Cidades

MATO GROSSO DO SUL

Governo assina contrato de concessão e consórcio inicia obras na MS-306 em um mês

Pedágio terá tarifa básica de R$ 8,72 e será cobrado após um ano

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O governo de Mato Grosso do Sul e o Consórcio Way 306 assinaram nesta semana o contrato de concessão da rodovia MS-306.  A área de abrangência vai da divisa com Mato Grosso até a BR-158, em Cassilândia, em uma extensão de 219 quilômetros.

O contrato é de R$ 1,77 bilhão. Segundo a concessionária, os investimentos vão desde asfalto a sistema de monitoramento. “Os investimentos são de R$ 932 milhões, sendo R$ 600 milhões nos cinco primeiros anos. Já para o primeiro ano são R$ 110 milhões entre pavimento, construção das edificações, a parte de tecnologia da fibra óptica, com circuito fechado de televisão”, explicou o diretor-presidente da concessionária, Paulo Nunes Lopes.

Os investimentos devem começar em 30 dias, período para arrolamento e transferência, em que será feita uma vistoria em toda a rodovia. A rodovia é de intenso tráfego de caminhões, necessitando de investimentos permanentes.

A cobrança de pedágio irá acontecer apenas após um ano. A estimativa é de 3 mil veículos circulando pela rodovia por dia. Ao todo, a MS-206 receberá três praças de cobrança, com tarifa básica de R$ 8,72.

A concessionária é formada pelas empresas: Engenharia e Comércio Ltda (empresa líder), TCL Tecnologia e Construções, Torc Terraplanagem Obras Rodoviárias e Construções Ltda, Senpar Ltda e GLP O. Participações.

TENTATIVA DE HOMICÍDIO

Homem tenta matar funcionária de supermercado na Júlio de Castilho

Segundo o suspeito, ao comprar uma caixa de cerveja no estabelecimento, constatou que algumas latinhas estavam vazias. Ao pedir o estorno, os funcionários negaram, fato que o deixou alterado

26/05/2026 09h00

Arma usada durante o crime, uma Taurus, calibre .40

Arma usada durante o crime, uma Taurus, calibre .40 Divulgação: Batalhão de Choque da PM

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Um homem, de 38 anos, foi preso pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar, na tarde desta segunda-feira (25), após tentar matar uma funcionária de um supermercado na Avenida Júlio de Castilho. Segundo informações iniciais, o indivíduo teria invadido o estabelecimento comercial e efetuado um disparo com uma pistola, atingindo a mulher.

Ao ser questionado sobre a motivação do crime, o criminoso informou que estava ingerindo bebida alcoólica com amigos e que, ao comprar uma caixa de cerveja no supermercado, constatou que algumas latinhas estavam vazias.

Ele relatou, ainda, que retornou ao estabelecimento para solicitar o ressarcimento do valor correspondente, porém os funcionários negaram o estorno, fato que o deixou alterado. Diante da negativa, o rapaz voltou à residência, pegou a arma e foi novamente ao supermercado, ocasião em que discutiu com a funcionária logo na entrada do estabelecimento.

O Batalhão de Choque conseguiu identificar o autor do crime através da moto usada durante os fatos. O proprietário do veículo foi abordado pelos policiais e relatou que não possuia envolvimento com o ocorrido. Contudo, informou que, momentos antes, o criminoso estava em seu automóvel e abandonou a motocicleta após esta apresentar uma "pane seca".

A testemunha relatou ainda que passou a tarde ingerindo bebida alcoólica juntamente com o autor, tendo inclusive emprestado o automóvel para que este adquirisse cervejas. Acrescentou que, durante a confraternização, visualizou na cintura do autor uma arma de fogo. Ele indicou o endereço da residência do suspeito, conduzindo a equipe policial até a Rua Toró, no bairro Zé Pereira.

Ao chegar ao local, a equipe visualizou o indivíduo que, ao perceber a aproximação da viatura policial, tentou fugir a pé. O suspeito foi acompanhado e abordado ao final da quadra. Questionado sobre o motivo de correr dos policiais, ele conta que ficou nervoso e assustado.

Inicialmente, o homem negou qualquer participação na tentativa de homicídio, mesmo após lhe serem apresentadas imagens do fato. Porém, posteriormente, confessou a prática do crime.

Ele confessou também que a arma de fogo estava escondida em um quarto de sua residência. Questionado sobre a procedência da pistola, o autor relatou que a adquiriu há aproximadamente três anos, pelo valor de R$ 6.000,00, em uma chácara.

O suspeito foi conduzido até a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol). O caso foi registrado como tentativa de homicídio qualificado com emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido.

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Operação Crédito Fantasma

Grupo criminoso simula atendimento bancário para roubar idosos

Um dos alvos da operação movimentou mais de R$ 2,3 milhões no período investigado

26/05/2026 08h20

Operação nos municípios do estado paulista teve participação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul

Operação nos municípios do estado paulista teve participação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul Divulgação: MPMS

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Na manhã desta terça-feira, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou a Operação Crédito Fantasma. A ação investiga os crimes de estelionato eletrônico, organização criminosa e lavagem de capitais. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão domiciliar nos municípios de São Paulo, Campinas e Guarulhos.

O grupo tinha como alvos preferenciais idosos, aposentados e beneficiários do INSS. Os investigados se passavam por funcionários de instituições bancárias, utilizavam dados bancários extraídos ilegalmente e documentos falsificados para induzir as vítimas a realizar transferências via Pix.

Os valores eram, em seguida, distribuídos entre dezenas de contas para dificultar o rastreamento. Um dos alvos movimentou mais de R$ 2,3 milhões no período investigado.

Foram apreendidos celulares, computadores e documentos. A operação é resultado de análise de dados telemáticos e bancários pela UICC, que identificou dezenas de vítimas beneficiárias do INSS.

A ação foi deflagrada pelo MPMS, por meio da 10ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, em atuação conjunta com a Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos (UICC/CI-MPMS) e com apoio do Gaeco-MPSP, do Gaeco Núcleo Campinas e da Polícia Civil de São Paulo.

O órgão ministerial orienta a população a ficar atenta aos contatos não solicitados de supostos funcionários de bancos ou financeiras, especialmente quando houver pedido de transferência, estorno ou depósito em qualquer conta.

É importante lembrar que instituições financeiras legítimas nunca solicitam transferências para terceiros como condição para cancelamento ou regularização de contratos. Denúncias de crimes cibernéticos podem ser realizadas.

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