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"Foi Bolsonaro que saneou estatais, não aceitou acordos políticos, levou água para o Nordeste"

[...] concluiu obras paradas, criou o Pix e salvou empresas. Dois anos e sete meses jogaram tudo na lata de lixo", de Tarcísio de Freitas, na Avenida Paulista, esperando apoio em 2026

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Aos 95 anos, o ex-presidente da República, José Sarney, oficializou seu perfil no Instagram, rede social online de compartilhamento de fotos e vídeos entre seus usuários. O político maranhense e imortal da Academia Brasileira de Letras cogita oferecer debates e opiniões para reflexão de seus seguidores. E com bom humor.

Mais: recitará uma de suas poesias, “mesmo parecendo uma coisa que não combina muito”. Em seus tempos de poder, Sarney era um homem elegante, com seus paletós estilo ‘jaquetão’. Agora, apareceu com um outro,  3 botões, lapela mais estreita e – surpresa – uma colossal gravata colorida, com 11 centímetros de largura (século passado). 

Medo inusitado

A atriz Uma Thurmann está no filme Old Guard 2, que marca a sua volta a um filme de ação e luta. Em entrevista ela confessou que apesar de não estar presa a nenhum gênero de filme, por ter tido um bom retorno no filme Kill Bill, não pensava em voltar ao estilo, mas que se rendeu a solicitação, em parte por conta da atuação de Charlize Theron. E confessou que não teve a preparação de luta, mas que contou com uma equipe maravilhosa de dubles.

“A personagem que interpreto está tendo mais influência na narrativa do que seu tempo de tela sugere. Se a história continuar, veremos mais sobre como ela é. Gosto de interpretar personagens complicadas. Ela foi a primeira escolhida para alguma coisa e certamente desistiu da raça humana. Ainda não foi totalmente explorado, mas essa sensação de futilidade é mais forte nela do que nas outras”.  Mais em  entrevista ao The Tonight Show com Jimmy Fallon ela revelou um medo “inusitado que tem” mas que precisa superá-lo para risca-lo da lista.

Seu medo é fazer cenas comendo: “Você sabia que comer na frente de estranhos é uma das questões do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais? Você sabe o que é o DSM? É como uma daquelas verificações que os psiquiatras fazem para descobrir quais são as suas neuroses". E completou “Em primeiro lugar, você tem que fazer muitas tomadas. Em segundo lugar, você não escolhe o que está no cardápio e às vezes tem que falar e engolir, e então começa a se preocupar em engasgar porque não quer mastigar ao dizer essa frase. Nunca fiz uma boa cena em que como. Preciso riscar isso da minha lista de desejos”. 

“Gilmarpalooza”: farra do poder

Começa hoje e termina no próximo dia 4 o Fórum Jurídico de Lisboa, realizado em Lisboa, que chega a sua 13ª edição e conhecido como “Gilmarpalooza”, apelido que une o nome do festival “Lollapalooza” ao nome do ministro do STF, Gilmar Mendes, que é quem promove o evento. O tema deste ano é “O mundo em transformação – Direito, Democracia e Sustentabilidade na Era Inteligente”.

Por conta das ‘férias’ no Congresso, o fórum contará com a presença de um festival de autoridades, muitas com processos enrolados no Supremo. Alguns farão minipalestras, outro aproveitarão os ares de Portugal. Muitos terão suas despesas pagas pela organização, outros usarão o dinheiro do contribuinte. Ninguém colocará a mão no bolso.

Entre tantos, estarão lá Hugo Motta, Tabata Amaral, Orlando Silva, Arthur Lira, Flávio Dono, Alexandre de Moraes, Ciro Nogueira, Rodrigo Pacheco, Luís Roberto Barroso, André Mendonça, Alexandre Silveira, Camilo Santana, Jader Filho, Jorge Messias, Ricardo Lewandowski, Claudio Castro, Tarcísio de Freitas, Mauro Mendes, Helder Barbalho, Ronaldo Caiado, Eduardo Leite, Rafael Fonteles, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues. O leitor poderá se divertir jogando um “quem é quem” acertando os cargos dos participantes. 

“Impopular no Brasil”

A revista ‘The Economist’ publicou dura análise do movimento político vivido por Lula tanto no cenário internacional quando no Brasil onde é “impopular”. Lembra que o Brasil é a maior economia cujo chefe de Estado não teve reunião até agora com Donald Trump

. A publicação acha que Bolsonaro deverá ser preso em breve por supostamente planejar um golpe e, caso o ex-presidente consiga indicar um sucessor, “a direita terá caminho aberto para retornar ao poder”. E decreta: “O Brasil simplesmente não importa quando se trata de Ucrânia o Oriente Médio”.

Subindo a temperatura

Se preparando para um novo personagem na novela “Três Graças”, (que substituirá Vale Tudo) sua terceira novela e a terceira em horário nobre Alanis Guillen fez a temperatura da internet subir ao postar uma foto onde aparece de topless sem dar muitos detalhe sobre a foto que foi publicada com outras fotos e vídeos aleatorios.

Mais: recentemente Alanis, que foi super aplaudida por sua atuação como Juma, no remake de Pantanal assumiu seu namoro com a produtora Giovanna Reis, com quem está junto há 4 anos. Alanis não gosta de definir ou rotular sua opção como lésbica, bissexual, panssexual ou qualquer outra definição. “Eu me interesso pela troca, pelos diálogos. Eu me relaciono com pessoas com quem me conecto e fazem sentido. O bom que podemos amar de diversas formas”.

Marina ajudou

O ex-presidente da Câmara, Aldo Rebelo, vê a situação da ministra Marina Silva como um dos motivos de perda de apoio do governo Lula no Congresso, especialmente no Senado. O presidente da Casa Davi Alcolumbre, é do Amapá, um dos estados que mais perdem com o boicote do Ibama à exploração de reservas estimadas em 11 bilhões de barris de petróleo na Margem equatorial. O próprio Lula já reclamou do “lenga-lenga” para a autorização da pesquisa, mas não fez nada. Senadores reclamaram com Lula, mas não adiantou nada.

Rejeição complica

A relação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) azedou antes da votação que aprovou a derrubada do aumento do IOF, há dias. Para Motta, o ministro andou falando mal e quer empurrar para os parlamentares o desgaste com o IOF.

Para deputados, o presidente da Câmara diz que nem mesmo deu os 10 dias para que a Fazenda aparecesse com alternativa ao aumento do IOF, que “isso é coisa da cabeça de Haddad”. Deputados dizem que Haddad está para Hugo Motta, assim como Alexandre Padilha estava com Arthur Lira. Para piorar, Haddad é entusiasta da ideia de levar ao STF a crise do IOF.

Pérola

“Foi Bolsonaro que saneou estatais, não aceitou acordos políticos, levou água para o Nordeste, concluiu obras paradas, criou o Pix e salvou empresas. Dois anos e sete meses jogaram tudo na lata de lixo”, 
de Tarcísio de Freitas, na Avenida Paulista, esperando apoio em 2026.

Olho nas redes

A Advocacia-Geral da União celebrou decisão do STF que formou a maioria na votação que visa regulamentar as redes sociais, responsabilizando as big techs pelos conteúdos com teor criminoso e inapropriado de seus usuários. Jorge Messias, advogado-geral do governo Lula, disse que o deferido “coloca o país em sintonia com outros países democráticos”.

E acentuou ser “um verdadeiro marco civilizatório”. À propósito: sem seu voto, a ministra Carmem Lúcia afirmou que a censura é proibida, mas que “não se pode, também permitir que nós estejamos numa praça pública em que haja 213 milhões de pequenos tiranos soberanos” – a repercussão foi colossal. 

Fora do orçamento

Parou no Tribunal de Contas da União a cobrança de auditoria no Fundo de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico, relacionado ao Ministério da Indústria, comandado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. O fundo que movimenta enorme volume de dinheiro, recolheu cerca de R$ 11 milhões só em fevereiro e março, diz o BNDES, que gera o fundo.

Provocada pela deputada Carol de Toni (PL-SC), o Ministério admitiu: a execução dos recursos do fundo não realizada via orçamento público. A parlamentar, que cobrou auditoria, não deixou por menos: “É a confissão escancarada da farra fiscal”.

“Para de me cantar”

Jair Bolsonaro ironizou o presidente Lula, depois de Lula citar o ex-presidente. “Lula, pare de me cantar todos os dias. Nada do que você tem a oferecer me interessa”. Depois, suas críticas seguiram com a sugestão de que o presidente pudesse estar senil: “Qualquer ser humano de bom senso desconfia de sua saúde mental”.  

E encerrou, citando indiretamente até a primeira-dama Janja da Silva: “Nem sua parceira deve aguentar mais meu nome em sua boca”. Aconselhado pela própria Janja, o presidente petista resolveu não retrucar.

Usurpação de competência

Provoca reações que variam da indignação à ironia a ação direta da inconstitucionalidade contra a decisão do Congresso que jogou na cesta do lixo o decreto de Lula aumentando o IOF. Há quem diga que, pelo menos, os brasileiros “terão diversão garantida” com os ministros do STF (alguns fora do país), deliberando sobre “usurpação de competência”. A alegação governista é a mesma dos críticos do Supremo, acusado de atropelar prerrogativas exclusivas de outros poderes. 

Carregando energias

A primeira-dama Janja da Silva publicou no Instagram um vídeo, deitada na grama ao lado do presidente Lula numa foto. Ao lado, outra foto aparecia um beija-flor num ipê rosa. O casal observava os pássaros nos jardins do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Na legenda, Janja escreveu que o chefe do Executivo carregava as energias “para seguir cuidando do Brasil”.

O vídeo publicado pela primeira-dama (agora em fase mais comportada, depois de aparecer numa festa junina dançando um xaxado com o maridão, os dois com chapéus de palha) tem como trilha sonora a canção “Ai, que saudade d’ocê”.

Picanha mais cara

Novo levantamento do Paraná Pesquisas (o instituto é criativo) revela que as compras do supermercado ficaram mais caras com a volta de Lula ao poder: 71% dizem que os preços aumentaram. Só 9,4% avaliam que os preços diminuíram e para 17,2% os valores ficaram como estavam.

Mais: para 50% dos entrevistados, a picanha ficou mais cara no governo Lula e 17,9% dizem que ficou mais barata. O instituto também perguntou se até o final do governo Lula as pessoas terão maior facilidade para comprar picanha e cerveja. Para 67,1% a resposta é não. Outros 26,3% acham que sim.

Mistura Fina

  • Enquanto os roubos de aposentados e pensionistas não sinalizam qualquer ação de devolução dos valores surrupiados, o INSS realizará uma revisão extensiva de benefícios por incapacidade permanente em 2025. Esta revisão, apelidada de “pente fino” tem como alvo 802 mil beneficiários que não passaram por perícias nos últimos dois anos. A medida visa garantir a correta aplicação de recursos públicos evitando pagamentos inadequados.
  • O governo pretende mobilizar o que restou de apoio na Câmara para tentar barrar o projeto que libera a concessão simultânea de salário e aposentadoria aos parlamentares. A tendência é de nova derrota do governo. O projeto é de Hugo Motta e a equipe econômica alega “estar com a faca no pescoço para cortar gastos”. Haddad chama o projeto de “inoportuno”. Para os parlamentares é um presente e tanto. Além de turbinar vencimentos cria até uma espécie de 13º para os aposentados. 
  • Pequeno grupo de piedosos deputados que participaram da derrubada do decreto do IOF e que ficaram penalizados com Fernando Haddad (Fazenda) trataram de lhe dizer que o episódio não era sua culpa, mas sim obra “de um trio que se orgulha e não cumprir acordos do governo”. E enumeraram: Rui Costa (o que não chega se novidade), Miriam Belchior, veterana que já participou de outro governo e Esther Dweck, ministra da Gestão e Inovação.
  • A derrota de Lula e Fernando Haddad no episódio do IOF, também marcou mais uma derrota para Gleisi Hoffmann, que completa quatro meses no Ministério das Relações Institucionais, responsável pela “articulação política” de Lula. Da posse em fevereiro até agora só derrotas: anistia de 8 de janeiro, Dia da Amizade Brasil-Israel, CPMI do INSS, 11 vetos de Lula em sessão conjunta Câmara Senado, mais decreto do IOF por 383 votos contra 98. 
  • Enquanto conversa com a Record, Boninho já acertou com o SBT que o próximo ‘The Voice Brasil’ será exibido nas noites de segunda-feira, logo após o ‘Programa do Ratinho’, ou seja, depois de 23h30. Tiago Leifert, que apresentou temporadas da atração na Globo, foi escolhido novamente para comandar o programa. Sua proximidade com o departamento de esportes teria facilitado o acordo. E Lulu Santos também está praticamente acertado para participar do júri.

In – Contra olheiras: luz intensa pulsada
Out – Contra olheiras: carboxiterapia

Rock nacional

"Vital", o musical que conta a história de Os Paralamas do Sucesso, chega a Campo Grande

Espetáculo vencedor do Prêmio APTR reúne mais de 30 clássicos de Os Paralamas do Sucesso e será apresentado nos dias 6 e 7 de agosto, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo

27/07/2026 08h30

Rodrigo Salva, Franco Kuster e Gabriel Manita foram escolhidos entre mais de 600 candidatos para interpretarem Herbert Vianna, João Barone e Bi Ribeiro

Rodrigo Salva, Franco Kuster e Gabriel Manita foram escolhidos entre mais de 600 candidatos para interpretarem Herbert Vianna, João Barone e Bi Ribeiro Foto: André Wanderley/Ariel Silva

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Há bandas que ultrapassam o sucesso comercial e conquistam um lugar permanente na história da música brasileira. É o caso de Os Paralamas do Sucesso, trio formado por Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, que há mais de quatro décadas influencia gerações com um repertório marcado pela mistura de rock, reggae, ska, MPB e ritmos latino-americanos.

Agora, essa trajetória ganha vida nos palcos com “Vital – O Musical dos Paralamas”, espetáculo premiado que desembarca em Campo Grande para duas apresentações, nos dias 6 e 7 de agosto, às 20h, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, no Parque dos Poderes.

Depois de temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo e de percorrer diversas cidades brasileiras em turnê, o musical chega à capital sul-mato-grossense reunindo teatro, música e emoção para contar uma história que vai muito além da carreira de uma das maiores bandas do País.

A montagem celebra, sobretudo, a amizade entre Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, vínculo que permanece sólido desde a adolescência e que se tornou o principal alicerce da longevidade dos Paralamas.

BIOGRAFIA DA AMIZADE

Embora revisite momentos marcantes da carreira da banda, “Vital” não pretende ser apenas uma biografia musical.

Com direção artística de Pedro Brício, texto de Patrícia Andrade e direção musical de Daniel Rocha, o espetáculo escolhe como fio condutor justamente a amizade construída entre os integrantes ao longo de mais de 40 anos.

A dramaturgia acompanha os primeiros encontros entre Herbert, Bi e Barone, os ensaios ainda na juventude, os primeiros shows, o crescimento artístico, a explosão nacional na década de 1980 e os desafios enfrentados ao longo da trajetória.

Entre eles está o grave acidente de ultraleve sofrido por Herbert Vianna em 2001, um dos episódios mais delicados da história da banda e que também integra a narrativa.

Outro personagem fundamental da montagem é José Fortes, empresário dos Paralamas desde o início da carreira e considerado pelos próprios músicos como uma espécie de “quarto Paralama”. Sua importância na consolidação da banda também é homenageada ao longo do espetáculo.

Segundo a dramaturga Patrícia Andrade, o musical é, acima de tudo, uma história sobre relações humanas.
“Esta é uma história sobre amizade, sobre a longevidade de uma banda que começa quando os integrantes eram adolescentes e está aí até hoje. E também sobre memória, seja ela afetiva ou seletiva, que toca a cada um de diferentes formas. É um espetáculo essencialmente emocional”, resume a autora.

MEMÓRIA

Diferentemente de muitas biografias musicais, “Vital” não segue uma ordem cronológica dos acontecimentos.

O texto foi estruturado em um fluxo narrativo que alterna passado e presente, conduzido pelas lembranças dos personagens.

A memória funciona como elemento dramatúrgico central, fazendo com que diferentes momentos da vida dos músicos se misturem constantemente.

Essa construção permite que acontecimentos históricos da carreira convivam com momentos íntimos e emocionais, criando uma narrativa dinâmica, cinematográfica e sensível.

Segundo o diretor Pedro Brício, parte dessa perspectiva nasce justamente da memória de Herbert Vianna, especialmente durante o período de recuperação após o acidente.

Em alguns momentos, o público é levado a questionar se determinadas passagens representam lembranças reais ou delírios provocados pelo estado emocional do personagem.

REPERTÓRIO

Ao longo de aproximadamente 1 hora e 50 minutos de apresentação, o público acompanha mais de 30 canções que marcaram diferentes fases da carreira dos Paralamas do Sucesso.

Entre os clássicos presentes estão “Vital e sua moto”, música que inspirou o nome do espetáculo, além de sucessos como “Meu Erro”, “Óculos”, “Alagados”, “Lanterna dos Afogados”, “Busca Vida”, “Romance Ideal”, “Tendo a Lua”, “Caleidoscópio” e muitas outras.

Para a autora Patrícia Andrade, escolher quais canções fariam parte do roteiro foi uma das tarefas mais difíceis durante a criação da montagem.

A extensa discografia dos Paralamas obrigou a equipe a deixar de fora diversas músicas importantes, mas a seleção final busca representar todas as fases da banda e sua constante evolução artística.

QUASE UM SHOW

Um dos diferenciais de “Vital” é justamente equilibrar a linguagem teatral com a energia de um grande show de rock.

O diretor musical Daniel Rocha desenvolveu novos arranjos especialmente para a montagem, preservando a identidade sonora dos Paralamas, mas adaptando as músicas à linguagem do teatro musical.

Os atores interpretam os personagens e também executam instrumentos ao vivo durante diversas cenas, recriando apresentações históricas da banda.

Em determinados momentos, apenas o trio protagonista toca em cena. Em outros, toda a companhia participa das execuções ao lado da banda formada por músicos profissionais.

A diversidade rítmica dos Paralamas também aparece nos arranjos. Canções como “Alagados” incorporam elementos de percussão inspirados em escolas de samba, enquanto “Vamos Bater Lata” utiliza instrumentos confeccionados com peças metálicas.

Daniel Rocha destaca que os Paralamas foram pioneiros ao misturar rock com ritmos brasileiros, música latina, reggae, ska, funk e influências africanas muito antes de essa combinação se tornar comum na música nacional.

ESCOLHA DO ELENCO

Os protagonistas do musical foram selecionados em uma concorrida audição nacional que reuniu mais de 600 candidatos vindos de diferentes regiões do País.

Herbert Vianna é interpretado por Rodrigo Salva, enquanto Franco Kuster vive João Barone e Gabriel Manita interpreta Bi Ribeiro. O elenco conta ainda com Hamilton Dias no papel do empresário José Fortes, além de Barbara Ferr, Herberth Vital, Maria Vitória Rodrigues, Pedro Balu e Rodrigo Vechi.

A produção optou por não buscar uma imitação física ou vocal dos músicos reais.

Segundo Pedro Brício, a proposta foi captar a essência, a energia e os aspectos humanos de cada personagem, permitindo que os atores construíssem interpretações próprias sem recorrer ao simples mimetismo.

RECONHECIMENTO

Idealizado pelos produtores Gustavo Nunes e Marcelo Pires, “Vital – O Musical dos Paralamas” foi desenvolvido com acompanhamento da própria banda desde sua concepção.

Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone participaram das primeiras conversas sobre o projeto, acompanharam o desenvolvimento do texto e também colaboraram na escolha do elenco principal.

O resultado foi reconhecido pela crítica especializada.

A montagem conquistou o Prêmio APTR de Melhor Produção em Teatro Musical e recebeu indicações aos prêmios Shell, Bibi Ferreira e Destaque Imprensa Digital, consolidando-se como um dos principais espetáculos brasileiros do gênero nos últimos anos.

Além do reconhecimento artístico, o musical também chama atenção pelo compromisso com a inclusão. A produção incorporou ao elenco o ator com deficiência Herberth Vital, reforçando a importância da representatividade nos palcos e dialogando diretamente com um dos momentos mais marcantes da trajetória de Herbert Vianna.

Serviço

“Vital – O Musical dos Paralamas”

  • Datas: dias 6 e 7 de agosto (quinta e sexta-feira).
  • Horário: às 20h.
  • Local: Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo – Parque dos Poderes.
  • Duração: 1 hora e 50 minutos.
  • Classificação indicativa: 12 anos.
  • Ingressos: disponíveis pelo Sympla.
     

felpuda

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira (27)

27/07/2026 00h01

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BENJAMIN FRANKLIN - ESCRITOR AMERICANO

"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia"

FELPUDA

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel entraria na pista com confortável vantagem. Lidera as pesquisas mais consistentes, reúne o maior arco de alianças e, por enquanto, assiste aos adversários tentando encontrar o ritmo da corrida.

Nos bastidores, o clima é de otimismo entre seus aliados. Mas política não distribui troféu por desempenho em treino. Pesquisa fotografa o momento, a urna conta a história. Até outubro muita água vai rolar, e agora Riedel corre na frente, enquanto muita gente ainda amarra o tênis. Como política não é para amadores...

Enfeite, não!

Senador bom sabe que mandato dura oito anos e imprevistos acontecem. Por isso, escolhe suplente com experiência e voto próprio. Não é para ser cabo eleitoral fantasma nem alguém que "tope qualquer coisa". O problema é quando o eleitor vota num nome e recebe outro goela abaixo.

Mais

Aí o suplente assume e ninguém sabe de onde saiu nem o que pensa. É democracia de surpresa: você aperta o 1 e vem o 3. No Senado, cadeira vazia custa caro. Melhor preencher com gente, não com favor. E por aí vai...

Dr. Alexandre Branco Pucci e Ketlen Cordeiro. Foto: Studio Miguel Palácios
 Junia Lopez. Foto: divulgação

 Desafio

A convenção que confirmará Eduardo Riedel como candidato à reeleição promete reunir verdadeira frente ampla de aliados. PSDB, PP, União Brasil, PL, MDB, Republicanos e Avante dividirão o mesmo palco e os mesmos aplausos. Em caso de vitória, o desafio começa depois da posse, quando chegar a hora de repartir espaços na administração. Isso porque não existe almoço de graça. Na política, alianças são construídas com discursos. Governos, quase sempre, com cargos.

Na mira

O deputado Zeca do PT passou a enfrentar mais um foco de desgaste na pré-campanha. Lideranças políticas avaliam recorrer ao Ministério Público Eleitoral após a divulgação de gravações atribuídas a uma reunião com indígenas da Aldeia Lalima, em Miranda. Nos áudios, que circulam nas redes sociais, adversários afirmam haver pressão relacionada ao apoio eleitoral à deputada Camila Jara. Ele ainda poderá apresentar sua versão.

Reação

A repercussão da reunião na Aldeia Lalima, em Miranda, ganhou novo capítulo, após uma liderança indígena publicar vídeo nas redes sociais, manifestando indignação com a postura atribuída ao deputado Zeca do PT. Segundo o relato, foram usadas palavras consideradas ofensivas, inclusive de baixo calão. O cacique afirmou que a deputada Camila Jara é bem-vinda à comunidade, assim como qualquer outro candidato, independentemente do partido.

ANIVERSARIANTES

Dra. Flávia de Albuquerque Furlani,

Dr. Mário Cesar Mangiolardo,

Maria Emília Ramalho Sulzer,

Euzébio Valiente Maximovitch,

Ana Paula Costa Morilhas,

Nancineide Cássia da Silva Gonçalves,

Madalena Maria de Souza Vargas,

Olinda Shiroma Matsuda,

Hiyotata Catuyama,

Joel Douradode Assis,

Roberto Seijin Utima,

José Antônio Brandão,

Lucinete de Sena Borgo,

Jaqueline Cruz,

Mauro Benante Junior,

Gilda Santa Cruz,

Renata Letteriello,

Silvana Gonçalves Marques,

Edson Yoshizaki,

Diego Souza,

Mylla Rodrigues,

Israel Vitor Holmes,

Natália Gabriela Martin Duailibi Younes,

Dr. José Tadachi Sugai,

Dr. Bianco Latorraca,

Janete Rosane Schenkel,

Iara Trindade,

Nilton Vieira,

Antônio Tiago Machado,

Dr. Alberto Moraes de Souza,

Luiz Carlos Algaranhães Antunes,

Kethlin Lima Portela,

Joice Ana Palma,

Dr. Adão Vieira Nogueira,

Lauro José e Sá,

José Antônio Fernandes,

Mara Eliane Barbosa Freitas,

Ana Fátima Pizzato de Souza,

Joseny de Castro Coimbra Peters,

Marco Aurelio Claro,

Jeruza Rezende Ramos,

Luiz Arthur Serra Reinbold,

Antonio Gerson de Saboia,

Flávio Silveira Cury,

Ivone Coelho Masruha,

Dr. Roberto de Aquino Lopes Júnior,

Gleicy Saad,

José Domingos,

Emílio Corrêa de Souza,

Paulo Henrique de Mattos,

Vitória Franco,

Ilza Rezende Rodrigues,

Maria Gonçalves,

Claudio Santos,

Maria Madalena da Silva Conrado,

Maiza Abalen Bernard,

Antônio Castelani Neto,

Ademir Garcia da Silva

Maria Aparecida Limeira,

Humberto Sousa Silva,

Luiza de Almeida,

Beatriz Vieira Lourenço,

Vilma Guimarães,

Jesualdo D'Aurea,

Dirceu Vicente Rossettini Costa,

Kátia Rejane Branquinho da Costa Ornellas,

Maria da Graça Albertini Prechitko,

Feliciana Barbosa Abath,

Bruno Miragaia Gaeti,

João Catarino Tenório Novaes,

Romulo Guerra Gai,

Hiroshi Matsubara,

Olimpio Simião da Silva,

Eustáquio Jeovan de Figueiredo,

Loan Lima Harada,

Fábio da Silva Magalhães,

André Luiz Mariano de Oliveira,

Pedro Constantino Rozales Neto,

Roberto Silva Junior,

Ângela Maria Carlini Garcia de Oliveira,

Joaquim da Mota Longo,

Marlene de Aguiar Justino da Cruz,

Rossana Xavier Machado,

Antonio Lincoln Carvalho de Siqueira,

Rilton Alexandre Araújo,

Henrique Thomé Baptista,

Ayrton Pires Maia,

Bianca Della Pace Braga Medeiros,

Alberto Vieira Rossi,

Rozilei Foizer,

Bruno Carlos de Rezende,

Felipe Lakatos Melo,

Takeo Ohira,

Zarife Cristina Hamdan,

Carlos Eduardo Oliveira de Souza,

Sérgio Queiroz Serra,

Cleiton Dahmer,

Coriolando Bachega,

Éder Mosciaro Barreto,

Talita Ertzogue Marques,

Farley Augusto da Silva Venturelli,

Eduardo Guimarães Mercadante,

James Erison Canova,

Kariny Rocco Moreira Berton,

Juliana Campos Veronesi,

Joice Ana Mosele,

Leonardo Anacleto Chaves.

 * COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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