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Forças de imigração deixam Minnesota após megaoperação, mas governo manterá equipe

Cerca de 1.000 agentes de imigração já deixaram a região das Twin Cities, em Minnesota

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O coordenador da Casa Branca para a fronteira, Tom Homan, disse neste domingo, 15, que cerca de 1.000 agentes de imigração já deixaram a região das Twin Cities, em Minnesota, e que centenas de outros devem sair nos próximos dias, como parte da redução da operação de reforço da fiscalização migratória do governo Donald Trump.

Czar da fronteira, Homan afirmou, em entrevista ao programa Face the Nation, da rede CBS, que uma "pequena" força de segurança permanecerá por um período limitado para proteger os agentes que ainda seguem no Estado e atuar em situações de risco, quando "os agentes forem cercados por agitadores e as coisas saírem do controle".

Ele não detalhou o tamanho desse contingente. Segundo o assessor, os agentes também continuarão investigando denúncias de fraude e o protesto contra a operação migratória que interrompeu um serviço religioso em uma igreja. "Já removemos bem mais de 1.000 pessoas e, entre segunda e terça-feira, vamos remover várias centenas a mais", disse Homan. "Voltaremos ao tamanho original do efetivo."

Milhares de agentes foram enviados às áreas de Minneapolis e St. Paul na "Operação Metro Surge", conduzida pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE). O Departamento de Segurança Interna (DHS) classificou a ação como a maior operação de fiscalização migratória já realizada e disse que ela foi bem-sucedida. O endurecimento, porém, passou a ser alvo de críticas à medida que o clima se tornou mais tenso e dois cidadãos americanos foram mortos.

Protestos se tornaram frequentes, e uma rede de moradores se organizou para apoiar imigrantes, alertar sobre a presença de agentes e filmar as ações de fiscalização. As mortes de Renee Good e Alex Pretti, baleados por oficiais federais, geraram condenações públicas e questionamentos sobre a conduta dos agentes, levando a mudanças na operação.

Homan havia anunciado na semana passada que 700 oficiais federais deixariam o Estado imediatamente, mas ainda restavam mais de 2.000 agentes em Minnesota. Na quinta-feira, ele afirmou que uma "redução significativa" do efetivo já estava em andamento e continuaria ao longo desta semana.

O assessor disse que a fiscalização não será interrompida e que operações de deportação em larga escala seguirão sendo realizadas em outras partes do País. Os agentes que deixarem Minnesota devem retornar às suas bases de origem ou ser realocados para outras áreas.

Ao ser questionado se futuras operações poderiam ter o mesmo porte da ação nas Twin Cities, Homan respondeu que isso "depende da situação".

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

MS registra 28 óbitos por chikungunya e 9,6 mil casos confirmados

Apenas no município de Dourados já foram registradas 17 mortes pelo vírus

25/07/2026 11h30

Dourados tem 5.026 casos confirmados e lidera o ranking de municípios com mais registros

Dourados tem 5.026 casos confirmados e lidera o ranking de municípios com mais registros Divulgação

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O último boletim epidemiológico, publicado pela Secretaria de Estado de Saúde, revelou que Mato Grosso do Sul chegou a 28 óbitos por chikungunya neste ano. Além disso, são 12.803 casos prováveis, sendo que 9.686 foram confirmados. O levantamento é referente à 28ª semana epidemiológica.

Os municípios que tiveram mortes causadas pelo vírus da arbovirose são: Dourados (17), Bonito (2), Jardim (2), Fátima do Sul (1), Douradina (1), Guia Lopes da Laguna (1), Itaporã (1), Ponta Porã (2) e Nioaque (1). Um óbito permanece em investigação. O boletim também registra 114 casos confirmados da doença em gestantes.

O Estado bateu o recorde de mortes em 2026. Na série histórica, com os casos contabilizados desde 2015, o segundo período que mais teve óbitos por chikungunya foi em 2025, quando 17 pessoas morreram devido à doença. Ou seja, 11 casos a menos em relação a este ano, o que deve ligar o alerta das autoridades para esta crise sanitária.

Os casos confirmados em Mato Grosso do Sul chegaram a marca de 9.686. Dourados lidera, com folga, o ranking de municípios com mais registros de chikungunya, com 5.026 casos. O segundo na lista é Fátima do Sul, com 643, seguido de Corumbá, com 467 ocorrências.

A SES orienta que, em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde e evitar a automedicação. A população também deve eliminar recipientes que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.

Dengue

Em relação à dengue, o Estado contabiliza 4.718 casos prováveis, sendo 1.815 confirmados. Não há óbitos confirmados pela doença em 2026, e dois permanecem em investigação.

Nos últimos 14 dias, Paraíso das Águas, Santa Rita do Pardo, Jaraguari, Fátima do Sul, Angélica, Dois Irmãos do Buriti, Paranhos, Nioaque, Chapadão do Sul, Sidrolândia, Itaquiraí, Ladário, Três Lagoas, Jardim, Caarapó e Campo Grande registraram baixa incidência de casos confirmados de dengue.

Vacinação contra a dengue

Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e registra 223.322 doses aplicadas. Desse total, 201.349 foram administradas na população-alvo.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

Campo Grande

Prefeitura realiza mutirão de tapa-buracos na Moreninhas lll

A ação acontece neste sábado (25) e visando a manutenção do pavimento de ruas importantes da região

25/07/2026 11h00

Mutirão tapa-buracos, chega ao bairro das Moreninhas III

Mutirão tapa-buracos, chega ao bairro das Moreninhas III Foto: Divilgação

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A Prefeitura de Campo Grande continua com ações na manutenção do asfalto por toda a cidade e neste sábado (25), o bairro das Moreninhas III receberá o mutirão de tapa-buracos.  

De acordo com a Prefeitura, diversas equipes trabalharão simultaneamente em diferentes pontos do bairro para acelerar o processo de manutenção do asfalto. 

Uma das equipes iniciará os trabalhos pela Avenida Grande Floresta, enquanto a outra começará pela Avenida Araticum. As ruas Guarabu da Serra e Copaíba, também receberá as intervenções no asfalto. 

Nessa nova etapa de manutenção das vias, serão utilizadas aproximadamente 100 toneladas de massa asfáltica e será ampliado para dar continuidade na ação ao longo da próxima semana. 

O mutirão realizado neste sábado no bairro das Moreninhas III, integra a ação do Vira CG Infraestrutura, onde reúne mais de R$ 280 milhões em investimentos. 

O destino do investimento são para obras de drenagem, pavimentação, recapeamento, implantação de ciclovias e manutenção da malha viária da Capital. 

Além da ação realizada hoje (25), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), mantém um calendário com um cronograma regular para a manutenção das vias da Capital.
 

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