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CONTRA MANCHAS

Água de arroz clareia a pele: aprenda receita caseira

"O ácido kojico, substância clareadora presentes em muitos cremes, vem do arroz", conta.

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As manchas na pele podem surgir por diferentes motivos. 

No rosto, as mais comuns são as manchas de acne. Nas axilas e virilha, as frequentes depilações deixam as áreas mais escurecidas. Em ambos os casos uma receita caseira pode ajudar a resolver o problema.

Receita para eliminar manchas:

Segundo a dermatologista Christiane Gonzaga, membro das Sociedades Americana e Brasileira de Dermatologia, um bom produto caseiro para clarear é água de arroz. 

“O ácido kojico, substância clareadora presentes em muitos cremes, vem do arroz”, conta.

Mas atenção! Nunca utilize a água do arroz que foi feito com óleo, sal ou qualquer outro ingrediente. Há uma forma correta de preparar.

Como usar água de arroz na pele:

Para usar a água de arroz você irá precisar de uma xícara de arroz, água filtrada, um recipiente para armazenar e um coador. 

“O primeiro passo é realizar uma lavagem no arroz, para retirar as impurezas. Após essa lavagem, coloque o arroz no recipiente e cubra completamente com água. Mexa um pouco, tampe o recipiente e deixe descansar de 30 minutos a uma hora. Depois é só coar o arroz e utilizar somente a água. Os grãos podem ser deixados para secar e utilizados novamente para cozinhar”, ensina.

Outra dica é colocar a água na geladeira, pois quando usada em temperatura fria, torna-se mais refrescante, além de conservar seus nutrientes por mais tempo, podendo ser usada por até 2 dias. 

“Para se obter todos os benefícios dessa receita, é importante utilizar todos os dias, pela manhã e à noite, com um algodão. Antes de aplicar a água de arroz, lave bem o rosto para retirar impurezas”, ensina.

Ela diz ainda que não há contraindicações, já que o arroz é um adstringente natural e que não possui grandes concentrações de agentes clareadores.

“Mas, apesar de a água de arroz possuir ação calmante e refrescante, apenas auxilia no clareamento da pele e na redução das inflamações cutâneas, não substituindo nenhum tratamento com substâncias adequadas e nas concentrações corretas”, finaliza.

Curiosidades e Mitos sobre a Água de Arroz na Pele

O uso da água de arroz na rotina de beleza não é uma novidade, mas um segredo milenar que tem ganhado destaque novamente, especialmente com a popularização das rotinas de skincare asiáticas. No entanto, é importante separar os fatos dos mitos:

  •  Origem Milenar: A prática de usar água de arroz para cuidados com a pele e cabelo remonta a séculos, sendo amplamente utilizada por mulheres asiáticas, especialmente no Japão e na Coreia. Elas já conheciam as propriedades benéficas do arroz para a saúde e beleza da pele.
  •  Ácido Kójico Natural: Como mencionado pela dermatologista, o ácido kójico, um agente clareador potente, é derivado do arroz. Ele atua inibindo a produção de melanina, o pigmento responsável pelas manchas na pele. A água de arroz, embora em concentrações menores, oferece essa propriedade de forma natural.
  •  Não é Milagre, é Auxílio: É crucial entender que a água de arroz é um auxiliar no clareamento e na melhora da pele, não uma solução milagrosa. Ela pode ajudar a uniformizar o tom, reduzir a oleosidade e acalmar irritações, mas não substitui tratamentos dermatológicos específicos para casos mais severos de manchas ou problemas de pele.
  •  Fermentação Potencializa: Algumas culturas asiáticas utilizam a água de arroz fermentada, pois o processo de fermentação pode potencializar a liberação de nutrientes e antioxidantes, tornando-a ainda mais benéfica para a pele. No entanto, a água de arroz simples já oferece bons resultados.
  •  Além do Clareamento: Além do clareamento, a água de arroz é rica em vitaminas, minerais e antioxidantes que combatem os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce da pele. Ela também possui propriedades adstringentes, que ajudam a controlar a oleosidade e minimizar a aparência dos poros.
  •  Atenção à Higiene: Para evitar a proliferação de bactérias, é fundamental que a água de arroz seja preparada com água filtrada e armazenada em recipiente limpo na geladeira, sendo utilizada em até dois dias. A higiene no preparo e aplicação é essencial para garantir os benefícios e evitar problemas de pele.
  •  Consistência é Chave: Assim como qualquer tratamento de beleza, a consistência é fundamental. O uso diário, pela manhã e à noite, com a pele limpa, é o que trará os melhores resultados a longo prazo. A paciência e a disciplina são aliadas nesse processo.

Diálogo

A aparente calmaria entre grupo político não passa de jogo de cena para... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (13)

13/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Luis Fernando Verissimo - escritor brasileiro

"A verdade é que a gente não faz filhos. Só faz o layout. Eles mesmos fazem a arte-final”.

FELPUDA 

A aparente calmaria entre grupo político não passa de jogo de cena para ser demonstrado ao público, pois nos bastidores está ocorrendo de tudo. São tachinhas espalhadas pelo caminho, alçapões armados, canelas sendo untadas com óleo para as rasteiras, pó de mico pronto para ser jogado quando da proximidade da oficialização de nomes para disputa eleitoral. Um detalhe que começa a ganhar corpo nos bastidores: nem sempre o escolhido concretizará o sonho, tendo em vista que o resultado final poderá ser tramado antes mesmo da campanha propriamente dita. Afe!

Diálogo

Tiro ao alvo

O pré-candidato do PT ao governo de MS Fábio Trad começou a bater na tecla de que o governador Riedel e Adriane são do mesmo partido político e possuem ações administrativas em comum. E tem afirmado que o primeiro “evita” aparecer ao lado da segunda.

Mais

Mas ambos praticam, segundo Trad, “terrorismo fiscal” e desfere uma série de ataques. Enquanto usa suas redes sociais para bater duro nos dois gestores, nada fala que os petistas já fizeram parte do governo Riedel e que a prefeita apoiou seu irmão Marcos Trad ao governo em 2022.

DiálogoNeiba Ota - Foto: Luciano Muta Fotografia

 

DiálogoDra. Maria Raulino - Foto: Arquivo pessoal

Só tapas

Neste ano, a campanha será entre “tapas e tapas”, pois beijos mesmo, só se for os da traição, avaliam pré-candidatos de todas as cores. Os ataques já começaram: a esquerda está com “síndrome de perturbação às baleias” (denúncia que fizeram contra Bolsonaro e que virou piada), enquanto a direita acha que tudo não passa de narrativa. O fato é que os eleitores podem se preparar para a baixaria que está vindo por aí  e a Justiça eleitoral, idem.

Mais uma

O projeto de lei que cria o programa “Parceiro da Escola Campo Grande”, em tramitação na Câmara Municipal, reacendeu o debate sobre terceirização na rede pública de ensino, depois da recente polêmica e derrota da prefeitura de repassar duas unidades de saúde para a iniciativa privada. A ACP, sindicato dos profissionais de educação pública, criticou a proposta do vereador Rafael Tavares e afirmou que a medida abre espaço para a iniciativa privada dentro das escolas.

Quiproquó

Em Mundo Novo, a vereadora Eliete Feitosa Tel, do PT, e o deputado federal Rodolfo Nogueira, do PL, protagonizaram espetáculo, para não dizer outra coisa, no encerramento da Festa das Nações. O fato ocorreu quando a primeira ficou irritada e teria tentado tomar o microfone das mãos do segundo, quando este defendia o ex-presidente Bolsonaro. Chapéu de Rodolfo “voou”, gritos foram ouvidos e até a turma do deixa-disso entrou na confusão. Vem aí cenas dos próximos capítulos.

Aniversariantes 

Reinaldo Azambuja da Silva;
Nilza Miranda Balbuena;
Dr. Fábio Colagrossi Paes Barbosa;
Maria de Lourdes Jallad Veiga;
Eduardo Spipe Ferreira Calarge;
Valdete Oliveira;
Humberto Fernandes Pregelli;
Arquimedes Teodoro de Carvalho;
Dr. Beogival Wagner Lucas Santos;
José Dias da Silva;
Setsoko Umeda Yamazato;
Neiva Isabel Guedes;
Carmen Fátima Cortada Fiori Marteli;
José Mandu Neto;
Edmundo Pires;
Nadir Pereira de Oliveira;
José Carlos Renosto;
Lurdes Pereira Nunes;
Maria Gomes da Silva;
José de Moura;
Nivia Alexandre Fernandes da Silva;
Karyna Salles;
Dra. Renata Gasperin Abdul Ahad;
Alex Fraga;
Leonardo Leite Campos;
Carlos Alberto Cesar Oliva;
Fátima Guenka Monteiro da Silva;
Elizete Ortiz Coelho;
Mariana do Nascimento Zahran;
Aparecido Valdomiro de Jesus José;
Odair de Castro Ferreira;
Walter Alves da Silva;
Dr. João Eduardo Macedo;
Juvêncio Tenório Ribeiro Becker Barbosa;
Mirtes Pinto Centurião;
Rosária de Oliveira Bachim;
Adriano Cesco;
Floriano Suassuna Lacerda Neto;
Silvana Scaquetti;
Daniela Nakamura;
Mariana Galvão Cavalcanti;
Murilo Figueiredo Marinho de Sá;
Mirela Corrêa Varela;
Carlos Altino Paiva;
Dr. Sérgio Martins Sobrinho;
Gislaine Domingues Sartori;
Elvira Teixeira de Barros;
Almir Moraes Ribeiro;
Marlene Ferreira Nascimento;
Alvaro Barros de Almeida;
João Batista Camargo;
Luciane Garcia;
Flávio Marcio Gonçalves;
Christiano Alves;
Fátima Izabel Santos;
Leia Amador Provenzano;
Alfredo Soares dos Santos;
José Edison Cabral;
Ruy Guimarães;
Rodrigo Luiz Dalefi de Santana;
Geraldino Ayala;
Carlos Lopes Coutinho;
Carlos Alberto Dias Toledo;
Valdir Reis Megda;
Wilson Bento de Souza;
Alício Alves Chaves;
Margarida de Oliveira;
Melissa Ouriveis Razuk Serrano;
Jeanine de Brito Regaço;
Osmar Silva Luzio;
Patrocinio Magno Portocarrero Naveira;
Swamy Rodrigues Xavier;
Edgar Pereira Alves;
Andreza Venega;
Arthur João Palmeiras;
Carlos Gustavo Vieira de Mello;
Generoso Souza Pereira;
Isabel Fialho de La Fuente;
Antonio José de Queiroz;
Josino Leiria Martins;
Alvaro de Souza Dutra;
José Paulo Loubet Neto;
Liliane Bueno Simon;
Elenir Fábio Miranda;
Marcos Antonio Fabri;
Eunice Pardin;
Francisco José Ramalho Amstalden;
Antônio Duarte Hay Mussi;
Leonardo Gazal;
Amanda Galvão Serra e Jurgielewicz;
Dra. Neiva Isabel Guedes Garcez;
Renato Zancanelli de Oliveira;
Dr. Rui Malta da Silva Filho;
Maria de Fátima Olmedo Bagnoli;
Dr. Honório Benites Junior;
Zilei Guerreiro da Fonseca Barbosa;
Jutercio Tenório Ribeiro Becker Barbosa;
Sérgio Hiroshi Yamada;
Patricia Leite Paludo;
Luciano Bonfim Azambuja;
Fernando César Caurim Zanele;
Greice Aparecida Iaguzeski;
Jurema da Cruz Lubas;
Ricardo Eloi Schunemann;
Silvia Romor de Carvalho Faria;
Gean Carlo Volpato;
Renato Queiroz Coelho;

Colaborou Tatyane Gameiro

crônica

Amores Maduros

12/05/2026 08h45

Arquivo

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Minha amiga tem 82 anos e dois namorados. Claro que ela mora numa metrópole, mais precisamente em São Paulo; do contrário, fosse nestas plagas, os dois fatos seriam quase inadmissíveis.

Pergunto a ela o porquê de ter dois namorados. Ela responde que é para não virar rotina — para "revezar". Acho graça, mas tem lá sua lógica. Nesta idade, é comum criar hábitos, e tudo o que ela não quer é criar vínculo. O que Bia quer mesmo é ir ao cinema, jantar fora de vez em quando, visitar exposições de arte, caminhar no parque. Não que precise de companhia para isto. Não, minha amiga é, de longe, uma das pessoas mais independentes que conheço.

Ela me conta que conheceu um deles na antessala do cinema e o outro num restaurante. "Como assim?", pergunto curiosa e, de alguma forma, um pouco perplexa. Afinal, cenas desta natureza não são nada comuns por aqui. "A gente começou a conversar sobre o filme e vimos que temos muita coisa em comum", contou. Depois disso, engataram um namoro.

O segundo conheceu numa pizzaria, ela com uma taça de vinho na mão e ele também. Olha para cá, rabicho de olho para lá, o moço pede para fazer um brinde. Ela o chama para sentar-se à mesma mesa: "Melhor que conversar à distância", explica. Depois de muito papo, despedem-se, mas esquecem de trocar telefones.

Os dias passam e o moço não lhe sai da cabeça. Ela volta ao restaurante e pergunta por ele. "Ah, claro! Todos aqui o conhecem. Mora perto, no bairro". Com apenas o nome da rua, ela sai em uma cruzada em busca daquele que vem lhe tirando o sossego. No terceiro prédio, o porteiro confirma: sim, ele mora aqui. Ela deixa um bilhete carinhoso e espera.

Ele liga na sequência e combinam um jantar. Divorciado, cineasta e bom de papo. O resto virou história — história que me aguça a curiosidade e, por que não dizer?, uma certa inveja. Inveja das possibilidades que ela agarrou contra todas as probabilidades, num país que louva a juventude. Mas é certo que Bia é uma das pessoas mais lindas que conheço. Não apenas fisicamente, mas de alma e espírito. Conversa sobre tudo, não tem preconceitos, não faz julgamentos e se abre completamente para a vida. Um belo exemplo de ser humano.

Falar sobre Bia me faz lembrar de Danusa Leão. Cortejada por um desconhecido em seu restaurante favorito, ela resistiu ao flerte insistente. Mas coincidência ou destino, estavam hospedados no mesmo hotel. No quarto recebeu a ligação com o convite para um último drinque. Danusa parou, refletiu e se perguntou o que tinha a perder. Afinal, naquela noite, ela completava 70 anos e estava sozinha em Paris. Viva a sabedoria, o savoir vivre e as grandes metrópolis.

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