Cidades

Oscar da Publicidade

Veja a entrega do Prêmio J. Barbosa Rodrigues

Veja a entrega do Prêmio J. Barbosa Rodrigues

evelin araujo

08/02/2011 - 19h40
Continue lendo...

 Em comemoração aos 57 anos do Correio do Estado, celebrados nesta segunda-feira (7), foi realizada a solenidade de entrega do Prêmio Professor J. Barbosa Rodrigues, com objetivo de premiar as melhores peças publicitárias publicadas no jornal durante o ano de 2010. Um show de humor precedeu a entrega dos prêmios.

Foram 21 agências de publicidade inscritas em três categorias e a grande vencedora do Prêmio Master foi a  agência Remat, anunciante do Noiva Fashion com a peça "Mulher do Sapo". Os criativos são Cynthia Silveira, Júnior Peterossi e César Augusto Crivellente. A empresa ganhou uma viagem, com acompanhante, para Dubai, nos Emirados Árabes.

A Agência Agillitá ganhou o prêmio de uma viagem para Bariloche por ser a maior em faturamento no ano de 2010 para o jornal.

Premiação

Foram cinco finalistas para cada categoria e a premiação aconteceu às 20h no Loft Garden, espaço para eventos sociais que foi inaugurado junto com a solenidade. É o primeiro ano que acontece a premiação e conforme Marcos Fernando Alves Rodrigues, um dos diretores do Correio do Estado, a intenção é repeti-la todos os anos. “O objetivo é fomentar o mercado publicitário e a criatividade das agências”, afirmou.

O prêmio foi dividido em três categorias: data comemorativa, que são anúncios que remetem a datas especiais, como Dia do Médico, e foi conquistado pela agência Qualitás Brasil. Concorreram a este prêmio as agências Fututa Comunicação e MKT, Nova Fronteira e Soma Comunicação Integrada.

O prêmio peça isolada, que inclui todos os anúncios, foi conquistado pela agência Remat. Também concorreram as agências Nova Fronteira, Criatrix Comunicação Integrada e Agilitá Propaganda.  Outra categoria do prêmio é a campanha, na qual vários anúncios são feitos para um mesmo cliente e a vencedora foi a agênciab Futura Comunicação e Marketing, concorrendo também ao prêmio as agências Compet e OK Publicidade. 

O vencedor de cada segmento ganhou uma premiação de troféu e diploma.  No total, foram 80 peças publicitárias inscritas.

O jornalista e empresário Antônio João Hugo Rodrigues, que entregou o grande prêmio à agência vencedora, anunciou que, para o ano que vem, a vencedora ganhará uma viagem para Las Vegas, com direito a acompanhante. Ele agradeceu o apoio e iniciativa à diretora presidente do Correio do Estado Ester Figueiredo Gameiro.

Além dele, também fizeram entrega de prêmios, Marcos Fernando Alves Rodrigues, Marcelo Alves Rodrigues, diretor da Mega 94 FM e Luciano Rodrigues, diretor da Cultura AM, emissoras do Grupo Correio do Estado.

Júri

As peças inscritas pelas agências foram encaminhadas para São Paulo, onde passaram por rigorosa seleção de profissionais de renome no mercado publicitário. Um dos jurados foi Felipe Gall, que começou a carreira em Campo Grande, mas está há 12 anos em São Paulo. Ele trabalhou nas agências Fischer, Loducca, Lew Lara e DPZ. Atualmente, está na Young&Rubican, fazendo trabalhos para Vivo, Perdigão, TAM e Goodyear. Ele já recebeu vários prêmios nacionais e internacionais.

O outro publicitário que fez parte do júri é Pedro Pletitsch, que tem passagens pela Publicis SP, FischerAmerica, Young&Rubican, Loducca, Culucci, além de atuar em Londres e Madri. É professor da Miami School desde 2004 e desenvolveu vários trabalhos para marcas conhecidas, como Coca-Cola, Nestlé, MC Donalds, Banco Santander e também criou a campanha Poupançudos da Caixa.

Homenagem

O nome do prêmio é uma homenagem ao escritor, jornalista e professor J. Barbosa Rodrigues. Ele chegou a Campo Grande na década de 40, vindo de Minas Gerais, acompanhado da esposa Henedina Hugo Rodrigues. Junto com seus filhos, José Maria, Paulo, Marcos Fernando e Antônio João, formou o maior grupo de comunicação do Estado, composto pelo Correio do Estado, duas emissoras de rádio, uma televisão, além de criar uma fundação, mantida até hoje.

Assista o vídeo:

 

Definidos

TJMS define juízes das novas varas criminais de Campo Grande

Após instalar a 7ª e a 8ª Varas Criminais para desafogar mais de 3 mil processos, Tribunal de Justiça oficializa os magistrados que comandarão as unidades e consolida a ampliação da Justiça Criminal na Capital.

16/07/2026 17h24

Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Menos de um mês após ampliar a estrutura da Justiça Criminal de Campo Grande com a criação da 7ª e da 8ª Varas Criminais, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) deu mais um passo para consolidar a medida.

Em sessão realizada na quarta-feira (15), o Órgão Especial definiu os magistrados que passarão a responder de forma definitiva pelas duas novas unidades, criadas para reduzir a sobrecarga de processos e acelerar a prestação jurisdicional na Capital.

Os cargos foram preenchidos por meio de concursos de remoção julgados pelo critério de merecimento, mecanismo utilizado para promoção na carreira da magistratura.

Para a 7ª Vara Criminal, foi escolhido o juiz Deyves Ecco, que vinha atuando como magistrado designado na 2ª Vara Criminal de Campo Grande. Já a 8ª Vara Criminal será comandada pelo juiz Marcelo da Silva Cassavara, até então titular da 1ª Vara Criminal da comarca de Dourados.

A definição dos titulares encerra a etapa inicial de implantação das novas unidades, inauguradas em 25 de junho com atuação provisória de magistrados designados até a conclusão do processo de remoção.

Estrutura ampliada

A instalação das duas varas representou uma das principais medidas adotadas pela atual gestão do TJMS para fortalecer o primeiro grau de jurisdição, especialmente na área criminal.

Antes da abertura das novas unidades, a Justiça Criminal da Capital concentrava milhares de processos distribuídos entre um número reduzido de varas.

Com a ampliação da estrutura, um acervo superior a 3 mil processos começou a ser redistribuído, permitindo uma divisão mais equilibrada da carga de trabalho entre os magistrados.

Segundo o Tribunal de Justiça, a reorganização busca reduzir o tempo de tramitação das ações penais, aumentar a capacidade de atendimento das unidades e oferecer respostas mais rápidas aos jurisdicionados.

As novas varas passaram a funcionar com estrutura administrativa própria, servidores e equipes de apoio, integrando a política institucional voltada ao fortalecimento do primeiro grau, considerada estratégica para enfrentar o crescimento da demanda processual em Campo Grande.

Redistribuição dos processos

Conforme o planejamento estabelecido pelo TJMS, a redistribuição do acervo segue critérios técnicos previamente definidos.

Os processos envolvendo réus presos não entram na redistribuição, evitando prejuízos ao andamento das ações que exigem maior celeridade.

Durante a transferência dos demais processos, os prazos processuais foram suspensos por cinco dias úteis, medida que também possibilitou a redesignação de audiências quando necessário, mediante comunicação às partes.

Com a nomeação dos titulares, a expectativa é que a reorganização administrativa entre definitivamente em uma nova fase, permitindo maior estabilidade na condução dos trabalhos das duas unidades.

Fortalecimento da Justiça Criminal

Durante a solenidade de instalação das novas varas, realizada no Plenário do Tribunal do Júri, representantes do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MS) e do Executivo acompanharam a cerimônia.

Na ocasião, a diretora do Foro da comarca de Campo Grande, juíza Gabriela Müller Junqueira, destacou que a ampliação da estrutura representa um avanço para a prestação jurisdicional e acompanha o crescimento da demanda da Justiça Criminal na Capital.

Agora, com a definição dos juízes titulares, o Tribunal conclui mais uma etapa da reestruturação iniciada em junho e reforça a aposta na ampliação da capacidade operacional das varas criminais, buscando reduzir a sobrecarga de trabalho, aumentar a eficiência do Judiciário e proporcionar uma tramitação mais célere dos processos penais em Campo Grande.

Nova Regulamentação

Prefeitura de Campo Grande mira faltas ao serviço na Guarda Civil Metropolitana

Nova resolução cria rito mais ágil para apurar abandono de cargo e inassiduidade habitual entre agentes da corporação.

16/07/2026 16h58

Nova resolução da Prefeitura regulamenta a apuração de casos de abandono de cargo e faltas ao serviço envolvendo integrantes da Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande.

Nova resolução da Prefeitura regulamenta a apuração de casos de abandono de cargo e faltas ao serviço envolvendo integrantes da Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande. Foto: Divulgação

Continue Lendo...

A Prefeitura de Campo Grande publicou uma nova regulamentação que endurece e padroniza a apuração de infrações disciplinares praticadas por integrantes da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

A medida institui um procedimento sumário específico para apurar casos de abandono de cargo e de inassiduidade habitual, infração caracterizada pelo acúmulo de 60 faltas injustificadas, consecutivas ou intercaladas, no período de 12 meses.

A nova regulamentação também estabelece um rito mais célere para a tramitação desses processos e define de forma clara as atribuições da Corregedoria-Geral da Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (SESDES), das comissões processantes e da autoridade responsável pelo julgamento.

A resolução, publicada na edição desta quinta-feira (16) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), busca uniformizar os procedimentos administrativos internos e garantir maior agilidade na apuração de condutas consideradas graves no serviço público municipal. A norma entrou em vigor imediatamente após sua publicação. 

Pelas novas regras, o procedimento será utilizado exclusivamente para investigar situações de abandono de cargo e inassiduidade habitual praticadas por guardas civis metropolitanos, observando as disposições previstas no Estatuto dos Servidores Municipais e na legislação específica da corporação. 

Um dos principais pontos da regulamentação é a atuação prévia da Corregedoria-Geral da Sesdes. Antes mesmo da instauração formal do processo disciplinar, caberá ao órgão realizar um chamado "juízo de admissibilidade", avaliando se existem elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

Caso sejam identificadas falhas na documentação ou ausência de provas mínimas, o processo poderá ser devolvido ao setor de origem para complementação das informações ou até mesmo arquivado, evitando a abertura de procedimentos considerados inconsistentes. 

Fluxo definido

A resolução detalha, passo a passo, como deverá ocorrer a tramitação dos processos.

Inicialmente, a autoridade competente determina a abertura da apuração e encaminha os autos à Corregedoria, que analisa a admissibilidade do caso. Após parecer técnico favorável, a autoridade responsável designa oficialmente uma comissão processante, composta por dois ou três servidores estáveis.

A comissão conduz toda a instrução processual, promove a citação do servidor investigado, garante o direito ao contraditório e à ampla defesa, realiza eventuais diligências e elabora um relatório conclusivo.

Encerrada essa etapa, o processo retorna à Corregedoria e, posteriormente, segue para julgamento pela autoridade competente, que poderá aplicar as sanções previstas na legislação, inclusive a demissão, quando cabível. A decisão final também deverá ser registrada no assentamento funcional do servidor. 

Defesa garantida

Apesar de tornar o procedimento mais objetivo, a resolução reforça que o servidor investigado continuará tendo assegurados os direitos constitucionais ao contraditório e à ampla defesa.

Caso o guarda civil não apresente defesa dentro do prazo legal, será declarado revel e a administração deverá nomear um defensor dativo para atuar no processo, conforme previsto no Estatuto dos Servidores Municipais. 

Objetivo é padronizar as apurações

Segundo a resolução, o objetivo é criar um fluxo uniforme para todos os procedimentos disciplinares relacionados ao abandono de cargo e à inassiduidade habitual dentro da Guarda Civil Metropolitana, garantindo maior segurança jurídica, transparência e eficiência na atuação da Corregedoria.

O texto também destaca que a regulamentação atende às exigências da Lei Federal nº 13.022/2014, que determina que as guardas municipais possuam órgãos próprios de controle interno, responsáveis pela fiscalização, auditoria e apuração de infrações disciplinares praticadas por seus integrantes. 

O que muda na prática

Com a regulamentação, a Prefeitura passa a ter um procedimento específico e padronizado para tratar casos de abandono de cargo e faltas reiteradas entre os guardas civis, reduzindo dúvidas sobre a tramitação dos processos administrativos e estabelecendo responsabilidades claras para cada etapa da investigação.

Embora a resolução organize o rito processual, ela não cria novas infrações nem altera as penalidades já previstas na legislação municipal.

O foco é disciplinar a forma como esses processos deverão ser conduzidos, buscando maior rapidez, uniformidade e segurança jurídica na apuração das ocorrências.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).