Cidades

Oportunidade

IFMS abre inscrições para auxílio estudantil que pode chegar a R$ 300

Além do incentivo financeiro, outros benefícios são oferecidos, e as inscrições podem ser feitas até 4 de abril

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O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) está com inscrições abertas para o programa de auxílio estudantil, que contempla as modalidades de Permanência, Alimentação, Transporte, Moradia Estudantil, Indígena e Quilombola.

O valor varia de R$ 80 a R$ 300, sendo pago mensalmente, e pode mudar de acordo com a modalidade e o campus em que o estudante está matriculado.

Quem tem direito

  • Estudantes dos cursos técnicos integrados;
  • Educação de Jovens e Adultos (Proeja);
  • Estudantes de cursos técnicos subsequentes e da graduação presenciais.

Esses alunos já podem se inscrever na seleção do Programa de Assistência Estudantil do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) para o ano letivo de 2025.

Requisitos para participação


O estudante precisa atender aos seguintes critérios:

  • Estar matriculado e com frequência regular em, no mínimo, três unidades curriculares presenciais;
  • Não cursar apenas estágio, Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ou atividades complementares;
  • Não ter mais de duas reprovações por falta no semestre anterior;
  • Ter renda familiar per capita de, no máximo, um salário mínimo vigente.

O edital deste ano, conforme a Diretoria de Assuntos Estudantis (Dirae), trouxe uma mudança em relação à renda familiar.

Na edição anterior, a renda per capita não podia ultrapassar 1,5 salário mínimo, mas, com o respaldo da Lei nº 14.914/2024, o limite passou a ser de um salário mínimo.

Entenda os auxílios

  • Permanência: auxílio financeiro para cobrir necessidades acadêmicas e pessoais, garantindo a permanência do estudante na instituição.
  • Alimentação: auxílio para despesas com alimentação durante o curso.
  • Transporte: repasse mensal para o transporte entre o campus e a residência do estudante, caso ele não tenha acesso a transporte gratuito garantido pelo poder público.
  • Moradia estudantil: auxílio para estudantes que se mudaram de município para estudar no IFMS, ajudando com os custos de aluguel e proporcionando melhores condições para a permanência.
  • Indígena e Quilombola: auxílio financeiro para estudantes indígenas e quilombolas que residem em suas comunidades, considerando as especificidades culturais e geográficas de suas regiões.

Como se inscrever


O interessado deve acessar a Página do Candidato por meio do link https://selecao.ifms.edu.br/login. A inscrição pode ser feita até o dia 4 de abril.

No formulário, o estudante precisa atualizar o Questionário Socioeconômico, anexar a documentação solicitada e escolher o dia e horário para o atendimento presencial, momento em que a documentação será revisada.

Durante esse processo, o estudante deve selecionar os auxílios para os quais pretende concorrer, podendo optar por todas as modalidades disponíveis no campus em que está matriculado.

A lista de inscritos será divulgada no dia 7 de abril, com a confirmação da data e do horário dos atendimentos presenciais, que ocorrerão entre os dias 8 e 28.

Resultado


A previsão para a divulgação dos resultados preliminar e final é entre os dias 5 e 8 de maio.

Os estudantes classificados formarão um cadastro reserva e poderão ser convocados para receber os auxílios entre abril e dezembro, período de vigência do edital.

Confira o Edital
 

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BRASIL

Ex-mulher do goleiro Bruno deixa CTI, mas segue internada em hospital de BH

Dayanne havia dado entrada no hospital após permanecer desaparecida por três dias

09/07/2026 19h00

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne Divulgação

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A ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, de 39 anos, deixou o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, após apresentar melhora no quadro de saúde. Ela permanece internada na unidade, agora na enfermaria. As informações sobre o estado de saúde de Dayanne são do portal Metrópoles.

Em nota enviada anteriormente ao Estadão, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) informaram que não divulgariam informações sobre a paciente em razão da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Dayanne havia dado entrada no hospital após permanecer desaparecida por três dias. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na noite de sábado, 4, e encaminhada para atendimento médico. As causas da internação não foram divulgadas

A corporação informou que apura as circunstâncias do caso. Conforme o registro da Polícia Militar, Dayanne foi vista pela última vez na manhã de quinta-feira, 2, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, onde morava com o marido e dois filhos.

De acordo com o relato do marido à PM, ela informou que iria à casa da mãe para deixar as crianças, mas não retornou. Ainda segundo o boletim de ocorrência, o homem encontrou o celular da esposa e cartas com "conteúdo de despedida" na residência do casal.

No aparelho, os policiais localizaram mensagens trocadas com pessoas que se identificavam como agiotas e cobravam dívidas de Dayanne. Na ocasião, a Polícia Civil informou que trabalhava com a hipótese de desaparecimento voluntário e que não havia indícios da prática de crime.

Transporte Coletivo

Interventor contesta divida de R$ 27 milhões denunciada pelo Consórcio Guaicurus

Comissão de intervenção afirma que valor alegado pela concessionária não possui comprovação documental e reforça que auditoria segue apurando a situação financeira e operacional do transporte coletivo de Campo Grande.

09/07/2026 18h35

Foto: Gerson Oliveira / Montagem

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A disputa entre o Consórcio Guaicurus e a Comissão de Intervenção do Sistema de Transporte Coletivo de Campo Grande ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (9).

Um dia após o Correio do Estado revelar que o Consórcio Guaicurus encaminhou uma interpelação extrajudicial à Comissão de Intervenção, cobrando da Prefeitura de Campo Grande uma suposta dívida superior a R$ 27 milhões, a equipe responsável pela administração temporária do sistema contestou a alegação e afirmou que os valores apresentados não possuem comprovação documental.

Em nota oficial, o interventor-geral Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira informou que a comissão ainda não recebeu formalmente a interpelação extrajudicial, mas assegurou que responderá ao documento assim que ele for oficialmente protocolado.

Na manifestação, o interventor rebate os principais pontos apresentados pelo consórcio. Segundo ele, as empresas não contestaram os aproximadamente R$ 20 milhões em passivos identificados pela auditoria realizada durante a intervenção, mas divulgaram supostos créditos sem apresentar documentos, registros contábeis ou qualquer reconhecimento formal por parte do Município.

Ainda conforme Alexandro Oliveira, os R$ 27 milhões mencionados pelo Consórcio Guaicurus representam um valor apresentado de forma unilateral, sem comprovação documental. De acordo com a comissão, atualmente não existe crédito reconhecido, liquidado ou exigível nesse montante.

"Não existe crédito algum. Esses valores apresentados são meras expectativas unilaterais", afirmou o interventor.

Ele acrescentou que "eventuais documentos apresentados serão examinados com rigor e imparcialidade".

Auditoria apontou cenário financeiro e operacional crítico

A manifestação da comissão reforça as informações apresentadas na última segunda-feira (6), quando foram divulgados os primeiros resultados das auditorias financeira e contratual realizadas após a intervenção decretada pelo Município em 16 de junho.

O relatório preliminar identificou que uma das empresas integrantes do Consórcio Guaicurus acumula aproximadamente R$ 20 milhões em dívidas com instituições financeiras e fornecedores, incluindo empresas responsáveis pelo abastecimento de combustíveis.

Ainda conforme o interventor, a auditoria também apontou uma série de fragilidades na operação do transporte coletivo, entre elas deficiência na manutenção preventiva da frota, envelhecimento dos veículos e problemas na gestão da concessão.

De acordo com o relatório apresentado pela intervenção, cerca de 190 ônibus em circulação possuem mais de dez anos de uso. O documento também registra atrasos no recolhimento de tributos desde 2014, situação que, segundo a comissão, evidencia dificuldades administrativas acumuladas ao longo dos últimos anos.

Trabalho de apuração continua

A Comissão de Intervenção afirmou que os trabalhos de auditoria prosseguem e que o objetivo permanece sendo identificar, de forma técnica e transparente, as causas que levaram à deterioração da qualidade do transporte coletivo em Campo Grande.

De acordo com o interventor, a equipe continuará reunindo documentos, analisando contratos, confrontando informações financeiras e garantindo o contraditório durante todo o processo, sem antecipar conclusões sobre eventuais responsabilidades.

A prioridade, segundo a comissão, é assegurar a continuidade do serviço prestado à população enquanto as investigações administrativas avançam. 

Com a troca pública de acusações entre concessionária e intervenção, o conflito em torno da gestão do transporte coletivo entra em uma nova fase, marcada pela disputa sobre a situação financeira do contrato e pela expectativa em torno dos próximos resultados das auditorias conduzidas pela Prefeitura.

Entenda a intervenção

A intervenção no Consórcio Guaicurus foi decretada pela prefeita Adriane Lopes (PP) em 16 de junho, com prazo de até seis meses para que uma comissão técnica assuma temporariamente a gestão do sistema de transporte coletivo de Campo Grande.

Durante esse período, os interventores têm acesso irrestrito aos documentos da concessionária para avaliar a situação financeira, operacional e administrativa do contrato.

Ao final dos trabalhos, será elaborado um relatório que poderá recomendar desde a devolução da gestão ao consórcio até a aplicação de sanções ou a decretação da caducidade da concessão.

Interventor já havia alertado para risco de paralisação

Em entrevista concedida ao Correio do Estado no último dia 7 de julho, o interventor-geral Alexandro Adriano Lisandro de Oliveira afirmou que o transporte coletivo de Campo Grande poderia parar "mais cedo ou mais tarde" caso a intervenção não tivesse sido decretada.

Segundo ele, a situação financeira do Consórcio Guaicurus e as condições de segurança da frota colocavam em risco a continuidade do serviço.

Na ocasião, Alexandro também afirmou que não descarta a possibilidade de o Município decretar a caducidade da concessão ao término da intervenção, caso as irregularidades constatadas pelas auditorias confirmem o descumprimento das obrigações contratuais.

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