Correio B

Lançamento

Juliane Penteado apresenta seu novo livro, intitulado "Dano Existencial no Direito Previdenciário"

O livro diferencia o dano existencial do dano moral e aborda a responsabilidade do Estado na garantia dos direitos

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Colunista no Correio do Estado, a especialista em direito previdenciário, Juliane Penteado, lança no próximo dia 13 de março, o livro “Dano Existencial no Direito Previdenciário”, pela editora Juruá. A autora explora, nesta obra, o conceito de dano existencial e sua aplicação no contexto do Direito Previdenciário, em colaboração com a advogada Wania Alice.

O evento de lançamento, agendado para o dia 13 de março às 19h, contará com reflexão de Juliane seguido por um coquetel na livraria Leirura, situada no Shopping Campo Grande.

O livro diferencia o dano existencial do dano moral, destacando que este último refere-se a lesões decorrentes de sofrimento ou ofensa, enquanto o primeiro prejudica os projetos de futuro, criando obstáculos para a continuidade e reconstrução da vida.

A responsabilidade do Estado na garantia dos direitos e garantias legalmente previstos é enfatizada, especialmente quando impedimentos e violações a direitos sociais originam-se da atuação das instituições estatais, como o INSS.

No caso do dano existencial previdenciário, o Estado deve ser responsabilizado por falhas no cumprimento do dever constitucional de proteção social dos segurados.

Além de abordar os fundamentos teóricos do dano existencial no Direito Previdenciário, o livro apresenta jurisprudência relevante sobre o tema e fornece um guia detalhado para orientar advogados na proposição de ações previdenciárias por dano existencial.

Destina-se não apenas aos profissionais da área, mas também a estudiosos, doutrinadores e todos interessados na constante atualização do direito e na promoção da proteção social.

Cabe destacar que Juliane Penteado, advogada previdenciarista, professora de Pós-graduação e Cursos de extensão, palestrante, coordenadora para o Centro-oeste e diretora científica adjunta do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), compartilha sua expertise como sócia-proprietária do escritório Penteado Santana Advocacia.


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Saúde Correio B+

O que a vitamina A pode fazer por nossa beleza?

Médico dá dicas  e explica os benefícios da vitamina A para cabelos, pele e unhas 

18/04/2026 17h00

O que a vitamina A pode fazer por nossa beleza?

O que a vitamina A pode fazer por nossa beleza? Foto: Divulgação

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A vitamina A é um micronutriente que fornece vários benefícios à saúde quanto à visão, pele e cabelos. “No que diz respeito à saúde e beleza da pele e cabelos, ela é um poderoso antioxidante e ajuda também na produção de queratina dos folículos capilares”, destaca Dr. Franklin Veríssimo, Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pelo Hospital Albert Einstein-SP. 

“A vitamina A é essencial não somente para o desenvolvimento normal da pele, mas também para o crescimento e manutenção dos ossos, glândulas, dentes, unhas e cabelos. Esta vitamina penetra na pele, contribuindo para que permaneça lisa, saudável e melhorando suas propriedades de barreira de água, mantendo assim a pele hidratada”, detalha Dr. Franklin. 

A vitamina A ou Retinol  ou ácido retinóico ( sua forma ácida) podem ter indicação de uso desde os primeiros sinais de envelhecimento cutâneo, “e não há idade definida para fazer uso e sim indicação clínica - e é durante uma consulta com o dermatologista que isso será definido”, alerta o médico.  

Cosméticos com vitamina A podem ajudar a melhorar a imunidade da pele. “Podem ser bons complementos a tratamentos personalizados.  A vitamina A atua na produção de colágeno e o seu consumo em níveis adequados propicia uma pele tonificada.  Rugas e outros sinais de envelhecimento podem ser retardados”, afirma Dr. Franklin que atua com medicina estética.  

“É possível encontrar produtos com vitamina A e fórmulas manipuladas.  Nas duas formas, deve ser sempre prescrito por médico e personalizado para o paciente”, reforça Dr. Franklin Veríssimo.  

Cabe destacar que, segundo o médico, o excesso da vitamina A no organismo pode gerar problemas como descamação da pele e queda de cabelo.  É fundamental a consulta realizada pessoalmente com o médico.  

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura: O que o Rio não chama de tendência, mas o mundo já tenta copiar

O que se viu foi uma moda em estado de fluxo, menos preocupada em apontar direções e mais interessada em afirmar presença.

18/04/2026 15h30

Entre Costuras e CuLtura: O que o Rio não chama de tendência, mas o mundo já tenta copiar

Entre Costuras e CuLtura: O que o Rio não chama de tendência, mas o mundo já tenta copiar Foto: Divulgação

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Na Rio Fashion Week 2026, a ideia de tendência parece pequena demais para dar conta do que se apresentou. O que se viu foi uma moda em estado de fluxo, menos preocupada em apontar direções e mais interessada em afirmar presença.

A alfaiataria, por exemplo, apareceu desobediente. No desfile da Osklen, linhos lavados, cortes amplos e uma sofisticação silenciosa apontam para um luxo menos rígido, mais vivido. Já a Handred trabalha volumes fluidos e proporções relaxadas, reforçando que estrutura, hoje, é algo que se negocia, não se impõe.

O artesanal deixa de ser detalhe e ocupa o centro. A Catarina Mina talvez tenha traduzido isso com mais precisão: crochês e tramas manuais que falam de tempo, autoria e território. Em outra direção, a Farm Rio sustenta uma narrativa visual intensa, onde cor e identidade caminham juntas sem esforço, mas talvez a mudança mais relevante esteja no corpo que atravessa a passarela.

O desfile da Blue Man foi direto ao ponto ao apresentar diferentes tipos de corpos, idades, medidas e presenças não como exceção, mas como parte natural da coleção. Aqui, a chamada “inclusão” perde o tom de discurso e ganha contorno de realidade. Chamar isso de tendência parece, no mínimo, atrasado.

A aceitação de múltiplos corpos já não opera como novidade, e sim como ajuste necessário a um mundo que nunca foi homogêneo. No Rio, essa mudança acontece com menos didatismo e mais naturalidade, como algo que simplesmente é.

Ao mesmo tempo, o corpo segue sendo linguagem. A Lenny Niemeyer trabalha recortes precisos que revelam a pele com controle e intenção. Já a Aluf tensiona formas e proporções, expandindo o olhar sobre o que o corpo pode ser dentro da roupa.

Entre Costuras e CuLtura: O que o Rio não chama de tendência, mas o mundo já tenta copiarDesfile Blue Man - Divulgação

Nas cores, não há hesitação. Tons vivos, saturados, quentes, uma paleta que não pede licença e não busca neutralidade.

É nesse ponto que emerge o que se pode chamar de “suco carioca”. Não como estética óbvia, mas como lógica: a recusa em endurecer formas, a valorização do processo e uma intimidade quase estrutural com o improviso.

Fora do Brasil, esse movimento já encontra eco. O artesanal ganha espaço, a alfaiataria se torna mais leve, o corpo menos rígido. Ainda assim, existe uma diferença fundamental: enquanto no exterior essas mudanças aparecem como tendência, no Rio elas operam como condição. Não se trata apenas de vestir uma ideia, mas de habitá-la.

Entre Costuras e CuLtura: O que o Rio não chama de tendência, mas o mundo já tenta copiarAluf - Divulgação

A seguir irei compartilhar com você um checklist rápido e prático pra você que quer arrasar nos looks com “suco carioca”: 

                      Prefira peças leves e amplas

Tecidos naturais e modelagens soltas trazem movimento imediato ao look.

                      Inclua uma peça artesanal

Crochê, renda ou tramas manuais funcionam como ponto de destaque.

                      Escolha entre cor ou pele

Um elemento principal por vez: ou um tom vibrante, ou recortes estratégicos.

Entre Costuras e CuLtura: O que o Rio não chama de tendência, mas o mundo já tenta copiarFashion Rio 2026 - Divulgação

 

Entre Costuras e CuLtura: O que o Rio não chama de tendência, mas o mundo já tenta copiarGabriela Rosa - Consultora de Moda e estilo - Divulgação

 

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