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AGENDA CULTURAL

Fim de semana tem música, festas juninas, espetáculos teatrais, cinema e muito mais

Programação reúne música, festas juninas, espetáculos teatrais, cinema e atividades para toda a família entre hoje e domingo

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O último fim de semana de junho chega repleto de atrações culturais, musicais e gastronômicas em Campo Grande. Entre os destaques da programação estão a homenagem aos 81 anos de nascimento de Raul Seixas, festas juninas espalhadas pela cidade, espetáculos teatrais gratuitos e a exibição de um documentário sobre mulheres indígenas em contexto urbano.

Com a previsão de temperaturas mais amenas após os dias de frio intenso registrados nesta semana, o cenário promete ser favorável para quem deseja aproveitar os eventos ao ar livre e as atividades culturais programadas entre hoje e domingo.

Música

Os fãs do rock nacional têm encontro marcado amanhã, quando o Buteco do Miau recebe o espetáculo “Especial 81 anos de Raul Seixas”. A partir das 21h, as bandas Moscas de Bar e Os Alquimistas voltam a dividir o palco para celebrar a trajetória daquele que ficou conhecido como o Pai do Rock Brasileiro.

A apresentação dá continuidade a uma proposta iniciada em 2025, quando os grupos realizaram um show em homenagem aos 80 anos do cantor baiano.

Desta vez, o repertório promete revisitar diferentes fases da carreira de Raul, reunindo clássicos como “Metamorfose Ambulante”, “Maluco Beleza”, “Ouro de Tolo” e “Sociedade Alternativa”.

Nascido em Salvador em 28 de junho de 1945, Raul Seixas marcou a música brasileira ao combinar elementos do rock and roll com ritmos nacionais, filosofia, crítica social e referências à contracultura.

Décadas após sua morte, em 1989, continua sendo uma das maiores influências para músicos e admiradores do gênero.

“Raul Seixas é uma referência obrigatória para qualquer pessoa que gosta de rock. As músicas dele continuam atuais e dialogam com públicos de diferentes idades. É um artista que atravessa o tempo sem perder força”, afirma Cabelo, vocalista e fundador da banda Moscas de Bar.

Criada em 1993, a Moscas de Bar tornou-se uma das formações mais tradicionais da cena roqueira campo-grandense, enquanto Os Alquimistas, surgidos em 2013, consolidaram espaço no cenário independente sul-mato-grossense ao explorar sonoridades ligadas ao rock de garagem e à psicodelia.

Para Boloro, integrante das duas bandas, o tributo também representa uma forma de fortalecer a cena local.

“Fazer esse tributo ao Raul é sempre uma experiência especial. No ano passado a resposta do público foi incrível e resolvemos repetir a dose. Raul faz parte da formação musical de muita gente e continua influenciando músicos até hoje”, destaca.

Os ingressos custam R$ 20.

Festas Juninas

Entre hoje e domingo, o Shopping Bosque dos Ipês realiza o Arraiá Bosque dos Ipês, em parceria com a Feira Bosque da Paz.

A programação acontece na praça de alimentação e reúne apresentações musicais, comidas típicas e decoração temática.

A abertura será hoje, das 17h às 22h, com show do Grupo Sampri. Amanhã, a animação fica por conta da dupla Kleber & Ruan. Já no domingo, o encerramento terá apresentação do Grupo Flor de Pequi.

Além da música ao vivo, o público encontrará pratos tradicionais das festas juninas, brincadeiras e atividades voltadas para todas as idades.

Outra opção para quem não abre mão de uma boa festa junina é o 1º Arraiá da Hub, realizado hoje, a partir das 18h.

A edição especial da Feirinha Casa Hub transformará o espaço em um grande arraial com cerca de 20 expositores oferecendo comidas típicas, pratos regionais e doces tradicionais.

Entre as opções gastronômicas estão espetinhos, pastel, arroz de carreteiro, macarrão pantaneiro, milho recheado, canjica, bolos, maçã do amor e quentão.

A trilha sonora ficará sob responsabilidade do Grupo Flor de Pequi, que promete colocar o público para dançar ao som de muito forró.

A entrada é gratuita.

Cinema

CINEMA “Supergirl”- Kara Zor-El se une à jovem Ruthye Marie Knoll em uma jornada espacial marcada por desafios e vingança
Foto: Divulgação

Entre os lançamentos da semana está “Supergirl”, que apresenta uma versão mais madura e complexa da heroína kryptoniana. Na trama, Kara Zor-El se une à jovem Ruthye Marie Knoll em uma jornada espacial marcada por desafios e vingança.

Outra estreia é “Segredo Obscuro”, suspense que acompanha uma atriz em busca de uma nova oportunidade profissional. Ao ingressar em uma misteriosa empresa de bem-estar, ela passa a descobrir segredos inquietantes envolvendo desaparecimentos e manipulação.

Teatro

No Sesc Teatro Prosa, a noite de hoje será marcada pela apresentação de “Tesoura”, montagem do Teatral Grupo de Risco.

Espetaculo Teatral Seco com Fulano Di Tal 8602TEATRO “Seco” - A peça mergulha nas relações humanas contemporâneas por meio da convivência de dois personagens que compartilham o mesmo espaço e enfrentam conflitos, desejos, memórias e transformações
Foto: Ricardo Gomes

Escrita por Yago Garcia e dirigida por Ewerton Goulart, a peça acompanha a relação intensa e conflituosa entre dois personagens que enfrentam dependência emocional, violência e questões ligadas à sexualidade.

Inspirado livremente na obra de Plínio Marcos, o espetáculo tem classificação indicativa de 16 anos.

Amanhã, às 16h, o espaço recebe “Pelega e Porca Prenha – Episódio: Na Mata do Pequi”, do Grupo Ubu.

Voltada ao público infantil, a montagem acompanha dois irmãos que se perdem na floresta e encontram personagens do folclore brasileiro, como Curupira, Pisadeira e Boca de Sapo.

Outra atração é o espetáculo “SECO”, do Grupo Fulano di Tal, que realiza curta temporada gratuita na Estação Cultural Teatro do Mundo.

As apresentações ocorrem amanhã, às 19h30min, e no domingo, às 18h.

Com classificação para maiores de 18 anos, a peça mergulha nas relações humanas contemporâneas por meio da convivência de dois personagens que compartilham o mesmo espaço e enfrentam conflitos, desejos, memórias e transformações.

Criado durante o período da pandemia, o espetáculo passou recentemente por um processo de atualização artística e busca aproximar espectadores e atores em uma experiência intimista.

Segundo o diretor Marcelo Leite, a montagem representa um importante espaço de experimentação dentro da trajetória do grupo.

Documentário

A cultura indígena também ganha destaque na programação da semana com o documentário “Kaguateka: Aquelas que Resistem”, dirigido por Gleycielli Nonato Guató.

Após a pré-estreia realizada na Aldeia Urbana Água Bonita, o filme terá nova exibição gratuita hoje, às 19h, no Museu da Imagem e do Som (MIS).

A produção acompanha histórias de mulheres indígenas que vivem entre seus territórios tradicionais e os centros urbanos, mostrando os desafios de manter vivas suas identidades culturais, línguas, danças e modos de vida.

Uma das protagonistas é Mirian Marcos Tsibodowapré, indígena terena da Terra Indígena Taunay Ipegue, que atualmente reside em Campo Grande.

Para ela, o documentário evidencia que a mudança para a cidade não rompe os vínculos com a ancestralidade.

“Mesmo na cidade não deixamos de ser indígenas, mantendo a nossa cultura, a nossa língua, a nossa dança e a nossa cosmovisão”, afirma.

O projeto recebeu recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) e contou com apoio técnico do Comitê de Cultura de Mato Grosso do Sul.

Feira de Vinhos

Quem aprecia experiências gastronômicas poderá visitar a feira de vinhos realizada no estacionamento coberto do Comper Itanhangá.

O evento acontece até amanhã, das 19h às 22h, reunindo rótulos nacionais e internacionais provenientes de 14 países.

A programação inclui degustações orientadas pelo sommelier Charles de Carvalho, pratos elaborados pelo chef Edu Rejala e apresentações musicais ao vivo.

Os ingressos custam entre R$ 109 e R$ 119 e garantem acesso às degustações durante todo o período do evento.

HISTÓRIA DE MS

Fundação Barbosa Rodrigues digitaliza acervo do jornal Diário da Serra e o disponibiliza on-line

Projeto da Fundação Barbosa Rodrigues garante a preservação de milhares de páginas que registram a formação do Estado e o cotidiano sul-mato-grossense

25/06/2026 08h30

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses Arquivo

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Durante três décadas, o Diário da Serra registrou os principais acontecimentos políticos, econômicos, culturais e esportivos de Campo Grande e Mato Grosso do Sul.

Agora, quase 28 anos após a circulação de sua última edição, em 15 de novembro de 1998, parte dessa memória volta a ficar acessível ao público por meio de um projeto de digitalização que pretende preservar um dos mais importantes patrimônios documentais da imprensa regional.

A partir do dia 10 de julho, os primeiros volumes digitalizados do acervo estarão disponíveis gratuitamente no site da Fundação Barbosa Rodrigues. O projeto é apenas o início de um trabalho de longo prazo que pretende tornar acessíveis cerca de 210 livros encadernados, reunindo milhares de exemplares do jornal.

Segundo a presidente da Fundação Barbosa Rodrigues, Nara Borges, a iniciativa nasceu da necessidade de preservar documentos históricos que sofrem os efeitos naturais do tempo.

“O acervo já estava sob a guarda da fundação e entendemos que era necessário iniciar um processo de digitalização para garantir sua preservação. Estamos falando de um patrimônio documental que registra momentos fundamentais da história de Campo Grande e de Mato Grosso do Sul”, afirma.

Nesta primeira etapa, foram digitalizados 10 volumes, somando aproximadamente 7 mil páginas. A expectativa é de que o restante do trabalho seja realizado gradualmente ao longo dos próximos anos.

“O projeto é grande e exige muito cuidado. Por isso optamos por fazer a digitalização em etapas. Ainda há muito material pela frente”, explica.

ANTES DE MS NASCER

A história do Diário da Serra se confunde com a própria trajetória de MS.

O jornal foi lançado em 28 de maio de 1968, quando ainda faltavam nove anos para a divisão do antigo Mato Grosso e a criação do novo estado.

Integrante dos Diários Associados, conglomerado fundado por Assis Chateaubriand, o periódico chegou a Campo Grande em um momento de intensa expansão dos meios de comunicação brasileiros.

A inauguração ocorreu apenas um mês após a morte de Chateaubriand e acabou se transformando também em uma homenagem ao empresário e jornalista responsável pela construção de uma das maiores redes de comunicação da América Latina.

A cerimônia reuniu artistas, intelectuais, políticos e autoridades. O bispo dom Antônio Barbosa abençoou as instalações, enquanto o governador Pedro Pedrossian acionou o painel eletrônico da moderna rotativa Bühler, fazendo surgir o primeiro exemplar impresso.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossensesO governador Pedro Pedrossian acionando o painel eletrônico da rotativa Bühler, em 1968 - Foto: Arquivo

Representando os Diários Associados, João Calmon destacou que o novo jornal fazia parte do projeto idealizado por Chateaubriand de levar veículos de comunicação a todos os estados brasileiros.

BERÇO DO JORNALISMO

Ao longo de sua trajetória, o Diário da Serra se tornou uma verdadeira escola de jornalismo.

Centenas de profissionais passaram pela redação, ajudando a construir a identidade da imprensa regional.

Entre as décadas de 1970 e 1990, o jornal protagonizou uma intensa disputa editorial com o Correio do Estado.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossensesRedação do Diário da Serra em um dos prédios pelos quais o jornal passou - Foto: Arquivo

A rivalidade era comparada aos grandes clássicos do futebol. Política e esporte concentravam boa parte da competição, mas a busca por reportagens exclusivas acontecia em todas as editorias.

Repórteres cultivavam fontes estratégicas, perseguiam furos de reportagem e acompanhavam diariamente o trabalho do concorrente. O resultado era uma cobertura cada vez mais qualificada.

Quem mais se beneficiava dessa disputa era o leitor, que recebia informações aprofundadas e análises sobre os acontecimentos que moldavam a vida da cidade e do Estado.

Entre as inúmeras coberturas históricas, o jornal testemunhou a divisão de Mato Grosso, em 1977, acompanhou a instalação da nova unidade federativa, registrou campanhas eleitorais, crises econômicas, conquistas esportivas e mudanças urbanas que transformaram Campo Grande.

QUANDO O JORNAL PAROU

Entre as milhares de páginas que ajudam a contar a história de Campo Grande e Mato Grosso do Sul, uma delas registra um episódio que quase interrompeu a trajetória do Diário da Serra.

No dia 4 de outubro de 1977, quando faltavam apenas sete dias para a instalação oficial do novo estado, o teto da redação do jornal desabou sobre parte das instalações da sede, localizada na Avenida Calógeras.

O acidente ocorreu por volta das 17h. Segundo relatos publicados na época, funcionários perceberam que o forro de gesso apresentava rachaduras e começava a ceder. Inicialmente, acreditou-se que alguém estivesse realizando algum serviço sobre a estrutura.

Em poucos instantes, porém, a situação se agravou. Ao perceber o risco iminente, o diretor do jornal, César Quintas, ordenou que todos deixassem o local imediatamente.

A decisão evitou uma tragédia. Segundos depois, telhado, forro e parte da estrutura vieram abaixo com um estrondo, ouvido a grande distância, destruindo a redação, setores de diagramação e parte do parque gráfico. Apenas a jornalista Ana Lúcia Divas sofreu ferimentos leves em uma das pernas.

A repercussão foi imediata. Na edição do dia seguinte, o Correio do Estado, principal concorrente do Diário da Serra, estampou imagens da destruição e manifestou solidariedade aos profissionais atingidos. Mais do que isso, colocou sua estrutura à disposição para que o rival pudesse continuar produzindo e imprimindo suas edições.

MEMÓRIA PRESERVADA

Para garantir a qualidade da reprodução, a equipe optou por utilizar a fotografia, em vez de scanners convencionais.

O trabalho foi realizado pelo fotógrafo João Pedro Félix Escobar, que registrou cuidadosamente cada página dos exemplares.

“Chegamos a estudar a aquisição de equipamentos específicos para digitalização, mas a fotografia apresentou resultados melhores na preservação da qualidade das imagens e dos detalhes das páginas”, explica Nara.

O processo exigiu atenção especial em razão da fragilidade do material. Depois de décadas armazenados, muitos exemplares apresentam desgaste natural do papel, exigindo manuseio cuidadoso, para evitar danos.

Mesmo com a criação da versão digital, o acervo físico permanecerá sob a guarda da Fundação Barbosa Rodrigues.

“O material original continuará sendo preservado. A digitalização não substitui o acervo físico. Pelo contrário, ela ajuda a protegê-lo, reduzindo a necessidade de manuseio constante”, destaca.

Ao longo de seus 30 anos de circulação, o Diário da Serra registrou momentos históricos do Estado e fez parte do cotidiano de milhares de sul-mato-grossenses

 

Diálogo

Não deixa de ser curioso, para não dizer outra coisa...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (25)

25/06/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Roberto Shinyashiki - escritor brasileiro

"A vida não é um quadro pronto, e sim uma obra de arte que se revela com uma nova pincelada a cada dia”.

FELPUDA

Não deixa de ser curioso, para não dizer outra coisa. Um motorista flagrado transportando “apenas” 613 quilos de cocaína conseguiu, em primeira instância, ser enquadrado na condição de beneficiário do chamado tráfico privilegiado. Mas o Ministério Público recorreu e entendeu que carregar mais de meia tonelada de droga para outro estado não combina exatamente com a figura da inocente “mula” do tráfico”. O benefício foi retirado e a pena recalculada. Afinal, há certas “encomendas” que simplesmente não cabem na bagagem da ingenuidade.

MAIS

A jovem Dally Ugla, da Aldeia Córrego do Meio, em Sidrolândia, entrou para a história ao conquistar o primeiro título do Beleza Originária 2026, realizado na Aldeia Brejão, na Terra Indígena Nioaque. A coroação destacou não apenas a beleza, mas também a representatividade, o conhecimento das tradições e o orgulho das raízes indígenas. O evento reuniu representantes de diversas aldeias da região em uma celebração da cultura, da identidade e do protagonismo dos povos originários. A programação incluiu apresentações culturais, manifestações tradicionais e uma feira gastronômica, fortalecendo a integração entre as comunidades.

O prefeito André Guimarães ressaltou que a iniciativa evidenciou a riqueza da cultura indígena e defendeu que o projeto continue crescendo para preservar as tradições e fortalecer a identidade dos povos originários. Idealizadora do evento, Claudilene Souza comemorou o sucesso da estreia, afirmando que o Beleza Originária nasceu do sonho de valorizar a história, a cultura e a beleza das origens indígenas. A primeira edição deixa como legado o incentivo ao orgulho das raízes e a valorização das novas gerações indígenas.

DESISTIU

Diziam que Freud explicava tudo. A política de Mato Grosso do Sul, porém, faria o pai da psicanálise pedir aposentadoria. Na direita, dois pré-candidatos ao Senado, de acordo com pesquisas, estariam “embolados”, mas justamente o que aparece correndo atrás da dupla dos “preferidos”, age como favorito absoluto. Já na esquerda, quem amarga posição distante nos levantamentos de preferência popular, segue tratando a eleição como mera formalidade. Convicção é uma coisa; matemática eleitoral é outra, ensina a política.

"DESILUDIDO"

E o roteiro fica ainda mais intrigante. Uma liderança que já brilhou, tipo top das galáxias, hoje parece esquecida tal qual pinguim de geladeira em gaveta de guarda-roupa velho. Para completar a “desilusão 
de Freud”, três figuras que durante anos caminharam lado a lado, agora disputarão cargos por partidos diferentes. Se continuarem dividindo o mesmo eleitorado, podem terminar unidos apenas na fila dos derrotados. A conferir.

BARRA PESADA

A Justiça mandou um comerciante de Campo Grande pagar R$ 5 mil por danos morais a um entregador por aplicativo, que foi agredido com uma barra de ferro durante discussão. O capacete evitou tragédia maior. A tese de legítima defesa não convenceu o juiz, que considerou a reação desproporcional e incompatível com qualquer solução civilizada de conflito. O acordo anterior valia apenas pelo capacete danificado. A barra de ferro saiu cara e ainda rendeu condenação.

Aniversariantes

  • Marinez Muller Cesco (Dedê Cesco), 
  • Tina Rodrigues Wunderlich, 
  • Lilian Ferro, 
  • Julie Abuhassan Gonçalves,
  • Rosineide Cunha Lemos de Deus, 
  • Ademir Panucci,
  • Cristiane Santana Farias,
  • Florisbela de Souza,
  • Irene Satsico Oshiro,
  • João Batista Campagnani Ferreira,
  • Dr. Luiz Carlos Takita,
  • Marcos Antonio Momesso,
  • Ayres José Cerioli,
  • Dr. Estanislau Santos Ciasca,
  • João Francisco,
  • Ornei de Almeida,
  • Telma Cristina Serrou Pimentel,
  • Nauile de Barros,
  • Juliane Maeda Guenka,
  • Juarez Lemes de Souza,
  • Renata Volpe,
  • Loy Pael Nogueira,
  • Carolina Medeiros Fabris,
  • Dr. Giovanni Pires Viana, 
  • Dr. Ruy Luiz Falcão Novaes,
  • Wolfram Enok Pessoa Sandes,
  • Juliana Marcondes Rezende,
  • Cleide de Moraes Deduch,
  • Luzia Morel Lino,
  • Ivone Ferreira Emídio e Silva,
  • Erlenice Maria Peron Palhano, 
  • Nelsi Mota Holzschuh,
  • Amanda Santos,
  • José Robson Samara Rodrigues de Almeida,
  • Dr. Renato Augusto Casemiro de Oliveira,
  • Jercé Euzébio de Souza,
  • Matheus Enzo Shiraishi,
  • Aparecido dos Santos,
  • Lauro Andrei Monteiro de Carvalho,
  • Adriano Borges Toscano Júnior, 
  • Nair Fonseca Higa,
  • Guilherme Duarte Jafar,
  • Leila Andréa Schneider,
  • Dr. Marcos Raymundo Marinho,
  • Dr. Gustavo Passarelli Silva, 
  • Zuleide Paniago, 
  • Sílvia Mariani,
  • Lúcia Maria Gonçalves de Resende,
  • Francisca Silva Neves,
  • Ivone Figliolino,
  • Ana Clara Higa,
  • Antonio Roberto Rogoski,
  • Cleonice Moraes Freitas,
  • Aparecida Maria Fortes,
  • Marcela Tanaka,
  • Jorge de Souza Mareco,
  • Márcia Carvalho Lima,
  • Dr. Amadeu Hugo Alessi,
  • Alexandra Guimarães,
  • Joana Joelma Duarte Amaral,
  • Ana Aparecida Ribeiro de Barros,
  • Célia Rosinei dos Santos Nunes de Souza,
  • Lilian Carolina da Silva,
  • Laura Patricia Daniel Palumbo Fernandes,
  • Leila Maria Maciel Figueira
  • Dra. Rosângela de Andrade Thomaz, 
  • Marília Porto Antunes,
  • Nádia Maria Barbosa Prado,
  • Willian Guttemberg Assis,
  • Sebastião Felix da Silva,
  • Layla Hellen Murad,
  • Paulo Roberto Martins,
  • Karine de Barros Preza,
  • Osmar Silva e Luz,
  • Vanessa Cardoso,
  • Wellington Lander Borges,
  • Celso Hideyuki Akamine,
  • Edvandro Cesar Dorisbor,
  • Bruna Viveiros Barros,
  • Gabriel Simplicio,
  • Carlos Augusto da Silva (Carlinhos do TRR),
  • Elidio Antonio Ferreira,
  • Carlos Alberto Benites dos Santos,
  • Juliano Bueno Dias,
  • Adalberto da Silva Ramos,
  • Ilka de Souza Fernandes,
  • Rosana Sanches Nakayama,
  • Geisa Vidal Duarte Oguchi,
  • Eliano Bottega Ebeling,
  • Iris Mara Oliveira Gomes Orros,
  • Ailene de Oliveira Figueiredo,
  • Fabiana Keylla Schneider,
  • Raquel Canzi Duialibi,
  • Juliana Yuri Sakihama, 
  • Jefferson Goes Medina,
  • Alexandre Cavalcanti Barbosa,     
  • Caetano Humberto Bruno,                
  • Juliano Henrique Cícero Dias,            
  • Silvino de Freitas Adrião,        
  • João Baptista Coelho Gomes,
  • Estevan Daniel Leite,                   
  • Ivete Roland Benitez,                   
  • Márcio Barbosa da Silva,
  • Elenice Aparecida Camargo,
  • Benedita Gomes de Lucena,    
  • Célia Regina Gomes Aleixo.

Colaborou Tatyane Gameiro

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