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Festa da Linguiça de Maracaju começa nesta sexta (2)

Serão três dias de evento com mais de 20 toneladas da iguaria para consumo e venda

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A 29ª Festa da Linguiça de Maracaju, que se inicia na sexta-feira (2), terá três dias de programação. Com preparo 100% sul-mato-grossense, o evento faz parte da Rota MS Gastronômica.

A festa deve receber aproximadamente 30 mil pessoas nos três dias de evento, que ocorrem no parque de exposições.

Mais de 20 toneladas de linguiça foram preparadas para serem consumidas e comercializadas in natura durante o evento.

O show de abertura ficará por conta de Henrique Souza, e no sábado (3), quem anima o público é Vivi Ajala,  atrações encaminhadas pela Fundação de Cultura.

Atrações


Além da famosa linguiça de Maracaju, durante todo o evento haverá apresentações diversificadas.

A Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) apresenta ao público a performance do grupo de dança Blitz, com direção de Pamela Neitzke, no sábado às 15h e no domingo às 14h.

O grupo Batucando Histórias promete animar os pequenos no domingo (5), com uma apresentação para toda a família. Além disso, a criançada poderá se divertir com brinquedos infláveis.

A Casa do Artesão Itinerante contará com expositores de artesanato sul-mato-grossense para comercialização. O público também poderá acompanhar uma demonstração de modelagem em argila dos bichos.

Tradição


A linguiça de Maracaju nasceu das mãos de famílias que vieram do Triângulo Mineiro, com a técnica de conservar os cortes nobres e deixar o restante para outros pratos.

História


A festa teve início em 1994, por meio de um projeto do Rotary Club, que buscava dar destaque à famosa linguiça produzida no município.

O evento cresceu e passou a atrair pessoas de diversas partes do Estado, inclusive de outros países.

Além da gastronomia, outros atrativos foram sendo incorporados à festa, como:

  • atrações musicais nacionais;
  • exposição de veículos;
  • máquinas e implementos;
  • parque de diversões;
  • artesanato.

Isso tornou a festa um dos principais eventos turísticos de Mato Grosso do Sul. Com o feriado de quatro dias, é uma boa pedida convidar os amigos e ir até Maracaju aproveitar o festejo.

Cabe ressaltar que o dinheiro arrecadado com a festa é destinado a entidades assistenciais, como hospitais, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), casas que atendem idosos, crianças e adolescentes, entre outras.

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memória

Documentário conta a história da primeira prefeita da Capital

Produção da TV Câmara reúne depoimentos e imagens históricas cedidas pelo Correio do Estado para resgatar a trajetória de Nelly Bacha, professora, vereadora e prefeita interina de Campo Grande

06/07/2026 08h30

Nelly Bacha é descrita por familiares e colegas como uma mulher combativa e à frente de seu tempo

Nelly Bacha é descrita por familiares e colegas como uma mulher combativa e à frente de seu tempo Arquivo/Correio do Estado

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Arrancar um pedaço de asfalto recém-construído, levá-lo para dentro da Câmara Municipal de Campo Grande e colocá-lo sobre a mesa durante uma sessão.

A cena, lembrada por familiares mais de quatro décadas depois, talvez seja a que melhor sintetize a personalidade de Nelly Bacha.

Professora, sindicalista, vereadora, presidente da Câmara Municipal da Capital e a primeira mulher a assumir a Prefeitura de Campo Grande, ela fez da fiscalização e do enfrentamento sua marca na política.

A TV Câmara lançou na semana passada uma edição especial do programa “Memórias da Câmara”, dedicada à trajetória de Nelly Bacha, reunindo depoimentos de familiares, ex-assessores e políticos que dividiram com ela os principais momentos da vida pública.

O documentário, disponível no site da Câmara Municipal de Campo Grande, também recupera imagens históricas cedidas pelo Correio do Estado, cujo acervo ajudou a reconstruir visualmente momentos marcantes da carreira da ex-vereadora.

Produzido dentro do projeto Memórias do Legislativo Municipal – Resgate Histórico da Câmara de Campo Grande-MS, o documentário preserva não apenas a memória de uma parlamentar, mas também de uma época em que poucas mulheres ocupavam espaços de poder e em que fazer oposição à ditadura militar exigia coragem.

DA ESCOLA PARA A POLÍTICA

Nascida em Corumbá, emno dia 2 de agosto de 1941, Nelly Bacha chegou ainda criança a Campo Grande, cidade onde construiria sua história.

Muito antes de disputar eleições, sua atuação já chamava a atenção na educação. Professora da Escola Estadual Maria Constança Barros Machado, formou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e, posteriormente, em Direito pela antiga FUMAT. Também presidiu a Associação Campo-Grandense de Professores (ACP), período em que intensificou a defesa da valorização dos docentes. A educação, aliás, nunca deixou de ser a sua principal bandeira.

Segundo a cunhada, Marina Bacha, ela acreditava que transformar a sociedade passava, necessariamente, pela escola.

“Ela incentivava as mães a levarem os filhos para estudar, lutava por melhores condições para os professores e acreditava que a educação podia mudar o mundo”, afirma no documentário.

Essa preocupação levou Nelly a criar clubes de mães para aproximar as famílias das escolas, além de defender a capacitação profissional para docentes e melhores condições de trabalho para a categoria.

UMA VEREADORA ATUANTE

Quando foi eleita vereadora, em 1972, Nelly Bacha tornou-se a terceira mulher a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de Campo Grande. Mas rapidamente mostrou que não seria apenas mais um nome entre os parlamentares.

A advogada Elenice Carille, que trabalhou ao seu lado, lembra que a então vereadora fazia questão de conhecer de perto os problemas da cidade.

“Ela gostava de visitar os bairros, conversar com as pessoas e acompanhar trabalhos sociais. Se encontrasse um banheiro de escola sem funcionar ou qualquer outro problema, já cobrava providências. Fazia discurso na Câmara e depois ia atrás do prefeito e dos secretários”, relembra.

Era um estilo de atuação que dispensava bastidores. “Ela não gostava de política feita nos corredores. Preferia enfrentar os problemas diretamente”, pontua.

O PEDAÇO DE ASFALTO

Entre os inúmeros episódios lembrados no documentário, um se tornou símbolo da forma como Nelly fazia política.

Ao perceber que um asfalto recém-executado apresentava péssima qualidade, ela retirou um pedaço da pavimentação e levou o material para a Câmara Municipal.

Durante a sessão, colocou a pedra sobre a mesa e questionou os colegas. “É esse o asfalto que vocês querem para Campo Grande?”, indagou a então vereadora.

A história é contada por Marina Bacha, que recorda a indignação da ex-vereadora diante do desperdício de recursos públicos. “A cobrança dela era muito firme. Ela não aceitava esse tipo de situação”, conta a cunhada.

CORAGEM EM MEIO À REPRESSÃO

A atuação de Nelly Bacha ultrapassou os limites do Legislativo municipal. Ela participou da estruturação do MDB em Mato Grosso do Sul, legenda que representava a principal força de oposição ao regime militar.

Em uma época marcada pela repressão e pelo medo, sua presença nas reuniões políticas ajudava a incentivar outras mulheres a participarem da vida pública.

O ex-senador Valter Pereira lembra que poucos enfrentavam a ditadura com tanta firmeza. “A Nelly sempre foi uma mulher destemida. Ela não poupava os poderosos. Tinha formação ideológica consistente e não temia a voz grossa dos homens nem as ameaças da ditadura”, recorda.

Segundo ele, sua atuação também foi decisiva para ampliar a participação feminina no partido. “Muitas mulheres passaram a participar da militância por influência dela. Outras convenceram seus próprios maridos a se envolverem na política”, afirma.

Um dos discursos preservados pelo documentário mostra sua defesa da democratização da escolha dos prefeitos.

“Hoje Campo Grande já tem seus legítimos representantes do povo da Capital, empossados no órgão máximo de representação. Mas ainda não temos a plenitude democrática que desejamos”, discursou Nelly.

A PRIMEIRA PREFEITA

Em março de 1983, Nelly Bacha escreveu mais um capítulo da história política de Campo Grande.

Na condição de presidente da Câmara Municipal, assumiu interinamente a prefeitura, tornando-se a primeira mulher a governar a Capital.

Na época, prefeitos das capitais ainda eram indicados, e não eleitos diretamente pela população.

Embora tenha permanecido pouco mais de dois meses no cargo, familiares lembram que ela aproveitou o curto período para resolver problemas urgentes da administração.

Marina Bacha recorda que havia quatro folhas salariais atrasadas quando Nelly assumiu. “Ela colocou tudo em dia. Entendia que o servidor precisava receber para sustentar sua família”, relembra.

Também priorizou reformas e melhorias em escolas, área que continuava sendo sua principal preocupação.

O ex-governador André Puccinelli, que conviveu com Nelly naquele período, resume sua personalidade. “A Nelly era determinada. Era durona. Não levava desaforo para casa”, afirma.

RECONHECIMENTO

Para quem conviveu com Nelly Bacha, a palavra “pioneira” resume bem sua trajetória.

O ex-senador Waldemir Moka recorda que, quando chegou à Câmara Municipal, apenas duas mulheres ocupavam cadeiras entre os 21 vereadores.

“A Nelly rompeu muitas barreiras. Foi uma vereadora valente, combativa e permaneceu fiel ao MDB durante toda a sua trajetória”, pontua o colega.

Depois de deixar o Legislativo, em 1988, ela continuou participando das campanhas do partido e passou a atuar como advogada, atendendo gratuitamente sindicatos e trabalhadores, principalmente em causas trabalhistas.

LEGADO PRESERVADO

Nelly Bacha é descrita por familiares e colegas como uma mulher combativa e à frente de seu tempoApós a gestão de Nelly Bacha, Lúdio Coelho assumiu a prefeitura da Capital, em maio de 1988 - Foto: Arquivo/Correio do Estado

Durante a produção do documentário, a equipe da TV Câmara visitou Nelly Bacha em sua residência. Diagnosticada com Parkinson, ela já estava acamada havia alguns anos, mas permanecia lúcida.

Por decisão própria, preferiu não aparecer diante das câmeras. Ainda assim, acompanhou com satisfação a iniciativa de registrar sua trajetória.

Pouco tempo depois, em 8 de abril deste ano, morreu aos 84 anos. Atendendo a um desejo manifestado às cuidadoras, sua despedida aconteceu justamente na Câmara Municipal de Campo Grande, espaço onde escreveu boa parte de sua história.

Para reconstruir essa trajetória, o documentário recorreu não apenas aos depoimentos de quem conviveu com Nelly, mas também a um importante patrimônio histórico da imprensa sul-mato-grossense.

As fotografias e imagens de arquivo utilizadas na produção foram cedidas pelo Correio do Estado, permitindo que momentos marcantes da carreira da ex-vereadora voltassem a ganhar vida e aproximando o público de diferentes fases da política campo-grandense.

A edição dedicada a Nelly Bacha é a terceira produzida pelo programa “Memórias da Câmara”. Antes dela, a iniciativa resgatou a história de Oliva Enciso – primeira vereadora de Campo Grande e primeira deputada estadual de Mato Grosso antes da divisão do Estado – e do ex-vereador e ex-presidente da Câmara Antônio Braga.

FELPUDA

"Enquanto boa parte dos brasileiros segue literalmente pegando o boi"...Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira (6)

06/07/2026 00h01

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Fernando Teixeira de Andrade - escritor brasileiro

"Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades.  Para viver a dois, antes, é necessário ser um”.

 

FELPUDA

Enquanto boa parte dos brasileiros segue literalmente pegando o boi pelos chifres para enfrentar a inflação  e fazer o salário chegar ao fim do mês, em Parintins (AM) os bois andam bem alimentados. O Ministério da Cultura autorizou a captação de mais de R$ 13 milhões, via Lei Rouanet, para o festival deste ano, dos quais cerca de R$ 9,5 milhões foram destinados ao espetáculo na arena. Cultura merece incentivo, ninguém discute. O difícil é convencer quem está fazendo compras, e contas no supermercado, enfrentando o “festival” de aumentos dos produtos e serviços. Afe!

Memória

O deputado Pedro Kemp (PT) descobriu agora que o Credcesta virou problema e quer suspender os descontos dos servidores. A preocupação é compreensível. Curioso é esquecer que essa modalidade nasceu na Bahia, sob governos petistas, vendida como solução para o funcionalismo.  

Mais

Hoje, o partido trata  como vilão um modelo  que ajudou a colocar  em circulação.  Na política, a memória costuma ter juros altos: cobra dos adversários, mas concede generosa carência quando a conta é da própria casa.

Beto Pereira e Sonaira - Arquivo Pessoal
Dra. Natália Vogt - Arquivo Pessoal

"Pires"

O pré-candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL) aponta  a realidade dos municípios de MS e dos outros estados: todos de “pires na mão”. Segundo ele, a estrutura do pacto federativo hoje é uma barreira ao desenvolvimento  das cidades, obrigando esses gestores a peregrinarem por Brasília em busca de recursos que, muitas vezes, não chegam. Azambuja defende mudança da concentração nas mãos da União dos 58% de tudo que é pago de impostos no País.

Teimosia

O deputado federal Marcos Pollon continua insistindo em sua  pré-candidatura ao Senado, mesmo sabendo que a escolha já foi feita. O presidente nacional do PL, Waldemar da Costa Neto, anunciou Capitão Contar para a segunda vaga. Até então, Pollon tinha o aval da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que divulgou uma carta do seu marido, indicando o nome do parlamentar. Como ela bateu  de frente com o presidenciável Flávio Bolsonaro...

Oi?!...

A Câmara dos Deputados ensaia criar o Pix da Leitura, que prevê incentivo financeiro para quem comprovar que leu um livro, sem prova, sem nota e sem avaliação. Bastará um comentário, um áudio ou um resumo. Se a moda pegar, não falta quem pergunte quando virá o Pix da Caminhada ou da Louça Lavada. O autor é o deputado Duda Ramos (Podemos-RR) que pretende romper a lógica que trata a leitura como obrigação escolar ou prática  de elite, transformando-a em um ato valorizado e recompensado. O relator é Alexandre Lindenmeyer (PT-RS). Como se vê...

Aniversariantes

Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias,
Dr. Milton Nakao,
Rosana Maiolino Volpe,
Dr. Mauricio Coutinho Anache,
Nabia Maksoud,
Aparecido Barros Ramos,
José Chaves de Oliveira,
Nedy Rodrigues Borges,
Ricardo Cesar Alves,
Juraci Lemes de Oliveira,
Erasmo Correa Souza,
Antonio Sergio Cartano,
Osair Pires Esvicero Júnior,
João do Nascimento Tomicha,
Dr. Evaldo Borges Rodrigues da Costa,
Cícera Maria de Souza da Silva,
Sarah Fiusa,
Lino Pellizzer,
Antônio Juliano de Barros,
Bruna Teixeira Domingues,
Dr. Márcio Tércius Romano Bacha,
Antônio Ernesto Verna de Salvo,
Nilza Ferreira Pires,
Nassif El Daher Sobrinho,
Israel Balthazar,
Inara Rodrigues de Souza,
Odmir Pinto,
Sergio Ricardo da Silva Carapateira,
Amâncio Vitorino Delfino,
Angelino Rodrigues Fernandes,
Eduardo Coim Martim,
Marco Aurélio Azuaga,
Suely Elena Inocêncio,
Terezinha Ximenes,
Maria Inez Serra Bella,
Sílvio da Silva,
Dr. Rubens de Almeida,
Marylise Chaia,
Penélope Mota Calarge,
Cynthia Kinoshita,
Karina Nogueira,
Cleide Daima,
Armando Leonel da Silva,
Milena Rosa Di Giacomo Adri Faverão,
Dr. João Evangelista de Carvalho Neto,
Pericles Garcia Santos,
Maria do Carmo Filgueiras,
Ellena Carpes Espíndolla,
Luiz Henrique Munró,
Osvaldo Nunes dos Anjos,
Antônio Gomes,
Mário Rozas Filho,
Elias Lemos Monteiro,
Mário Fonseca Filho,
José Targino Maranhão,
Katiene Aracele Magalhães Saropá,
Tohiomi Okari,
Ângela Manzano,
Dr. Mário Duarte,
Solange Leite Porcino,
Bernadete Lachi,
Rafael Kenji Koshimizu,
Helenrose Aparecida da Silva
Pedroso Coelho,
Dr. Eduardo Kawano,
Oclécio de Carvalho,
Izabel Cristina Buytendorp,
Ladislau Martins Ximenes,
Bruno Maia de Oliveira,
Ana Tereza Nery da Silva,
Dominga Neuza Dávalos Adania,
Carlos Adalberto Pereira Porto,
Irani Nunes da Silva,
Rosa Maria Froes Pereira,
Edival Antonio Pereira,
Marcello Daher Camargo,
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Lucila Arcanjo Lima,
Aracy Benites Torres,
Fernando Padoin Figueiredo,
Júlio Loureiro da Silva,
Modesto Smiderle Filho,
Salazar Cação,
Liliane Monteiro Aranha,
Ivan Sader Gasparotto,
Lúcia Helena Maffei Lemos,
Marci Ivania Ferreira Costa,
Pedro Paulo Meza Bonfietti,
Hygreville Raymundo D’Athayde,
Rita de Cássia Rodrigues da Rocha
Reis Aranha,
Ana Paula Sampaio Centurião,
Emanuelle Campos de Menezes,
Renata Cristina Bruschi,
Junyor Henrique Nogueira Alves,
Thyago dos Santos Tereza,
Felipe de Oliveira Farias,
Aguinaldo Marques Filho,
Gileade Pereira Freitas,
Ismarina do Carmo Rodrigues dos Santos,
Antonio Nunes da Cunha Filho,
Wilson Pinheiro,
Fernando César Bueno de Oliveira,
João Felix Miranda Barbosa Neto,
Luis Henrique Dobre,
Caio Múcio Teixeira Cabral,
Rodrigo Mota dos Santos

Colaborou Tatyane Gameiro

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