Curiosidades

Com R$ 1,3 bilhão de fortuna, atriz mais bem paga de Hollywood revela seu refúgio de R$ 24 milhões

A atriz também possui imóveis em Nova York.

Nicole Kidman acumula uma fortuna de R$ 1,3 bilhão e é reconhecida pela Forbes como a atriz mais bem paga de Hollywood em 2024. A atriz também possui imóveis em Nova York, Los Angeles e Nashville.

Quando quer descansar, a atriz deixa os holofotes e os tapetes vermelhos para se refugiar em sua fazenda australiana, longe da rotina de gravações. Adquirida em 2008, a propriedade, batizada de Bunya Hill, fica em Nova Gales do Sul, na costa leste da Austrália, e está avaliada em aproximadamente R$ 24 milhões.

Os 111 acres formam um refúgio onde Kidman encontra paz e simplicidade ao lado da família.

Vida rural genuína no campo australiano

Na fazenda, Nicole Kidman cuida de vacas, cabras e alpacas. Ela também mantém um pomar onde produz geleia caseira, em uma rotina distante do mundo do cinema.

A área externa reúne uma piscina de 18 metros, quadra de tênis, academia equipada e trampolim com vista para as colinas. O espaço combina descanso, atividade física e contato com a natureza para toda a família.

Elegância e conforto em cada cômodo

A casa principal tem estilo clássico, com varandas de pedra, uma escada de madeira esculpida na entrada e 10 lareiras de mármore distribuídas pelos ambientes. A biblioteca tem um sofá de couro e estantes repletas de livros. A sala de jogos se organiza em torno de uma mesa de bilhar central.

A sala de estar se integra à cozinha por grandes janelas que vão do chão ao teto. Elas levam luz natural aos ambientes e oferecem vista para as colinas. Sofás claros e um piano de cauda completam o espaço, que combina sofisticação e aconchego familiar.

Espaço reservado para hóspedes

A propriedade inclui uma cabana de pedra com cozinha própria, isolada em meio à vegetação. O espaço permite receber amigos e familiares com privacidade, sem comprometer a tranquilidade do local.

Em entrevista à revista Vogue, Kidman destacou que o encanto de Bunya Hill está na tranquilidade, no ar fresco e na vida simples ao lado da família. Nas redes sociais, ela costuma compartilhar momentos dessa rotina, distante dos holofotes.

Patrimônio imobiliário global

Além da fazenda australiana, Nicole Kidman mantém imóveis em diferentes países. Na Austrália, ela e o ex-marido Keith Urban adquiriram coberturas em Milsons Point e as uniram para criar um apartamento com vista para o porto de Sydney.

Fora da Austrália, o patrimônio inclui uma residência em Nashville, um imóvel em Beverly Hills avaliado em milhões e um duplex no bairro de Chelsea, em Nova York. De acordo com o Celebrity Net Worth, a fortuna de Nicole Kidman alcança aproximadamente US$ 250 milhões em 2026, o equivalente a R$ 1,3 bilhão na cotação atual.

A separação oficial de Kidman e Urban, em 2026, estabeleceu a guarda compartilhada das filhas. As meninas passam 306 dias do ano com a atriz e 59 dias com o pai. O acordo também incluiu renúncia mútua a pensão conjugal e financeira, permitindo que ambos sigam suas vidas e carreiras de forma independente.

Investimento

Ele investiu US$ 1 mil em rede social e hoje é a pessoa mais rica do Brasil com R$ 162,9 bilhões

Também colaborou na estruturação técnica do site.

29/09/2026 18h13

Foto: Daniel Dan/Pexels

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Um aporte de mil dólares durante os tempos de universidade acabou se convertendo na maior riqueza pessoal já registrada entre os brasileiros. Com 22 anos e matriculado em Economia na Universidade de Harvard, Eduardo Saverin aplicou essa quantia em 2004 no Thefacebook.com, iniciativa acadêmica que ele ajudava a tirar do papel junto com Mark Zuckerberg. Na época, não havia garantia de sucesso.

Passados mais de vinte anos, aquela fatia inicial se converteu em um patrimônio de R$ 162,9 bilhões, o suficiente para tornar Saverin o brasileiro mais rico da atualidade.

Papel técnico na criação da rede

O envolvimento de Saverin não se limitou ao dinheiro: ele também colaborou na estruturação técnica do site e, de acordo com a Forbes, foi responsável por montar um servidor na garagem da residência de seus pais.

A parceria com Zuckerberg, no entanto, não durou muito tempo. Divergências sobre a administração do negócio levaram os dois à Justiça americana em 2005, num processo que discutia a fatia acionária de Saverin e seu reconhecimento como cofundador da empresa.

Disputa judicial e o acordo confidencial

Um acordo extrajudicial encerrou o litígio em 2009, sem detalhes tornados públicos sobre os termos. Analistas da época calculavam que Saverin teria ficado com uma fatia próxima a 5% da companhia, participação que se tornaria extremamente valiosa nos anos seguintes.

A virada veio com a expansão acelerada do Facebook, e a abertura de capital na Nasdaq, em 2012, movimentou US$ 16 bilhões, com 421,2 milhões de ações negociadas a US$ 38 cada. O salto multiplicou o valor da participação retida por Saverin.

Aquisições que ampliaram o valor da empresa

As aquisições reforçaram o crescimento do grupo controlado por Zuckerberg. O Instagram foi incorporado por US$ 1 bilhão ainda em 2012, e o WhatsApp entrou para o pacote por cerca de US$ 22 bilhões. Os negócios ajudaram a empresa a se tornar a atual Meta.

A trajetória de Saverin na lista de bilionários começou em 2011, quando seu patrimônio somava R$ 2,6 bilhões segundo a Forbes. Foi em 2024 que o brasileiro chegou ao topo do ranking de fortunas nacionais pela primeira vez, e ele segue na liderança em 2026.

Oscilação recente e distância do segundo colocado

O valor atual de R$ 162,9 bilhões representa queda em relação aos R$ 227 bilhões registrados em 2025, reflexo direto da desvalorização das ações da Meta no período. Ainda assim, a vantagem sobre o segundo lugar segue larga: Vicky Safra e a família somam R$ 130,6 bilhões, uma diferença de mais de R$ 30 bilhões.

Parte da fortuna de Saverin já não depende só da Meta. Em 2015, ele cofundou a B Capital, empresa de investimentos voltada para startups.

Novo fundo mira inteligência artificial

A gestora ampliou o apetite por esse setor, e em julho de 2026, fechou o terceiro fundo da história, o Ascent Fund III. O fundo reúne US$ 500 milhões voltados a startups de inteligência artificial, com foco especial em saúde e energia, em mercados da América do Norte e da Ásia.

Aos 44 anos, Saverin mantém rotina discreta em Singapura, onde vive desde 2009. A diversificação para fora das ações da Meta consolidou uma segunda frente de renda que ajuda a sustentar sua posição no topo do ranking brasileiro.

Tecnologia

Adeus ao ar-condicionado: nova tecnologia resfria a casa gastando 80% menos energia

Ele resfria o ar por meio da evaporação da água.

29/09/2026 17h11

Foto: FOX ^.ᆽ.^= /Pexels

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Batizado de Caeli One, um novo equipamento de climatização promete cortar em até 80% o consumo elétrico de quem recorre ao ar-condicionado para se proteger do calor. Em vez de compressores e gases refrigerantes, ele resfria o ar por meio da evaporação da água — técnica conhecida como resfriamento adiabático.

O lançamento surge justamente quando as altas temperaturas fazem o gasto com energia elétrica se tornar um peso maior no bolso de muitas famílias. Segundo a fabricante, o dispositivo entrega 16 watts de capacidade de refrigeração para cada watt elétrico consumido — cerca de cinco vezes a eficiência de sistemas convencionais.

Como o equipamento tira o calor do ar

O ar passa por um mecanismo interno que usa a água em evaporação para absorver parte do calor antes de devolver esse ar, agora mais frio, para dentro de casa. Quem sai do processo é o calor extraído, direcionado para fora da residência através de uma abertura na parede.

A lógica se aproxima da de climatizadores evaporativos já conhecidos no mercado, mas o sistema promete maior eficiência elétrica. Usar cerca de 20% da energia normalmente necessária para produzir o mesmo efeito de resfriamento é a meta declarada pela empresa responsável pelo projeto.

Água no lugar de gases refrigerantes

Ao eliminar completamente os gases refrigerantes que equipam boa parte dos aparelhos de ar-condicionado, a estrutura do Caeli One reduz o impacto ambiental associado à climatização. É um argumento ambiental que a empresa soma ao apelo econômico.

Em troca, o funcionamento depende de um insumo que o ar-condicionado tradicional dispensa: a água. Segundo a fabricante, 1 metro cúbico do líquido seria suficiente para quatro meses de uso contínuo, embora o consumo real varie conforme a intensidade de uso, a temperatura e as condições do ambiente.

Instalação do sistema

Instalar o Caeli One exige uma tomada elétrica, ligação com o abastecimento hídrico e a fixação de peças em uma parede com saída para o exterior. Essa configuração busca simplificar a infraestrutura e evitar as grandes unidades externas típicas dos modelos split.

Clima seco favorece o desempenho

Nem todo cenário climático extrai o mesmo resultado do processo evaporativo. Ambientes mais secos tendem a se beneficiar mais, enquanto locais muito úmidos enfrentam uma limitação física: a evaporação perde força quando o ar já está saturado de vapor. E a capacidade de resfriamento cai junto.

Por isso, o Caeli One funciona melhor como alternativa regional, não como substituto universal e imediato do ar-condicionado tradicional. A eficácia real do sistema depende do clima de cada casa antes de decidir pela troca.

Manter o ambiente fresco sem pesar tanto na conta de energia é um dos maiores obstáculos da climatização doméstica, e soluções como essa tendem a se popularizar caso a empresa comprove esses níveis de eficiência em diferentes situações de uso.

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