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Vítima de ameaças, mulher de 63 anos é morta a pauladas pelo ex-companheiro

Após tirar a vida da ex-mulher, o homem foi preso e ameaçou a polícia, dizendo que é uma "pessoa influente"

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Uma mulher identificada como Rosana Candia, de 62 anos, foi morta a pauladas pelo ex-companheiro, Antônio Lima Ohara, de 73 anos, neste sábado (24), no bairro Guarani, em Corumbá.

Após matar a vítima, o homem teria deixado o local de bicicleta e, conforme informações do site Diário Corumbaense, foi localizado e preso pela polícia no bairro Guanandi.

Em conversa com a reportagem do Diário Corumbaense, o delegado titular do Cartório de Homicídios de Corumbá, Fillipe Araújo Izidio Pereira, relatou que o suspeito foi localizado na casa de um familiar, e a prisão ocorreu três horas após o crime.

“Sabemos que eles estavam separados, mas o autor sempre a ameaçava; porém, ela nunca quis registrar boletim de ocorrência. Hoje, ele foi à casa dela", disse o delegado e completou:

"Vizinhos ouviram quando ela tentou gritar para que as agressões cessassem, mas ele a matou. Aparentemente, usou um objeto contundente, que ainda não conseguimos identificar”.

O socorro chegou a ser acionado, mas, quando a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, o óbito já havia sido constatado.

“O autor fugiu após o crime, usando uma bicicleta. Foram feitas diligências, e o encontramos na casa de um parente. Ele tentou resistir à prisão, mas foi contido. Agora vamos concluir o auto de prisão em flagrante e pedir a prisão preventiva”, revelou o delegado.

No momento da prisão, o homem não comentou o caso e ainda fez ameaças à equipe policial, alegando ser uma “pessoa influente”. Este é o primeiro caso de feminicídio registrado em 2026 em Corumbá.
 

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Lula diz que vive 'melhor momento' político da Presidência e da relação com parlamentares

Em seu discurso na cerimônia desta sexta-feira, 6, Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral

06/02/2026 23h00

Crédito: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vive o seu "melhor momento do ponto de vista político", além de também se sentir melhor fisicamente em relação a mais de 20 anos atrás, quando foi eleito presidente da República. Lula afirmou que também é o melhor momento de relação com os parlamentares.

"Eu vivo meu melhor momento do ponto de vista político, do exercício da minha Presidência, da minha relação com os companheiros parlamentares de todos os partidos políticos. Não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser, seja de graça, porque não vou pagar para ser meu inimigo", afirmou o presidente durante entrega de ambulâncias e equipamentos do Novo PAC Saúde em Salvador (BA).

"Tenho 80 anos, hoje estou melhor fisicamente do que quando fui eleito presidente em 2003. Naquele tempo, andava na esteira a 4km/h cansando e bufando. Hoje, com 80 anos, ando a 6km/h, com 5º de inclinação, faço musculação porque determinei que vou viver até os 120 anos", afirmou.

Em seu discurso na cerimônia desta sexta-feira, 6, Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral deste ano a seu favor. Repetiu que será uma eleição da "verdade contra a mentira" e "do bem contra o mal".

"Este ano não é um ano de eleição. É o ano da verdade. É o ano em que a gente vai ter que provar que a verdade e o bem pode vencer o mal e a mentira. Cabe a vocês prefeitos, vereadores, dirigentes sindicais, mulheres e homens deste País não permitir que haja uma prevalência da mentira. Não é possível conviver com a quantidade de mentiras que essas pessoas falam todos os dias", declarou.

Lula disse que sua campanha será focada em fazer "comparação em cada área, tudo o que aconteceu no País depois do impeachment, três anos de (Michel Temer) e quatro da coisa que governou este País (Jair Bolsonaro)".

"Quero fazer comparação de qual foi o presidente que mais teve relação com prefeitos na história. Nunca perguntei para um prefeito que partido ele é. Isso não me interessa, o que me interessa é se a cidade dele está precisando, se tem um projeto bom", declarou.

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Escala 6x1 não tem impacto fiscal, mas tarifa zero tem, diz Haddad, citando medida sustentável

O ministro defendeu nesta sexta-feira, 6, que o cumprimento de promessas de campanha seja feito de maneira responsável e com sustentação

06/02/2026 22h00

Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta sexta-feira, 6, que o cumprimento de promessas de campanha seja feito de maneira responsável e com sustentação. O ministro citou a aprovação de projetos, como o aumento da isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil.

"(Escutei): 'Haddad é uma promessa, tem de fazer e ponto'. Eu sei, companheiro. Eu não estou dizendo que não vou fazer. Eu estou pedindo tempo para fazer direito (...) Vou trabalhar para a gente fazer uma coisa sustentável. Estou pedindo tempo para fazer bem feito", declarou o ministro em Salvador (BA), durante evento de celebração do aniversário de 46 anos do PT.

Em tom eleitoral, Haddad afirmou que o grupo cumprirá a "promessa de campanha do jeito certo", mas voltou a dizer que ainda estuda como mitigar a tarifa zero para transporte público antes de incluir no plano de governo.

"A escala 6x1 não tem impacto fiscal. Mas, por exemplo, as tarifas zero têm. Então, eu preciso desenhar um programa que tenha consistência. Se não tiver consistência, vai ter de voltar atrás. Agora, se for uma coisa consistente, sustentável, como é que vamos financiar o transporte público se não for por tarifa?", perguntou o ministro da Fazenda.

E continuou: "Tem jeito? Tem. Temos de desenhar isso. Não é uma coisa simples abdicar da tarifa para financiar um serviço público. Mas estamos trabalhando em cenários que permitirão ou não ao presidente incluir, ou não, essa proposta do seu plano de governo."

Haddad disse também que nenhuma medida da Fazenda visou à "concessão para A, B ou C", mas para construir uma trajetória sustentável dos indicadores econômicos.

Defesa das contas públicas

Afirmou ainda que sempre defendeu a reorganização das contas públicas. "Se eu estiver aqui ou na Faria Lima, vou estar falando a mesma coisa, porque senão você não vai ter credibilidade. Sou a favor, desde o começo do governo, da reconstrução das contas públicas."

Crítica à condução econômica do governo Bolsonaro

Haddad voltou a criticar a condução econômica do governo Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que o Brasil não está numa "situação normal" de alternância de poder, por conta das medidas adotadas pelos adversários.

"Não estamos numa situação normal, em que você tem uma alternância no poder e você tem uma mudança de trajetória, mas consistente com uma visão de bem-estar, uma visão de enfrentamento das mazelas sociais", falou o ministro.
 

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