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Amor aos Pets dá 5 cuidados com a alimentação do seu Cãozinho

Uma alimentação saudável e equilibrada faz toda diferença na saúde e na qualidade de vida do animal

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Todo cachorro adora comer e experimentar tudo que vê pela frente. Mas é fundamental manter os cuidados com a alimentação do seu cãozinho.

Uma alimentação saudável e equilibrada faz toda diferença na saúde e na qualidade de vida do animal, garantido o seu bom comportamento e uma vida mais longa ao seu lado.  

Isso significa que o alimento oferecido deve priorizar as necessidades nutricionais específicas em todas as fases da vida do animal, desde filhotes, na vida adulta e quando forem idosos.

Portanto, sempre ofereça o melhor em termos de alimento para garantir que todas as suas funções fisiológicas funcionem de acordo com o esperado, evitando ao máximo as chances de desenvolver doenças ou complicações de saúde, como a obesidade canina, problemas gastrointestinais, de pele, respiratórios e até cardíacos.

Para isso, tenha consciência de que é preciso seguir algumas regras básicas ao alimentar o seu cachorro, para que esse momento seja não só prazeroso e satisfatório para ele, mas também seguro e menos estressante para vocês dois.

Leia a seguir 5 cuidados que você deve ter em mente para alimentar o seu cãozinho da maneira correta - as dicas são da dra. Pamella Martins, do Amor aos Pets!

1. Escolha alimentos específicos à raça, peso e idade do animal

Cada fase do seu cachorro exige uma demanda nutricional específica, sendo que a raça e o seu peso também irão influenciar nos tipos de nutrientes necessários e quantidades.  

Os cachorros são onívoros, isto é, necessitam de uma dieta que equilibra a proteína da carne animal com vegetais.

As rações levam em consideração as necessidades nutricionais de cada raça, idade e peso do animal, priorizando o maior aporte de proteína ou vegetais para cada grupo específico.  

Por exemplo, cachorros mais ativos e filhotes, costumam queimar mais energia, por isso, precisam de nutrientes específicos para o fortalecimento de seus músculos e articulações.

Já os cães adultos e idosos, ou mesmo raças que gastam menos energia, precisam manter o peso ideal e evitar a obesidade, além de manter os ossos e articulações saudáveis.

Assim, é fundamental sempre oferecer o tipo de alimento mais adequado em cada fase do animal para evitar a carência de nutrientes e garantir o seu desenvolvimento adequado e a sua saúde ao longo da vida.

 

2. Ofereça SEMPRE um alimento de qualidade

A qualidade do alimento oferecido ao seu cachorro deve ser a sua prioridade. Você pode optar por uma variedade de ingredientes utilizados, assim como incluir ingredientes funcionais específicos de acordo com a fase do animal.

O importante é que a dieta utilizada seja altamente nutritiva, de fácil digestibilidade e que permita a maior absorção de nutrientes possível.  

Como dissemos acima, o ideal é optar por alimentos específicos considerando as características de raça, idade, estilo de vida, porte e suas necessidades fisiológicas.

As rações de qualidade garantida costumam ser classificadas como Premium e Super Premium, pois contêm nutrientes e aditivos nutracêuticos que garantem uma melhor qualidade e a longevidade do animal.

Um bom exemplo é a ração Super Premium True, da fabricante True Foods, que não contém transgênicos, antioxidantes sintéticos, e ainda utiliza ingredientes de altíssima qualidade mais próximos do natural possível.

Você também pode oferecer uma dieta balanceada com alimentos naturais e frescos (carne crua, vegetais e frutas), tomando cuidado com certos alimentos prejudiciais ou que ofereçam riscos para a saúde do animal (sal em excesso, chocolate, cebola, alho, frutas com caroço, etc).

O ideal é que o animal tenha um acompanhamento veterinário para garantir que todas as suas necessidades nutricionais estejam sendo supridas pela escolha do alimento mais adequado.

3. Dê atenção à quantidade diária oferecida

A qualidade da comida é importante, assim como a quantidade que ele vai ingerir também, pois a ideia é manter o animal no peso corporal ideal.

Portanto, além de alimentá-lo na quantidade certa, não deixe a comida exposta e sempre à disposição, muito menos alimente-o uma única vez ao dia, de uma só vez.

Uma alimentação controlada é capaz de fornecer uma quantidade exata de alimento todos os dias, sempre priorizando o peso e as necessidades nutricionais do animal.

Quando não controlamos a quantidade do alimento, não só no comedouro, mas também com horários certos no dia e intercalados, evita-se que o cão fique ansioso, comendo tudo de uma só vez e rápido demais, ou passe o dia comendo sem parar.

Para evitar os problemas, estabeleça uma quantidade diária de ração adequada à idade e ao peso do cachorro, fazendo pequenos ajustes regularmente.

Um bom veterinário pode instruí-lo sobre as quantidades mais adequadas e horários, mas as embalagens das rações também oferecem as instruções necessárias.

O ideal é alimentá-lo com pequenas porções mais de uma vez ao dia, dividindo as porções pela quantidade total diária que ele precisa consumir, pois o fracionamento evitará os problemas de saúde. Por exemplo, os filhotes de 4 a 8 meses de idade podem comer 3 vezes ao dia, já os cães adultos podem comer apenas 2 vezes ao dia.

Portanto, além de oferecer a quantidade de alimento no comedouro ideal, você deve evitar que ele fique disponível sem controle, até para impedir a sua contaminação pela exposição por longos períodos.

 

4. Mantenha uma rotina de alimentação

O ser humano precisa de rotina e o seu animal também! Isso vale para a sua alimentação, além de outros cuidados básicos.  

Portanto, tente oferecer o alimento sempre nos mesmos horários e também nos mesmos locais.

Escolha um local seguro, limpo, com boa iluminação e fora do agito da casa, onde ele possa se sentir tranquilo para relaxar e comer no seu tempo.

Se for difícil cumprir horários por conta da sua própria rotina, considere um comedouro automático, que além de ajudar a fracionar a quantidade do alimento ele vai liberar a comida sempre no mesmo local e horário.

Dessa forma, você consegue controlar a quantidade de alimento que o animal vai ingerir e manter uma rotina de alimentação saudável, evitando problemas como a obesidade.

 

5. Cuidado com os petiscos e agrados

Não tem nada de mais dar algumas recompensas e agrados ao seu cachorro, mas tome cuidado com a frequência e quanto à como e quando fazer.

Você pode oferecer um petisco de vez em quando, desde que seja saudável e apenas ocasionalmente, para um reforço positivo de um comportamento adequado.  

Isso para não condicioná-lo a ficar pedindo comida em horas erradas ou até deixar de comer o alimento por achar mais atraente os petiscos.

Note que a calorias dos petiscos não podem passar de mais de 10% da ingestão calórica diária do seu cachorro.  

Uma opção é optar por alimentos saudáveis como frutas e legumes. E jamais dê restos de comida do seu prato à ele. Além de ser um péssimo hábito, o que você consome não significa que seja bom para ele.

Odontofobia

Ansiedade e fobias impedem consultas regulares ao dentista e podem agravar problemas

Ansiedade e fobias impedem consultas regulares no dentista e contribuem para agravamento de problemas bucais, mas técnicas de sedação ajudam a tornar o atendimento mais seguro e confortável

14/04/2026 09h00

A odontofobia é um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e classificado na CID-10 como uma fobia específica

A odontofobia é um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e classificado na CID-10 como uma fobia específica Freepik

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O som do motor, o cheiro característico do consultório e a lembrança de experiências desconfortáveis ainda são gatilhos suficientes para afastar milhões de pessoas do dentista.

Para muitos, o que começa como um receio pontual evolui para quadros mais complexos de ansiedade odontológica e, em casos extremos, para a chamada odontofobia – um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e indicado na Classificação Internacional de Doenças da 10ª edição (CID-10) como uma fobia específica.

Esse medo não é apenas psicológico: ele se manifesta fisicamente. Taquicardia, sudorese, tremores, sensação de pânico, vontade de chorar e pensamentos acelerados estão entre os sintomas relatados por pacientes.

Diante desse cenário, não é incomum que consultas sejam adiadas por meses ou até anos – mesmo quando há dor ou necessidade evidente de tratamento.

Os números reforçam a dimensão do problema. Um levantamento da Oral Health Foundation, no Reino Unido, aponta que 36% das pessoas evitam o dentista por medo. 

No Brasil, dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO) indicam que cerca de 15% da população apresenta ansiedade odontológica, enquanto aproximadamente 2% sofre com odontofobia.

Na prática, isso significa que uma parcela significativa da população mantém distância dos consultórios, o que impacta diretamente a saúde bucal.

MEDO QUE PARALISA

Na rotina clínica, o cirurgião-dentista Oscar Peixoto Ennes observa esse comportamento com frequência. Segundo ele, mesmo com os avanços tecnológicos e técnicas modernas menos invasivas, o medo ainda é um dos principais fatores que afastam pacientes.

“Muitos evitam o tratamento por receio da dor, ansiedade ou insegurança em relação aos procedimentos. Isso pode estar ligado ao desconhecimento sobre o que será feito, ao medo do pós-operatório e até ao perfil mais ansioso da sociedade atual”, explica.

O problema é que adiar consultas pode transformar situações simples em quadros mais complexos. Doenças como cáries e inflamações gengivais têm origem bacteriana e podem evoluir rapidamente quando não tratadas.

O resultado são intervenções mais longas, invasivas e, muitas vezes, mais desconfortáveis, o que acaba reforçando o ciclo de medo.

A recomendação dos especialistas é de que quanto mais cedo o problema for identificado, mais simples tende a ser o tratamento. Consultas regulares não apenas previnem complicações, como também ajudam o paciente a criar uma relação mais tranquila com o ambiente odontológico.

SEDAÇÃO COMO ALTERNATIVA

A odontofobia é um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e classificado na CID-10 como uma fobia específica A sedação ambulatorial é uma técnica que permite que os procedimentos sejam realizados com mais conforto, reduzindo significativamente o estresse durante o atendimento - Foto: Freeik

Diante desse cenário, a sedação ambulatorial tem ganhado espaço como uma solução eficaz para pacientes que apresentam medo ou ansiedade. A técnica permite que os procedimentos sejam realizados com mais conforto, reduzindo significativamente o estresse durante o atendimento.

Em Campo Grande, por exemplo, esse tipo de serviço é oferecido por iniciativas como a Servan Anestesiologia, por meio do Serviço de Anestesia e Sedação (SAS), que leva a sedação médica para dentro de clínicas e consultórios odontológicos.

O diferencial está no acompanhamento integral de um médico anestesiologista durante todo o procedimento.

Com monitorização contínua e protocolos específicos, a sedação é indicada especialmente para intervenções de baixa e média complexidade, além de casos em que o paciente apresenta ansiedade intensa ou dificuldade de permanecer por longos períodos na cadeira odontológica.

Na prática, os resultados são perceptíveis desde o início do atendimento. “Quando é oferecido um atendimento com sedação, o paciente que chega cheio de restrições rapidamente relaxa e se torna mais receptivo”, relata o dentista.

Além de proporcionar conforto ao paciente, a presença de um anestesiologista também traz mais segurança para a equipe odontológica. Isso porque o profissional está preparado para monitorar sinais vitais e agir rapidamente em caso de qualquer problema.

“Isso traz muito conforto para o paciente, que se sente mais seguro, e também para nós, pela tranquilidade de contar com um especialista preparado para qualquer intercorrência”, afirma. Segundo o dentista, pacientes que passam por procedimentos com sedação tendem a apresentar uma recuperação mais tranquila, já que não vivenciaram altos níveis de estresse durante a intervenção.

Os benefícios se estendem ainda ao pós-operatório. “Ao final da cirurgia, o paciente está mais tranquilo, não passou por estresse durante o procedimento e, com isso, tudo transcorre melhor. A satisfação é maior e a recuperação também tende a ser diferente”, destaca Oscar.

Mais do que facilitar procedimentos específicos, a sedação tem desempenhado um papel importante na reaproximação de pacientes com o consultório odontológico. Para muitos, a possibilidade de realizar tratamentos sem sofrimento é o primeiro passo para retomar o cuidado com a saúde bucal.

Esse movimento é fundamental, especialmente diante de um cenário em que o medo ainda representa uma barreira significativa.

Ao reduzir a ansiedade e tornar a experiência mais positiva, a sedação contribui para quebrar o ciclo de adiamento e negligência.

Especialistas reforçam que cuidar da saúde bucal vai muito além da estética. Problemas não tratados podem afetar a mastigação, a fala e até a saúde geral, já que infecções bucais podem se espalhar para outras partes do corpo.

Nesse contexto, iniciativas que tornam o atendimento mais acessível e confortável ganham relevância. A sedação, aliada a uma abordagem humanizada e ao avanço das técnicas odontológicas, surge como uma ferramenta importante para transformar a relação dos pacientes com o dentista.

Felpuda

A roubalheira de dinheiro dos aposentados está sendo utilizada como tema... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta terça-feira (14)

14/04/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Fiódor Dostoiévski - escritor russo

"Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é injuriar estas últimas".

Felpuda

A roubalheira de dinheiro dos aposentados está sendo utilizada como tema na campanha eleitoral que está polarizada mais uma vez. O duelo de narrativas está sendo feito pelas redes sociais: de um lado, esquerdistas de estrelas mais lustrosas dão declarações querendo imputar ao governo de Bolsonaro o início do esquema; do outro, a turma da direita afirma que o PT e seu time é que são responsáveis pelos "mãos leves" e que não deixaram, inclusive, convocar o irmão e o filho de Lula para prestarem depoimentos na CPMI do INSS, que terminou sem prorrogação. Vai vendo...

Ampliando

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou proposta que classifica como organizações terroristas o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital, além de 11 grupos criminosos de países da América Latina.

Mais

O texto altera as leis de Terrorismo e de Organizações Criminosas. Foi aprovado substitutivo do relator, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança, que ampliou a lista original de organizações criminosas. A proposta segue para análise conclusiva da CCJ.

DiálogoFoto: Flashbang Media House

Ana Castela, Zezé Di Camargo, a dupla Guilherme & Santiago, além de Sérgio Reis, Padre Fábio de Melo e Simone Mendes, são alguns dos convidados que confirmaram participação na gravação do projeto audiovisual "30 e Poucos Anos", que acontecerá nesta quinta-feira (16), no palco da Vibra São Paulo. A direção criativa é de Andrey Hermuche, com roteiro de Bruno Campos e produção musical de Ricardo Lopes. A realização é da Opus Entretenimento, em parceria com a Jeito do Mato e os empresários Marco Serralheiro e Marcelo Maia. A Band FM é a rádio oficial do projeto. Para mais informações: instagram.com/pf30epoucosanos.

DiálogoElaine Paula Costa - Arquivo Pessoal

 

DiálogoDebora Nascimento - Foto: Divulgação

Pontapé

Ao falar da possibilidade de vir a presidir o Senado, a senadora Tereza Cristina (PP), abriu o caminho para as articulações com vistas ao futuro comando da Casa. Tereza tem apoio do agronegócio, excelente trânsito político, conquistas importantes, como a Prefeitura da Capital, que ficou nas mãos de Adriane graças ao empenho dela. Além disso, tem fortes ligações políticas com Bolsonaro e seu filho Flávio. Dizem que o atual presidente, senador David Alcolumbre dificilmente conseguirá ser reeleito para o cargo.

De Paraquedas

Os deputados federais Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende, por questões de conveniência eleitoral, ingressaram no PSDB e ali ficaram por um bom tempo. Agora, refugiaram-se no PP e União Brasil, respectivamente, que integram o grupo de centro-direita. As duas siglas estarão no palanque do governador Riedel e também no do pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro(PL). Assim sendo...

Passado

A preocupação está no fato de que vídeos, não tão antigos, foram resgatados, onde Dagoberto aparece criticando duramente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, afirmando que ele espalhou ódio e que nas eleições de 2026 os eleitores teriam que derrotar a direita. Geraldo Resende, por sua vez, iniciou sua vida pública no PPS, que é sucedâneo do Partido Comunista do Brasil. Antes de migrar para o União Brasil, ele teria "flertado" com o PV, que é federado ao PT, vai apoiar Lula e em MS estará apoiando Fábio Trad, do PT.

Aniversariantes

Dimas Braga;
Flávia Cristina Albuquerque Palhares Machado;
Cláudia Kudiess Napi;
Gabriela Yussef;
Lucas Mota;
Maria Justina Pereira Gimenez;
Irineu Justino de Oliveira;
João José de Souza Leite;
Lourdes Aguena;
Nelson Chaia;
José Rodrigues Maria;
Dr. Vitor Higa;
Tiburcio João Soares;
Vandirlei Manetti Nabarrete;
Vinicius Coutinho Garabini;
Ricardo Augusto de Souza e Silva;
Miriam Shimabukuro Myasato;
José Roberto Machado;
André Coelho de Oliveira Martins;
Karolyne Aparecida Lima Maluf;
Waldeli dos Santos Rosa;
Dr. Wantuir Brasil Jacini;
Eugênio Peron Filho;
Dr. Jaime Shimabukuro;
Maria das Dores Carvalho;
Renato de Figueiredo;
Dr. Ronaldo Bernardo Malheiros;
Natália Feitosa Beltrão;
Karina da Silva Faria;
Paulo Victor Diotti Victoriano;
Maria de Lourdes Morales;
Wanderley Patrick Lemos Gehlen;
José Palhano Neto;
Rafael Pereira Goldoni;
Nilza Maria Aguirre da Silva Lemos;
Eloisa Bittencourt;
Waldir de Oliveira Rocha;
Arlindo Perin;
Pedro de Assis e Silva;
Resebelma Oliveira Fontoura;
Juliana Teixeira de Oliveira;
Carlos Alberto Jonas Giordano;
Nádia Oliveira Palazzo;
Leda Aparecida Tomikawa;
Paulo Matias Júnior;
Dra. Izabel Teixeira Rodrigues;
Dr. Carlos César Ferreira;
Rosângela Fernandes Oliva;
Osvaldo Viana Ferreira;
Vera Regina Barros de Figueiredo Madureira de Pinho;
Rosilma Alves de Oliveira;
Lamartine de Figueiredo Costa;
Nilda Tronche Nicolau;
Izabel de Souza;
Antônio Marques Rodrigues;
Dra. Maria Sara Costa de Oliveira;
José Rosalvo Fraga dos Santos;
Luciane Mara de Rezende Giglio;
Maurílio Salgado da Silva;
Rita de Cássia Pimenta da Silva;
Otávio Pereira Gomes;
Sílvio Lima da Costa;
Leonel de Almeida Mathias;
Olavo Nogueira de Faria;
Neuza Franco de Castilho;
Flávio José Leme;
Marli Graciano Moreli;
Roberto de Castro Cunha;
Elza de Oliveira Chimenes;
José Gondim Lins;
Tomaz Joaquim Araújo;
Valdir Dias Ortiz;
Aderbal Bogalho Júnior;
Vanderlei Pereira Rios Dias;
Edenir Aparecida Nascimento Castro;
Sueli Hatsumi Hishie Nobu;
Célio Oliveira Furtado;
Marilza de Oliveira Ribeiro;
Daniela Maria Yule Nogueira;
Francisco Inácio Souza;
Elza Mota;
Dr. Hailton Simões;
Manoel Ferreira de Souza;
Delma Alves Gonçalves;
Dr. Jorge Barreto Algayer;
Marlene de Almeida;
Ogular Zardo Filho;
Paulo César Diniz de Souza;
Dion Anastácio da Cunha;
Rosane Meireles Grubert;
Eduardo Ariano Moura;
Silvia Fragoso de Oliveira;
Renan Lima de Mendonça;
Lucy Leda Cardoso Ramos;
Fernanda de Moura Serra Barbosa;
Maria Cristina Rocha de Souza Assis;
Fernanda Baldo;
Euripedes Martins Maciel;
Fioravante Rotilli;
Márcia Christina Lins;
Claudia Reiko Yoza;
Kelly Cristina Marques Moreira;
Maria José de Macedo;
Antonio Frederico de Souza Moraes;
Marcelo Freire Victorio;
Ricardo Augusto Cação Pinto;
Aline de Oliveira Fava;
Fernando Davanso dos Santos;

Colaborou Tatyane Gameiro

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