Correio B

DIA DOS NAMORADOS

Artistas falam sobre o amor durante o namoro e psicólogo contextualiza esse tipo de relacionamento

O que é? Para que serve? Como foi na primeira vez? Cinco artistas de diferentes expressões respondem às três perguntas e o psicólogo Henrique Henkin Coelho Netto contextualiza esse tipo de relacionamento afetivo que tem uma data específica no Brasil

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Ágape (divino, incondicional), philia (próprio da amizade), eros (romântico, sexual). São apenas algumas das várias palavras com que se descrevia o amor na Grécia Antiga. “Encontro pela vida milhões de corpos; desses milhões posso desejar centenas; mas dessas centenas, amo apenas um”. Isso já é Roland Barthes (1915-1980) destilando o sentimento em um livro que se tornou um clássico sobre o assunto, “Fragmentos de Um Discurso Amoroso” (1977).

Saltando para a cidade de Campo Grande de hoje em dia, justamente na data brasileira em que se celebra o Dia dos Namorados, o psicólogo Henrique Henkin Coelho Netto busca aterrissar nas variantes possíveis da realidade a ebulição que se encerra na manifestação do afeto amoroso, a fervura de prazer e transtorno que não passa mesmo depois de quando se tem a idade dos hormônios à flor da pele. Adolescentes, adultos, idosos. Todos parecem ser vítimas de uma arriscada combustão à base de alegria e risco. A solidez ficaria para o casamento?

“Todo amor é válido e digno quando todas as pessoas envolvidas estiverem de acordo. Amar é ser quem se é, e deixar o outro ser quem ele é, é dar ao outro o que ele precisa dentro das minhas possibilidades. E se isso me aproxima dele, ótimo, se me afasta, faz parte dos meus critérios de escolha, e tudo bem”, pontua o psicólogo.

“O amor é um dos conceitos mais elaborados em toda a história da humanidade, desde a Grécia Antiga, até antes, se questionava as várias formas de amar”, afirma.

“Esse amor se apresentou na forma sensual, na amizade, no amor pela humanidade, o amor pelo conhecimento, entre tantos amores. Atualmente, o amor é apresentado como um ideal romântico, que também é válido, mas não único, a busca pela alma gêmea. Mas muitas vezes é romantizado, projetado no outro um ideal que não pode ser alcançado, criando uma forma distorcida de amor”, diz Henrique. Mas e o namoro?

“O namoro em si é esse primeiro limiar, aonde são estabelecidos os contratos iniciais da relação. Após um início de grande paixão, o casal e outras formas de se relacionar definem se esse parceiro faz sentido por inúmeros fatores, afetivos, de valores, ideais de vida, e cada relação tem uma forma específica de ver isso. O amor romântico é apenas uma forma de amar, que foi instituída há poucos séculos, e cada cultura estabeleceu formas diferentes de vivenciar esse amor”, desenvolve o especialista de 35 anos que atua há 15 anos.

“Na nossa sociedade ocidental, o ideal romântico de namoro ficou muito mais forte por ideais econômicos, nas datas, filmes, livros. Apesar disso, faz parte do que somos, e, mais do que uma crítica, diria que é uma compreensão de como vivemos, pois nada que é acolhido socialmente vem apenas de fora. Esse romantismo sempre esteve presente dentro da humanidade, vide os ideais românticos representados por tantos deuses e heróis de contos”, afirma.

O AMOR NO DIVÃ

“Nos meus trabalhos no consultório, tanto no individual como em grupos, o amor é uma temática constante, seja no amor de uma mãe, de um pai, de um irmão, amigo, como nas relações românticas”, conta Henrique.

“Eu diria que o amor é o grande tema da humanidade, pois ele é questionado constantemente, seja no amor pelo outro, romântico ou não, seja por si mesmo. O grande desafio da terapia é aprender a amar o outro sem esquecer de si mesmo, é olhar para seus desejos ao mesmo tempo que se relaciona, pois somos seres sociais, não há amor sem relação, independente de qual for”, reforça.

“Cada vez mais se questiona o que é o amor romântico, visto que nossa tão jovem sociedade vê qualquer forma de amor para além da relação de casal como um tabu. O amor é a entrega, aceitar o outro sem esquecer de si, é viver aquilo que se acredita, e nem sempre será adequado para a sociedade em que vivemos”, pondera o psicólogo, que fez graduação na UCDB e tem formação em psicodrama e análise junguiana.

“O grande desafio desse momento é compreender que o amor vai para muito além do ideal de casamento, de família ideal, não excluindo essas formas de amor, mas abrindo a mente para o que o ideal das pessoas que estão se relacionando vivem. O amor é tudo aquilo que o contrato relacional permitir ser”, conclui Henrique.

O especialista convida o leitor para o encontro público Amor/es – Uma Experiência para Pessoas que Amam, no dia 22, das 15h às 17h, na Associação Entre Nós. Mais informações: (67) 98185-3350.

AMOR DE NAMORO

“É o rompimento dos gestos, das palavras. Aquilo que existe entre o silêncio. Feito de matéria escorregadia. A busca contínua de achar palavras que sejam possíveis para dizer. Espaço sem sobreviventes, rompimento do tempo e da morte”.
Febraro de Oliveira, escritor.

“É o amor da descoberta, do desconhecimento, da curiosidade. O do impulso, da surpresa e das borboletas”.
Mariana Marques, cineasta.

“Pode ser um amor experimentado e vivido em um tempo limitado. Mas também pode ocorrer não apenas entre pessoas apaixonadas ou com quem estamos envolvidos romanticamente, mas convivendo em um estado de partilha, onde a gente vê aquela pessoa junto conosco, em tudo o que queremos fazer”. Salim Haqzan, ator e diretor de teatro.

“Amor de namoro é identificação, é química intelectual e física”.
Juci Ibanez, cantora.

“Quando a paixão e a admiração chegam num ponto de partilha crucial, a gente namora. Quando o amor não cabe só dentro do peito e você quer pedaços da pessoa encaixados no seu dia a dia e quer partilhar fragmentos da vida com quem se ama, sabe?”.
Marina Duarte, quadrinista.

PARA QUE SERVE

“Para que os poetas tenham sobre o que escrever, para que camisas sejam vendidas, para que chuteiras sejam trocadas, para que unhas sejam lixadas”.
Febraro.

“Serve para corar, ferver o sangue, derreter, exaltar e envolver”.
Mariana.

“Serve pra alma, pra nos sentirmos vivos de verdade. Serve também para o autoconhecimento, porque só podemos saber de nós mesmos através da relação com outra pessoa”.
Salim.

“Serve para suprir a necessidade da parceria, da boa companhia, da necessidade que temos de sermos par”.
Juci.

“Pra entrelaçar e mudar profundamente nosso íntimo. Tem a possibilidade desse encontro de almas ser lindo, ser profundo, ser raso, ser problemático. Mas nunca de ser o mesmo que foi antes. Então, pra mim, namorar tem a potência de nos moldar os olhos, o coração, a percepção de mundo. Pode perceber que, depois de um namoro, os objetos, as datas e lugares mudam totalmente de significado – talvez, depois de um namoro interrompido, uma simples árvore na via te faça chorar.

E acho que é sobre isso o amor de namoro: emprestar um pedaço nosso pra habitar a lembrança de alguém eternamente”.
Marina.

COMO FOI NA PRIMEIRA VEZ

“Foi a suspensão do nome, no escondido. Foi quando os gestos escondiam as palavras. Antes de ser palavra, amor eram apenas os gestos repetidos. Depois, por ser palavra, acabava escondendo-se nos rastros, nos destroços de uma civilização”.
Febraro.

“Foi num samba com os amigos, saindo mais uma vez juntos. Ele se aproximou e eu recuei. Queria manter a compostura, mas meu corpo não ia de encontro com minhas palavras. Ele não saía do meu campo de visão, ou de perto. E dançamos, bebemos e demos risada. E eu esperava que insistisse um pouco mais, dançava em um embalo arrependido no chorinho. Mas ele só permaneceu ali ao meu lado. E por alguns dias seguimos assim, até que num rompante urgente eu disse que o queria, e muito. E nunca mais ele saiu do meu lado”.
Mariana.

“Não consigo me lembrar da primeira vez que me senti atraído por alguém e me apaixonei. Me lembro de já aos 23 anos, namorando, não conseguia me imaginar vivendo longe daquela pessoa. Tudo parecia ter sentido apenas do lado dela. E uma vontade imensa de sair gritando pra todo mundo saber do amor que a gente sentia e vivia”.
Salim.

“O namoro mais importante que se tornou amor foi com meu marido. Amor incondicional, que perdoa, que entende, que não abandona, e que, como disse Vinicius, ‘seja infinito enquanto dure’”.
Juci.

“Sempre fui apaixonada por outras formas de ver o mundo e sorrisos que me viram do avesso. Por óbvio, daí que sou uma mulher namoradeira. 
O que considero meu primeiro namoro foi com alguém que eu tinha profunda amizade, já era apaixonada por sua forma de viver a vida e nossa combinação. Eu era muito nova, vivi momentos divertidos dos quais nunca me esqueço – e desde sempre passei a entender que amar também é deixar ir e aceitar o que fica.Tenho em mim fragmentos de pessoas que me ensinaram, aos pouquinhos, às vezes com boas lembranças, às vezes não tão boas, como amar e como quero ser amada. E acho que namoro é isso”.
Marina.

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Agenda Cultural

Fim de semana tem de peça teatral a show de k-pop, brechó, literatura e muito mais

Programação do fim de semana em Campo Grande está repleta de atividades para todos os gostos e idades, indo de peça teatral a show de k-pop, brechó e literatura

22/05/2026 09h00

Fim de semana tem teatro, brechó, folk e muito mais

Fim de semana tem teatro, brechó, folk e muito mais Divulgação

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O clássico da dramaturgia brasileira ganha nova leitura neste fim de semana em Campo Grande. Abrindo a agenda cultural, o espetáculo “O Bem-Amado”, do grupo Fulano di Tal, leva ao palco do Teatro Aracy Balabanian uma adaptação irreverente, popular e carregada de sátira política da obra de Dias Gomes.

A montagem mistura humor, carnavalização, exagero cômico e críticas que dialogam diretamente com o cenário político contemporâneo.

Mas a programação cultural da Capital vai muito além do teatro. Entre sexta-feira e domingo, Campo Grande recebe shows de rock e folk intimista, espetáculo inspirado no universo do k-pop, feira gigante de brechós, atrações gratuitas em shoppings, troca de figurinhas, pista de patinação no gelo, adoção de pets e estreias aguardadas no cinema.

TEATRO

Sem patrocínio, editais ou apoio institucional, o grupo Fulano di Tal coloca em circulação uma montagem que aposta diretamente na relação entre artistas e público.

Fim de semana tem teatro, brechó, folk e muito maisEspetáculo acompanha as tentativas de Odorico Paraguaçu, prefeito da fictícia Sucupira do Sul, de inaugurar um cemitério municipal, sua principal promessa de campanha - Foto: Laryssa Miranda

A sessão única de “O Bem-Amado” acontece no domingo, às 19h, no Teatro Aracy Balabanian.

Livre adaptação da obra de Dias Gomes, o espetáculo acompanha as tentativas de Odorico Paraguaçu, prefeito da fictícia Sucupira do Sul, de cumprir sua principal promessa de campanha: inaugurar um cemitério municipal.

Para isso, ele conta com o apoio das irmãs Cajazeiras – Dorotéa, Dulcinéa e Judicéa –, do secretário Dirceu Borboleta e do fazedor de defuntos Zeca Diabo, enquanto enfrenta a oposição de Neca Pedreira, dono do jornal local.

A proposta do grupo aposta em uma estética popular, marcada pelo deboche, pelo exagero cômico e pela crítica política. Em cena, Douglas Moreira, Edner Gustavo, Luana Vilela e Nicoli Dichoff se dividem entre oito personagens.

A direção e produção são assinadas por Marcelo Leite, com iluminação de Breno Lucas e trilha sonora executada ao vivo pelo multiartista Ewerton Goulart.

Segundo Edner Gustavo, produtor, dramaturgo, diretor e ator do grupo, a montagem também representa uma forma de resistência do teatro independente em Mato Grosso do Sul.

“Estamos apostando na bilheteria como forma de sustentabilidade e valorização do trabalho dos artistas. Sabemos das dificuldades para manter espetáculos em circulação sem apoio ou patrocínio, mas acreditamos que esse movimento também fortalece a formação de público e a relação direta entre teatro e comunidade”, destaca.

Para Marcelo Leite, a atualidade do texto continua sendo um dos grandes motores da obra. “O ‘Bem-Amado’ continua atual justamente por rir de mecanismos de poder que ainda fazem parte da realidade brasileira”, afirma.

Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), com vendas pelo Sympla.

LITERATURA INFANTIL

O empresário e comunicador Clóvis Matto Grosso, sempre teve o hábito de escrever pensamentos e pequenas histórias, mas viu esses escritos se transformarem quando decidiu reuni-los em seu primeiro livro “O Menino do Canto da Parede”, que será lançado neste sábado, na cafeteria Doce Lembrança, a partir das 16h. O evento é aberto ao público e tem entrada gratuita.

A história transporta o leitor para o final dos anos 1970 e início dos anos 1980, em uma época em que emoções eram silenciadas, diferenças humanas eram vistas como defeitos e questões como o TDAH ainda eram desconhecidas pela sociedade.

O personagem principal é Rafael, um menino inquieto, criativo e sensível, que cresce tentando se encaixar em padrões que não compreendiam sua essência.

Ao longo da narrativa, surgem reflexões profundas sobre identidade, relações familiares, dores emocionais, espiritualidade, aceitação e transformação. 

K-POP

Os fãs da cultura pop coreana também terão programação especial neste fim de semana. O espetáculo “As Estrelas Guerreiras do K-Pop – O Show” chega ao Teatro Allan Kardec no domingo, com sessões às 15h e às 17h30min.

Inspirada no universo do filme “Guerreiras do K-Pop”, a produção promete reunir música, dança, figurinos chamativos e coreografias marcantes em uma experiência voltada para fãs do gênero e também para quem gosta de grandes produções visuais.

A proposta é transformar o palco em uma explosão de energia e emoção, trazendo a estética vibrante do pop coreano com a força de três jovens artistas que conduzem o espetáculo.

Com músicas envolventes, apresentações coreografadas e atmosfera colorida, a montagem busca oferecer uma experiência familiar e imersiva para o público sul-mato-grossense.

Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.

FOLK

A cena autoral sul-mato-grossense também marca presença na agenda cultural do fim de semana. Idealizado pelo cantor e compositor Jonavo, o projeto Casa Folk realiza sua segunda edição no sábado, no Estúdio Fábrika.

A proposta do evento é criar encontros intimistas em espaços privados e pouco acessíveis ao público, aproximando música, histórias e experiências em um ambiente acolhedor.

Desta vez, o espaço escolhido foi o Estúdio Fábrika, tradicionalmente dedicado à produção musical e que será transformado em palco para um pocket show de Jonavo. O artista promete reunir canções autorais, histórias de estrada e toda a atmosfera folk que marca sua trajetória.

A experiência inclui ainda recepção com caldos e vinhos para aquecer a noite de temperaturas mais baixas na Capital. O ingresso dá direito ao show e aos caldos servidos no local, enquanto o público pode levar a bebida que desejar consumir.

O evento acontece das 19h às 23h, com ingressos vendidos pelo Sympla.

ROCK

Já para quem prefere guitarras e clássicos do rock, o sábado também reserva programação especial no Road House Old Sheep.

Fim de semana tem teatro, brechó, folk e muito maisO projeto Road House Sessions recebe, pela primeira vez, a banda Naip no palco do Road House Old Sheep - Foto: Divulgação

A banda Naip estreia na casa durante mais uma edição do projeto Road House Sessions, ao lado da banda Prépotentes e da DJ Nathalia Albuquerque.

Com 27 anos de estrada e mais de 400 apresentações realizadas, a Naip é considerada uma das bandas mais tradicionais do rock sul-mato-grossense. O grupo já dividiu palco com nomes como Jota Quest, Nando Reis, O Rappa e Ira!.

O vocalista Carlão destaca a importância do novo espaço para a cena musical local. “É uma alegria enorme fazer nossa estreia no Road House Old Sheep, um espaço que nasce com uma proposta muito verdadeira, valorizando a música ao vivo e prestigiando o rock de Mato Grosso do Sul”, afirma.

A programação começa às 16h e os ingressos também estão disponíveis pelo Sympla.

BRECHÓ

Neste sábado também acontece a 24ª edição do Desapega CG, no Parque Ayrton Senna.

Considerada uma das maiores feiras de brechós de Campo Grande, o evento reúne mais de 80 expositores e cerca de 30 mil itens disponíveis para venda, entre roupas, calçados, acessórios, brinquedos, itens de decoração, livros, plantas e roupas infantis.

O evento acontece das 8h às 16h, com entrada gratuita.
Idealizado por Val Reis, coordenadora do Coletivo de Brechós, o Desapega CG nasceu já em grande escala e se consolidou como espaço de geração de renda e fortalecimento da moda circular em Campo Grande.

“O Desapega CG já começou grande. Desde o início a gente entendeu que Campo Grande estava pronta para uma feira de brechós em grande escala”, afirma Val.

Além dos preços acessíveis, o público encontra peças de grife, itens vintage e promoções populares, como peças a partir de R$ 2 e araras promocionais.

A organização também percebe crescimento constante do público jovem no evento, impulsionado pelo interesse em moda sustentável e consumo consciente.

PARA TODA A FAMÍLIA

O Shopping Bosque dos Ipês inaugura nesta semana a Arena Bosque dos Ipês, espaço gratuito e interativo com atividades ligadas ao futebol.

O público poderá participar de chute ao gol, pebolim, subsoccer e outras atrações voltadas para toda a família. O local também recebe a Grande Troca de Figurinhas, com mais de mil cromos disponíveis para colecionadores.

Outra novidade é a estreia da Pista de Patinação Iceland, montada na praça central do shopping e disponível até 31 de agosto. A atração conta com carrinhos especiais para crianças de 2 anos a 4 anos e pista liberada para maiores de 5 anos.

No sábado, das 16h às 20h, o shopping também realiza uma ação de adoção de pets em parceria com o Projeto Vida Animais e a Superintendência de Bem-Estar Animal.

Outra opção para o fim de semana está no Shopping Campo Grande, que recebe a exposição “Nossos Gigantes”, realizada em parceria com o Instituto de Conservação de Animais Silvestres (Icas).

A mostra acontece entre os dias 22 e 26 deste mês e apresenta informações sobre espécies ameaçadas de extinção, como o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira, por meio de painéis educativos, experiências interativas e atividades voltadas para crianças e adultos.

O shopping também recebe o Arena Park, espaço com brinquedos infláveis, escaladas, obstáculos, piscinas de bolinhas e atrações para crianças de até 13 anos.

Além disso, o local promove ações de troca de figurinhas da Copa do Mundo.

Diálogo

Alguns pré-candidatos estão imaginando que as eleições continuam... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (22)

22/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Érico Veríssimo  - escritor brasileiro

"Na minha opinião existem dois tipos de viajantes: os que viajam para fugir e os que viajam para buscar”.

FELPUDA

Alguns pré-candidatos estão imaginando que as eleições continuam sendo aqueles tradicionais Bailes de Máscaras, onde podem continuar tentando enganar as pessoas. Muitas dessas figurinhas, que rodopiavam pelo salão escondendo suas verdadeiras intenções, cada vez mais caminham rumo às portas dos fundos para que, em breve, desapareçam da vida pública, tendo em vista que dificilmente encontrarão uma luz no fim do túnel. A internet vem sendo a principal arma, para mostrar quem é quem neste imbróglio. As máscaras estão caindo. E como estão caindo!... Afe!

Diálogo

De olho

Contratos de órgãos do governo do estado estão sendo vistos com lupa pelo PT na Assembleia. de Mato Grosso do Sul. O deputado Pedro Kemp, só em uma das sessões, apresentou dois requerimentos. Um deles à direção da MSGÁS e o outro para a Iagro.

Mais

No primeiro caso, quer saber o motivo pelo qual a relação dos pagamentos de diárias não está sendo publicadano Portal da Transparência. No outro o por que empresa de limpeza foi contratada com dispensa de licitação. Ano eleitoral é fogo!

DiálogoSilvia Massocatto, que hoje está “quarentando”  - Foto: Arquivo Pessoal

 

DiálogoDra. Giovanna Gusmão Ribeiro - Arquivo Pessoal

“Noves fora...”

A guerra eleitoral não estaria só entre os pré-candidatos, na majoritária e nas proporcionais, avalia importante político. Segundo ele, o embate se verifica também entre as agências de pesquisas, incluindo as de todos os calibres: as sérias por serem confiáfeis, as que nunca acertam nada, as que têm histórico de apresentar números do “desejo do contratante” e as dos números fantasiosos. Afirmou que as confiáveis, se conta nos dedosde uma só mão. Só!...

Holofotes

A manifestação do pré-candidato ao governo Renato Gomes (DC) durante solenidade na Assembleia Legislativa de MS, dia 20, foi considerada desproposital que só. Ele causou tumulto e foi retirado por seguranças, depois que, aos brados, protestou sobre  valor investido na construção do estacionamento vertical. Nos bastidores, a avaliação é  que o episódio serviu mais para atrair atenção por denuncismo feito sem apresentação de provas.

Números

A Câmara Municipal de Campo Grande realiza na próxima segunda-feira (25), às 9h, audiência pública para prestação de contas da Sesau referente ao primeiro quadrimestre de 2026. O debate foi convocado pela Comissão de Saúde. O secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, deverá apresentar números da pasta e responder questionamentos sobre unidades de saúde, medicamentos, insumos e atendimento. A prestação ocorre a cada quatro meses para fiscalização da aplicação dos recursos públicos. Mas...

ANIVERSARIANTES 

Silvia Helena Bonfim Massocatto;
Maria Leonor Castilho Guimarães;
Dr. Alberto Jorge Felix Costa;
Sarah Nantes Barbosa Genta;
Nadja Said Velasquez Maksoud;
Valéria Alves Setti;
Carlos Magno Guedes de Melo;
Edno Vicente Pereira;
Solange de Lima Cavalheiro;
José Moreira Neto;
Luzia Candido Bueno;
Evanilda Vieira de Oliveira;
Ruy Graças Gomes;
Isidoro Moraes;
Gerivaldo Cerqueira de Carvalho;
Maria Emília Brasil;
Munir Caram Anbar;
Helio Miyahira;
Jayra Pinto da Luz Ajala;
Paulo Dagenam Moreira;
Wilson Vilhalba Delgado;
Itamar Rodrigues Chaveiro;
Dayse Mônica Bobadilla;
Dr. Waldomiro Avelino de Rezende;
Dr. Osmar Rabelo de Andrade;
Nelson Szukala;
Dr. Renato Rosa Fernandes;
Ivan Souza;
Priscila Sanches;
Evanilde Lourenço;
Marlene Pereira;
Pastor Barbosa;
Samuel Moretto;
Iuri Holsback Rocha;
Maria Cristina Rodrigues Arantes;
Dr. José Silvio Gomes;
Francisca de Assis Santos;
Marcos Antonio Souza de Oliveira;
Lydia Santos;
Felício Gomes;
Milton Fernandes de Brito;
Valter Pereira Alves Júnior;
Nidia Witcov Candia;
Gerson Antonio de Souza;
Maria Helena Furtado;
Maria Luiza Camy;
Beatricce Colete Bruno;
Thomaz José Felix Bezerra;
Carlos Eduardo da Silva Bessa;
Irene Nogueira Raslan;
Antônio Epifácio Teodoro;
Anita Espíndola de Araújo;
Laura Raquel Flôres;
Fátima Nogueira de Oliveira;
José Antônio Vieira;
Márcia Maria de Souza;
Lilian da Silva Mendes;
Carolina Celeste da Silva;
Humberto Martins de Souza;
Denise Gomes Assis;
Maria Lucila Auto;
Geraldo Figueira de Arruda;
Maria Clara Lima de Almeida;
Henrique Conrado Vieira;
Vilma Elisa Gomes da Silva;
Maria Auxiliadora Junqueira;
Irma Celeste Pereira;
José Inácio Meira da Silva;
Gildo Oliveira da Silva;
Iolanda José Chacha Trad;
Ana Maria Weiss de Camargo;
Celso Borges de Mendonça Filho;
Pedro Alves da Silva Filho;
Rogério Alencar da Silva;
Rita de Cássia de Lima e Silva;
Carolina Rainche;
Tercila Correa Gomes;
Angélica Dias de Oliveira;
Elenice Rodrigues Cardoso;
Lourival Rodrigues da Silva;
Audinéia Fernandes Guimarães Nogueira;
Taiguara Onishi;
Cláudia Durand Zwarg;
Glaucy da Conceição Ortiz;
Hedyl Marcos Benzi;
Jandir Roberto Manica Junior;
Semi Kalil Georges;
Silvio Santos Lacerda;
Otacil de Souza Nogueira;
Dalton de Oliveira;
Francisco Cesar Moura Júnior;
Mariana Essir Simioli;
Ricardo Vieira Poletto;
Augusto Julian de Camargo Fontoura;
Taiani Tiemi Shirado Sakihama;
Hallan Bispo Coelho;
Jeferson dos Santos Soares;
Maria Carmem Cerejo Cabalheiro;
André Matsushita Gonçalves;
Giuliano Perez Maquerte;
Cassia Mariano Perez;
Emiliane Ferreira de Amorim;
Child Maria Alves Mambelli;
Francisca Rosa de Oliveira;
Márcio Alexandre Menegazzo;
Edilson Belone;
Larissa Machado Matos Catelan;
Flávia Franco Simioli;
Ana Priscilla Salles Rubinszteyn;
Ildeberto de Santana. 

Colaborou com Tatyane Gameiro

 

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