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Cinema regional

Documentário premiado de diplomata aquidauanense terá estreia nacional em Bonito

"As Quatro Estações da Juventude", dirigido por Essi Rafael, estreia no Bonito CineSur após turnê internacional; Festival ocorre entre 19 e 27 de julho

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O documentário "As Quatro Estações da Juventude", dirigido pelo cineasta e diplomata Essi Rafael, natural de Aquidauana, está concorrendo ao prêmio de Melhor Filme Sul-Mato-Grossense no Bonito CineSur, que ocorrerá entre 19 e 27 de julho.

O filme, que já percorreu festivais internacionais em países como República Tcheca, EUA, Uruguai e Canadá, aborda de maneira profunda a vida de estudantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ao longo de uma década.

O enredo, baseado nas experiências do diretor, ex-estudante da universidade, revela os desafios e transformações enfrentados pelos jovens durante sua formação acadêmica, desde o momento em que adentram o ensino superior, até sua inserção no mercado de trabalho. 

 

 

Essi Rafael, além de dirigir, também contribuiu para a produção através de sua empresa, Casa de Cinema de Aquidauana. "Embora o filme se passe em São Carlos, ele é guiado pelo meu olhar, como um estudante de Aquidauana", afirma o diretor, atualmente residente em Brasília.

"As Quatro Estações da Juventude" marca o primeiro longa-metragem da Casa de Cinema de Aquidauana, que já produziu curtas de destaque como "Um Conto de Solidão" (2008), "Ela Veio me Ver" (2011) e "A TV Está Ligada" (2014).

Trajetória

A entrada de Essi na carreira de diplomata durante a produção do filme foi fundamental para que o projeto pudesse ser concluído. Com dificuldades para tocar a produção devido à falta de recursos em Campo Grande, sua mudança para São Paulo, para cursar Relações Internacionais na USP, abriu portas para novos financiamentos.

Essi Rafael, diplomata e diretor do documentário Essi Rafael, diplomata e diretor do documentário "As Quatro Estações da Juventude"

“Quando chegou o momento que a gente conseguiu financiamento para fechar o filme, foi um dos maiores alívios da minha vida. Isso foi, acho que 2019, por aí. Casou com os protestos pela educação do Bolsonaro, que ajudou a evidenciar o tema da educação do nosso filme. E desde então, o projeto tem um outro patamar”, relata.

Agora concluído, o documentário iniciou sua turnê em 5 de junho no Zlin Film Festival, na República Tcheca. Seguiu para a Filadélfia, onde participou do Philadelphia Latino Arts & Film Festival (PHLAFF), e depois para o Festival Internacional de Nuevo Cine Independiente, no Uruguai. Em setembro, "As Quatro Estações da Juventude" será exibido no Vancouver Latin American Film Festival, no Canadá, onde Essi Rafael concorrerá ao prêmio de Novos Diretores.

Anteriormente, em março do ano passado, o filme foi premiado no Festival Internacional de Cinema de Cartagena (FICCI), na Colômbia, recebendo o prêmio WIP Puerto Lab para filmes em finalização.

A estreia nacional para o público está prevista para o início de 2025, integrando o projeto Núcleo de Distribuição Cinema do Interior, contemplado pela Lei Paulo Gustavo. Com coordenação de Lucas Pelegrino, o projeto visa exibir filmes em salas tradicionais e alternativas. Além de "As Quatro Estações da Juventude", a coleção inclui:

  • "Estranhas Cotoveladas"
  • "Ivan"
  • "Teca e Tuti: Uma Noite na Biblioteca"

Bonito CineSur 

O Bonito CineSur (Festival de Cinema Sul-Americano de Bonito) é um espaço de encontro e integração do cinema e do audiovisual sul-americano, onde são reunidos profissionais de toda a América do Sul e apresentados seus melhores filmes.

Polo cultural de Mato Grosso do Sul, Bonito sedia festivais literários, de jazz e de inverno. E em 2023, o Bonito CineSur, em sua primeira edição, enriqueceu ainda mais o calendário cultural da cidade, do país e do continente com a exibição de 45 filmes de 12 países da América do Sul.

O Festival, apresentado pela atriz Dira Paes, conta com a participação de 26 instituições públicas e privadas na realização do projeto, que contribuem no fomento da economia criativa local por meio da contratação de profissionais de produção, equipamentos técnicos e de inúmeros serviços de hotéis, restaurantes e transportes terrestres e aéreos.

Além de "As Quatro Estações da Juventude", outras cinco produção concorrem pelo título de Melhor Filme Sul-Mato-Grossense:

Símbolos da juventude

Na noite de 18 de novembro de 2023, Gabriel Mongenot Santana Milhomem Santos, de 25 anos, foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte) na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. 

O jovem, que estava na cidade para assistir ao show da cantora norte-americana Taylor Swift, era primo de Essi Rafael, que relembra do estudante como um prodígio na família, que chegou a desistir de Medicina na UEMS para cursar Engenharia Aeroespacial na UFMG.

“A gente sempre vai lembrar dele como universitário. O Gabriel era um dos caras mais inteligentes da família... No Brasil a gente tem muito disso, né? Claro, não precisa ser um exemplo trágico, mas é super normal a pessoa querer, sonhar e deixar de fazer uma coisa por diversas razões. Desigualdade que a gente tem, dificuldade de acesso, etc. Então essa coisa do Brasil como país do futuro que nunca chega, esse tipo de coisa que eu acho que é um pouco dos pontos do filme”, afirma. 

Gabriel é um símbolo da juventude brasileira. Um dos vários que Essi pôde observar ao longo da história do documentário e de sua vida, que são, em certo ponto, indissociáveis. “Eu sinto que esse filme está presente em mais da metade da minha vida. Talvez seja um negócio estranho não ter que trabalhar com esse filme daqui para frente”, diz.

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memória

Documentário conta a história da primeira prefeita da Capital

Produção da TV Câmara reúne depoimentos e imagens históricas cedidas pelo Correio do Estado para resgatar a trajetória de Nelly Bacha, professora, vereadora e prefeita interina de Campo Grande

06/07/2026 08h30

Nelly Bacha é descrita por familiares e colegas como uma mulher combativa e à frente de seu tempo

Nelly Bacha é descrita por familiares e colegas como uma mulher combativa e à frente de seu tempo Arquivo/Correio do Estado

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Arrancar um pedaço de asfalto recém-construído, levá-lo para dentro da Câmara Municipal de Campo Grande e colocá-lo sobre a mesa durante uma sessão.

A cena, lembrada por familiares mais de quatro décadas depois, talvez seja a que melhor sintetize a personalidade de Nelly Bacha.

Professora, sindicalista, vereadora, presidente da Câmara Municipal da Capital e a primeira mulher a assumir a Prefeitura de Campo Grande, ela fez da fiscalização e do enfrentamento sua marca na política.

A TV Câmara lançou na semana passada uma edição especial do programa “Memórias da Câmara”, dedicada à trajetória de Nelly Bacha, reunindo depoimentos de familiares, ex-assessores e políticos que dividiram com ela os principais momentos da vida pública.

O documentário, disponível no site da Câmara Municipal de Campo Grande, também recupera imagens históricas cedidas pelo Correio do Estado, cujo acervo ajudou a reconstruir visualmente momentos marcantes da carreira da ex-vereadora.

Produzido dentro do projeto Memórias do Legislativo Municipal – Resgate Histórico da Câmara de Campo Grande-MS, o documentário preserva não apenas a memória de uma parlamentar, mas também de uma época em que poucas mulheres ocupavam espaços de poder e em que fazer oposição à ditadura militar exigia coragem.

DA ESCOLA PARA A POLÍTICA

Nascida em Corumbá, emno dia 2 de agosto de 1941, Nelly Bacha chegou ainda criança a Campo Grande, cidade onde construiria sua história.

Muito antes de disputar eleições, sua atuação já chamava a atenção na educação. Professora da Escola Estadual Maria Constança Barros Machado, formou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e, posteriormente, em Direito pela antiga FUMAT. Também presidiu a Associação Campo-Grandense de Professores (ACP), período em que intensificou a defesa da valorização dos docentes. A educação, aliás, nunca deixou de ser a sua principal bandeira.

Segundo a cunhada, Marina Bacha, ela acreditava que transformar a sociedade passava, necessariamente, pela escola.

“Ela incentivava as mães a levarem os filhos para estudar, lutava por melhores condições para os professores e acreditava que a educação podia mudar o mundo”, afirma no documentário.

Essa preocupação levou Nelly a criar clubes de mães para aproximar as famílias das escolas, além de defender a capacitação profissional para docentes e melhores condições de trabalho para a categoria.

UMA VEREADORA ATUANTE

Quando foi eleita vereadora, em 1972, Nelly Bacha tornou-se a terceira mulher a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de Campo Grande. Mas rapidamente mostrou que não seria apenas mais um nome entre os parlamentares.

A advogada Elenice Carille, que trabalhou ao seu lado, lembra que a então vereadora fazia questão de conhecer de perto os problemas da cidade.

“Ela gostava de visitar os bairros, conversar com as pessoas e acompanhar trabalhos sociais. Se encontrasse um banheiro de escola sem funcionar ou qualquer outro problema, já cobrava providências. Fazia discurso na Câmara e depois ia atrás do prefeito e dos secretários”, relembra.

Era um estilo de atuação que dispensava bastidores. “Ela não gostava de política feita nos corredores. Preferia enfrentar os problemas diretamente”, pontua.

O PEDAÇO DE ASFALTO

Entre os inúmeros episódios lembrados no documentário, um se tornou símbolo da forma como Nelly fazia política.

Ao perceber que um asfalto recém-executado apresentava péssima qualidade, ela retirou um pedaço da pavimentação e levou o material para a Câmara Municipal.

Durante a sessão, colocou a pedra sobre a mesa e questionou os colegas. “É esse o asfalto que vocês querem para Campo Grande?”, indagou a então vereadora.

A história é contada por Marina Bacha, que recorda a indignação da ex-vereadora diante do desperdício de recursos públicos. “A cobrança dela era muito firme. Ela não aceitava esse tipo de situação”, conta a cunhada.

CORAGEM EM MEIO À REPRESSÃO

A atuação de Nelly Bacha ultrapassou os limites do Legislativo municipal. Ela participou da estruturação do MDB em Mato Grosso do Sul, legenda que representava a principal força de oposição ao regime militar.

Em uma época marcada pela repressão e pelo medo, sua presença nas reuniões políticas ajudava a incentivar outras mulheres a participarem da vida pública.

O ex-senador Valter Pereira lembra que poucos enfrentavam a ditadura com tanta firmeza. “A Nelly sempre foi uma mulher destemida. Ela não poupava os poderosos. Tinha formação ideológica consistente e não temia a voz grossa dos homens nem as ameaças da ditadura”, recorda.

Segundo ele, sua atuação também foi decisiva para ampliar a participação feminina no partido. “Muitas mulheres passaram a participar da militância por influência dela. Outras convenceram seus próprios maridos a se envolverem na política”, afirma.

Um dos discursos preservados pelo documentário mostra sua defesa da democratização da escolha dos prefeitos.

“Hoje Campo Grande já tem seus legítimos representantes do povo da Capital, empossados no órgão máximo de representação. Mas ainda não temos a plenitude democrática que desejamos”, discursou Nelly.

A PRIMEIRA PREFEITA

Em março de 1983, Nelly Bacha escreveu mais um capítulo da história política de Campo Grande.

Na condição de presidente da Câmara Municipal, assumiu interinamente a prefeitura, tornando-se a primeira mulher a governar a Capital.

Na época, prefeitos das capitais ainda eram indicados, e não eleitos diretamente pela população.

Embora tenha permanecido pouco mais de dois meses no cargo, familiares lembram que ela aproveitou o curto período para resolver problemas urgentes da administração.

Marina Bacha recorda que havia quatro folhas salariais atrasadas quando Nelly assumiu. “Ela colocou tudo em dia. Entendia que o servidor precisava receber para sustentar sua família”, relembra.

Também priorizou reformas e melhorias em escolas, área que continuava sendo sua principal preocupação.

O ex-governador André Puccinelli, que conviveu com Nelly naquele período, resume sua personalidade. “A Nelly era determinada. Era durona. Não levava desaforo para casa”, afirma.

RECONHECIMENTO

Para quem conviveu com Nelly Bacha, a palavra “pioneira” resume bem sua trajetória.

O ex-senador Waldemir Moka recorda que, quando chegou à Câmara Municipal, apenas duas mulheres ocupavam cadeiras entre os 21 vereadores.

“A Nelly rompeu muitas barreiras. Foi uma vereadora valente, combativa e permaneceu fiel ao MDB durante toda a sua trajetória”, pontua o colega.

Depois de deixar o Legislativo, em 1988, ela continuou participando das campanhas do partido e passou a atuar como advogada, atendendo gratuitamente sindicatos e trabalhadores, principalmente em causas trabalhistas.

LEGADO PRESERVADO

Nelly Bacha é descrita por familiares e colegas como uma mulher combativa e à frente de seu tempoApós a gestão de Nelly Bacha, Lúdio Coelho assumiu a prefeitura da Capital, em maio de 1988 - Foto: Arquivo/Correio do Estado

Durante a produção do documentário, a equipe da TV Câmara visitou Nelly Bacha em sua residência. Diagnosticada com Parkinson, ela já estava acamada havia alguns anos, mas permanecia lúcida.

Por decisão própria, preferiu não aparecer diante das câmeras. Ainda assim, acompanhou com satisfação a iniciativa de registrar sua trajetória.

Pouco tempo depois, em 8 de abril deste ano, morreu aos 84 anos. Atendendo a um desejo manifestado às cuidadoras, sua despedida aconteceu justamente na Câmara Municipal de Campo Grande, espaço onde escreveu boa parte de sua história.

Para reconstruir essa trajetória, o documentário recorreu não apenas aos depoimentos de quem conviveu com Nelly, mas também a um importante patrimônio histórico da imprensa sul-mato-grossense.

As fotografias e imagens de arquivo utilizadas na produção foram cedidas pelo Correio do Estado, permitindo que momentos marcantes da carreira da ex-vereadora voltassem a ganhar vida e aproximando o público de diferentes fases da política campo-grandense.

A edição dedicada a Nelly Bacha é a terceira produzida pelo programa “Memórias da Câmara”. Antes dela, a iniciativa resgatou a história de Oliva Enciso – primeira vereadora de Campo Grande e primeira deputada estadual de Mato Grosso antes da divisão do Estado – e do ex-vereador e ex-presidente da Câmara Antônio Braga.

FELPUDA

"Enquanto boa parte dos brasileiros segue literalmente pegando o boi"...Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira (6)

06/07/2026 00h01

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Fernando Teixeira de Andrade - escritor brasileiro

"Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades.  Para viver a dois, antes, é necessário ser um”.

 

FELPUDA

Enquanto boa parte dos brasileiros segue literalmente pegando o boi pelos chifres para enfrentar a inflação  e fazer o salário chegar ao fim do mês, em Parintins (AM) os bois andam bem alimentados. O Ministério da Cultura autorizou a captação de mais de R$ 13 milhões, via Lei Rouanet, para o festival deste ano, dos quais cerca de R$ 9,5 milhões foram destinados ao espetáculo na arena. Cultura merece incentivo, ninguém discute. O difícil é convencer quem está fazendo compras, e contas no supermercado, enfrentando o “festival” de aumentos dos produtos e serviços. Afe!

Memória

O deputado Pedro Kemp (PT) descobriu agora que o Credcesta virou problema e quer suspender os descontos dos servidores. A preocupação é compreensível. Curioso é esquecer que essa modalidade nasceu na Bahia, sob governos petistas, vendida como solução para o funcionalismo.  

Mais

Hoje, o partido trata  como vilão um modelo  que ajudou a colocar  em circulação.  Na política, a memória costuma ter juros altos: cobra dos adversários, mas concede generosa carência quando a conta é da própria casa.

Beto Pereira e Sonaira - Arquivo Pessoal
Dra. Natália Vogt - Arquivo Pessoal

"Pires"

O pré-candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL) aponta  a realidade dos municípios de MS e dos outros estados: todos de “pires na mão”. Segundo ele, a estrutura do pacto federativo hoje é uma barreira ao desenvolvimento  das cidades, obrigando esses gestores a peregrinarem por Brasília em busca de recursos que, muitas vezes, não chegam. Azambuja defende mudança da concentração nas mãos da União dos 58% de tudo que é pago de impostos no País.

Teimosia

O deputado federal Marcos Pollon continua insistindo em sua  pré-candidatura ao Senado, mesmo sabendo que a escolha já foi feita. O presidente nacional do PL, Waldemar da Costa Neto, anunciou Capitão Contar para a segunda vaga. Até então, Pollon tinha o aval da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que divulgou uma carta do seu marido, indicando o nome do parlamentar. Como ela bateu  de frente com o presidenciável Flávio Bolsonaro...

Oi?!...

A Câmara dos Deputados ensaia criar o Pix da Leitura, que prevê incentivo financeiro para quem comprovar que leu um livro, sem prova, sem nota e sem avaliação. Bastará um comentário, um áudio ou um resumo. Se a moda pegar, não falta quem pergunte quando virá o Pix da Caminhada ou da Louça Lavada. O autor é o deputado Duda Ramos (Podemos-RR) que pretende romper a lógica que trata a leitura como obrigação escolar ou prática  de elite, transformando-a em um ato valorizado e recompensado. O relator é Alexandre Lindenmeyer (PT-RS). Como se vê...

Aniversariantes

Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias,
Dr. Milton Nakao,
Rosana Maiolino Volpe,
Dr. Mauricio Coutinho Anache,
Nabia Maksoud,
Aparecido Barros Ramos,
José Chaves de Oliveira,
Nedy Rodrigues Borges,
Ricardo Cesar Alves,
Juraci Lemes de Oliveira,
Erasmo Correa Souza,
Antonio Sergio Cartano,
Osair Pires Esvicero Júnior,
João do Nascimento Tomicha,
Dr. Evaldo Borges Rodrigues da Costa,
Cícera Maria de Souza da Silva,
Sarah Fiusa,
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Bruna Teixeira Domingues,
Dr. Márcio Tércius Romano Bacha,
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Amâncio Vitorino Delfino,
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Sílvio da Silva,
Dr. Rubens de Almeida,
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Penélope Mota Calarge,
Cynthia Kinoshita,
Karina Nogueira,
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Armando Leonel da Silva,
Milena Rosa Di Giacomo Adri Faverão,
Dr. João Evangelista de Carvalho Neto,
Pericles Garcia Santos,
Maria do Carmo Filgueiras,
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Colaborou Tatyane Gameiro

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