Cidades

CORONAVÍRUS

Mato Grosso do Sul ultrapassa marca de 2,6 mil mortes por coronavírus

Mais de 600 pessoas estão internadas com Covid-19 em hospitais do Estado

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Mato Grosso do Sul já tem 146.143 casos confirmados de Covid-19 e 2.609 óbitos pela doença, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES) desta quarta-feira (13).

Apenas nas últimas 24 horas foram registrados 1.095 novos casos e 22 mortes. Em isolamento domiciliar encontram-se 12.745 doentes. Recuperados somam em 130.142.

A média móvel de casos está em 998,7. Já a média móvel de óbitos em 21,4. A taxa de letalidade é de 1,8 e a taxa de contágio 1,02.

Há 647 pessoas internadas, sendo 349 em leitos clínicos (214 público; 135 privado) e 298 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (221 público; 77 privado).

Últimas notícias

Campo Grande registrou de ontem para hoje 310 novos casos; Dourados 202; Corumbá 56; Três Lagoas 56; Ponta Porã 38; Anastácio 35; Maracaju 29; Naviraí 28; Itaquiraí 26; Aquidauana 22 e Ivinhema 21.

As cidades que apresentara mortes nas últimas 24 horas são Campo Grande, Batayporã, Dourados, Jardim, Naviraí, Tacuru, Nova Andradina, Maracaju e Dois Irmãos do Buriti.

Na madrugada de hoje, o prefeito eleito de Goiânia morreu em virtude da doença, após quase 3 meses internado.

Panorama da Covid-19 no Brasil

Já são 8.195.637 brasileiros infectados pelo vírus e 204.690 óbitos. É o segundo maior número de mortes em todo o mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Só de ontem para hoje, foram 64.025 novos casos e 1.110 óbitos.

O sudeste é o que mais preocupa tanto em casos, quanto em mortes. A região já possui 2.897.150 casos confirmados e 93.770 óbitos.

A região norte é a que tem menor número de casos (904.284). A região Centro-Oeste é a que possui menor número de mortes (18.585), desde o início da pandemia.

Panorama da Covid-19 no mundo

Já são 91.727.510 casos confirmados e 1.965.238 mortes por Covid-19 em todo o mundo. A situação é pior nos Estados Unidos, que já tem quase 23 milhões de casos e 381 mil óbitos.

A Índia vem em segundo lugar com o pior número de casos, que já somam 10.495.147. Em terceiro, o Brasil.

O país europeu mais afetado pela pandemia foi o Reino Unido, com 3.164.051 casos e 83.203 óbitos desde o início da pandemia.

O país com menor número de casos é Saara Ocidental (10), localizado na África.

Cambodja, São Vicente e Granadinas, Aland, Dominica, Vaticano e Groenlândia são alguns dos países que não registraram nenhuma morte.

Esperança

De acordo com o Instituto Butantan, eficácia geral da Coronavac é de 50,4%. 

“Viva o sus, viva a vacina e viva a nossa esperança que poderemos modificar o ano de 2021”, celebra Christinne Maymone, secretária adjunta de saúde.

A Câmara Municipal de Vereadores aprovou na manhã desta quarta-feira (13), o projeto de lei que autoriza a compra de vacinas contra a Covid-19 aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

A Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG) já enviou ofício com o pedido de 347.817 doses da Coronavac ao Instituto Butantan.

Geraldo afirma que faltam poucos dias para que a população seja vacinada. A vacinação deve começar no dia 20 deste mês. “Final de janeiro e início fevereiro temos a perspectiva de começar a fazer a vacinação”.

Marcos Trad, prefeito da capital, afirmou que Campo Grande, São Paulo e Rio de Janeiro serão as primeiras cidades a receber a vacina da Coronavac.

Mato Grosso do Sul contará com o apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros para distribuir as vacinas pelo Estado. Geraldo diz criar um plano para que em 48 horas, todas as vacinas estejam nos 79 municípios.

O governo do Estado já possui e abriu licitação para compra de mais 6 milhões de agulhas e 340 mil seringas.

“Não vamos descansar sábados, domingos, feriados. Vamos trabalhar incessantemente para ter sucesso nessa batalha final que é aguardada por tanta gente”, disse Geraldo Resende, secretário de Estado de Saúde.

Sintomas do novo coronavírus

É possível que o cidadão esteja infectado pelo vírus da Covid-19, caso apresente os seguintes sintomas:

  • Febre
  • Tosse seca
  • Perda do olfato
  • Perda do paladar
  • Falta de ar
  • Dificuldade para respirar
  • Dor ou pressão do peito

Orientações

A SES afirma que o isolamento social; o uso de máscara e álcool gel e a higienização das mãos com água e sabão são medidas imprescindíveis para conter a propagação do novo coronavírus.

Pessoas que apresentarem febre, tosse seca ou dor de garganta devem permanecer em isolamento por 14 dias e procurar uma unidade básica de saúde mais próxima. “Logo no primeiro sintoma, procure uma unidade de saúde”, afirma a secretária adjunta.

“Distanciamento físico e uso de máscara de forma correta. Isso é essencial para que enfrentemos a pandemia”, apela Christinne.

Geraldo clama todos os dias aos sul-mato-grossenses para que mantenham a higienização das mãos.

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ÔNIBUS

Prefeitura inicia plano para avaliar intervenção no transporte coletivo

Mesmo com estudo em processo, Município espera não ter que tomar concessão das mãos do Consórcio Guaicurus

16/02/2026 08h00

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Quase dois meses depois de a Justiça determinar uma intervenção no transporte coletivo, a Prefeitura de Campo Grande reconheceu que já iniciou os estudos para levantar a possibilidade de tomar a concessão das mãos do Consórcio Guaicurus, mas, mesmo assim, espera não ter que intervir e não descarta recorrer judicialmente à decisão de dezembro.

Em conversa com o secretário municipal de Governo e Relações Institucionais, Ulisses da Silva Rocha, ele diz que nenhuma possibilidade está descartada pela administração municipal neste momento, mas que ainda a prefeitura não estaria nem perto de decidir uma intervenção no transporte coletivo.

“O juiz deu 30 dias para a gente nomear o interventor e apresentar um plano de intervenção. O Município está levantando e fazendo todos os estudos necessários para que a gente possa apresentar isso. Isso não quer dizer que o Município vá, de imediato, intervir no consórcio. Tem uma decisão judicial que manda, mas nós estamos vendo todas as possibilidades. Inclusive, a possibilidade de recurso”, pontuou.

“Esse estudo pode contrariar, arrumar elementos e dizer para o juiz ‘ó, a intervenção é boa’ ou ‘a intervenção é ruim’. Então, assim, enquanto esse estudo não estiver pronto, a gente não tem uma opinião para dizer se isso [a intervenção] vai acontecer ou não. Agora, a gente ainda pode, na via recursal, apresentar argumentos para contrariar essa decisão ou para mantê-la”, complementou Ulisses.

Em caso de a prefeitura assumir o serviço, isso significaria arcar com os custos dos ônibus e dos funcionários que atuam no Consórcio Guaicurus. Somente o custo com o pessoal seria algo em torno de R$ 4 milhões mensais.

Em meados de janeiro, o Correio do Estado já havia reportado que, após o recesso do Judiciário, o Município teria até o dia 4 de fevereiro para cumprir a decisão, ou seja, apresentar recurso.

Como isso não ocorreu no prazo estabelecido, começou a contar outro prazo de 30 dias para que o Município indique o nome de quem será o interventor na concessão do Consórcio Guaicurus.

DECISÃO

A decisão citada pelo secretário saiu no dia 17 de dezembro do ano passado, há aproximadamente dois meses.

Nela, o juíz determina que, em até 30 dias, o Município instaure um processo administrativo de intervenção no contrato com a concessionária, além de nomear um interventor e apresentar um plano de ação com cronograma para a regularização da situação do transporte urbano, sob pena de multa diária de R$ 300 mil.

A tutela de urgência foi deferida pelo juíz Eduardo Lacerda Trevisan, na ação ajuizada pelo advogado Lucas Gabriel de Souza Queiroz Batista – ex-candidato à Prefeitura de Campo Grande, conhecido como Luso Queiroz (Psol) – em desfavor da Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg), da Agência Municipal de Transportes e Trânsito (Agetran), do Consórcio Guaicurus e do Município de Campo Grande.

Intervenção no transporte coletivo daria à Prefeitura de Campo Grande a responsabilidade de gerenciar o serviço na Capital - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Para o autor, o consórcio deve ser penalizado por frota velha e precária, falta de manutenção e inexistência de seguros obrigatórios, além de irregularidades financeiras, como a transferência de R$ 32 milhões para a empresa Viação Cidade dos Ipês sem justificativa e a omissão contábil de receitas e fluxos de caixa desde 2012, como constatado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ônibus.

Por outro lado, o Município de Campo Grande deve ser responsabilizado por omissão de fiscalização, ausência de auditoria operacional, técnica e financeiras desde 2018, e continuidade de repasse dos subsídios milionários ao Consórcio “sem contrapartida efetiva de melhoria do serviço”.

“Alego que não obstante as recomendações da CPI, a Prefeitura Municipal nada fez e essa inércia estatal configura verdadeira conduta lesiva passível de controle judicial. Que do ato omissivo lesivo é necessária intervenção corretiva por intermédio da presente ação popular”, escreve a decisão.

Vale lembrar que, a decisão ocorreu em meio a greve dos motoristas de ônibus, que durou quase uma semana depois de o Consórcio Guaicurus atrasar o 13º salário e vale dos funcionários. Naquela ocasião, a concessionária alegou deficit financeiro diante dos supostos repasses atrasados do Município e do Estado.

PETIÇÃO

Em setembro, antes mesmo de qualquer determinação judicial e depois da conclusão da CPI dos Ônibus, o vereador Maicon Nogueira (PP) lançou uma petição pública on-line que solicita a intervenção imediata na concessão do Consórcio Guaicurus. A expectativa era registrar pelo menos 50 mil assinaturas.

Contudo, até o dia 5 de janeiro deste ano, a petição contava com apenas 10,4 mil assinaturas, o que corresponde a apenas 20% do objetivo e 11,16% da média diária de passageiros de Campo Grande.

De acordo com a Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb), em seu 32º Perfil Socioeconômico do Município, com dados de 2023, cerca de 116.166 pessoas utilizam o transporte coletivo diariamente.

O estudo aponta que a frota do Consórcio Guaicurus foi estipulada em 470 transportes, distribuídos em 166 linhas.

*Saiba

O Consórcio Guaicurus está à frente do transporte coletivo de Campo Grande desde 2012. Sobre o repasse, o Município é responsável por cerca de R$ 22,8 milhões anuais, enquanto o Estado repassa outros R$ 13 milhões.

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Estados unidos

Forças de imigração deixam Minnesota após megaoperação, mas governo manterá equipe

Cerca de 1.000 agentes de imigração já deixaram a região das Twin Cities, em Minnesota

15/02/2026 23h00

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O coordenador da Casa Branca para a fronteira, Tom Homan, disse neste domingo, 15, que cerca de 1.000 agentes de imigração já deixaram a região das Twin Cities, em Minnesota, e que centenas de outros devem sair nos próximos dias, como parte da redução da operação de reforço da fiscalização migratória do governo Donald Trump.

Czar da fronteira, Homan afirmou, em entrevista ao programa Face the Nation, da rede CBS, que uma "pequena" força de segurança permanecerá por um período limitado para proteger os agentes que ainda seguem no Estado e atuar em situações de risco, quando "os agentes forem cercados por agitadores e as coisas saírem do controle".

Ele não detalhou o tamanho desse contingente. Segundo o assessor, os agentes também continuarão investigando denúncias de fraude e o protesto contra a operação migratória que interrompeu um serviço religioso em uma igreja. "Já removemos bem mais de 1.000 pessoas e, entre segunda e terça-feira, vamos remover várias centenas a mais", disse Homan. "Voltaremos ao tamanho original do efetivo."

Milhares de agentes foram enviados às áreas de Minneapolis e St. Paul na "Operação Metro Surge", conduzida pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE). O Departamento de Segurança Interna (DHS) classificou a ação como a maior operação de fiscalização migratória já realizada e disse que ela foi bem-sucedida. O endurecimento, porém, passou a ser alvo de críticas à medida que o clima se tornou mais tenso e dois cidadãos americanos foram mortos.

Protestos se tornaram frequentes, e uma rede de moradores se organizou para apoiar imigrantes, alertar sobre a presença de agentes e filmar as ações de fiscalização. As mortes de Renee Good e Alex Pretti, baleados por oficiais federais, geraram condenações públicas e questionamentos sobre a conduta dos agentes, levando a mudanças na operação.

Homan havia anunciado na semana passada que 700 oficiais federais deixariam o Estado imediatamente, mas ainda restavam mais de 2.000 agentes em Minnesota. Na quinta-feira, ele afirmou que uma "redução significativa" do efetivo já estava em andamento e continuaria ao longo desta semana.

O assessor disse que a fiscalização não será interrompida e que operações de deportação em larga escala seguirão sendo realizadas em outras partes do País. Os agentes que deixarem Minnesota devem retornar às suas bases de origem ou ser realocados para outras áreas.

Ao ser questionado se futuras operações poderiam ter o mesmo porte da ação nas Twin Cities, Homan respondeu que isso "depende da situação".

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