Correio B

VIAGEM INÉDITA

Piloto de MS vai cruzar os 5 continentes em avião monomotor em 4 meses

Durante a viagem por dezenas de países, será produzido um documentário sobre a expedição; tripulação será composta por dois profissionais: Mário (comandante) e um cineasta

Continue lendo...

Piloto, Mário Jorge Dias de Oliveira Filho, de 33 anos, vai dar a volta ao mundo e cruzar os cinco continentes do planeta, em um avião monomotor Bonanza F33A, pelo período de 120 dias.

A viagem começará em abril e vai até agosto, podendo se estender para 180 dias, ou seja, até outubro de 2026.

Durante a viagem por dezenas de países, será produzido um documentário sobre a expedição, antes (preparação), durante (viagem) e depois (chegada). Com isso, a tripulação será composta por dois profissionais: Mário (comandante) e um cineasta.

Veja a rota

  1. Brasil
  2. Caribe
  3. EUA
  4. Canadá
  5. Groenlândia
  6. Islândia
  7. Europa
  8. África
  9. Emirados Árabes
  10. Índia
  11. Sri Lanka
  12. Cingapura
  13. Indonésia
  14. Austrália
  15. Japão
  16. Papua
  17. Filipinas
  18. Taiwan
  19. Japão
  20. Rússia
  21. Alaska
  22. Canadá
  23. EUA
  24. México
  25. Costa Rica
  26. Panamá
  27. Colômbia
  28. Peru
  29. Chile
  30. Argentina
  31. Paraguai
  32. Brasil
Mário Jorge e a Aurora Boreal na Islândia. Foto: Arquivo Pessoal

Ele nasceu em Aquidauana (MS) e mora em Campo Grande (MS), mas, atualmente, mora “no céu”, pois, não tem local fixo de trabalho ou residência por conta de sua profissão.

Tirou sua primeira habilitação de piloto aos 18 anos, antes mesmo de tirar a carteira de motorista.

Ele viaja/trabalha em um avião de pequeno porte, onde presta serviço a empresas americanas e brasileiras que importam aeronaves. Neste caso, ele busca e traz aeronaves de um país a outro.

“Quando um avião é adquirido em outro país eu sou contratado para ir buscar essa aeronave! Então hoje eu já rodei o mundo algumas vezes buscando avião! Já fiz voo para Austrália, Zimbábue, Kenya, Grécia, Escócia, Suíça, Canadá, Malawi, África do Sul, Estados Unidos e ilhas do Caribe como Providenciales, Punta Cana, Barbados, Curaçao, Grenada e St Marteen”, explicou o piloto ao Correio do Estado.

VOLTA AO MUNDO

Mário está prestes de realizar um sonho pessoal e profissional: dar a volta ao mundo, cruzar os cinco continentes do planeta – América, Europa, Ásia, Oceania e África –, em seu avião monomotor Bonanza F33A, por um período de 120 a 180 dias, entre abril e agosto-outubro de 2026.

Mário Jorge sobrevoando o mar próximo a Brisbane, na Austrália. Foto: Arquivo Pessoal

O objetivo é rodar o mundo criando conteúdo de aviação, lifestyle, aventura, viagem e cultura. Além disso, Mário quer levar a bandeira do Brasil para diferentes países do mundo.

“Quero mostrar a cultura dos diferentes países, de cada continente e também claro os pontos turísticos, os perrengues e tudo que envolve o planejamento e preparação de um voo! Especialmente voo internacional em avião pequeno! A ideia é fazer essa volta ao mundo em 120 dias mas a medida que novos patrocinadores estão chegando, estou estudando a possibilidade para aumentar esse número e ficar até 180 dias em viagem pelo globo terrestre! Uma verdade aventura, uma verdadeira expedição! Quero levar os valores e a bandeira do nosso país ao redor do mundo, levando nossa cultura e nossa nação! Fazer a audiência viajar junto, sem precisar sair de casa! Mostrar que tudo é possível com planejamento, paciência e coragem! ”, contou o piloto entusiasmado, à reportagem.

“Estou levando mais um monomotor da Austrália ao Brasil! Serão 25 pousos, dezenas de países e 5 continentes! Com certeza será a maior que um brasileiro fez nesse tipo de avião até hoje! Ouso dizer, o primeiro! É um Sul-Mato-Grossense fazendo história”, acrescentou.

Atualmente, está na Austrália e deve retornar para Campo Grande nesta segunda-feira (8), em uma aeronave CIRRUS SR22. A previsão é que pouse em solo sul-mato-grossense daqui um mês, em 7 de janeiro de 2026.

PAIXÃO

Mário Jorge sobrevoando a Groelândia. Foto: Arquivo Pessoal

Mário revelou que é apaixonado pelo que faz.

“Eu sou apaixonado pelo o que faço! Digo a todo mundo que estou vivendo o que um dia foi meu sonho! Então impossível não fazer isso com sorriso de orelha a orelha.

De acordo com o comandante, o voo mais especial de sua vida ocorreu em julho de 2024, quando buscou uma aeronave em Zimbábue, na África, oportunidade a qual pôde ver com os próprios olhos a Aurora Boreal, na Islândia/Groenlândia.

“Cruzei todo o continente africano de sul ao norte, toda a Europa, Islândia - Groenlândia - Canadá, desci aos Estados Unidos - Caribe e Brasil! Foram 16 dias de voo e 98 horas!! Foi incrível!”, contou o comandante à reportagem.

REDES SOCIAIS

Além de piloto, Mário também é blogueiro e mostra sua rotina de voos, dia a dia da profissão, viagens, cultura e pontos turísticos de diversos países e perrengues nas redes sociais, Instagram, Youtube e TikTok, onde possui milhares de seguidores.

Mário Jorge sobrevoando a Ilha de Provilenciales - Turks and Caicos. Foto: Arquivo Pessoal

Com isso, consegue lucrar com os posts. “Eu lucro com parcerias e patrocínio!!! Eu amo trabalhar com marcas e fazer marketing!!! Nossa audiência e nicho são muito bons!! E graças a Deus estamos tendo retorno nisso; tanto financeiramente como em audiência! O meu público é maravilhoso! Eles sempre mandam energias boas em casa missão e adoram acompanhar as aventuras”, disse.

Mário Jorge está habilitado a pilotar aviões a hélice (turbo-hélice e pistão). Sua carreira é baseada na aviação executiva. Fez a primeira etapa do curso de piloto privado em Campo Grande (MS) e o curso de piloto comercial, multi motor e voo por instrumento nos Estados Unidos.

Cinema Correio B+

A Odisseia prova por que ainda precisamos voltar a Homero

Christopher Nolan transforma um dos textos fundamentais da humanidade em um épico acessível, visualmente espetacular e profundamente interessado no preço de ser um herói

18/07/2026 13h00

A Odisseia prova por que ainda precisamos voltar a Homero

A Odisseia prova por que ainda precisamos voltar a Homero Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Existe algo quase imprudente na decisão de Christopher Nolan de filmar A Odisseia. Não porque o diretor não tenha experiência em grandes produções, mas porque algumas histórias são tão importantes que parecem resistir à própria ideia de adaptação.

O poema atribuído a Homero atravessou quase três mil anos, ajudou a estabelecer arquétipos, estruturas narrativas e personagens que continuam reaparecendo em praticamente tudo o que contamos e, de alguma maneira, já faz parte da cultura mesmo de quem jamais leu uma única página do texto original.

A jornada do herói está ali, assim como a guerra e suas consequências. Há o desejo de voltar para casa, a sedução do poder, a culpa, o luto, a identidade, a fidelidade, a espera, o medo do desconhecido e a percepção de que ninguém retorna de uma experiência devastadora exatamente como partiu também estão ali.

Adaptar A Odisseia, portanto, não significa apenas filmar monstros, deuses e aventuras, mas tentar encontrar uma forma contemporânea para uma história que está na origem de grande parte da maneira como ainda organizamos nossas próprias narrativas. Christopher Nolan consegue.

Mas aqui vem minha ressalva: seu filme não é perfeito e não considero A Odisseia o melhor de sua carreira, nem necessariamente o melhor filme deste ano. Existe algo admirável no tamanho do desafio que ele aceita e, principalmente, na clareza com que consegue apresentar esse universo a um público que não precisa conhecer Homero para acompanhá-lo, que talvez seja um dos maiores triunfos da adaptação.

A Odisseia continua sendo A Odisseia. Os monstros estão ali, assim como as provações, os perigos e a dimensão fantástica da viagem, e o espectador não precisa chegar ao cinema com uma formação clássica para compreender o que está acontecendo.

Nolan transforma uma das obras fundamentais da cultura ocidental em um grande espetáculo popular sem tratá-la como uma peça de museu.

E, no centro de tudo, existe Matt Damon. É difícil imaginar o filme funcionando sem ele.

Damon precisa fazer com que Ulisses seja simultaneamente um grande líder e um homem profundamente falível. Precisa transmitir a confiança capaz de convencer outros homens a segui-lo e, ao mesmo tempo, carregar no corpo o peso das mortes que acontecem durante essa jornada.

O personagem é um herói, mas Nolan parece particularmente interessado em perguntar o que essa palavra realmente significa quando as decisões de um homem têm consequências para todos ao seu redor. Matt Damon compreende essa ambiguidade e sustenta o filme com uma das atuações mais fortes de sua carreira.

Há autoridade em seu Ulisses, mas também cansaço, inteligência e arrogância. Há coragem, mas também culpa. Ele é o homem que ajudou a vencer uma guerra e destruir uma cidade, mas que descobre que a vitória não encerra aquilo que a guerra provocou. Esse talvez seja o aspecto mais interessante do filme.

A Odisseia prova por que ainda precisamos voltar a HomeroA Odisseia prova por que ainda precisamos voltar a Homero - Divulgação

A jornada de volta para casa é também uma longa convivência com as consequências de suas decisões. O que poderia ser apenas a história de um homem enfrentando monstros se transforma na história de alguém tentando sobreviver ao que fez, ao que perdeu e ao que se tornou, porque se a guerra termina no campo de batalha, seus efeitos continuam dentro de quem volta.

Talvez por isso alguns dos melhores momentos de A Odisseia estejam próximos do terror e Nolan entende que o fantástico não precisa ser tratado como fantasia leve. Há momentos em que a beleza das imagens quase aumenta a vulnerabilidade daqueles homens, porque deixa evidente o quanto são pequenos diante do mundo que atravessam.

A fotografia de Hoyte van Hoytema é extraordinária. Filmado em lugares como Grécia, Marrocos, Itália, Islândia e Escócia, o longa aproveita a geografia real para construir uma viagem que precisa parecer longa, difícil e imprevisível. Nolan não usa as paisagens apenas como decoração e cada lugar parece apresentar uma nova ameaça, uma nova promessa ou uma nova etapa da transformação de Ulisses.

A trilha de Ludwig Göransson é igualmente importante e o compositor, que já venceu três Oscars, cria uma música que atravessa o filme sem simplesmente anunciar ao público o que deve sentir. A trilha cresce com o espetáculo, mas também sabe trabalhar a inquietação e a espera. Depois de Pantera Negra, Oppenheimer e Pecadores, Göransson certamente volta a entrar na conversa da temporada de premiações.

Nem tudo, porém, funciona com a mesma força.

Curiosamente, em um filme com um dos elencos mais impressionantes reunidos nos últimos anos, é justamente o conjunto que produz algumas das minhas maiores ressalvas. Como falei, Matt Damon é o grande destaque, e Himesh Patel também encontra um registro muito convincente ao seu lado.

Samantha Morton, como sempre, precisa de pouco tempo em cena para criar presença. Mas algumas das estrelas mais conhecidas do filme não alcançam o mesmo resultado.

Anne Hathaway me parece irregular. Há momentos em que sua Penélope se aproxima de um registro teatral, outros em que a atriz procura uma delicadeza quase excessivamente calculada e outros em que tenta uma interpretação mais íntima. As diferentes escolhas nem sempre parecem pertencer à mesma personagem.

Tom Holland também ficou abaixo do que esperava, como ele mesmo já admitiu. É uma ressalva que nasce justamente da admiração por um ator que já demonstrou ser capaz de trabalhos muito mais complexos do que sua fama como Homem-Aranha poderia sugerir.

Seu Telêmaco, porém, não desaparece completamente dentro daquele universo. Em alguns momentos, tive a desconfortável sensação de assistir ao Homem-Aranha transportado para uma saga grega.

Robert Pattinson está bem como vilão, função que ele desempenha com reconhecida habilidade e frequência, mas existe um fenômeno curioso em sua carreira. Depois de passar anos tentando provar que era muito mais do que o galã de Crepúsculo, Pattinson construiu uma sequência de personagens deliberadamente estranhos, perturbadores e excêntricos.

Mudam o cabelo, a voz, a postura e o olhar, mas a própria estranheza começa a se tornar uma assinatura. O que antes era surpreendente corre o risco de se transformar em uma nova repetição.

Sim, Pattinson funciona no filme, mas não me pareceu excepcional diante de tantas outras variações desse mesmo registro que já apresentou.

O desfile de estrelas também pode produzir um efeito curioso. Zendaya, Charlize Theron, Elliot Page, Travis Scott e outros nomes aparecem ao longo do filme, e muitas vezes o reconhecimento do ator chega antes da percepção do personagem. São participações que não necessariamente prejudicam a narrativa, mas que tampouco têm sempre o peso esperado diante da dimensão dos talentos envolvidos.

Dito isso, essas ressalvas não diminuem o tamanho da realização de Christopher Nolan. A Odisseia é cinema em escala monumental e, ao mesmo tempo, uma demonstração da razão pela qual certos textos sobrevivem durante milênios.

Podemos trocar os navios, as guerras, os reis e os deuses. Podemos substituir monstros mitológicos por medos contemporâneos, mas continuamos tentando voltar para casa depois de experiências que nos transformaram.

Continuamos tomando decisões bem-intencionadas que machucam outras pessoas. Continuamos tentando descobrir se somos responsáveis apenas pelo que desejávamos fazer ou também pelas consequências daquilo que fizemos.

O grande mérito não está apenas em ter filmado uma obra considerada “essencial”. Está em fazer com que uma história contada há quase três mil anos possa ser vista hoje por alguém que nunca leu Homero e ainda assim seja imediatamente reconhecível. Afinal A Odisseia não sobreviveu todo esse tempo apenas por ser um clássico, mas porque, de alguma maneira, ainda estamos todos tentando voltar para casa.

DE AQUIDAUANA PARA O MUNDO

Piloto de MS vai cruzar 50 países e passar pelos 5 continentes em 6 meses

Custos da viagem giram em torno de R$ 1,5 milhão, sendo R$ 800 mil só de combustível

18/07/2026 12h00

Piloto Mário Jorge em seu avião monomotor Bonanza F33A  1993

Piloto Mário Jorge em seu avião monomotor Bonanza F33A 1993 Foto: Arquivo Pessoal

Continue Lendo...

Piloto sul-mato-grossense, Mário Jorge Dias de Oliveira Filho, de 33 anos, natural de Aquidauana (MS), vai dar a volta ao mundo, rodar 45 mil quilômetros no planeta terra, cruzar os cinco continentes e passar por mais de 50 países, em um avião monomotor Bonanza F33A – 1993, pelo período de 180 dias, de julho de 2026 a janeiro 2027.

A primeira decolagem oficial de volta ao mundo ocorre neste sábado (18) em Aquidauana, município localizado a 130 quilômetros de Campo Grande. A partir de então, o piloto só retorna a sua cidade natal no início de 2027.

Piloto Mário Jorge em seu avião monomotor Bonanza F33A  1993Despedida de Mário em Aquiauana neste sábado (18). Foto: Divulgação/Instagram

Mário vai acompanhado de um cinegrafista, que vai registrar todos os momentos e produzir um documentário sobre a expedição.

Com isso, a tripulação será composta por dois profissionais: Mário (comandante) e um cineasta. Ambos ficarão hospedados em pousadas, hotéis, hostels ou até mesmo casa de seguidores pelo mundo afora.

O piloto vai passar por dezenas de países e cruzar todos os continentes do planeta (América, Europa, Ásia, Oceania e África) em uma rota de aproximadamente 45 mil quilômetros. Veja:

  1. Brasil
  2. Caribe
  3. EUA
  4. Canadá
  5. Groenlândia
  6. Islândia
  7. Europa
  8. África
  9. Emirados Árabes
  10. Índia
  11. Sri Lanka
  12. Cingapura
  13. Indonésia
  14. Austrália
  15. Japão
  16. Papua
  17. Filipinas
  18. Taiwan
  19. Japão
  20. Rússia
  21. Alaska
  22. Canadá
  23. EUA
  24. México
  25. Costa Rica
  26. Panamá
  27. Colômbia
  28. Peru
  29. Chile
  30. Argentina
  31. Paraguai
  32. Brasil

“Passarei por algumas cidades do Brasil antes de fato sair do Brasil! E voltaremos lá por fevereiro também para Aquidauana! Vai ser surreal! Pousaremos e passaremos alguns dias em alguns países para desbravar! O objetivo é mostrar culturas, povos, pontos turísticos, perrengues e planejamento! Tudo com meu ponto de vista de aviador e explorador!”, contou o piloto, em entrevista exclusiva ao Correio do Estado.

O objetivo é rodar o mundo criando conteúdo de aviação, lifestyle, aventura, viagem e cultura. Além disso, Mário quer levar a bandeira do Brasil para diferentes países do mundo.

Piloto Mário Jorge em seu avião monomotor Bonanza F33A  1993Aeronave foi pintada com as cores do Brasil.Foto: Arquivo Pessoal

A aeronave foi pintada com as cores do Brasil (verde, amarelo e azul) exclusivamente para esta viagem inédita. Inclusive, a cauda do avião tem a bandeira do País.

Os custos da viagem giram em torno de R$ 1,5 milhão, sendo R$ 800 mil só de combustível. O aporte financeiro é oriundo de parcerias, patrocínios, publicidades e recurso próprio de Mário.

“É uma média de R$ 800 mil só de combustível, fora custos de permissões, pousos, hotéis e etc. Uma missão que gira custo de 1 milhão e 500 mil reais ou mais, fora o avião. Estamos fazendo a volta ao mundo com ajuda de patrocinadores, apoiadores, seguidores, crowd founding, venda de artigos pessoais e também parte de recurso próprio! Um “all in” financeiro da vida! Não somos ricos! E ainda estamos abertos para mais publicidades e apoios para essa viagem”, detalhou o comandante.

Piloto Mário Jorge em seu avião monomotor Bonanza F33A  1993Mário Jorge com seu avião monomotor Bonanza F33A.Foto: Arquivo Pessoal.

Mário afirmou que está triste e feliz ao mesmo tempo por fazer a viagem. Feliz por realizar um sonho, mas triste por deixar a filha de 3 anos em sua cidade natal.

“Estou bem feliz e triste ao mesmo tempo! Um mix de emoção que não sei explicar! Feliz e empolgado cm essa viagem, um sonho! Porém triste quando olho pra minha filha! 3 anos, nessa fase espetacular; mais uma vez, vamos para uma viagem longa! Mas faz parte e sei que é assim!”, contou.

Mário Jorge está habilitado a pilotar aviões a hélice (turbo-hélice e pistão). Sua carreira é baseada na aviação executiva. Fez a primeira etapa do curso de piloto privado em Campo Grande (MS) e o curso de piloto comercial, multi motor e voo por instrumento nos Estados Unidos.

Além de piloto, Mário também é blogueiro e mostra sua rotina de voos, dia a dia da profissão, viagens, cultura e pontos turísticos de diversos países e perrengues nas redes sociais, Instagram, Youtube e TikTok, onde possui milhares de seguidores.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).