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Luisa Stefani vai às quartas de final nas duplas femininas do US Open

Ao lado de canadense Dabrowski, brasileira sonha com título inédito

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Nesta segunda-feira (7), a parceria entre a brasileira, número 4 do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), e a canadense Gabriela Dabrowski (3ª) venceu a da japonesa Eri Hozumi (68ª) com a eslovena Andreja Klepac (66ª) por 2 sets a 0, com parciais de 6/0 e 6/3.

"Eu daria uma nota 9 na escala até 10 [pela atuação]. Sempre há espaço para melhora. Temos um grande time por trás, com muito trabalho, e dou a eles grande crédito pelos resultados que estamos tendo", disse Luisa, em comunicado à imprensa.

As adversárias da dupla serão conhecidas na noite desta segunda, no confronto das chinesas Jiang Xinyu (32ª) e Zhang Shuai (7ª) contra a japonesa Miyo Kato (43ª) e a taiwanesa Fang-Hsien Wu (60ª). O jogo pelas quartas ainda será marcado pela organização do evento, que ocorre em Nova York (Estados Unidos).

Se avançarem, Luisa e Dabrowski repetem o feito dos outros três Grand Slams (como são conhecidos os quatro maiores torneios do tênis mundial) do ano, quando chegaram, ao menos, às semifinais.

A paulista busca o primeiro título deste tipo de competição na carreira em disputas femininas. Nas duplas mistas, ela foi campeã do Aberto da Austrália de 2023, tendo o gaúcho Rafael Matos como parceiro.

Em 2026, a parceria conquistou três títulos em etapas do circuito mundial da WTA, disputadas em Dubai (Emirados Árabes Unidos), Estrasburgo (França) e Eastbourne (Inglaterra).

Nos Grand Slams, o melhor desempenho foi em Wimbledon, na capital inglesa Londres, quando ficam com o vice.

Duplas masculinas
No último domingo (6), Marcelo Melo se despediu do torneio de duplas masculinas do US Open. O mineiro, 56º do ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), atuou com o australiano John Peers (76ª).

Em duelo pela segunda fase, eles perderam para os norte-americanos Brandon Carpico (1103º) e Nikita Samuel Filin (739º) por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 7/6 (7-0) e 6/4.

"Era uma dupla perigosa, são praticamente os primeiros do College [universitário] nos Estados Unidos, sabem jogar dupla, são rápidos. Fizemos um belo primeiro set e depois jogamos bem, mas faltou dar um click assim de alguns pontos na sequência para poder passar na frente e dominar o jogo", resumiu Marcelo, via assessoria de imprensa.

Equiparação

Fifa iguala premiações de participação na Copa feminina e CBF receberá R$ 12,6 milhões

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026

22/10/2026 23h00

Espanha é atual campeã mundial da categoria

Espanha é atual campeã mundial da categoria Cameron Spencer / Getty Images

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira, 22, um aumento na premiação às seleções que disputarão a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Cada equipe classificada receberá US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 12,6 milhões) para a preparação para o torneio, igualando o valor oferecido às seleções participantes da Copa do Mundo masculina de 2026. A decisão faz parte de um conjunto de medidas voltadas ao desenvolvimento do futebol feminino.

Além do reforço financeiro, a entidade confirmou que as jogadoras terão os mesmos níveis de serviço oferecidos aos atletas do Mundial masculino de 2026. A Fifa também estabeleceu que eventuais excedentes financeiros gerados pela competição feminina serão distribuídos às associações nacionais participantes, com uma parcela reservada exclusivamente às jogadoras.

A edição de 2027 será realizada entre 24 de junho e 25 de julho, com o Brasil como país-sede. O sorteio dos grupos está marcado para 11 de dezembro de 2026, às 13h30, no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

Por ser o anfitrião, a seleção brasileira será cabeça de chave do Grupo A e fará a partida de abertura no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 24 de junho. A competição será a primeira Copa do Mundo Feminina realizada na América do Sul.

Além das mudanças financeiras para o Mundial de seleções, a Fifa anunciou novidades sobre a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes Feminina. Os Estados Unidos foram escolhidos como sede do torneio, que será disputado entre 5 e 30 de janeiro de 2028 e contará com 19 equipes de todas as seis confederações continentais.

Sete clubes já tiveram suas vagas confirmadas: Arsenal (Inglaterra), Club América (México), Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang Women’s FC (Coreia do Norte), Wuhan Jiangda (China) e Corinthians.

futebol

Bola de Ouro abre votação para escolher maior de todos os tempos sem Pelé e Maradona

Entre os candidatos, Ronaldo Fenômeno é o único brasileiro

20/10/2026 22h00

Foto: Divulgação

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A revista France Football abriu uma votação popular para eleger o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez lendas do futebol que conquistaram o prêmio pelo menos duas vezes. Entre os candidatos, Ronaldo é o único brasileiro.

A eleição faz referência à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada mundialmente para definir o maior atleta de todos os tempos em determinada modalidade. A proposta da revista é permitir que os torcedores escolham seu favorito entre alguns dos nomes mais marcantes da história da premiação.

Para participar, é necessário pagar 1 euro, cerca de R$ 5,60. A contribuição dá direito a uma fotografia icônica relacionada à Bola de Ouro e habilita o torcedor a concorrer a dois ingressos para a cerimônia da premiação em 2027. A votação será encerrada em 27 de outubro de 2026, e o resultado oficial está previsto para o dia seguinte.

Além de Ronaldo Fenômeno, a lista conta com outros nove nomes que marcaram diferentes gerações do futebol mundial. Lionel Messi, com oito conquistas oficiais da Bola de Ouro, e Cristiano Ronaldo, com cinco, estão entre os principais destaques da seleção.

Confira os dez candidatos e o número de Bolas de Ouro conquistadas:

  • Lionel Messi (Argentina): 8 títulos
  • Cristiano Ronaldo (Portugal): 5 títulos
  • Johan Cruyff (Holanda): 3 títulos
  • Michel Platini (França): 3 títulos
  • Marco van Basten (Holanda): 3 títulos
  • Ronaldo Fenômeno (Brasil): 2 títulos
  • Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha): 2 títulos
  • Franz Beckenbauer (Alemanha): 2 títulos
  • Kevin Keegan (Inglaterra): 2 títulos
  • Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha): 2 títulos

Apesar de reunir grandes nomes da história do futebol, a lista não contempla lendas como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. A ausência está relacionada aos critérios históricos de elegibilidade da Bola de Ouro e às regras utilizadas para definir os candidatos desta votação.

Durante décadas, a premiação teve restrições que impediram jogadores de fora da Europa de concorrer. A elegibilidade foi ampliada em 1995 para incluir atletas de qualquer nacionalidade que atuassem em clubes europeus e, em 2007, passou a abranger jogadores de todo o mundo.

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