Cidades

Insistência

Apoiadores de Bolsonaro afirmam que vão permanecer na frente do CMO por tempo indeterminado

Avenida Duque de Caxias segue com apenas uma via liberada no sentido aeroporto

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Nesta quinta-feira (03), com refeições a base de churrasco, disponíveis para quem chegar, grupo bolsonarista ainda insiste em ficar na frente do Comando Militar do Oeste (CMO), na Avenida Duque de Caxias.

No começo da semana, os apoiadores do atual presidente, afirmavam que permeneceriam no local por 72 horas ou até Jair Bolsonaro (PL) se pronunciar. Ambas as situações já aconteceram, e agora afirmam que o tempo de permanência é indeterminado.

Os apoiadores continuam pedido intervenção federal em cartazes, segurando bandeiras do Brasil embalados pelo hino nacional, após o resultado das Eleições Gerais 2022 que encerrou no domingo (30). 

As refeições são preparadas no próprio local, principalmente almoços e jantares á base de churrasco, com produtos doados de forma coletiva. Segundo um dos apoiadores, no feriado de finados, foram aproximadamente 300 quilos de carne.

Em relação ao trânsito, continuam bloqueando duas faixas da avenida no sentido Aeroporto de Campo Grande, e inevitavelmente causando lentidão na via. 

Neste quarto dia de protesto, em tentativa de contato do Correio do Estado, para saber sobre a situação após alguns dias, nenhum apoiador quis fornecer maiores declarações ou se identificar. 

Manifestações

O grupo está no local desde a tarde de segunda-feira (31) e estão insatisfeitos com os resultados das Eleições Gerais 2022 que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como novo presidente do Brasil, com 50,1% dos votos válidos.

Relatam que houveram fraudes nas urnas, por dar vitória ao petista. Entretanto, alguns apoiadores questionados pelo Correio do Estado, no começo da semana, diziam acreditar que o resultado do governo de Mato Grosso do Sul, que elegeu Eduardo Riedel (PSDB) foi justo e não há motivos para desconfianças.

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APREENSÃO

DOF apreende mais de 6 toneladas de maconha em meio a milharal

Maior apreensão realizada em uma única operação do DOF foi avaliada em aproximadamente R$ 12,5 milhões

19/05/2026 10h45

Divulgação

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Durante a última segunda-feira, policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) realizou a apreensão de mais de 6 toneladas de maconha transportadas em um caminhão de caçamba. O motorista que conduzia o veículo fugiu em meio a milharal.

Segundo informações policiais, os militares realizavam bloqueio na MS-279, na regão da Picadinha, em Dourados. Os agentes então tentaram abordar um caminhão Mercedes-Benz Atron, que não obedeceu a ordem de parada e fugiu.

Iniciada a perseguição, após alguns quilômetros o condutor do veículo entrou em milharal onde arremessou o veículo na plantação e fugiu a pé. Os policias localizaram o caminhão e verificaram na caçamba milhares de fardos de maconhaque estavam sedo transportados.

Foto: Divulgação

Encaminhada à Delegacia Especializada de Represão aos Crimes de Fronteira (Defron), em Dourados, foram constatados 6.240 quilos da droga. Apontada como a maior apreensão de entorpecentes no ano realizada em uma única ocorrência do DOF, o valor da carga foi avaliado em aproximadamente R$ 12,5 milhões.

Foram realizadas buscas na região, mas não foi localizado nenhum suspeito.

Em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a ação fez parte do Programa Brasil Contra o Crime Organizado.

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INVESTIGAÇÃO

Médico que encontrou esposa morta foi autuado por posse irregular de arma e fraude processual

Exame residuográfico, técnica que busca partículas de pólvora no suspeito, foi realizado e afastou a hipótese de feminicídio

19/05/2026 10h30

A fisioterapeuta Fabíola Marcotti foi encontrada morta pelo marido, o cardiologista João Jazbik, em uma propriedade rural na Chácara dos Poderes

A fisioterapeuta Fabíola Marcotti foi encontrada morta pelo marido, o cardiologista João Jazbik, em uma propriedade rural na Chácara dos Poderes Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O advogado José Belga Assis Trad, que representa a defesa do médico João Jazbik, divulgou uma nota em sua rede social, a qual afirma que o cardiologista foi autuado em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e fraude processual.

Ainda segundo o posicionamento publicado na manhã desta terça-feira (19), foi realizado exame residuográfico (técnica forense que busca identificar partículas de pólvora e metais nas mãos, roupas ou superfícies do suspeito), mas foi afastada qualquer hipótese de feminicídio, inicialmente considerada pela investigação.

Na tarde de ontem (18), João Jazbik foi levado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos sobre a morte da sua esposa, a fisioterapeuta Fabíola Marcotti. A mulher foi encontrada morta com ferimento de tiro, dentro de casa, uma propriedade rural na Chácara dos Poderes, em Campo Grande.

O médico cardiologista foi quem encontrou Fabíola, já em óbito, e logo após acionou a polícia.

No local dos fatos, a delegada Analu Ferraz, da Deam, evitou dar declarações, afirmando que o caso ainda não estava fechado, testemunhas seriam ouvidas e mais análises seriam feitas.

"A gente ainda não fechou se foi suícidio, se foi feminicídio, então ainda não tem esse fechamento", disse a delegada, acrescentando que demais informações serão repassadas posteriormente, por meio de nota.

O médico foi detido por ter armas sem registro. Documentação foi apreendida e será analisada.

Nota da defesa

A respeito dos fatos veiculados pela imprensa no dia 18/05/2026, a defesa informa que o Dr. João Jasbik Neto foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e fraude processual, em meio a uma grande tragédia pessoal e familiar.

Apesar do luto e do sofrimento de que padece neste momento, o Dr. João Jasbik se colocou à inteira disposição da autoridade policial, prestando todos os esclarecimentos e concordando com a realização do exame residuográfico, afastando qualquer suspeita da hipótese de feminicídio, inicialmente considerada pela investigação. 

Do mesmo modo, ficará à disposição do Poder Judiciário, para onde o Auto de Prisão em Flagrante deve ser encaminhado para deliberações.

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