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Bem-estar B+: Dia da Banana: conheça 6 mitos e verdades sobre a fruta

Com alto teor de potássio, dopamina e vitaminas C e B6, a banana é uma excelente opção para incluir no cardápio diário.

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A banana é uma das frutas mais consumidas no País e, por sua popularidade, ganhou um dia só seu comemorado em 22 de setembro. Além disso, a queridinha dos brasileiros carrega uma série de benefícios para a saúde. O Dr. Thiago Viana, nutrólogo e médico do esporte, avalia que a fruta é uma excelente fonte de vitamina B6, essencial para a função cerebral e para a formação de neurotransmissores que auxiliam o sistema nervoso.

A banana ainda possui outras propriedades benéficas pelo seu alto teor de potássio, auxiliando a regulação da pressão arterial, sendo um aliado importante na prevenção de doenças cardiovasculares. “Temos também as propriedades antioxidantes como a dopamina e vitamina C, que ajudam a combater o estresse oxidativo, fortalecendo o sistema imunológico”, explica Dr. Viana.

Contudo, incluir a fruta no cardápio diário oferece inúmeros outros benefícios à saúde, desmistificando mitos e reforçando as verdades de seu poder nutricional.



Em alusão ao Dia da Banana, Dr. Thiago Viana esclarece alguns mitos e verdades sobre a fruta.

1 - Banana emagrece?

Mito (em partes). A banana por si só não emagrece, mas pode ser parte saudável de uma dieta para controle de peso. Ela é nutritiva e fornece fibras que promovem saciedade. É relativamente baixa em calorias e, incorporada em uma dieta equilibrada e consumida com moderação, pode ajudar a manter a sensação de plenitude e auxiliar no gerenciamento do peso.

2 - Faz bem para a digestão?

Verdade. A banana contém fibras, especialmente a chamada pectina, que ajuda a regular o trânsito intestinal e melhora a digestão. Ela ainda pode aliviar a constipação, promovendo um sistema digestivo mais saudável.

3 - Melhora a saúde sexual?

Verdade. A banana pode contribuir para a saúde sexual devido ao seu alto teor de potássio e vitamina B6, que são importantes para a produção de hormônio, para a circulação sanguínea, regulação hormonal e para a função cardiovascular. Embora a banana não seja uma solução mágica, incluí-la em uma dieta equilibrada pode ajudar a saúde sexual.

4 - É boa para câimbra?

Verdade. A banana pode prevenir câimbras devido ao seu alto teor de potássio, um mineral essencial para a função muscular.

5 - Comer banana à noite faz mal?

Mito. Por ser uma excelente fonte de potássio e magnésio, a banana pode ajudar no relaxamento e melhorar a qualidade do sono.

6 - Causa gases?

Mito (em partes). A banana geralmente não causa gases para a maioria das pessoas. No entanto, em indivíduos sensíveis, o consumo excessivo pode contribuir para a produção de gases devido ao seu alto teor de fibras. Se você perceber desconforto, pode ser útil moderar a quantidade consumida.

Moda Correio B+

Entre Costuras & Cultura: Quando a moda entra em campo

Os looks usados pelos atletas chamaram a atenção do público e rapidamente se tornaram assunto nas redes sociais, nos programas esportivos e na imprensa.

06/06/2026 16h00

Entre Costuras & Cultura: Quando a moda entra em campo

Entre Costuras & Cultura: Quando a moda entra em campo Foto: Divulgação

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Nos últimos dias, a chegada dos jogadores da Seleção Brasileira para os compromissos oficiais gerou uma discussão que ultrapassou o universo esportivo. Os looks usados pelos atletas chamaram a atenção do público e rapidamente se tornaram assunto nas redes sociais, nos programas esportivos e na imprensa.

Desta vez, porém, não se tratava de escolhas individuais dos jogadores. Os trajes foram desenvolvidos por Ricardo Almeida, um dos nomes mais conhecidos da alfaiataria masculina brasileira e responsável pela imagem institucional da delegação fora dos gramados.

O que poderia ser apenas uma apresentação oficial transformou-se em um interessante fenômeno cultural. As imagens despertaram diferentes reações e mostraram como a moda continua sendo uma poderosa ferramenta de comunicação.

As comparações com outras seleções surgiram rapidamente. Entre elas, a seleção do Japão recebeu diversos elogios nas redes sociais pela proposta considerada elegante, contemporânea e alinhada à sua identidade cultural. Ao mesmo tempo, muitos brasileiros passaram a discutir se os trajes escolhidos para a nossa seleção representavam aquilo que entendem como a imagem do Brasil.

Entre os comentários mais frequentes estava a percepção de que faltou “brasilidade” à composição. Para parte do público, a escolha poderia ter incorporado mais elementos associados à cultura nacional, seja por meio das cores, da criatividade ou de referências visuais que remetem imediatamente ao país.

Outros enxergaram na proposta uma tentativa de transmitir sofisticação, formalidade e uma imagem mais internacional da equipe.

Entre Costuras & Cultura: Quando a moda entra em campoO estilista Ricardo Almeida - Divulgação

Independentemente das opiniões, o episódio evidencia algo cada vez mais presente no esporte moderno: a construção da imagem vai muito além do desempenho em campo. Hoje, atletas, clubes e seleções são também marcas globais, observadas não apenas por suas conquistas, mas pela forma como se apresentam ao mundo.

A moda sempre desempenhou esse papel. Muito antes de falar sobre tendências, ela fala sobre identidade, pertencimento e representação, e quando o assunto envolve a Seleção Brasileira, qualquer escolha visual ganha ainda mais significado, afinal estamos falando de um dos símbolos mais reconhecidos do país.

Talvez seja justamente por isso que o debate tenha despertado tanto interesse. A discussão não ficou restrita ao corte do terno, à modelagem ou à escolha das peças. Ela abriu espaço para uma conversa maior sobre o que entendemos como elegância, identidade nacional e representação cultural.

Mais do que decidir se a escolha agradou ou não, vale observar o que essa repercussão revela sobre a relação dos brasileiros com seus símbolos. Em um mundo cada vez mais visual, a imagem comunica antes mesmo das palavras.

E você, o que achou dos trajes assinados por Ricardo Almeida para a Seleção Brasileira? A proposta representou bem a imagem do país ou você também sentiu falta de elementos que expressassem mais a brasilidade?

Antes de copiar tendências ou seguir padrões, vale lembrar que a verdadeira elegância nasce da identidade. Seja na moda pessoal ou na representação de uma nação, estilo é, acima de tudo, uma forma de comunicar quem somos.
 

Saúde Correio B+

Alergias no outono: especialista explica como prevenir as "ites" durante o período seco

Baixa umidade, frio e aumento da circulação de poeira e ácaros favorecem crises respiratórias e dermatológicas nesta época do ano

06/06/2026 14h30

Alergias no outono: especialista explica como prevenir as

Alergias no outono: especialista explica como prevenir as "ites" durante o período seco Foto: Divulgação

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Com a chegada do outono e a proximidade do inverno, é comum o aumento dos casos de alergias respiratórias e dermatológicas, especialmente entre pessoas que convivem com as chamadas “ites”, como rinite, sinusite, bronquite alérgica e dermatite.

O clima seco, as temperaturas mais baixas e a maior concentração de agentes irritantes no ar tornam este período ainda mais desafiador para quem já possui predisposição alérgica.

Polens, ácaros, mofo, poeira e poluição tendem a se intensificar nesta época do ano devido à baixa umidade relativa do ar, o que favorece sintomas como espirros, coriza, obstrução nasal, coceira no nariz, ouvido e garganta, além de tosse e falta de ar.

De acordo com o otorrinolaringologista Caio Simão, do Hospital HSANP, alguns hábitos podem ajudar o organismo a enfrentar melhor as alergias ao longo de todo o ano.

“Alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas e o consumo adequado de vitaminas, principalmente a vitamina C, contribuem para fortalecer o organismo. Mesmo quando não representam quadros graves, as alergias impactam diretamente a qualidade de vida dos pacientes”, explica.

Além das alergias respiratórias, as dermatites também se tornam mais frequentes no outono devido ao ressecamento da pele. Segundo o especialista, o uso prolongado de fones de ouvido em ambientes externos pode agravar casos de dermatite na região auricular.

“Coceira persistente, descamação da pele e vermelhidão são sintomas comuns. Em situações mais severas, também podem surgir secreções e sensação de ouvido tampado”, complementa Caio Simão.

Entre as principais recomendações para reduzir os sintomas alérgicos estão o uso de umidificadores de ar, a higienização frequente de roupas de cama, cortinas e ambientes fechados, além da ventilação adequada dos cômodos.

Para pacientes com alergias crônicas, a imunoterapia alérgeno-específica também pode ser uma alternativa. “Esse tratamento ajuda o sistema imunológico a responder melhor aos agentes causadores das alergias, reduzindo a intensidade das crises ao longo do tempo”, finaliza o otorrinolaringologista.

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