF).

De acordo com o documento de despacho decisório, o levantamento fundiário da Funai identificou 10 imóveis não indígenas incidentes nos limites da área, dos quais dois são minifúndios, seis pequenas propriedades, uma média propriedade e uma grande propriedade. 

Acerca da caracterização fundiária, as equipes localizaram a presença da produção de soja e de cana-de-açúcar, representadas por duas empresas: Coamo Agroindustrial Cooperativa e Map Participações Ltda. Segundo apurou a reportagem, estas sociedades são oriundas dos municípios de Campo Mourão (PR) e Manaus (AM), respectivamente.

Em conversa com o Correio do Estado, a advogada ruralista Luana Ruiz disse que os proprietários dos imóveis listados no documento terão três meses, a partir da data de publicação do relatório, para contestar a aprovação da Funai, ou seja, apresentar as chamadas defesas administrativas.

“A partir da aprovação do relatório e publicação no Diário Oficial da União, a área passa de ‘em estudo’ para ‘identificada’. Com isso, abre o prazo de 90 dias para as defesas administrativas e sem prejuízo de eventuais judicializações. Aí vai depender de fixação de estratégias técnico-jurídicos”, explica.

Após a apresentação das defesas, a Funai deverá analisar caso a caso até ser repassado para as mãos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Sobre possível indenização da União no futuro, a advogada disse que ainda é muito cedo para falar sobre, mas que pode ser uma das soluções.

“Indenização seria a solução se nós estivéssemos falando de valor justo de mercado. Porém, querem tirar as propriedades falando que são terras indígenas com uma proposta de indenização irrisória. Então, precisamos tomar muito cuidado quando colocamos a indenização como sendo a válvula de escape de solução do problema, porque o produtor rural está perdendo seu patrimônio a preço irrisório”, afirma.

Primeiro passo

O processo de identificação e delimitação da Terra Indígena Apyka’i teve origem no compromisso de ajustamento de conduta (CAC), firmado em 2007 com o Ministério Público Federal (MPF), quando a Funai assumiu o compromisso formal de avançar na demarcação das terras guarani-kaiowá em Mato Grosso do Sul.
Eloy Terena, secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas e principal ativista das causas indígenas sul-mato-grossenses, comemorou a conquista, mas destaca que esse é o primeiro passo para, quem sabe, a homologação da demarcação ser feita ainda este ano.

“Uma entrega importante para o povo guarani-kaiowá que há anos aguarda a demarcação. Esse ato da Funai é o primeiro ato que consolida a superfície do território indígena no município de Dourados. Um ato do Estado Brasileiro reconhecendo esse direito originário ancestral dos guarani-kaiowá, e atendendo uma reivindicação histórica deles”, disse.

“Para nós é importante porque é um documento técnico, científico, administrativo, jurídico que reconhece uma área como ocupação tradicional, mas ainda é um procedimento administrativo que está só iniciando. Ele vai ter ainda várias fases até chegar na fase da homologação, que é o decreto assinado pelo presidente da República”, esclarece o secretário.

Para uma demarcação de terra indígena ser concretizada, ocorre um processo de seis etapas: Identificação e delimitação; aprovação e contestações (fase da qual a Apyka’i se encontra); declaração; demarcação física; homologação; e registro. Hoje, 824 terras indígenas estão em alguma destas fases do procedimento demarcatório, segundo o portal “Terras Indígenas no Brasil”, sob realização do Instituto Socioambiental.

Histórico

A TI Apyka’i é um território de cerca de 1.058,16 hectares reivindicado como de ocupação tradicional pelo povo indígena guarani-kaiowá. Ainda conforme citado no relatório da Funai, a comunidade se mudou cerca de oito vezes da localidade entre os anos de 2002 e 2016, por conta de expulsões, ataques de seguranças armados, incêndios, mortes por atropelamento e até envenenamento.

Tanto que, em meados de 2016, cerca de 10  famílias guarani-kaiowá foram despejadas da Terra Indígena Apyka’i por cerca de 50 policiais federais, cenário que voltaria a se repetir no decorrer daquele mesmo ano.

Em 2023, o Apika’i completou duas décadas de acampamento, com seis remoções forçadas, dois incêndios, seis atropelamentos e uma morte por envenenamento. Estima-se que, desde a década de 1980, o povo indígena tenta reivindicar a terra, o que pode estar perto de ser conquistado depois de aproximadamente quatro décadas.

Saiba

Segundo o último levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 104,5 mil pessoas em Mato Grosso do Sul declararam pertencer a alguma etnia indígena, dos quais 44.575 (42,67%) falaram ser da comunidade guarani-kaiowá, a maior em questão populacional no Estado, pouco mais do que o povo terena (42.492).

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Danos ao meio ambiente

Ufólogo e ex-diretor da Fiems lideram ranking de multas milionárias do Ibama em MS

Além da fazenda-sede da cidade mística de Zigurats, lista também traz fazendeiros suspeitos de incêndios criminosos no Pantanal

30/01/2026 04h50

Fazenda Projeto Portal, que abriga a cidade de Zigurats, em Corguinho, foi alvo da maior multa do Ibama de 2025 em Mato Grosso do Sul

Fazenda Projeto Portal, que abriga a cidade de Zigurats, em Corguinho, foi alvo da maior multa do Ibama de 2025 em Mato Grosso do Sul Arquivo

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou, no território de Mato Grosso do Sul, mais de R$ 14 milhões em multas por descumprimento da legislação ambiental em 2025.

Entre os maiores alvos das multas dos fiscais do órgão federal estão nomes e pessoas famosas no Estado, como a fazenda pertencente ao empresário que fez fama relatando avistamentos de extraterrestres e mantém uma “comunidade científica” no município de Corguinho, além de um ex-diretor da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), e fazendeiros envolvidos em incêndios no Pantanal, em Corumbá, no início de 2025.

Zigurats na berlinda

A maior multa aplicada pelos fiscais do Ibama em Mato Grosso do Sul no ano passado teve como alvo a Fazenda Projeto Portal, em Corguinho. O local é, na prática, a razão social da comunidade científica ligada ao empresário Urandir Fernandes de Oliveira.

O Projeto Portal é autodescrito como um “centro de pesquisas, turismo e vivência” e é famoso por abrigar a cidade chamada de Zigurats e por conexões, segundo seus idealizadores, com o avistamento de extraterrestres. A propriedade também é classificada como um “hotel-fazenda”, e os clientes escolhem o lugar por motivos místicos.

O local também é ligado à Associação Dakila Pesquisas, empresa que lidera uma gama de negócios de Urandir, que se diz cientista e ufólogo e possui uma distribuidora de vinhos e até mesmo uma fintech que vende criptomoedas, a BDM Digital.

O Ibama aplicou duas multas contra o Projeto Portal no ano passado: uma de R$ 5 milhões e outra de R$ 30 mil. Elas foram aplicadas no dia 30 de setembro do ano passado e estão em fase de homologação, com prazo de defesa aberto. A causa das multas está ligada a irregularidades no processo de licenciamento ambiental.

Ex-diretor da Fiems

O titular da segunda maior multa ambiental do ano passado é uma pessoa física: o empresário e ex-diretor de Relações Internacionais da Fiems, Aurélio Rolim Rocha.

O empresário vem se projetando como o proprietário da filial de Mato Grosso do Sul da Lide, empresa criada pelo ex-governador de São Paulo, João Doria, para organizar eventos que aproximam políticos, empresários e autoridades do Poder Judiciário, com um modus operandi similar à prática de lobby, embora esta não seja legalizada no Brasil.

Fazenda Projeto Portal, que abriga a cidade de Zigurats, em Corguinho, foi alvo da maior multa do Ibama de 2025 em Mato Grosso do SulEx-diretor da Fiems, Aurélio Rocha

O Ibama multou a fazenda de Aurélio Rolim Rocha em Porto Murtinho, por problemas relativos a desmatamento e ilegalidades no licenciamento ambiental. A multa totalizou R$ 3,84 milhões. Assim como a multa aplicada ao Projeto Portal, a autuação ao ex-diretor da Fiems ainda está em fase de homologação, com prazo de defesa aberto.

A multa contra Aurélio Rocha foi aplicada no dia 17 de outubro do ano passado, seis meses depois de ele ter sido anfitrião de um evento que organizou para tratar justamente do meio ambiente: o Fórum Lide COP 30, realizado em maio, em Bonito, e patrocinado por empresas como Cutrale e Vale. O evento teve apoio institucional do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e contou com convidados como o ex-presidente Michel Temer e o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, entre outras personalidades.

Aurélio Rocha deixou de constar no rol de diretores da Fiems em setembro do ano passado, quando veio a público que ele era alvo de inquérito no Ministério Público Federal por desmatar sua fazenda em Porto Murtinho.

A terceira maior multa também foi aplicada em Porto Murtinho, em outra propriedade da família Rocha, pertencente a Nilton Fernando Rocha Filho. A autuação também é de R$ 3,84 milhões, pelos mesmos motivos da multa contra o ex-diretor da Fiems e presidente da Lide em Mato Grosso do Sul.

Incêndio no Pantanal

Os titulares da terceira e da quarta maiores multas do Ibama em Mato Grosso do Sul no ano passado são os fazendeiros (e empresários) Fernando Fernandes e João Fernandes Filho. Em comum, além das multas milionárias, eles são investigados pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal por envolvimento em incêndios supostamente criminosos, que devastaram parte do Pantanal no ano passado.

As maiores multas contra ambos foram aplicadas no mês de abril do ano passado. A multa contra Fernando Fernandes é de R$ 3,5 milhões, e a de João Fernandes Filho, de R$ 2,51 milhões.

As multas, que também envolvem ilegalidades no licenciamento ambiental e danos ao meio ambiente, estão em fase de homologação, com prazo de defesa aberto.

Pneu queimado

Também integra a lista das maiores multas a empresa 7K Pirólise Ltda., localizada em Sete Quedas, no extremo sul de Mato Grosso do Sul. São duas multas contra a empresa: uma de R$ 2,55 milhões e outra de R$ 688 mil, aplicadas em julho e setembro do ano passado, também por danos ao meio ambiente.

As multas ocorreram depois de a unidade, que reaproveita pneus, ser alvo de várias denúncias de vizinhos e moradores da cidade, que se queixavam da fuligem, da queima de pneus e da poluição. O local não possuía licença ambiental para a atividade.

 

Ranking das maiores multas do Ibama em MS em 2025

  1. FAZENDA PROJETO PORTAL (Corguinho): R$ 5.010.500,00
  2. AURELIO ROLIM ROCHA (Porto Murtinho): R$ 3.840.000,00
  3. NILTON FERNANDO ROCHA FILHO (Porto Murtinho): R$ 3.840.000,00
  4. FERNANDO FERNANDES (Corumbá): R$ 3.500.500,00
  5. 7K - PIROLISE LTDA (Sete Quedas): R$ 2.555.000,00
  6. JOÃO FERNANDES FILHO (Corumbá): R$ 2.510.500,00
  7. IGOR WIDER REZENDE (Jardim): R$ 820.500,00
  8. DOUGLAS FRANCO (Caarapó): R$ 875.000,00
  9. 7K - PIROLISE LTDA (Sete Quedas): R$ 688.000,00
  10. DOUGLAS FRANCO (Bodoquena): R$ 501.500,00

 

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