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IML libera corpo de idoso que morreu carbonizado em acidente na BR-262

Três meses após o acidente em que dois veículos de passeio bateram frontalmente contra uma carreta carregada de carvão que pegou fogo, o corpo da vítima foi identificado

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O corpo do idoso, identificado como Clélio Machado, de 77 anos, que morreu carbonizado em um grave acidente no dia 28 de julho deste ano, foi liberado pelo Núcleo Regional de Medicina Legal de Aquidauana.

Clélio estava a bordo de um dos dois veículos de passeio que colidiram frontalmente contra uma carreta carregada de carvão, que pegou fogo, na BR-262, entre as cidades de Aquidauana e Miranda, na região do Pantanal de Mato Grosso do Sul.

Devido ao estado do corpo, foi necessário realizar mais testes pela Polícia Científica, que levaram à confirmação da identificação da vítima três meses após o acidente.

Segundo informações do site A Princesinha News, na sexta-feira (26) o laudo conclusivo foi emitido; com isso, o corpo foi liberado para os familiares, dando início ao trâmite do sepultamento.

A polícia segue investigando as circunstâncias do acidente.

Relembre

A colisão envolveu uma carreta e dois veículos de passeio. Os três veículos pegaram fogo, e as mortes foram confirmadas somente depois que os bombeiros conseguiram controlar as chamas, segundo informações do site Princezinha News, de Aquidauana.

Até o início da noite, não havia informações precisas sobre o responsável pela tragédia, mas nas imagens é possível ver que a carreta ficou parada na sua faixa de rolamento e parcialmente no acostamento.

Os carros de passeio, por sua vez, ficaram na outra pista, indicando que o acidente possivelmente foi resultado de uma ultrapassagem mal-sucedida de um dos motoristas. No local, existe faixa contínua, indicando a proibição de ultrapassagens.

O caminhão transportava carvão vegetal, o que contribuiu para que as chamas demorassem a ser controladas.

Os veículos pegaram fogo logo após a colisão, deixando a rodovia completamente interditada nos dois sentidos. Uma longa fila de carros se formou na região, enquanto equipes de resgate, Polícia Rodoviária Federal e perícia trabalhavam no local para controlar a situação e apurar as causas da tragédia.

** Colaborou Nery Kaspary

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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