Cidades

Apreensões

Polícia Federal apreendeu quase R$ 200 mil em espécie e uma pistola durante operação na Capital

Na segunda fase da operação, foram apreendidos cerca de R$ 194 mil e uma pistola Glock, de calibre 9mm.

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Neste sábado (3), a Polícia Federal (PF) deflagrou  a segunda fase da Operação Ópla. Foram expedidos, pela Justiça Estadual, um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, executados em Campo Grande (MS) e Medianeira (PR). Foram apreendidos mais de R$ 194 mil em dinheiro, uma pistola Glock, calibre 9mm, equipada com kit rajada.

Conforme a PF, a operação objetiva combater o comércio e circulação ilegal de armas de fogo e munição de grosso calibre, desviadas de supostostos CACs (caçador, atirador e colecionador). 

Ainda conforme a Polícia, as investigações apontam que o armamento estaria registrado em nomes de laranjas (pessoas físicas ou jurídicas que são usadas como intermediários de transações ilegais, a fim de despistar os órgãos fiscalizatórios) para que, posteriormente,  fossem desviadas para organizações criminosas voltadas, sobretudo, a crimes violentos.

A PF informa que a segunda fase da operação constitui um  desdobramento de investigações anteriores, que levaram à prisão em flagrante de um portador de autorização CAC e apreensão de 03 pistolas 9 milímetros; quatro fuzis; munições e coletes balísticos com identificações falsas da Polícia Civil; dentre outros materiais.

Tanto a prisão quanto as apreensões foram efetuadas no dia 4 de outubro.

A Operação

A Operação Ópla, teve início no dia 14 de outubro e, na época, a Justiça Estadual havia expedido sete mandados de busca e apreensão em Campo Grande e em Maracaju, no estado de Mato Grosso do Sul.

Conforme noticiado pelo Correio do Estado, um clube de tiro do estado foi suspeito de repassar arsenal bélico ao crime organizado, na ocasião, um homem com registro CAC foi preso, juntamente com armamento pesado, a prisão culminou na investigação da PF contra os desvios de armamentos.

Na época, a operação contou com o apoio do Exército Brasileiro e cumpriu mandados de busca e apreensão em clube de tiro e de caça da Capital. 

A Polícia Federal ainda apreendeu 116 munições calibre 9 milímetros, 80 munições para fuzil de calibre 7,62 milímetros, um colar de ouro, 16 carregadores de fuzil 7,62 milímetros, um boné do Clube de Caça Golden Boar, além de alguns documentos das armas e caixa de munição. 

O nome da operação é de origem grega (όπλα) e significa armas.

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OPERAÇÃO NEXUM

Suspeitos usam arma de grosso calibre para cobrar dívidas em Campo Grande

São cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão preventiva

09/09/2026 07h30

Operação Nexum foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (9)

Operação Nexum foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (9) Divulgação: Polícia Federal

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (9), a Operação Nexum, com o objetivo de reprimir organização criminosa suspeita de promover o crime de descaminho de mercadorias eletrônicas com origem no Paraguai. A ação ocorre em Campo Grande, onde são cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pela 5ª Vara Federal do Município.

De acordo com as autoridades, o grupo publicava os produtos em redes sociais e comercializava de forma parcelada e informal. A cobrança das dívidas era mediante grave ameaça, inclusive com arma de fogo de grosso calibre. 

Há também indícios de empréstimos informais, extorsão, tráfico de drogas, posse e porte irregular de armas de fogo e lavagem de capitais.

Um terceiro investigado não foi preso, porém está submetido a medidas cautelares, entre elas a proibição de acesso à região de fronteira, a proibição de contato com os demais envolvidos e o monitoramento por tornozeleira eletrônica.

A Justiça Federal determinou a indisponibilidade de imóveis e o bloqueio de ativos financeiros de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo, no valor limite de R$ 10 milhões. Também foram determinados o sequestro de quatro veículos e a suspensão das atividades de três empresas utilizadas.

A operação conta com a participação de mais de 50 policiais federais de unidades da Superintendência Regional em Mato Grosso do Sul, além do apoio da Receita Federal do Brasil nos locais de depósito e comercialização de mercadorias.

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Expansão

Amazonas ganha quatro reservas de desenvolvimento sustentável

Áreas somam cerca de 669 mil hectares de unidades de conservação

08/09/2026 23h00

Foto: Fabíola Sinimbú / Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto criando quatro reservas de desenvolvimento sustentável no Amazonas. A medida protege a biodiversidade e os modos de vida agroextrativistas das populações locais, em categoria de unidade de conservação que admite o uso sustentável dos recursos pelos moradores.

As reservas são Tupana Igapó-Açu I, no município de Borba; Tupana Igapó-Açu II, em Beruri e Tapauá; Canaã, em Careiro e Arautazes; e Mirari, em Humaitá. Somadas, as reservas chegam a cerca de 669 mil hectares.

Lula também assinou decreto que amplia em 7.192 hectares o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí,  totalizando a área em 13.502 hectares. Em discurso, o presidente disse que a proteção total do meio ambiente só ocorrerá quando a sociedade perceber o quão lucrativo é o turismo em áreas preservadas para “descansar e conhecer a nossa riqueza”.

“[A sociedade] vai ter o dinheiro suficiente para justificar que a floresta em pé é mais rentável que uma floresta derrubada ou queimada”. A assinatura dos decretos ocorreu em alusão ao Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro.

Na ocasião, o Serviço Florestal Brasileiro assinou os contratos de concessão das Unidades de Manejo Florestal II e III da Floresta Nacional (Flona) de Humaitá, no Amazonas, com prazo de 40 anos. Os contratos abrangem 162,7 mil hectares e concluem a concessão das três unidades da Flona de Humaitá, que totalizam 200,9 mil hectares sob manejo sustentável.

Quilombolas

O evento também marcou a destinação de R$ 50,5 milhões do Fundo Amazônia, em recursos não reembolsáveis, ao projeto Naturezas Quilombolas. A verba deverá apoiar a gestão territorial e ambiental de comunidades quilombolas na Amazônia Legal, com previsão de elaboração e implementação de planos de gestão em mais de 16 territórios. O projeto, com prazo de 60 meses, será executado pela Fundação Guamá.

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