Cidades

Escalonameno de Envio

Alerta de teste da Defesa Civil atrasou porque MS "entrou na fila"

Com o teste do alerta da Defesa Civil em toda a região Centro-Oeste, o Estado foi o último a receber a mensagem, com atraso de 20 minutos; porém, devido à efetividade, o exercício foi considerado um sucesso

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O teste da Defesa Civil, que englobou toda a região Centro-Oeste do país, estava previsto para enviar uma mensagem nos aparelhos de celular com o toque de uma sirene, entre 14h e 14h30. No entanto, chegou com leve atraso, pois Mato Grosso do Sul foi o último da fila - recebendo o alerta às 17h50.

A reportagem conversou com o chefe do Departamento de Gestão de Riscos e Desastres da Defesa Civil do Estado, Lyderson Oursley Francisco, que explicou que nenhuma intercorrência ocorreu durante o teste do sistema.

Como acompanhou o Correio do Estado, o sistema permitirá enviar mensagens em casos de enchentes, vendavais e outras situações que coloquem em risco a vida da população. Receberam a mensagem os municípios de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas.

O teste iniciou em Brasília (DF). Lyderson Oursley explicou que ocorreu um leve atraso, com início em torno das 14h10. Após o envio das mensagens, houve espera para que o alerta tocasse em todas as operadoras. Em seguida, o teste seguiu para Goiás (GO).

“O que acontece a cada ação demora em torno de 15 minutos: para ver se tocou ou não, e qual foi o comentário na região. A gente estava em uma reunião online com os três Estados”, explicou Oursley.

Na sequência, aguardaram a resposta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para saber se o DF atingiu a meta. Consecutivamente, Mato Grosso do Sul ficou por último, seguindo a ordem alfabética:

  • Brasília
  • Goiás
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul

No Mato Grosso do Sul, segundo informações da Anatel, o alerta atingiu Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá, conforme previsto.

Alguns outros municípios próximos também receberam a mensagem por captarem o sinal das torres de Dourados, como Fátima do Sul e Vicentina, conforme explicou Oursley.

Até o momento, não há levantamento do número de celulares que receberam a mensagem; apenas se confirmou que aparelhos das operadoras Vivo, Claro e Tim responderam efetivamente ao teste.

Crédito: Correio do Estado

Efetivo

O teste foi considerado um sucesso e muito comemorado. A partir deste ponto, o Estado passa a ter autonomia para o uso do sistema.

“No caso de Mato Grosso do Sul soltar o alerta, faremos assim que for necessário. Não precisamos do aval de Brasília. Esse foi um teste feito pela Defesa Civil Nacional; agora, a partir do dia 1º de outubro, a ferramenta estará à disposição do Estado. Poderemos usá-la sempre que for preciso”, afirmou Oursley.

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Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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