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Justiça aplica pena de 26 anos a homem por tentar matar mulher em Paranaíba

O caso aconteceu em agosto de 2025 e teve o desfecho por meio de julgamento realizado em junho deste ano

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Em julgamento realizado na última terça-feira (30), o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), garantiu a condenação de um homem à 26 anos e 8 meses de prisão, por tentativa de feminicídio em Paranaíba. Inicialmente a pena será cumprida em regime fechado. 

O caso ocorreu em agosto de 2025, na Rodovia BR-158, em Paranaíba e de acordo com a denúncia feita pelo MPMS, o acusado golpeou diversas a vítima com uma faca, deixando marcas permanentes em seu corpo. 

Ainda conforme os autos, a motivação teria sido por razões da condição do sexo feminino, classificando assim como uma tentativa de feminicído, contra a vítima. 

De acordo com o Juiz de Direito Edmilson Barbosa Ávila, o modus operandi foi classificado como extremamente agressivo, visto que foram desferidos golpes na região da cabeça, considerado área vital e nas costas da vítima. 

Outro ponto para agravar a pena, foi a conduta motivada pelo consumo abusivo de álcool em contexto familiar e as consequências que a vítima teve de suportar, após os acontecimentos. 

Além da sentença de 26 anos e 8 meses em regime fechado, foi fixado um valor de R$ 10 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. 

acidente

Motorista morre em colisão entre duas carretas na BR-163 em MS

Acidente aconteceu entre São Gabriel do Oeste e Rio Verde de Mato Grosso; É o segundo acidente grave na rodovia em menos de 24 horas

02/07/2026 12h16

Carreta bateu na traseira de outra e motorista morreu

Carreta bateu na traseira de outra e motorista morreu Foto: Divulgação / PRF

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Uma pessoa, que ainda não teve a identidade divulgada, morreu em um acidente envolvendo duas carretas na manhã desta quinta-feira (2), na  BR-163, entre São Gabriel do Oeste e Rio Verde de Mato Grosso.

De acordo com informações do site Idest, uma das carretas bateu na traseira da outra e teve a cabine totalmente destruída. Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou que o motorista já estava em óbito, sendo realizado o desencarceramento da vítima.

Outras duas pessoas foram atendidas pela equipe de resgate, sendo uma con ferimentos considerados leves e outra ilesa. 

Equipe da concessionária Motiva Pantanal, que administra a rodovia, também atendeu a ocorrência, atuando no controle do tráfego, já que parte da pista precisou ser interditada.

Um congestionamento se formou no local e o tráfego segue lento, sendo orientado pela concessionária que os motoristas que tragegarem pela região redobrem a atenção, reduzam a velocidade e sigam as orientações da equipe no trecho.

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil foram acionadas e realizaram os primeiros levantamentos. O caso será investigado.

Ônibus x carreta

Outro acidente aconteceu na BR-163, em São Gabriel do Oeste, na noite dessa quarta-feira (1º). Uma carreta cegonha e um ônibus de transporte coletivo de trabalhadores colidiram, deixando 38 pessoas feridas, sendo quatro em estado grave.

Segundo informações, o ônibus foi atingido pela carreta ao acessar a rodovia. Com o impacto, ambos os veículos saíram da pista e pararam às margens da BR-163. As ciscunstâncias do acidente estão sendo apuradas.

Equipes do Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Motiva Pantanal atuaram no resgate das vítimas.

O Hospital Municipal de São Gabriel do Oeste atendeu 38 vítimas. Quatro delas, sendo três mulheres e um adolescente, tiveram múltiplas fraturas e foram transferidos para a Santa Casa de Campo Grande em estado grave.

MATO GROSSO DO SUL

Confusão por dívida em prostíbulo termina com GCM na delegacia

Discussão por conta de bebidas alcoólicas evoluiu para agressões e ameaças com arma de pressão; proprietário e clientes recusaram representar criminalmente

02/07/2026 12h00

O caso foi registrado na Depac-Cepol

O caso foi registrado na Depac-Cepol Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A cobrança de uma dívida de aproximadamente R$ 1,2 mil em uma casa de massagens terminou em confusão, agressões e ameaça com uma arma de pressão na madrugada desta quinta-feira (2), em Campo Grande. Entre os envolvidos está um guarda civil metropolitano, que foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac-Cepol) juntamente com os demais participantes da ocorrência.

Segundo o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas para atender uma denúncia de vias de fato em um estabelecimento que funciona como casa de massagens. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram os envolvidos com os ânimos exaltados e precisaram solicitar apoio de outras viaturas, incluindo uma equipe da Força Tática, para controlar a situação.

De acordo com a proprietária do estabelecimento, um grupo formado por cinco homens consumiu bebidas alcoólicas e contratou serviços das profissionais da casa. Ela afirmou que três clientes deixaram o local antes do fechamento da conta e que um dos integrantes do grupo teria assumido a responsabilidade pelo pagamento de toda a despesa.

Ainda conforme o relato, no momento da cobrança o homem quitou apenas parte do valor devido, recusando-se a pagar o restante da conta, que incluía o consumo dos demais clientes. A divergência deu início a uma discussão que terminou em agressões físicas.

Durante o atendimento, a Polícia Militar recebeu a informação de que o proprietário do estabelecimento teria ameaçado os clientes utilizando uma arma de fogo. Em buscas no imóvel, os policiais localizaram no quintal uma arma de pressão movida a CO, com características semelhantes às de uma pistola.

Na delegacia, o casal proprietário apresentou uma versão diferente da confusão. Eles alegaram que dois clientes tentaram deixar o local sem quitar a dívida referente ao consumo de bebidas alcoólicas. Segundo o proprietário, ao impedir a saída da dupla, ele teria sido agredido com socos, sofrendo lesões no lábio, vermelhidão no pescoço e dores na região do abdômen.

O homem admitiu que, após as agressões, mordeu os dedos de um dos envolvidos durante a briga e, temendo por sua integridade física, pegou a arma de pressão e a apontou em direção aos clientes para afastá-los.

Já o guarda civil metropolitano negou ter assumido a responsabilidade pelo pagamento da conta coletiva e também negou qualquer agressão ao proprietário. Ele afirmou que pagou pelos serviços que contratou e por sua parte no consumo de bebidas, alegando ainda que se sentiu ameaçado ao ver o proprietário empunhando o que acreditava ser uma arma de fogo.

Outro cliente apresentou uma versão diferente da do guarda. Ele afirmou que ambos chegaram juntos ao estabelecimento e que o amigo havia informado que pagaria também sua parte da conta referente às bebidas.

Os policiais constataram que um dos clientes apresentava lesões nos dedos provocadas por mordidas, enquanto o proprietário possuía ferimentos leves compatíveis com as agressões que alegou ter sofrido. Os dois receberam requisições para exame de corpo de delito.

Apesar das acusações mútuas, todos os envolvidos informaram à Polícia Civil que não desejavam representar criminalmente uns contra os outros. Eles foram liberados após assinarem termo de compromisso para comparecimento em juízo, e o caso seguirá sob apuração da Polícia Civil. O registro também informa que o guarda civil não se identificou como agente de segurança durante a confusão e não portava arma de fogo no momento da ocorrência.

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