Esportes

ESTADUAL

Título do Costa Rica mostra a força do interior de MS

Jogando com o apoio da torcida, Cobra do Norte levanta a taça com empate em 1 a 1

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O Costa Rica Esporte Clube confirmou o favoritismo contra o Operário e levantou pela segunda vez a taça do Campeonato Sul-Mato-Grossense em jogo ontem. Após o título, o presidente do clube, André Baird, disse ao Correio do Estado que a conquista deste ano provém da força do futebol do interior.

“O título do Costa Rica neste ano mostra a força do futebol do interior do Estado. Não apenas porque vencemos, mas sobretudo por conta do desempenho dos demais, Ivinhema, Serc, Dourados. Mostramos que o desenvolvimento do interior tem dado resultado”, destacou o presidente do Crec.

Questionado sobre o desempenho do clube na competição, o dirigente salientou que o fomento do governo do Estado ajuda, entretanto, o auxílio da iniciativa privada pode fazer com que o clube e região possam almejar coisas maiores em um futuro próximo.

“Financeiramente, sem o Estado não haveria competição, mesmo assim, cabe à iniciativa privada e aos produtores locais enxergar o potencial do nosso elenco e a força do clube para que possamos evoluir cada vez mais, sobretudo nas competições que nos aguardam em 2024”, frisou Baird.

O JOGO

A consagração da Cobra do Norte acontece dois anos depois de seu primeiro título, conquistado em 2021, e após novo empate contra o Operário, partida disputada no Estádio Laerte Paes Coelho, o Laertão. 

Dono da melhor campanha do Estadual, o Crec necessitava apenas de um empate para levantar o caneco diante de sua torcida. Soberano na competição e jogando com o regulamento “debaixo do braço”, o clube do norte do Estado espantou qualquer chance operariana no fim da primeira etapa, após Bruninho abrir o placar do confronto.

Com a vantagem do empate e com um gol de vantagem no confronto, a equipe comandada por Alexandre Finazzi buscou administrar a decisão, mesmo com o goleiro Rodolfo em tarde especial e de grandes defesas.

Em desvantagem no placar, o Operário diminuiu no fim com Irapuan, aos 48 da etapa complementar, entretanto, o gol em nada auxiliou os visitantes, que necessitavam vencer o confronto para levantar o 13º título de sua história.

O resultado enalteceu o trabalho defensivo do time treinado por Finazzi, já que em cinco partidas disputadas pela equipe na fase mata-mata o clube tomou apenas dois gols.

Em entrevista ao Correio do Estado, o treinador revelou que a saída do atacante Cristiano, até então artilheiro do clube no Estadual e barrado por indisciplina, dificultou o desempenho ofensivo do Costa Rica na reta final.

Para além da confiança dos donos da casa, o histórico recente dos dois últimos campeões sul-mato-grossenses destacava a vantagem do Costa Rica. Em três jogos, o clube do interior venceu dois duelos e conquistou um empate, justamente na primeira partida da decisão deste ano.

A COMPETIÇÃO

Melhor colocado geral, o Costa Rica passou o Aquidauanense nas quartas de final e utilizou o critério de melhor campanha para barrar o Ivinhema nas semifinais. Em contrapartida, o Operário chegou à decisão após virar o confronto quadrifinalista diante do Novo e vencer o Dourados na semi.

Garantidos na primeira fase da Copa do Brasil do ano que vem, Operário e Costa Rica serão os representantes de MS. Campeão estadual, o Crec assegurou vaga para o Campeonato Brasileiro Série D de 2024 e a Copa Verde do próximo ano.

SAIBA

O Costa Rica terminou a primeira fase do Campeonato Estadual com 19 pontos conquistados em 24 disputados. Já o Operário somou 15 pontos.

Medalhistas

Ginástica: Flávia Saraiva e Rebeca Andrade fazem dobradinha na trave; Nory conquista o ouro

Competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026

20/09/2026 23h00

Foto: Reprodução / Confederação Brasileira de Ginástica - X

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O Brasil conquistou uma dobradinha na manhã deste domingo (20), em Szombathely, na etapa da Hungria, pela Copa do Mundo de Ginástica Artística. Na disputa da trave, as atletas Flávia Saraiva e Rebeca Andrade conquistaram ouro e prata, respectivamente. A britânica Emily Roper fechou o pódio.

Aos 26 anos, Flavinha conquistou a melhor colocação na etapa do mundial ao conseguir a nota 13.766 pontos, enquanto a compatriota Rebeca, de 27, ficou com 13.600 pontos. Vale ressaltar que a competidora guarulhense foi a primeira a se apresentar no aparelho. Emily Roper fechou com 12.866 para garantir o bronze.

O dia reservou outras conquistas para o Brasil na Copa do Mundo de Ginástica. A própria Flávia Saraiva conseguiu a medalha de prata no solo. Já Lorrane Oliveira, de 28 anos, fechou o pódio com o bronze, em mais uma dobradinha. A grande vencedora da categoria foi Dulcy Caylor, de apenas 18 anos, dos Estados Unidos.

No masculino, Arthur Nory, de 33 anos, conquistou o ouro na disputa da barra fixa, com a nota de 14.133 pontos. Ele superou o tcheco Tomas Kalinic e o polonês Kacper Garnczarek, com prata e bronze, respectivamente.

A competição da Hungria serve de preparação para o Mundial de Ginástica Artística 2026, que ocorre entre os dias 17 e 25 de outubro, em Roterdã, na Holanda.

Vaga garantida

Com campo-grandense Judson, Brasil atropela Argentina e garante vaga na Olimpíada

Diante de 11mil torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20

20/09/2026 14h30

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira

Campo-grandense Judson, central da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Com o campo-grandense Judson entre os titulares, a Seleção Brasileira masculina de vôlei atropelou a Argentina por 3 sets a 0 neste domingo (20), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, e conquistou o título do Pré-Olímpico Sul-Americano de 2026. Com a vitória, o Brasil garantiu a classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Diante de 11.968 torcedores, a equipe brasileira venceu com parciais de 25-20, 25-23 e 25-20. O oposto Darlan foi o principal pontuador da partida, com 23 acertos, enquanto o ponteiro Lucarelli foi eleito o melhor jogador do torneio.

O Brasil terminou a competição de forma invicta e sem perder nenhum set nos cinco jogos disputados. O título foi o 34º da Seleção no Campeonato Sul-Americano.

A partida 

Judson iniciou a decisão como titular, ao lado de Darlan, Flávio, Adriano, Lucarelli e Cachopa. O Brasil começou a partida em ritmo intenso e rapidamente abriu vantagem no primeiro set. A Argentina chegou a diminuir a diferença, mas a Seleção voltou a controlar as ações e fechou a parcial em 25 a 20.

No segundo set, os brasileiros novamente construíram vantagem desde o início. Os argentinos reagiram na reta final e chegaram a encostar em 23 a 22, mas o Brasil manteve a concentração e garantiu a vitória por 25 a 23, abrindo 2 sets a 0.

A Argentina começou o terceiro set mais agressiva e chegou a permanecer à frente no placar. O Brasil, porém, retomou a liderança a partir do 10 a 9 e passou a controlar novamente a partida.

Darlan foi decisivo na reta final, enquanto Flávio se destacou nos bloqueios. O Brasil abriu 21 a 18 e confirmou o título com mais um 25 a 20, após bloqueio de Flávio e ace de Adriano.

Além do título e da classificação olímpica, o Brasil teve cinco jogadores escolhidos para a seleção do campeonato. Flávio foi eleito um dos centrais, Adriano apareceu entre os ponteiros, Darlan foi escolhido como oposto e Cachopa como levantador. Lucarelli recebeu o prêmio de MVP da competição.

Com a classificação masculina, o vôlei brasileiro terá suas duas seleções nos Jogos Olímpicos de Los Angeles. A equipe feminina havia garantido a vaga uma semana antes.

Los Angeles também terá um significado especial para o vôlei brasileiro. Foi na cidade norte-americana, nos Jogos Olímpicos de 1984, que o país conquistou sua primeira medalha olímpica na modalidade. Na ocasião, a seleção foi vice-campeã após ser derrotada pelos estadunidenses por 3 a 0. 

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