Política

ELEIÇÕES 2026

Nelsinho Trad pode se tornar o 1º senador reeleito por MS desde as eleições de 2010

Com a desistência de Soraya, parlamentar do PSD passa a ser o único senador em exercício com chance de renovar o mandato

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O senador Nelsinho Trad (PSD) poderá entrar para a história política de Mato Grosso do Sul, caso consiga renovar o mandato nas eleições do dia 4 de outubro deste ano.

Se vencer a disputa, ele será o primeiro senador sul-mato-grossense reeleito desde 2010, quando Delcídio do Amaral, à época no PT, conquistou um segundo mandato consecutivo na Casa de Leis.

O cenário foi consolidado após a decisão da senadora Soraya Thronicke (PSB) de abrir mão da pré-candidatura à reeleição para compor a chapa do deputado federal Vander Loubet (PT) como pré-candidata à primeira-suplência.

Com isso, Nelsinho passa a ser o único senador em exercício que disputará a renovação do mandato neste ano. Além de buscar um novo mandato de oito anos, ele tentará quebrar um jejum de 16 anos.

Afinal, desde a reeleição de Delcídio do Amaral em 2010, nenhum senador de Mato Grosso do Sul conseguiu permanecer no cargo por meio do voto popular.

Naquele pleito, Delcídio foi o candidato mais votado para o Senado e conquistou seu segundo mandato, ao lado de Waldemir Moka (MDB), eleito para sua primeira legislatura.

Nas eleições de 2014, Simone Tebet, que estava no MDB, foi eleita senadora pela primeira vez, enquanto Delcídio do Amaral optou por disputar o governo do Estado, sendo derrotado por Reinaldo Azambuja, que na época era do PSDB.

Quatro anos depois, em 2018, os eleitos foram Nelsinho Trad e Soraya Thronicke, ambos estreantes no Senado, enquanto em 2022 Simone Tebet abriu mão de disputar a reeleição para concorrer à Presidência da República.

Diante disso, a então ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e deputada federal Tereza Cristina (PP) conquistou a única vaga em disputa por Mato Grosso do Sul.

Agora, com a definição de que Soraya Thronicke será a pré-candidata à primeira-suplência de Vander Loubet, composição que ainda aguarda o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a possibilidade de uma reeleição ao Senado no Estado fica concentrada exclusivamente em Nelsinho Trad.

REVIRAVOLTA

Na manhã de ontem, em entrevista ao Correio do Estado, Vander Loubet confirmou que Soraya Thronicke lhe informou que não buscará mais a reeleição e será sua primeira-suplente na corrida pelo Senado.

No entanto, ele revelou que a definição ainda depende de uma reunião com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. “Ela decidiu ontem [segunda-feira] abrir mão da candidatura à reeleição para compor a chapa como minha primeira-suplente. A ideia partiu da própria senadora”, afirmou.

De acordo com o parlamentar, a proposta foi bem recebida por fortalecer eleitoralmente a aliança, pois Soraya relatou que enfrenta problemas de ordem particular e, por esse motivo, manifestou a intenção de não disputar um novo mandato ao Senado, optando por integrar a chapa apenas na condição de primeira-suplente.

“Foi uma ideia da própria Soraya. Eu considero uma composição muito boa, porque nos torna mais competitivos”, disse o deputado federal, acrescentando que a composição já está acertada entre os dois pré-candidatos e que resta apenas o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que a chapa seja oficializada.

A possibilidade de composição entre os dois ganhou força após avaliações internas indicarem que a divisão de candidaturas poderia reduzir as chances de o campo da esquerda conquistar uma das duas vagas ao Senado.

Vander e Soraya chegaram ao consenso de que haverá apenas uma candidatura da coligação, faltando apenas a conversa com Lula para o anúncio oficial.

Soraya Thronicke deixou o Podemos e se filiou ao PSB com o objetivo de integrar o projeto político alinhado ao governo federal em Mato Grosso do Sul. 

Inicialmente, a estratégia previa o lançamento de duas candidaturas ao Senado, uma pelo PT e outra pelo PSB, mas o cenário eleitoral levou os partidos a reavaliarem a estratégia.

Levantamentos divulgados neste mês mostram Vander e Soraya em posições próximas nas intenções de voto. 

A avaliação do grupo é de que a unificação da candidatura permitirá concentrar recursos, estrutura de campanha e o apoio político do presidente Lula, que deverá participar da campanha em Mato Grosso do Sul durante o período eleitoral.

Caso a composição seja avalizada pelo presidente Lula, Vander Loubet disputará uma das duas vagas ao Senado tendo Soraya Thronicke como primeira-suplente, consolidando uma chapa única do campo da esquerda no Estado.

*SAIBA

Soraya terá reunião com Lula e Alckmin

A senadora Soraya Thronicke (PSB) informou, por meio de nota oficial divulgada ontem, que deverá se reunir nos próximos dias com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), para dar continuidade às negociações sobre a formação das chapas que disputarão as eleições deste ano em Mato Grosso do Sul.

Conforme a parlamentar, a data do encontro ainda não foi definida. A reunião faz parte das articulações conduzidas pelo grupo político que dá sustentação ao governo federal no Estado e ocorre em meio às discussões sobre a composição das candidaturas ao Senado.

Na nota, Soraya afirmou que as decisões serão tomadas de forma conjunta com as lideranças partidárias e somente serão oficializadas durante o período das convenções partidárias, conforme estabelece o calendário eleitoral.

“As definições serão construídas em conjunto com as lideranças partidárias e oficializadas dentro do calendário das convenções. Em breve, divulgaremos novas informações”, declarou.

A manifestação ocorre após o avanço das negociações envolvendo a composição da chapa majoritária do campo governista em Mato Grosso do Sul.

Nos bastidores, uma das possibilidades discutidas é de que Soraya abra mão da candidatura à reeleição ao Senado para integrar a chapa do deputado federal Vander Loubet (PT) como primeira-suplente, hipótese que ainda depende de consenso entre as lideranças nacionais da aliança.

Até a conclusão das tratativas, porém, a senadora mantém a cautela e reforça que qualquer definição será anunciada apenas após o aval das direções partidárias.

Mato Grosso do Sul

A fraude que derrubou o último clã do jogo do bicho

Neno Razuk ficou sem o mandato que o blindava ha quase tres anos. Sem essa proteção, o GAECO pôde finalmente pedir a prisão do último herdeiro de um negócio que a polícia ja dava por controlado

14/07/2026 20h30

Neno Razuk perdeu o mandato porque Raquelle Lisboa, que outrora assinava Raquelle Trutis, teve os votos cassados pela Justiça Eleitoral e perdeu a suplência do PL

Neno Razuk perdeu o mandato porque Raquelle Lisboa, que outrora assinava Raquelle Trutis, teve os votos cassados pela Justiça Eleitoral e perdeu a suplência do PL Fotomontagem/Divulgação

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Na manhã de 22 de maio, uma equipe do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) do Ministério Público Estadual (MPMS) abriu o Diário Oficial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul à procura de uma única publicação.

Encontrou o Ato nº 09/2026 da Mesa Diretora, três parágrafos burocráticos que declaravam aberta a vaga do deputado estadual Roberto Razuk Filho, o "Neno Razuk", do PL, e convocavam o suplente João César Matto Grosso Pereira, do PSDB, para assumir a cadeira.

Aquele ato administrativo não era apenas uma formalidade. Era o ponto chave para reabrir, depois de quase três anos de investigação, a possibilidade de pedir a prisão do homem que promotores já tratavam havia tempo como líder do último clã do jogo do bicho ainda em atividade plena no estado, blindagem que ele detinha apenas por causa do mandato que acabara de perder.

Trapalhada

A origem da vacância nada tinha a ver com o jogo do bicho. Vinha de outro escândalo, bem distante do prédio da Alems: o de Loester Carlos Gomes de Souza, o "Tio Trutis", e da então mulher dele, Raquelle Lisboa Alves Souza, ambos do mesmo PL de Neno Razuk.

Trutis chegara à política em 2018, eleito deputado federal por Mato Grosso do Sul na onda que levou Jair Bolsonaro à presidência. Autoproclamado "tio da moralidade", o dono de lanchonete colecionou escândalos ao longo do mandato, o mais notório em 2020, quando disse ter sofrido um atentado a tiros numa estrada vicinal entre Sidrolândia e Campo Grande. A perícia da Polícia Federal concluiu que o ataque fora encenado com o carro parado, e o Supremo Tribunal Federal o tornou réu por comunicação falsa de crime.

Não foi reeleito em 2022. Ele e Raquelle, sua ex-assessora em Brasília e que se tornara sua esposa e depois candidata a deputada estadual pelo PL, receberam juntos R$ 2,026 milhões do fundo eleitoral do partido, quase o triplo do que recebiam outros candidatos da sigla.

A Procuradoria Regional Eleitoral identificou que R$ 776 mil desse total foram repassados a duas empresas de fachada, sem sede, sem funcionários e sem capacidade de prestar qualquer serviço de comunicação eleitoral, atividade registrada no CNPJ do empreendimento. Em março deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou, por unanimidade, a condenação do casal por lavagem de dinheiro do fundão eleitoral.

Foi essa condenação, e não qualquer fato ligado a Razuk, que obrigou o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul a anular os votos de Raquelle e refazer o cálculo proporcional das cadeiras de 2022 da Alems. No novo resultado, o PL perdeu uma vaga na Casa. E a vaga que caiu foi a de Neno Razuk, colega de partido do casal, mas sem qualquer relação com o esquema de desvio do fundo eleitoral.

O último chefão

Para entender por que a perda dessa cadeira importava tanto ao GAECO, é preciso voltar à história do jogo do bicho em Campo Grande. Até 2019, a contravenção na capital era dominada pela família Name havia mais de três décadas, desde os anos 1990. Os Razuk, apesar de aliados, arriscavam algumas operações aqui e ali, sempre com o aval dos Name e pontos arrendados. Mesmo assim, não se entendiam.

O jogo do bicho no Estado, aliás, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, foi instalado, bancado e gerido pelo senhor da fronteira, Fahd Jamil, no final dos anos 1970. Após se estruturar, ele vendeu e dividiu os territórios com aliados: os Razuk, no Conesul, os Name, na capital, e João Arcanjo ficou com a operação no Mato Grosso.

Em 2019, com o terremoto causado pela Operação Omertá, iniciada após investigação de diversos assassinatos em todo o Estado, que teve um início obscuro, com a morte do filho primogênito de Jamil, Danielito Georges, em 2011.

Um parênteses. A Omertá envolveu mortes e vinganças com o núcleo da família Name e outras ameaças que ficaram no ar. Uma mensagem enviada por Jamil Name Filho daria o tom: “vai morrer de picolezeiro a governador". Morreram desafetos pessoais de Jamilzinho, como o Playboy da Mansão, supostos envolvidos na morte de Danielito, como o famoso Betão “Anjo da Morte", e até ex-seguranças de Jorge Rafaat, que havia assumido o controle da fronteira após aposentadoria forçada de Fahd no fim dos anos 2000.

A desarticulação do grupo pela Operação Omertà abriu uma disputa entre organizações criminosas pelo controle da jogatina em Campo Grande. O clã Name abriu mão, vendendo ou se desfazendo de sua operação na capital, e isso abriu espaço para novos jogadores, incluindo “os paulistas”. O clã Razuk, que já era liderado desde 2010, pelo menos, por Neno Razuk, se organizou para tomar a Capital para si, tentando expulsar os paulistas.

Pelo menos três assaltos a mão armada realizados no mesmo dia, em outubro de 2023, foram atribuídos à organização de Razuk Filho, que desde 2018 é deputado estadual, como seu pai foi e como o filho de Jamil Name também é. A mãe de Neno também foi prefeita de Dourados por um mandato.

Sucessione

Os assaltos desencadearam a Operação Successione, em 2023, que prendeu boa parte dos operadores do esquema e, em dezembro de 2025, resultou na condenação de Razuk a mais de 15 anos de reclusão por integrar organização criminosa, roubo e exploração do jogo do bicho.

O Ministério Público reconhece que a sentença não bastou: enquanto outros clãs da jogatina foram desarticulados um a um pelas operações policiais dos últimos anos, o grupo comandado pela família Razuk seguiu funcionando, agora com foco em Dourados, após o revés em Campo Grande.

O que mantinha esse clã de pé, na avaliação de promotores do caso, era menos a sorte do que a blindagem institucional do mandato. Segundo a sentença que condenou Razuk em primeira instância, ele usava a própria estrutura da Assembleia Legislativa, impressoras, gabinete e assessores remunerados com dinheiro público para dar suporte à organização.

Ele chegou a presidir o Conselho de Ética da Casa justamente quando a primeira fase da Successione foi deflagrada, e seguiu como membro do colegiado depois disso, o que tornava praticamente impossível qualquer punição interna vinda dos próprios colegas.


Sem mandato, sem escudo

A perda da cadeira não bastava, por si só, para justificar uma prisão, a condenação de dezembro de 2025 já garantia a Razuk o direito de recorrer em liberdade, e a execução da pena dependia do esgotamento dos recursos.

O que a saída da Alems realmente derrubou foi a discussão sobre foro por prerrogativa de função, que blindava o político de medidas mais duras enquanto ele estivesse no exercício do mandato.

Livre dessa barreira, o Gaeco reuniu as peças que já estava apurando havia meses: indícios de que Razuk usava intermediários e uma rede de PIX para movimentar dinheiro do jogo do bicho sem que os valores fossem vinculados ao seu nome; o uso de uma empresa do pai, um posto de combustíveis em Dourados, para receber depósitos em espécie de outros integrantes da organização; e sinais de que o grupo seguia ativo, com bancas de apostas flagradas em pleno funcionamento em Dourados em março de 2025.

Somava-se a isso o interesse do clã na disputa pela concessão da nova loteria estadual, a Lotesul. O pai de Neno pagou custas processuais de uma empresa que questionava a licitação. Os procuradores da empresa esqueceram que o pix foi feito por uma conta de Razuk pai e anexaram o comprovante no processo.

Em 8 de junho, sob sigilo absoluto, os promotores protocolaram o pedido de prisão preventiva. O juiz José Henrique Kaster Franco decretou a prisão em 2 de julho, com base na Lei 15.272/2025, que passou a considerar a participação em organização criminosa e o risco de reiteração delitiva como critérios objetivos de periculosidade.

Casa vazia

Foi só na manhã de 7 de julho, dia que acontecia outra operação do Gaeco em vários locais de MS (Operação Gutenberg) que equipes do grupo tentaram cumprir o mandado. O primeiro endereço foi a casa de Délia Razuk, no Jardim América, em Dourados. A ex-prefeita recebeu os agentes acompanhada de um ex-secretário de sua gestão na prefeitura e disse não saber informar o paradeiro do filho.

No dia seguinte, os agentes foram ao segundo endereço, o mais visitado pela PF e Gaeco: o condomínio Damha, na capital. O imóvel estava vazio e Razuk teria vendido a casa há três meses, antes mesmo do ato que deu fim a seu mandato de deputado.

O casal Loester e Raquelle se separou, com acusações de agressão por parte da ex-esposa e quase deputada estadual. Sua passagem relâmpago pela política sul-mato-grossense trouxe, além de confusão eleitoral, um epílogo moroso para a troca de comando do jogo do bicho, hoje já em vias de ter como concorrente uma loteria estadual.

 

veja nomes

Câmara define vereadores da Comissão Representativa para o recesso parlamentar

Comissão será responsável por responder pelo Legislativo Municipal durante o recesso, que será de 16 a 31 de julho

14/07/2026 18h15

Seis vereadores fazem parte da Comissão Representativa

Seis vereadores fazem parte da Comissão Representativa Foto: Izaias Medeiros / Câmara Municipal

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A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Campo Grande oficializou, durante a sessão desta terça-feira (14), a nomeação dos seis vereadores que irão compor a Comissão Representativa responsável por responder pelo Legislativo municipal durante o recesso parlamentar, de 16 e 31 de julho de 2026.

A última sessão antes do recesso foi realizada nesta terça-feira (14).

A medida com a nomeação da comissão foi estabelecida por meio do Ato da Mesa nº 392, com objetivo de garantir a continuidade dos trabalhos essenciais da Casa de Leis no período.

No período do recesso, ficam suspensas algumas atividades em Plenário, como as sessões ordinárias, sessões solenes ou audiências públicas. 

Os parlamentares designados são:

  • André Salineiro (PL)
  • Ronilço Guerreiro (Podemos)
  • Leinha (Avante)
  • Wilson Lands (Avante)
  • Luiza Ribeiro (PT)
  • Beto Avelar (PP).

"O parlamento entra em recesso, as sessões, mas os vereadores continuam a trabalhar, recebendo demandas da população. Somos escalados para representar a Câmara em qualquer ato do poder público. A população pode trazer demandas, que vamos continuar em contato com o Poder Executivo", disse André Salineiro, presidente da comissão.

Os gabinetes e setores administrativos da Casa de Leis funcionarão normalmente no período de recesso. Os trabalhos em plenário retornam no dia 4 de agosto. 

Última sessão

Na última sessão antes do recesso, nesta terça-feira (14), foi apresentado o balanço do trabalho realizado pelos vereadores de Campo Grande no primeiro semestre de 2026.

O documento apontou o encaminhamento de 24.673 indicações ao Executivo com reivindicações da população. Desse total, cerca de 9 mil solicitações foram destinadas à execução do serviço de tapa-buracos em diversas regiões da cidade.

O relatório apresentado na sessão também detalhou a aprovação de 271 projetos. Ao todo, foram realizadas 41 sessões ordinárias e duas extraordinárias, além de 29 audiências públicas e 18 sessões solenes.

Os parlamentares também destacaram a instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo, que realizou oitivas,  analisou documentos técnicos, financeiros e operacionais do sistema e produziu um relatório final com mais de 200 páginas que, entre as recomendações, sugeriu a intervenção no Consórcio Guaicurus para garantir o cumprimento das obrigações previstas em contrato.

Ainda segundo a Câmara, as ações de destaque deste semestre foram encerradas com a 2ª edição do Arraiá Solidário, que arrecadou cerca de 300 quilos de alimentos não perecíveis, doados por meio de sorteio, a duas entidades participantes do evento.

A Festa Julina contou com a participação de 10 entidades, que comercializaram alimentos típicos para arrecadar recursos destinados à manutenção dos serviços prestados pelas instituições.

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