Cidades

LUTO

Jornalista e radialista Armandinho Anache morre de Covid-19 aos 60 anos

Ele foi vereador em Corumbá e atualmente morava em Aquidauana

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O jornalista e radialista Armando de Amorim Anache, conhecido como Armandinho Anache,de 60 anos, morreu na manhã desta terça-feira (30) por Covid-19, em Corumbá

Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Cassems de Corumbá desde o último fim de semana, por complicações da doença. Por volta das 11h de hoje, Armandinho sofreu uma parada cardiorrespiratória e veio a óbito.

Armandinho era filho do ex-prefeito e ex-deputado estadual Armando Anache, 90 anos.

Últimas notícias

Jornalista e radialista formado em 1987 pela PUC do Rio de Janeiro, Armandinho foi produtor de programas de rádio e repórter e editor em diversos veículos, como o  Sistema Globo de Rádio no Rio de Janeiro e do Nordeste.

Em Corumbá, foi repórter da rádio Clube de Corumbá de 1975 a 2000 e correspondente, em emissoras afiliadas no Pantanal, da rádio Voz da América (Voice Of America), de Washington, DC.

Também foi repórter da rádio Independente de Aquidauana e editor do site Pantanal News e Central Pantaneira de Notícias (CPN),além de comandar a rádio Independente FM.

Atualmente, ele morava em Aquidauana.

Na vida política, Armandinho foi vereador em vereador em Corumbá e candidato a prefeito na cidade branca e também em Aquidauana.

O jornalista deixa a esposa Tereza Cristina Anache. 

Devido aos protocolos de biossegurança, não haverá velório e o corpo será sepultado no cemitério Santa Cruz, em Corumbá.

Jornalismo em luto

Na segunda-feira (29), o também jornalista Denilson Pinto, de 53 anos, morreu por complicações da Covid-19

Após nove dias internado no Hospital El Kadri, em Campo Grande, ele havia apresentado melhora no quadro de saúde e seria retirado da ventilação mecânica, mas sofreu uma parada respiratória durante procedimento de extubação.

Ele compôs a equipe do Correio do Estado na década de 2000, como editor de polícia e do interior. Suas reportagens eram caracterizadas pelo jornalismo investigativo, que o levou até o Haiti para série de reportagens especiais entre 2006 e 2007.

Atualmente, era proprietário da Brasil Marketing Digital, empresa destinada a prestar serviços com agências ligadas ao poder público, como prefeituras, Governo do Estado e estatais.

Boletim

Mato Grosso do Sul tem 213.869 casos e 4.220 mortes por Covid-19 desde o inicio da pandemia.

Apenas nas últimas 24 horas, foram confirmados 1.450 novos casos e 57 óbitos.

Em isolamento domiciliar encontram-se 13.941 doentes. Recuperados somam 194.511. 

São 1.1197 pessoas internadas, sendo 737 em leitos clínicos (496 público; 241 privado) e 460 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (351 público; 109 privado).

A ocupação global de leitos de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) na macrorregião de Campo Grande está em 102%; Dourados 89%; Três Lagoas 92% e Corumbá 100%.

Acidente

Fotógrafo atacado por animal marinho no Mundial de Surfe passará por cirurgia

O profissional foi mordido no tornozelo por um animal durante a cobertura do esporte no último domingo (24)

25/05/2026 23h00

Divulgação

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O fotógrafo australiano Ed Sloane, que foi atacado por um animal marinho no último domingo, 24, durante a etapa da Nova Zelândia do Circuito Mundial de Surfe (WSL), publicou nas redes sociais fotos do ferimento em seu tornozelo.

O incidente aconteceu durante a semifinal, na bateria entre os brasileiros Yago Dora e Italo Ferreira, campeão da etapa. Apesar de dizer que está bem, Sloane disse que precisará passar por cirurgia.

"Estes foram os últimos registros que fiz antes de algo que pensei que veria apenas em filmes. Fomos tomar café da manhã e, logo depois, ocorreu o incidente", escreveu ele em publicação no Instagram acompanhada de algumas fotos de Yago e Italo.

O australiano também aproveitou para agradecer pelo resgate e pelo atendimento médico que recebeu após o incidente.

"Quero agradecer de verdade à World Surf League (WSL), à equipe, aos médicos e à patrulha aquática pela resposta profissional e extremamente rápida. Um pouco de cirurgia, e tudo deve ficar bem Também agradeço à prefeitura de Raglan por compartilhar esse lugar lindo, planejando uma viagem em família aqui para encontrar meu amigo", completou.

Por causa do ataque sofrido por Sloane, a competição chegou a ser interrompida para que ele fosse resgatado e recebesse atendimento médico. Em seguida, Yago e Italo contaram com a ajuda de jet-skis para sair do mar rapidamente. Ainda não há confirmação oficial se foi um tubarão ou um leão-marinho que atacou o fotógrafo.

Depois do resgate, a organização da etapa verificou que havia segurança necessária para retomar a bateria. Com isso, Italo Ferreira venceu Yago na semifinal e derrotou o australiano Morgan Cibilic na final da quarta etapa da temporada.

Com a vitória, o campeão mundial de 2019 e olímpico em Tóquio-2020 assumiu a liderança do ranking da WSL.

Astronomia

'Lua Azul' poderá ser vista no céu no próximo fim de semana; veja como observar

O termo é usado para indicar a segunda Lua Cheia em um mesmo mês.

25/05/2026 22h00

Lua Azul é o termo que se refere à segunda lua cheia no mês

Lua Azul é o termo que se refere à segunda lua cheia no mês Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O último fim de semana de maio será marcado por um fenômeno raro no céu, conhecido como "Lua Azul".

Apesar do nome, o satélite natural da Terra não ficará realmente azul. Segundo a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa, na sigla em inglês), o termo é usado para indicar a segunda Lua Cheia em um mesmo mês.

Como o ciclo lunar tem 29,5 dias - menos do que a duração média de um mês do calendário -, esse intervalo pode resultar em uma Lua Cheia no início do mês, com tempo suficiente para a ocorrência de um segundo ciclo completo dentro do mesmo mês.

No caso de maio, a primeira Lua Cheia ocorreu no início do mês. Por isso, antes da chegada de junho, haverá uma nova Lua Cheia na madrugada do próximo domingo, 31, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Apesar de não alterar a tonalidade do satélite, o fenômeno é considerado raro porque ocorre apenas a cada dois ou três anos, segundo a Nasa.

Como observar a ‘Lua Azul’?

A visibilidade da Lua Cheia pode variar conforme as condições do tempo, como a presença de nuvens, além da luminosidade do céu em cada região.

Segundo a Nasa, para ter uma melhor visão do fenômeno, é importante procurar um local escuro, distante da poluição luminosa.

Não é necessário o uso de telescópio ou binóculo, mas é importante considerar que condições climáticas podem atrapalhar, como umidade ou nuvens em excesso.

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