Correio B

DIÁLOGO

Confira a coluna Diálogo, na íntegra, desta segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Alvin Toffler - escritor americano

Você tem que pensar em coisas grandes, enquanto você está fazendo coisas pequenas, de modo que todas as pequenas coisas caminhem na direção certa”.

FELPUDA

Runião prevista para esta semana no ninho tucano seria, segundo os bastidores, apenas para ser colocado na mesa o nome do “ungido” para compor a chapa a ser eleita para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

O objetivo é apagar o incêndio e jogar água nas brasas, mas sem se importar com a fumaça,
que no fim acaba se dissipando. O martelo já teria sido batido entre as lideranças, e o encontro seria mais com o objetivo de comunicar a todos quem será quem, sem trocadilho, na ordem do dia.

Divulgação: Aprosoja/MS

 

A partir desta segunda-feira até o dia 27, o presidente da Associação de Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul e embaixador do carbono pela multinacional Bayer, André Dobashi, participará da reunião anual de 2023 da Aliança Nacional de Consultores Independentes de Culturas (Naicc), em Nashville, no Tennessee, Estados Unidos.

Ele cumprirá agenda com o Conselho Nacional da Soja dos EUA e com a Associação de Produtores de Soja do Tennessee, visando discutir sobre intercâmbio de tecnologias, soluções sustentáveis e educação para sustentabilidade no campo.

“Será mais uma grande oportunidade para expormos o trabalho que já vem sendo desenvolvido com muita eficiência pelo produtor sul-mato-grossense, por meio da adoção de tecnologias disponibilizadas pelas associações, fundações de pesquisa, universidades e órgãos governamentais”, afirmou André Dobashi.

 Maria Elisa Naglis com as netas Lorena e Maitê
Isis Valverde

Quem?

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de MS é composta por sete cargos, o que significa que os partidos que formarão a base aliada do governador Eduardo Riedel (PSDB) deverão ser contemplados.

A chapa, que nos últimos anos tem sido de consenso, traria representantes de PSDB, PP, PL, Republicanos, PDT, Patriota e PT. Com essa formação, e pelo número de parlamentares que cada uma dessas siglas têm, pode-se dizer que pelo menos 14 dos 24 votos já estariam garantidos no dia da eleição, em 1º de fevereiro.

Laços

Os demais partidos, embora não sejam, pelo menos por enquanto, da base aliada, têm alguns
dos deputados com laços no governo do PSDB.

É o caso do MDB: dois dos três deputados apoiaram Eduardo Riedel nas últimas eleições e poderão ganhar um cargo na futura Mesa.

No Podemos, o único parlamentar eleito já foi do ninho tucano por muito tempo. O mesmo acontece com o também único deputado eleito pelo União Brasil, que exerceu vários cargos de primeiro escalão e direção de autarquias na administração do PSDB. Assim, deverão votar a favor da chapa a ser apresentada.
 

Data

Os frentistas de MS já tem um dia para chamar de seu. No fim do ano passado, foi sancionada lei criando o dia estadual da classe, que será comemorado anualmente no dia 4 de março.

A proposta foi apresentada pelo deputado Herculano Borges e aprovada pela Assembleia Legislativa.

aniversariantes

  • Zilá Vilas Boas Soares,
  • José Pedro da Silva (Pedro Silva),
  • Marly Corrêa de Almeida Serra,
  • Dr. José Luiz Mikimba Pereira,
  • Gisele Romeiro,
  • Adriano Ferreira da Silva,
  • Gentil Zoccante,
  • Olga Takako Nakaya,
  • Gleize Okumoto,
  • Joaquim Pinheiro Vasconcelos,
  • Valdeir Dias da Silva,
  • Sarah de Sales Pereira,
  • Paulo Machado Borges,
  • José Aparecido Benatti,
  • Osmir José da Costa Prado,
  • Valdo Anderson Boscarski,
  • Alzira Lourenço Freire,
  • Ricardo Trefzger Ballock,
  • Adriana Orrico Carvalho,
  • Geraldo Filgueiras,
  • Elza Pereira Queiroz,
  • Gabriel de Emilio,
  • Paulo Rebuá Siufi,
  • Dr. Renê Siufi,
  • William Douglas de Souza Brito,
  • Dirce Anastácio Rodrigues,
  • Manoel Fernando das Neves Bento,
  • Dra. Rita Aracaqui Takita,
  • Mauro Fascincani,
  • Edson Martins Moraes,
  • Yonez Oliveira Santos,
  • Maria Eduarda do Amaral Gomez,
  • Vânia Alves Corrêa,
  • Keylla Cristina Almeida Miranda,
  • Nildo Alves de Albres,
  • Ana Silvia Elias Veiga,
  • Nicodemo Sarubbi Filho,
  • Josefina Coelho,
  • Aristides Ferreira,
  • Victor Hugo Motta,
  • Daisy Cesco Fieschi,
  • Iliê Vidal,
  • Élio Benzi Filho,
  • Júlio Rodrigues Maffei Filho,
  • Luís Fernando Barbosa Pasquini,
  • Ana de Almeida Vargas Batista,
  • Clóvis Wilson Matto Grosso Pereira, Ruth Ribeiro da Costa,
  • Fátima Machado Muniz Garcia,
  • Marilza Holsback Rocha,
  • Giocondo Facchin,
  • Edson Simão Cadacho,
  • Antônio Bitencourt do Amaral,
  • Marilda Rosa Cafure Barrera,
  • Suely de Andrade Araújo,
  • Maurílio Xavier,
  • Florinda Ferreira de Araújo,
  • Mauricinéia Alves Chaves,
  • Laura Lúcia Souza,
  • Alice Maria Oliveira,
  • Marta Lúcia da Silva Martinez,
  • Eloah Mello da Cunha,
  • Valdir Flausino,
  • Gentil Pasqual Abati,
  • Márcio Barros de Oliveira,
  • Mauricio de Souza,
  • Rubia Mitla Orso Gobbo,
  • Stevão Martins Lopes,
  • Túlio Ferreira Pinheiro,
  • Beatriz Cristina Knorr Deiss, Agnaldo Ferreira Gonçalves,
  • Keila Santos Lima,
  • Maria Eugênia Barros,
  • Juliana Maffei,
  • Divina Lúcia Batista,
  • Nayara Sampaio Costa Souza Lima,
  • Fernando Monteiro Scaff,
  • Sandra Valeria Mazucato,
  • André Luis Pereira de Freitas,
  • Edcarlos Sampaio Costa,
  • Fernando Hampe Bocchese,
  • José Carlos Florencio da Silva,
  • Antonio Marco Maldonado,
  • André Luiz Becker dos Santos,
  • Rinaldo Delmondes,
  • Maria Eva Rodrigues Leguica,
  • Gislene Biagi de Lima,
  • José Raimundo Pinto Filho,
  • Eduardo Ferrari,
  • Aparecida de Fatima Riqueti Rodrigues,
  • Guilherme Lara Diniz Brandão,
  • Anna Claudya Sant’ana da Costa,
  • Dr. Jony Afonso Gonçalves Domingues,
  • Cleber Tejada de Almeida,
  • João Marques de Oliveira,
  • Denise Alves Faria,
  • Luiz Douglas Bonim,
  • Silvio Godoy,
  • Micaela Íris Cabral Raimundo,
  • Maria Emília Xavier Lopes
  • de Almeida,
  • Maria Elisa Barbosa Tôrres,
  • Lúcia Helena Xavier da Silva,
  • Soraya Queiroz de Araújo,
  • Luiz Alberto de Freitas Lima,
  • Enrico Oliveira Chaves,
  • Cátia dos Santos Costa,
  • Carlos Barros Flôres,
  • Melissa Rocha Garcia,
  • Luiz Alberto Macedo.

colaborou tatyane gameiro

Cinema Correio B+

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar

A atriz chilena, homenageada da quarta edição do Bonito CineSur, que começa nesta sexta-feira, 24 de julho, em Mato Grosso do Sul, construiu boa parte de sua carreira justamente interpretando mulheres que o cinema durante décadas teria colocado na lateral

25/07/2026 13h00

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar Foto: Divulgação

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Não é nenhuma novidade ou segredo que o cinema sempre soube envelhecer seus homens. Eles ganham rugas, passado, autoridade, novos amores e, muitas vezes, mulheres bem mais jovens. Continuam heróis, amantes, homens em crise, homens em busca de uma segunda oportunidade. Com as mulheres, a história foi durante muito tempo bastante diferente.

Envelhecer significava, com frequência, deixar de ser desejada, deixar de desejar e, aos poucos, sair do centro da narrativa. Atrizes acima dos 40, inclusive, não tinham muitas ofertas de trabalho. Paulina García ajudou a bagunçar essa lógica.

A atriz chilena, homenageada da quarta edição do Bonito CineSur, que começa nesta sexta-feira, 24 de julho, em Mato Grosso do Sul, construiu boa parte de sua carreira justamente interpretando mulheres que o cinema durante décadas teria colocado na lateral da história.

Mulheres maduras, comuns, às vezes solitárias, sem qualquer vocação para heroínas, mas que ainda desejam, erram, se apaixonam, sentem medo e, principalmente, continuam mudando. O festival abre com Querido Trópico, seu trabalho mais recente a chegar ao Brasil, e coloca Paulina também no centro de uma conversa sobre protagonismo e resistência feminina no cinema sul-americano.

Claro que até por isso é inevitável falar dela sem voltar à Glória.

Em 2013, muito antes da discussão sobre a invisibilidade das mulheres maduras ganhar a dimensão que tem hoje, Paulina apareceu na tela como uma divorciada de meia-idade que frequentava bailes para solteiros, bebia, dançava, fazia sexo, se apaixonava pelo homem errado e continuava procurando alguma coisa que talvez nem ela soubesse exatamente definir.

Não havia transformação milagrosa, cirurgia, rejuvenescimento ou aquele velho roteiro em que uma mulher precisa ser salva por um novo amor para provar que sua vida ainda vale a pena.

Glória simplesmente queria viver. Pode parecer pouco, mas não era. Paulina ganhou o Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim por uma personagem cuja grande revolução estava justamente em não pedir desculpas por ainda desejar alguma coisa da vida. Recomendo que revejam ou vejam o filme: é lindo.

Porque existe uma diferença importante entre contar histórias sobre envelhecer e permitir que uma mulher envelhecida continue sendo uma personagem completa. Gloria não é admirável o tempo inteiro.

Também é carente, impulsiva, vulnerável e capaz de insistir numa relação que claramente lhe oferece menos do que deseja. Talvez seja justamente por isso que permanece tão viva. O filme não precisa transformá-la numa inspiração para justificar sua existência.

Quatro anos depois, em A Noiva do Deserto, Paulina voltou a ocupar um território parecido, embora por outro caminho. Teresa tem 54 anos e passou décadas trabalhando como empregada doméstica para a mesma família até ser obrigada a deixar aquela casa e atravessar o deserto argentino em busca de um novo emprego.

Depois de uma vida organizada em torno das necessidades dos outros, ela se vê literalmente deslocada, sem saber muito bem o que fazer com uma liberdade que não pediu.

O filme, exibido na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2017, transforma uma viagem aparentemente banal numa possibilidade tardia de descobrir que ainda existe vida fora do papel que lhe foi atribuído.

Há algo que aproxima Teresa de Glória sem que elas sejam a mesma mulher ou tenham o rosto de Paulina. Nenhuma das duas está começando a vida, mas nenhuma aceita que tudo o que importa já tenha acontecido. É uma ideia aparentemente simples que o cinema demorou surpreendentemente muito para compreender.

Quando a mulher que cuidou começa a precisar de cuidado

Agora, em Querido Trópico, essa questão ganha uma camada ainda mais delicada. Paulina interpreta Mercedes, uma mulher de classe alta que começa a enfrentar a demência e recebe os cuidados de Ana María, uma imigrante colombiana.

Entre duas mulheres separadas por classe, origem e circunstâncias, nasce uma relação construída justamente quando as identidades que cada uma sustentava começam a se mostrar frágeis.

E talvez esteja aí uma das perguntas mais dolorosas do filme: o que acontece quando a mulher que passou a vida ocupando determinados lugares — mãe, profissional, dona de casa, chefe, esposa, cuidadora de todos — começa a perder aquilo que usava para reconhecer a si mesma?

A memória é uma parte fundamental dessa identidade, mas não a única. Somos também aquilo que os outros lembram de nós, os vínculos que construímos, as funções que desempenhamos e até os papéis dos quais passamos anos tentando nos libertar.

Quando tudo isso começa a escapar, não desaparece apenas o passado. Fica ameaçada também a narrativa que construímos para explicar quem somos.

Em Querido Trópico, essa perda acontece diante de outra mulher cuja existência também é marcada pela precariedade. Ana María cuida, mas também precisa de cuidado.

Mercedes aparentemente tem poder, dinheiro e uma vida estabelecida, mas começa a perder o controle sobre aquilo que parecia mais íntimo e inalienável: a própria história. O encontro entre elas desmonta, aos poucos, a ideia simples de que uma é forte e a outra vulnerável.

Talvez esse seja também um dos fios invisíveis da trajetória de Paulina García. Suas personagens raramente são mulheres que “vencem” no sentido convencional. Elas não rejuvenescem, não recuperam magicamente tudo o que perderam e não terminam necessariamente com a vida organizada. O que conquistam é algo menos espetacular e, por isso mesmo, mais interessante: o direito de continuar existindo como sujeitos de suas próprias histórias.

Paulina em Querido Trópico e em Gloria

Envelhecer não deveria significar desaparecer

É curioso que ainda seja necessário chamar de revolucionário aquilo que deveria ser banal: uma mulher de 50, 60 ou mais anos ter desejo, medo, sexualidade, egoísmo, ambição, solidão e futuro. Até porque, o problema nunca foi apenas a falta de mulheres maduras nas telas, mas também porque sempre estiveram lá como mães, avós, esposas abandonadas, vizinhas ou cuidadoras.

Personagens que ajudavam alguém mais jovem a atravessar sua própria história. E a verdadeira mudança acontece quando a câmera permanece com elas depois que os outros vão embora.

Quando queremos saber o que Gloria fará depois daquele relacionamento. O que Teresa encontrará depois de atravessar o deserto. Quem Mercedes continuará sendo quando suas lembranças começarem a falhar.

Ao homenagear Paulina García, o CineSur acaba celebrando também uma atriz que passou anos fazendo uma coisa aparentemente pequena e profundamente política: recusando a ideia de que a vida feminina tem um ponto a partir do qual só resta olhar para trás.

Suas personagens olham para trás, naturalmente. Há perdas, arrependimentos, relações que deram errado e escolhas que talvez fizesse diferente. Mas ainda existe alguma coisa adiante. Justamente a parte que o cinema tem levado mais tempo para enxergar.

GASTRONOMIA

No Dia dos Avós, veja receitas cheias de afeto que mantêm vivas as memórias de família

Veja receitas cheias de afeto que mantêm vivas as memórias de família e transformam ingredientes simples em lembranças inesquecíveis

25/07/2026 10h00

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiares

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiares Pexels

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Poucas lembranças despertam tanta nostalgia quanto o aroma de um bolo recém-saído do forno, o cheiro do café passado na hora ou o sabor daquele doce preparado pela avó em tardes de domingo.

Em muitas famílias brasileiras, a cozinha sempre foi um espaço de encontros, de conversas e de transmissão de histórias, onde receitas escritas em cadernos antigos ou guardadas apenas na memória passam de geração em geração.

Celebrado no dia 26, o Dia dos Avós homenageia aqueles que ocupam um lugar especial na formação das famílias. Mais do que figuras de carinho e de acolhimento, avôs e avós são guardiões de tradições, costumes e sabores que ajudam a construir a identidade de cada família.

A data também convida filhos, netos e bisnetos a desacelerarem a rotina para compartilhar momentos juntos. E poucas formas simbolizam tão bem esse encontro quanto preparar ou saborear uma receita tradicional.

ORIGEM DA DATA

A celebração do Dia dos Avós tem origem na tradição cristã. O dia 26 de julho marca a homenagem a Santa Ana e São Joaquim, considerados os pais de Maria e, consequentemente, avós de Jesus Cristo.

Ao longo do tempo, a comemoração ganhou um significado mais amplo, tornando-se um momento para reconhecer a importância dos avós na educação, na transmissão de valores e no fortalecimento dos vínculos familiares.

No Brasil, a data é marcada por almoços especiais, visitas, reuniões familiares e demonstrações de carinho. Em muitos lares, também é a oportunidade perfeita para resgatar receitas antigas que contam parte da história da família.

HERANÇA AFETIVA

Muito antes da internet e dos livros de culinária modernos, eram as avós que ensinavam, na prática, os segredos da cozinha. Uma pitada “a olho”, o ponto certo da massa observado pelo toque das mãos ou o tempo de forno medido pelo aroma que se espalhava pela casa são conhecimentos que dificilmente aparecem em receitas escritas.

Esses saberes fazem parte do patrimônio cultural das famílias. Não é raro encontrar cadernos de receitas escritos à mão, muitas vezes manchados de farinha, manteiga ou café, guardados como verdadeiros tesouros.

Muito além de ensinar os pratos, os avós costumam transmitir valores como paciência, dedicação e cuidado com quem será servido. Afinal, cozinhar sempre foi uma forma de demonstrar afeto.

SABOR DA MEMÓRIA

A ciência explica que os aromas e sabores estão profundamente ligados às emoções. Isso acontece porque o olfato tem conexão direta com regiões do cérebro responsáveis pela memória e pelos sentimentos.

Por isso, experimentar novamente um arroz-doce, um bolo de fubá ou uma broa preparada como antigamente pode transportar uma pessoa imediatamente para a infância.

Essas lembranças ajudam a fortalecer o sentimento de pertencimento e mantêm vivas histórias familiares que passam de uma geração para outra.

RECEITAS SIMPLES

Apesar das mudanças nos hábitos alimentares, algumas preparações continuam presentes nas mesas brasileiras e atravessam décadas praticamente sem alterações.

Entre elas estão bolos caseiros, biscoitos amanteigados, arroz-doce, doce de leite, broas, cucas, rosquinhas, compotas e geleias feitas com frutas da estação.

São receitas que valorizam ingredientes simples, acessíveis e preparados com calma, respeitando o tempo de cada etapa.

Neste Dia dos Avós, preparar uma dessas receitas pode ser uma maneira especial de homenagear quem sempre demonstrou amor por meio da comida.

Bolo de Fubá Tradicional

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresBolo de Fubá Tradicional - Foto: Pexels

Ingredientes:

  • 3 ovos;
  • 2 xícaras (chá) de açúcar;
  • 2 xícaras (chá) de fubá;
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (chá) de leite;
  • ½ xícara (chá) de óleo;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico;
  • Erva-doce a gosto (opcional).

Modo de Preparo:

> Bata os ovos, o açúcar, o leite e o óleo;

> Acrescente o fubá e a farinha aos poucos, misturando até obter uma massa homogênea;

> Adicione o fermento e a erva-doce;

> Despeje em forma untada e asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos.

Broa de Milho

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresBroa de Milho - Foto: Pexels

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de fubá;
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (chá) de açúcar;
  • 100 g de manteiga;
  • 2 ovos;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico;
  • Leite até dar ponto.

Modo de Preparo:

Misture todos os ingredientes secos;

Acrescente a manteiga e os ovos;

Vá adicionando leite aos poucos até formar uma massa macia;

Modele pequenas broas, coloque em assadeira untada e asse a 180°C por cerca de 25 minutos, até ficarem levemente douradas.

Goiabada Cascão Caseira

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresGoiabada Cascão Caseira - Foto: Reprodução

Ingredientes:

  • 2 kg de goiabas maduras;
  • 1,5 kg de açúcar;
  • Suco de meio limão.

Modo de Preparo:

Lave as goiabas, corte em pedaços e retire apenas as partes muito duras;

Bata rapidamente no liquidificador e passe por uma peneira grossa para retirar sementes;

Leve a polpa ao fogo com o açúcar e o suco de limão;

Cozinhe em panela de fundo grosso, mexendo frequentemente, até adquirir consistência firme e de cor avermelhada. 
Coloque em recipiente untado e deixe esfriar completamente antes de servir.

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