Correio B

QUE OS JOGOS COMECEM

Dubladores, cosplayers, gamers e k-poppers revivem cultura geek local com 1º dia da Parada Nerd

Primeira voz do Ash, Fábio Lucindo; dubladora dos animes e games, Luísa Horta, e o ícone gamer, Gabriel Kami, falam ao Correio do Estado sobre vinda à Capital

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Como a fênix de Dumbledore, a Parada Nerd volta após dois longos anos (de hiato pandêmico) ao cenário geek de Campo Grande, trazendo para o público local cosplayers profissionais, dubladores marcantes e um ícone do mundo dos games para agitar os três dias de evento, realizado até domingo (23), no Bosque Expo. 

Entre as atrações, o público daqui dará as boas vindas à três atrações nacionais - entre várias outras - que nunca visitaram a Cidade Morena, os dubladores Fábio Lucindo e Lucindo Horta, e o ex-jogador profissional de League Of  Legends, Gabriel Kami. 

Criador de conteúdo e influenciador da paiN Gamming, ícone no mundo dos E-sports, Kami ressalta a felicidade de ser exemplo e inspiração para muitas pessoas que pensam em se tornar um verdadeiro gamer. 

"Sempre me perguntam dicas, planos de carreira, como é que faz para começar? qual o melhor jeito de lidar com isso?", explica ele. 

Sobre a profissão, como atleta profissional do mundo dos games, ele frisa que - diferente da casualidade que muitos jogos oferecem -, essa é uma jornada difícil de se trilhar. 

"Porque é um meio super competitivo, é um ambiente de alta performance jogar profissionalmente é difícil, tem que ser muito bom e estar disposto a sacrificar muita coisa", comenta. 

Ainda, ao dar dicas quando perguntado sobre esse cenário, ele cita que é preciso - em primeiro lugar - amar esse meio, e realmente querer muito isso para sua vida. 

"Porque tem outras carreiras em jogos que, até do ponto de vista financeiro, valem mais a pena, né? A própria criação de conteúdo costuma remunerar melhor do que o jogador profissional no Brasil, né? Não é tão valorizado assim", expõe Kami. 

Entre os requisitos para os que se interessam, Kami lista que é preciso ser muito bom; idealmente, saber trabalhar em equipe e estar disposto à aprender, entre tantos outros. 

"Sempre tento passar o feedback para a galera que pergunta, e não são poucos. Muita gente quer jogar profissionalmente. Eu acho que receber para jogar o que você ama é o trabalho dos sonhos, né?"

Nerds campo-grandenses

Sem nunca ter vindo à Campo Grande, Kami fala que a expectativa é legal e inclusive recebeu comentários sobre a visita. 

"Assim que anunciaram o evento, alguns amigos falaram 'olha só quem vai vir para cá'. Nunca tinha ido e estou super animado", diz; 

Sobre esse nível felicidade, ele expõe que tem conseguido nutrir uma energia diferente, passando por diversos eventos nerds nacionais. 

"Acho que dos eventos, de um modo geral, o público estava muito carente, por causa da pandemia. Acho que, pela experiência que estou tendo viajando bastante ultimamente, a galera está muito animada, o público está mais caloroso que o normal... então estou super feliz de encontrar com o pessoal aí de Campo Grande que me acompanha", fala Gabriel Kami. 

Ainda, ele lembra que, nas cidades que passa frequentemente, é comum encontrar visitantes recorrentes, enquanto que um universo novo de nerds para se conhecer tem interessado o Kami, que espera se divertir no último dia do evento (23).  

"Domingo eu viajo, espero passar o dia inteiro com a galera, trocar ideia e responder todas as perguntas. Normalmente eu fico um tempinho no palco, conversando com a galera, não sei como vai ser a dinâmica no palco, mas espero ter bastante tempo para ficar conversando com a galera, que da minha visão é sempre a parte mais divertida, de responder as perguntas e interagir com a galera", completa. 

 

Dubladores

Tradição na Parada Nerd - que já trouxe Charles Emmanuel, Úrsula Bezerra e Guilherme Briggs -, esse ano a PN traz a dubladora Luísa Horta e também o Fábio Lucindo. 

Voz dos animes e dos games, Luísa revela que a vinda até Campo Grande, apesar da primeira vez, será inclusive de reencontro. 

"Primeiro porquê eu não conheço Campo Grande, e todo mundo sempre me falou que é uma cidade incrível que tem muita coisa para conhecer. E segundo porque essa semana mesmo, recebi mensagem de uma amiga super antiga, que fazia muitos e muitos anos que a gente não conversava. E ela me falou que vai estar no Parada Nerde, então a gente vai se reencontrar depois de muito tempo, estou realmente muito ansiosa e vai ser muito legal", expõe ela. 

Atriz e dubladora, Luísa explica que não entrou no mercado da dublagem há tanto tempo, mas já acumula personagens em franquias renomadas, entre eles: 

  • Skye ("Valorant"),
  • Kira Yukimura ("Teen Wolf"),
  • Ochaco Uraraka ("My Hero Academia") e
  • Buntan Kurosuki ("Boruto: Naruto Next Generations"). 

"Às vezes algumas pessoas vêm mandar mensagem por rede social, ou pessoalmente em evento de anime. Às vezes chamam a gente pelo nome do personagem e eu sinceramente acho isso incrível", diz. 

Luísa explica que isso se dá, graças ao seu gosto pelo assunto, como grande consumidora de animes e da cultura nerd, deixando uma dica para os fãs campo-grandenses que encontrarem com ela no evento. 

"Primeiro, porque eu sou extremamente otaku, eu sou apaixonada por animes, então eu amo quando me chamam pelo nome das personagens que eu dublei, e segundo porque é um reconhecimento do nosso trabalho, né? Então. Fico super grata e super honrada", comenta. 

Semelhante, Fábio Lucindo também vêm à Campo Grande pela primeira vez, com uma expectativa que, segundo o dublador, não poderia ser maior, deixando os trabalhos direto para sua viagem. 

"Acabei de definir meus horários de estudio, já saio de lá e vou correndo para o aeroporto, estou de mala pronta e com expectativa", revela ela. 

Ainda, empenhado mas pouco familiarizado com a cultura, Lucindo se diz animado, inclusive para experimentar a culinária local, que levantou uma curiosidade. 

"Queria conhecer, nunca fui para Campo Grande, estou afinzão e quero até tomar uma sopa paraguaia, já fiz umas pesquisas assim, estou muito feliz e, putz, animadíssimo para ir", comenta o dublador. 

Também, ele comenta a proximidade que a identificação do trabalho causa com o público, por conta da familiaridade da voz de uma pessoa com a de um personagem. 

"Eu acho uma das graças da profissão, na verdade, acho muito bacana. Gosto até dessa coisa de ser escondido, das pessoas às vezes nem ligar o nome à pessoa, à nossa imagem e voz, gosto desse ruído de comunicação que dá, gosto de revelar isso também... de todas as partes dessa coisa da familiaridade, do pessoal gostar e de às vezes nem ser reconhecido por isso. Todos os aspectos dessa ideia, me sinto feliz e muito bem", finaliza. 

Serviço: Realizado em parceria com Sesc MS e Shopping Bosque dos Ipês - além do patrocínio: BDM Digital -, a Parada Nerd acontece de sexta (21) até domingo (23), no Bosque Expo, que integra o Shopping Bosque dos Ipês, localizado na Av. Cônsul Assaf Trad, nº 4.796. Informações pelo instagram @paradanerd

 

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Cinema Correio B+

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar

A atriz chilena, homenageada da quarta edição do Bonito CineSur, que começa nesta sexta-feira, 24 de julho, em Mato Grosso do Sul, construiu boa parte de sua carreira justamente interpretando mulheres que o cinema durante décadas teria colocado na lateral

25/07/2026 13h00

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar

Paulina García e as mulheres que o cinema demorou a enxergar Foto: Divulgação

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Não é nenhuma novidade ou segredo que o cinema sempre soube envelhecer seus homens. Eles ganham rugas, passado, autoridade, novos amores e, muitas vezes, mulheres bem mais jovens. Continuam heróis, amantes, homens em crise, homens em busca de uma segunda oportunidade. Com as mulheres, a história foi durante muito tempo bastante diferente.

Envelhecer significava, com frequência, deixar de ser desejada, deixar de desejar e, aos poucos, sair do centro da narrativa. Atrizes acima dos 40, inclusive, não tinham muitas ofertas de trabalho. Paulina García ajudou a bagunçar essa lógica.

A atriz chilena, homenageada da quarta edição do Bonito CineSur, que começa nesta sexta-feira, 24 de julho, em Mato Grosso do Sul, construiu boa parte de sua carreira justamente interpretando mulheres que o cinema durante décadas teria colocado na lateral da história.

Mulheres maduras, comuns, às vezes solitárias, sem qualquer vocação para heroínas, mas que ainda desejam, erram, se apaixonam, sentem medo e, principalmente, continuam mudando. O festival abre com Querido Trópico, seu trabalho mais recente a chegar ao Brasil, e coloca Paulina também no centro de uma conversa sobre protagonismo e resistência feminina no cinema sul-americano.

Claro que até por isso é inevitável falar dela sem voltar à Glória.

Em 2013, muito antes da discussão sobre a invisibilidade das mulheres maduras ganhar a dimensão que tem hoje, Paulina apareceu na tela como uma divorciada de meia-idade que frequentava bailes para solteiros, bebia, dançava, fazia sexo, se apaixonava pelo homem errado e continuava procurando alguma coisa que talvez nem ela soubesse exatamente definir.

Não havia transformação milagrosa, cirurgia, rejuvenescimento ou aquele velho roteiro em que uma mulher precisa ser salva por um novo amor para provar que sua vida ainda vale a pena.

Glória simplesmente queria viver. Pode parecer pouco, mas não era. Paulina ganhou o Urso de Prata de melhor atriz no Festival de Berlim por uma personagem cuja grande revolução estava justamente em não pedir desculpas por ainda desejar alguma coisa da vida. Recomendo que revejam ou vejam o filme: é lindo.

Porque existe uma diferença importante entre contar histórias sobre envelhecer e permitir que uma mulher envelhecida continue sendo uma personagem completa. Gloria não é admirável o tempo inteiro.

Também é carente, impulsiva, vulnerável e capaz de insistir numa relação que claramente lhe oferece menos do que deseja. Talvez seja justamente por isso que permanece tão viva. O filme não precisa transformá-la numa inspiração para justificar sua existência.

Quatro anos depois, em A Noiva do Deserto, Paulina voltou a ocupar um território parecido, embora por outro caminho. Teresa tem 54 anos e passou décadas trabalhando como empregada doméstica para a mesma família até ser obrigada a deixar aquela casa e atravessar o deserto argentino em busca de um novo emprego.

Depois de uma vida organizada em torno das necessidades dos outros, ela se vê literalmente deslocada, sem saber muito bem o que fazer com uma liberdade que não pediu.

O filme, exibido na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2017, transforma uma viagem aparentemente banal numa possibilidade tardia de descobrir que ainda existe vida fora do papel que lhe foi atribuído.

Há algo que aproxima Teresa de Glória sem que elas sejam a mesma mulher ou tenham o rosto de Paulina. Nenhuma das duas está começando a vida, mas nenhuma aceita que tudo o que importa já tenha acontecido. É uma ideia aparentemente simples que o cinema demorou surpreendentemente muito para compreender.

Quando a mulher que cuidou começa a precisar de cuidado

Agora, em Querido Trópico, essa questão ganha uma camada ainda mais delicada. Paulina interpreta Mercedes, uma mulher de classe alta que começa a enfrentar a demência e recebe os cuidados de Ana María, uma imigrante colombiana.

Entre duas mulheres separadas por classe, origem e circunstâncias, nasce uma relação construída justamente quando as identidades que cada uma sustentava começam a se mostrar frágeis.

E talvez esteja aí uma das perguntas mais dolorosas do filme: o que acontece quando a mulher que passou a vida ocupando determinados lugares — mãe, profissional, dona de casa, chefe, esposa, cuidadora de todos — começa a perder aquilo que usava para reconhecer a si mesma?

A memória é uma parte fundamental dessa identidade, mas não a única. Somos também aquilo que os outros lembram de nós, os vínculos que construímos, as funções que desempenhamos e até os papéis dos quais passamos anos tentando nos libertar.

Quando tudo isso começa a escapar, não desaparece apenas o passado. Fica ameaçada também a narrativa que construímos para explicar quem somos.

Em Querido Trópico, essa perda acontece diante de outra mulher cuja existência também é marcada pela precariedade. Ana María cuida, mas também precisa de cuidado.

Mercedes aparentemente tem poder, dinheiro e uma vida estabelecida, mas começa a perder o controle sobre aquilo que parecia mais íntimo e inalienável: a própria história. O encontro entre elas desmonta, aos poucos, a ideia simples de que uma é forte e a outra vulnerável.

Talvez esse seja também um dos fios invisíveis da trajetória de Paulina García. Suas personagens raramente são mulheres que “vencem” no sentido convencional. Elas não rejuvenescem, não recuperam magicamente tudo o que perderam e não terminam necessariamente com a vida organizada. O que conquistam é algo menos espetacular e, por isso mesmo, mais interessante: o direito de continuar existindo como sujeitos de suas próprias histórias.

Paulina em Querido Trópico e em Gloria

Envelhecer não deveria significar desaparecer

É curioso que ainda seja necessário chamar de revolucionário aquilo que deveria ser banal: uma mulher de 50, 60 ou mais anos ter desejo, medo, sexualidade, egoísmo, ambição, solidão e futuro. Até porque, o problema nunca foi apenas a falta de mulheres maduras nas telas, mas também porque sempre estiveram lá como mães, avós, esposas abandonadas, vizinhas ou cuidadoras.

Personagens que ajudavam alguém mais jovem a atravessar sua própria história. E a verdadeira mudança acontece quando a câmera permanece com elas depois que os outros vão embora.

Quando queremos saber o que Gloria fará depois daquele relacionamento. O que Teresa encontrará depois de atravessar o deserto. Quem Mercedes continuará sendo quando suas lembranças começarem a falhar.

Ao homenagear Paulina García, o CineSur acaba celebrando também uma atriz que passou anos fazendo uma coisa aparentemente pequena e profundamente política: recusando a ideia de que a vida feminina tem um ponto a partir do qual só resta olhar para trás.

Suas personagens olham para trás, naturalmente. Há perdas, arrependimentos, relações que deram errado e escolhas que talvez fizesse diferente. Mas ainda existe alguma coisa adiante. Justamente a parte que o cinema tem levado mais tempo para enxergar.

GASTRONOMIA

No Dia dos Avós, veja receitas cheias de afeto que mantêm vivas as memórias de família

Veja receitas cheias de afeto que mantêm vivas as memórias de família e transformam ingredientes simples em lembranças inesquecíveis

25/07/2026 10h00

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiares

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiares Pexels

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Poucas lembranças despertam tanta nostalgia quanto o aroma de um bolo recém-saído do forno, o cheiro do café passado na hora ou o sabor daquele doce preparado pela avó em tardes de domingo.

Em muitas famílias brasileiras, a cozinha sempre foi um espaço de encontros, de conversas e de transmissão de histórias, onde receitas escritas em cadernos antigos ou guardadas apenas na memória passam de geração em geração.

Celebrado no dia 26, o Dia dos Avós homenageia aqueles que ocupam um lugar especial na formação das famílias. Mais do que figuras de carinho e de acolhimento, avôs e avós são guardiões de tradições, costumes e sabores que ajudam a construir a identidade de cada família.

A data também convida filhos, netos e bisnetos a desacelerarem a rotina para compartilhar momentos juntos. E poucas formas simbolizam tão bem esse encontro quanto preparar ou saborear uma receita tradicional.

ORIGEM DA DATA

A celebração do Dia dos Avós tem origem na tradição cristã. O dia 26 de julho marca a homenagem a Santa Ana e São Joaquim, considerados os pais de Maria e, consequentemente, avós de Jesus Cristo.

Ao longo do tempo, a comemoração ganhou um significado mais amplo, tornando-se um momento para reconhecer a importância dos avós na educação, na transmissão de valores e no fortalecimento dos vínculos familiares.

No Brasil, a data é marcada por almoços especiais, visitas, reuniões familiares e demonstrações de carinho. Em muitos lares, também é a oportunidade perfeita para resgatar receitas antigas que contam parte da história da família.

HERANÇA AFETIVA

Muito antes da internet e dos livros de culinária modernos, eram as avós que ensinavam, na prática, os segredos da cozinha. Uma pitada “a olho”, o ponto certo da massa observado pelo toque das mãos ou o tempo de forno medido pelo aroma que se espalhava pela casa são conhecimentos que dificilmente aparecem em receitas escritas.

Esses saberes fazem parte do patrimônio cultural das famílias. Não é raro encontrar cadernos de receitas escritos à mão, muitas vezes manchados de farinha, manteiga ou café, guardados como verdadeiros tesouros.

Muito além de ensinar os pratos, os avós costumam transmitir valores como paciência, dedicação e cuidado com quem será servido. Afinal, cozinhar sempre foi uma forma de demonstrar afeto.

SABOR DA MEMÓRIA

A ciência explica que os aromas e sabores estão profundamente ligados às emoções. Isso acontece porque o olfato tem conexão direta com regiões do cérebro responsáveis pela memória e pelos sentimentos.

Por isso, experimentar novamente um arroz-doce, um bolo de fubá ou uma broa preparada como antigamente pode transportar uma pessoa imediatamente para a infância.

Essas lembranças ajudam a fortalecer o sentimento de pertencimento e mantêm vivas histórias familiares que passam de uma geração para outra.

RECEITAS SIMPLES

Apesar das mudanças nos hábitos alimentares, algumas preparações continuam presentes nas mesas brasileiras e atravessam décadas praticamente sem alterações.

Entre elas estão bolos caseiros, biscoitos amanteigados, arroz-doce, doce de leite, broas, cucas, rosquinhas, compotas e geleias feitas com frutas da estação.

São receitas que valorizam ingredientes simples, acessíveis e preparados com calma, respeitando o tempo de cada etapa.

Neste Dia dos Avós, preparar uma dessas receitas pode ser uma maneira especial de homenagear quem sempre demonstrou amor por meio da comida.

Bolo de Fubá Tradicional

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresBolo de Fubá Tradicional - Foto: Pexels

Ingredientes:

  • 3 ovos;
  • 2 xícaras (chá) de açúcar;
  • 2 xícaras (chá) de fubá;
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (chá) de leite;
  • ½ xícara (chá) de óleo;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico;
  • Erva-doce a gosto (opcional).

Modo de Preparo:

> Bata os ovos, o açúcar, o leite e o óleo;

> Acrescente o fubá e a farinha aos poucos, misturando até obter uma massa homogênea;

> Adicione o fermento e a erva-doce;

> Despeje em forma untada e asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 40 minutos.

Broa de Milho

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresBroa de Milho - Foto: Pexels

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de fubá;
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (chá) de açúcar;
  • 100 g de manteiga;
  • 2 ovos;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico;
  • Leite até dar ponto.

Modo de Preparo:

Misture todos os ingredientes secos;

Acrescente a manteiga e os ovos;

Vá adicionando leite aos poucos até formar uma massa macia;

Modele pequenas broas, coloque em assadeira untada e asse a 180°C por cerca de 25 minutos, até ficarem levemente douradas.

Goiabada Cascão Caseira

Dia dos Avós é uma oportunidade para desacelerar e retomar tradições familiaresGoiabada Cascão Caseira - Foto: Reprodução

Ingredientes:

  • 2 kg de goiabas maduras;
  • 1,5 kg de açúcar;
  • Suco de meio limão.

Modo de Preparo:

Lave as goiabas, corte em pedaços e retire apenas as partes muito duras;

Bata rapidamente no liquidificador e passe por uma peneira grossa para retirar sementes;

Leve a polpa ao fogo com o açúcar e o suco de limão;

Cozinhe em panela de fundo grosso, mexendo frequentemente, até adquirir consistência firme e de cor avermelhada. 
Coloque em recipiente untado e deixe esfriar completamente antes de servir.

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