Correio B

ESPETÁCULO

Versos de Mario Quintana se transformam em música e teatro em uma celebração à infância

"Crianceiras Mario Quintana" será apresentado no Teatro Glauce Rocha no sábado e domingo e une poesia, música e teatro em uma celebração à infância e à chegada da primavera

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Antes de ganhar palcos pelo Brasil, o projeto Crianceiras nasceu em Mato Grosso do Sul. Agora, depois de percorrer diferentes cidades e conquistar espaço também nas escolas, a iniciativa criada pelo cantor e compositor Márcio de Camillo retorna a Campo Grande para um encontro carregado de memórias, poesia e simbolismo.

No sábado e domingo, o Teatro Glauce Rocha recebe “Crianceiras Mario Quintana – Poesias Musicadas por Márcio de Camillo”. As apresentações começam às 16h e celebram os 120 anos de nascimento do poeta gaúcho Mario Quintana.

Para Camillo, porém, a passagem pela Capital representa mais do que uma nova temporada. Criado em Campo Grande desde os 10 anos, o artista volta a um palco que acompanhou parte de sua trajetória e onde guarda lembranças pessoais e profissionais.

“Eu tenho muitas histórias nesse teatro e respeito muito esse espaço. Para mim, é um dos grandes teatros da cidade e do Brasil”, afirma.

O espetáculo chega à cidade justamente no período que antecede a primavera, elemento que ocupa lugar importante na narrativa construída em cena.

A transformação de um ambiente inicialmente cinzento e solitário em uma celebração coletiva, marcada por cores, sons e personagens, acompanha o percurso da montagem.

“Começa com uma pessoa solitária no palco e termina numa grande festa, numa celebração da primavera. Fazer isso em Campo Grande, justamente nesse período, deixa tudo ainda mais simbólico”, comenta o compositor.

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO

A relação de Márcio de Camillo com Mario Quintana começou muito antes de o poeta se transformar em personagem central de um espetáculo. O encontro aconteceu por meio de um professor.

Foi mestre João, seu professor de literatura, quem lhe deu de presente uma edição da “Antologia Poética” de Mario Quintana. A leitura despertou uma relação que atravessaria os anos e, mais tarde, encontraria uma nova forma de expressão na música.

A lembrança também ajuda a explicar uma das características centrais do Crianceiras: a relação com a educação. Desde suas primeiras apresentações, o projeto passou a ser utilizado por professores como ferramenta para apresentar a poesia a crianças e adolescentes.

“Eu cheguei à poesia por causa da educação. Então, essa homenagem também é para os educadores que, às vezes, são responsáveis pelo sonho de uma pessoa”, diz.

A proposta é mostrar que a poesia não precisa ocupar um lugar distante ou difícil de alcançar. Para Camillo, a linguagem de Mario Quintana permite justamente esse encontro entre literatura e infância.

“É uma poesia inteligente, e a criança é plenamente capaz de compreender poesia”, afirma.

Projeto foi idealizado por Márcio de Camillo que assume voz, violão e viola caipira - Foto: Divulgação

O ESPETÁCULO

Em “Crianceiras Mario Quintana”, os poemas deixam as páginas dos livros para ganhar ritmo, voz e movimento. A montagem mistura música ao vivo, teatro e recursos visuais inspirados no chamado toy theater, conhecido também como teatro de papel.

No cenário, figuras bidimensionais de papelão criam cidades e paisagens que acompanham a narrativa. A cenografia é assinada pelo designer e artista gráfico Carlo Giovani, enquanto a direção-geral é de Luiz André Cherubini, integrante do Grupo Sobrevento.

A transformação visual também acompanha o caminho da história. Uma cidade pequena e inicialmente dominada por tons cinzentos passa por mudanças até se tornar um espaço povoado por personagens, sons e cores.

No repertório, a poesia de Quintana encontra gêneros musicais variados. Valsa, forró, jazz e rock aparecem nas versões criadas para poemas como “Canção de Junto de Berço”, “Cidadezinha”, “Canção da Ruazinha Desconhecida”, “Canção de Nuvem e Vento”, “Cantiguinha de Verão” e “Canção da Primavera”.

A escolha por diferentes ritmos também ajuda a afastar a ideia de uma poesia imóvel ou restrita ao silêncio da leitura individual. No Crianceiras, os versos se tornam canções e passam a ocupar uma experiência coletiva.

UMA NOVA VERSÃO

A edição dedicada a Mario Quintana é uma continuidade do caminho iniciado anteriormente com a obra de Manoel de Barros. A primeira versão do Crianceiras também se desdobrou em animações e aplicativo, ampliando o alcance do projeto para além dos teatros.

Com o tempo, o público também mudou. Crianças que conheceram o espetáculo anos atrás voltam hoje acompanhadas de seus filhos, criando uma relação entre diferentes gerações.

“É um espetáculo realmente para toda a família. O Crianceiras se tornou transgeracional”, resume Márcio.

Essa característica ganha um significado ainda mais forte no retorno a Mato Grosso do Sul. Embora o projeto tenha conquistado circulação nacional, Camillo faz questão de manter viva a ligação com o lugar onde a ideia nasceu.

“Eu acredito que o Crianceiras é um patrimônio do Mato Grosso do Sul, porque nasceu no Estado e foi para o Brasil. É importante manter esse vínculo com o meu Estado e com a minha cidade”, afirma.

No palco, Márcio de Camillo assume voz, violão e viola caipira. A formação conta ainda com Nath Calan, na percussão e bateria; Tiago Sormani, no teclado, sanfona, flauta e clarinete; e Denise Ferrari, no violoncelo.

O espetáculo tem 55 minutos de duração, classificação livre e é voltado para públicos de todas as idades.

>> SERVIÇO

“Crianceiras Mario Quintana – Poesias Musicadas por Márcio de Camillo”

Datas: Sábado e Domingo.
Horário: às 16h.
Local: Teatro Glauce Rocha, na UFMS.
Ingressos disponíveis pelo link: bit.ly/crianceirasMarioQuintanaCG.
> A entrada não será permitida após o início das apresentações.

Diálogo

Certa candidata estaria "se achando que só", julgando ser o suprassumo...confira na coluna de hoje

Confira a coluna desta segunda-feira (7)

07/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Millôr Fernandes, escritor brasileiro

“Democracia é quando eu mando em você; ditadura é quando você manda em mim.”

FELPUDA

Certa candidata estaria “se achando que só”, julgando ser o suprassumo da política de direita. Curiosamente, porém, não estaria fazendo muita questão de colocar nos santinhos os candidatos a presidente, governador e Senado, que poderiam reforçar essa imagem.

A estratégia já teria acendido o sinal vermelho no QG. Afinal, campanha não costuma ser lugar para esconder aliados que ajudam a somar votos. Ficar com a onda sem carregar a prancha parece estratégia um tanto ousada e fora de propósito. Política, definitivamente, não é para amadores.

Diálogo

“Abraçado”

Nos bastidores, há quem afirme que o senador Nelson Trad Filho passou a ser tratado como o nome do grupo político que reúne o governador Eduardo Riedel, Reinaldo Azambuja e a senadora Tereza Cristina para disputar a Prefeitura de Campo Grande em 2028.

Mais

Ao abrir mão da reeleição ao Senado, Trad acabou sendo “abraçado” pelas principais lideranças do grupo. O gesto político já sinaliza que seus olhos começam a mirar novamente o Paço Municipal. Afinal, em política, 2028 já começou faz tempo.

DiálogoTatyane Figueiredo Gameiro, que hoje inaugura a casa dos "enta" / Arquivo Pessoal

Haja água

Com esse sol de quase 40°C, os deputados estão suando a camisa, literalmente, na corrida atrás de votos. Muitos dividem tempo entre as sessões legislativas e o corre-corre pelos municípios, tentando conquistar o eleitorado. É estrada, aperto de mão, conversa, evento e muita disposição para cumprir a agenda eleitoral. O problema é que, com o calor castigando, não basta abastecer o carro: é preciso também abastecer o próprio organismo.

DiálogoDra. Maria Clara Couto / Foto: Pedro Shimith

Suspense

Quem deve estar roendo as unhas de preocupação é o ex-deputado e ex-conselheiro do TCE-MS Jerson Domingos. O TRE-MS está analisando o registro de sua candidatura a deputado estadual, enquanto o Ministério Público se posicionou contra a concessão do registro em razão de questões judiciais que pesam sobre o ex-parlamentar. Durante o julgamento, um dos juízes eleitorais pediu vista do processo, interrompendo temporariamente a análise. Com isso, a decisão ficou para depois e o suspense aumentou nos meios políticos.

Direto

Em Chapadão do Sul, o famoso “juridiquês” começa a ganhar um adversário: a linguagem simples. O juiz Silvio Prado passou a incluir nas sentenças um resumo em linguagem acessível antes da tradicional fundamentação jurídica. Em recente ação de usucapião, por exemplo, o magistrado explicou de forma direta que uma viúva de 75 anos teve reconhecido o direito à propriedade de um imóvel onde vive desde 1999.

Aniversariantes

  • Tatyane Figueiredo Gameiro
  • Dr. Wildes Aquino de Figueiredo
  • Aruaque Fressato Barbosa
  • Renato Pieretti Câmara
  • Dr. Rodolfo Rodrigues Toniasso
  • José Ricardo Paula Lima Nunes da Cunha
  • Luiz Antonio Craveiro
  • Walter Wainer Ferreira Brandão
  • Andre Fernandes Santos
  • Maria Aparecida Yassumoto
  • João Resende
  • Elide Rigon
  • Regina Leon
  • Antonio Independente de Oliveira
  • Elzira dos Santos Nascimento
  • Donizete da Rocha Benites
  • Fabiane Luci Bisognim
  • Jesus Alfredo Ruiz Sulzer
  • Carlos Alfredo Soares da Costa
  • Volmir Biasibetti
  • Janaína Boza
  • Esther Sousa de Oliveira
  • Milena Teodorowic Reis
  • Arildo Aguirre Aristimunho
  • Vânia Tereza dos Santos Nascimento
  • Marlene Tomico Tomari
  • Mário Sérgio Almeida
  • Sivaldo Arruda
  • Walter Antonio Romanini
  • Miguel Antonio Ribeiro da Cruz
  • Cleusa Micheloni
  • Paulo Henrique Moslaves Teixeira
  • Maria Conceição da Cruz dos Santos
  • Carolini Taniguchi Belliard
  • Thiago Vinicius Ribeiro
  • Maria Aparecida Fernandes Mansilha
  • Valmir Otílio da Silveira
  • Dimas Alves Pimenta
  • Rejane Eurides Sichinel Silva
  • Thalita Rios Brito
  • Elton da Silva Martins
  • Marlene Orsi
  • Dr. Ari Miotto Junior
  • Aparecido Morande
  • Mario Cezar Gutierrez do Amaral
  • Dativa Enir Saliba
  • Margarida Pinheiro
  • Heloisa Bianchi e Silva
  • Lúcia Barros Peralta
  • Gilson Alves dos Santos
  • Jorge Marques Garcia
  • Glória Naiade Braga
  • Júlia Franco da Silva
  • Leonir Franco Ramalho
  • Natividade de Sayd Palermo
  • Olga Tomaz
  • Carlos Augusto Amorim
  • Ivaldo de Moraes Alves
  • Lauro Ciecelski
  • Mirella Giovine
  • Lucy Mara Machado Ferreira
  • Grace Kelly Leite da Silva
  • Lindomar Elias dos Santos
  • Darci Obregão
  • Rodolfo Vaz de Carvalho
  • Clodoaldo da Silva
  • Oscar Rocha
  • Dr. Atalla George Mnayarji
  • Elza Roriz Braga da Silva
  • Wellington Aurélio dos Anjos Baudacine
  • Ademir Ferreira dos Santos
  • Elianici Gonçalves Gama
  • Olga Maria de Oliveira
  • Edmundo Lopes da Silva
  • Sílvia Helena Menotti
  • Marciano Tôrres Farias
  • Jarbas Leite Fernandes
  • Virgilio Leal
  • Celso Messias da Silva
  • Temistocles Maia
  • Maria Aparecida Mendonça Cintra
  • Maria Aparecida Lima
  • Abadia Joaquina Felix da Silva
  • Marco Aurélio Portocarrero Naveira
  • Tânia Eiko Horie
  • Ricardo Hideaki Arakaki
  • Maria Cristina Curado Coppola
  • Adriana Benites
  • Jorge Alberto Caravajal Leite
  • Andrezza Karla Branco Machado
  • Gilvan Fonseca da Silva
  • André Luiz Borges Netto
  • Lúcia Hoffmann
  • Benjamim de Oliveira
  • Daniela Nussbaumer
  • Fernando Ruas Esgalha
  • João Paulo Pinheiro Machado
  • Regina Célia Lopes
  • Vinckia Messias Blondin
  • Erika Marques
  • Clacir José Bernardi
  • Anna Maria Lobo de Toledo
  • Érica Mara Mundim Savergnini
  • Fabrício Zir Bothomé
  • Rosalino Batista Bouzo
  • Edna Regina Alvarenga Bonelli

 

Comportamento Correio B+

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância

Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

06/09/2026 16h18

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância

Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância Foto: Divulgação

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Aprender uma segunda língua deixou de ser um diferencial restrito a determinados momentos da vida acadêmica ou profissional. Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

Mais do que aprender um idioma, desenvolver essa competência significa construir uma habilidade que pode acompanhar o indivíduo durante toda a vida. Por isso, quando falamos sobre educação em inglês, é importante pensar além da conclusão de um curso.

Marcia Lima que atua no Grupo MoveEdu como gerente pedagógica do Yázigi diz: "O aprendizado de uma segunda língua é um processo contínuo, que pode começar na infância, ganhar novos níveis de complexidade na adolescência e continuar sendo aprimorado na vida adulta. Quanto mais cedo esse contato começa, maiores são as possibilidades de incorporar o idioma de maneira natural à rotina e de construir uma relação de longo prazo com o aprendizado".

A infância representa uma etapa especialmente importante nesse processo. É nesse período que a criança está desenvolvendo diferentes habilidades cognitivas, sociais e de comunicação e apresenta grande capacidade de absorver novos sons, estruturas e formas de expressão.

"O contato precoce com o inglês permite que o idioma seja introduzido de maneira progressiva, respeitando cada fase do desenvolvimento e evitando que o aprendizado seja associado exclusivamente à memorização ou à preparação para provas", explica.

Por isso, o ensino para crianças precisa considerar que aprender uma língua também é uma experiência.

"Recursos lúdicos, interação, atividades práticas e situações próximas do universo infantil ajudam a tornar o contato com o inglês mais significativo. Quando o aluno percebe que pode utilizar o idioma para se comunicar, brincar, descobrir coisas novas e interagir com outras pessoas, o inglês deixa de ser apenas uma disciplina e passa a fazer parte de sua formação", diz Marcia.

Esse processo também contribui para que o estudante desenvolva confiança.

"Uma das principais barreiras encontradas por quem começa a estudar um idioma apenas na vida adulta é o receio de errar. Na infância, a relação com o erro tende a ser diferente. Criar um ambiente em que experimentar, tentar novamente e se comunicar fazem parte do aprendizado ajuda a formar estudantes mais seguros para utilizar o inglês em diferentes situações", fala.

Na infância, o aprendizado da fala em um segundo idioma também pode ser realizado de maneira mais natural, especialmente porque os pequenos estão em uma fase de intenso desenvolvimento da capacidade de articulação dos sons e de percepção auditiva.

"Ao ter contato frequente com o inglês desde cedo, podem desenvolver maior familiaridade com diferentes fonemas, entonações e ritmos da língua, reproduzindo-os com mais espontaneidade. Esse contato precoce contribui para a construção de uma pronúncia mais natural e para que a comunicação em outro idioma seja incorporada de forma gradual ao seu repertório".

Mas começar cedo não significa que o aprendizado termina cedo. Pelo contrário. O inglês deve acompanhar as diferentes fases da vida.

"Na adolescência, por exemplo, o idioma pode ser utilizado para ampliar o acesso a conteúdos, culturas, tecnologias e oportunidades internacionais. Na universidade e no início da trajetória profissional, passa a ter ainda mais relevância para pesquisas, cursos, networking e mercado de trabalho. Na vida adulta, a continuidade desse aprendizado também é fundamental. Novas profissões surgem, tecnologias transformam atividades e as relações profissionais se tornam cada vez mais globais. Nesse contexto, manter o contato com a língua significa também manter aberta a possibilidade de aprender continuamente".

Essa perspectiva muda a maneira como escolas de idiomas devem enxergar sua atuação. O objetivo não pode ser apenas fazer com que o aluno conclua determinado nível.

É preciso criar uma jornada educacional capaz de estimular autonomia e curiosidade para que o estudante continue utilizando e aprimorando o idioma ao longo do tempo.

"No Yázigi, por exemplo, essa visão está diretamente relacionada ao trabalho desenvolvido com crianças. A formação desde os primeiros anos busca criar uma base sólida para que o aluno avance progressivamente, respeitando seu desenvolvimento e construindo familiaridade com o idioma. Mais do que antecipar o contato com o inglês, a proposta é fazer com que a criança compreenda, desde cedo, que aprender uma língua é uma competência que poderá acompanhá-la em diferentes momentos de sua trajetória", exemplifica.

Em um mundo no qual informação e conhecimento circulam sem fronteiras, essa preparação ganha ainda mais relevância, já que o inglês está presente na ciência, na tecnologia, no entretenimento, nos negócios e na comunicação internacional.

"Ter acesso a esse universo sem depender exclusivamente de traduções amplia as possibilidades de aprendizagem e participação. A educação, portanto, precisa preparar o indivíduo não só para uma etapa específica, mas para uma vida de aprendizado. Começar o inglês na infância é uma forma de construir essa jornada desde cedo, mas o verdadeiro valor está em desenvolver no estudante a disposição para continuar aprendendo", explica.

Acredito que esse seja um dos principais papéis de uma escola de idiomas, não apenas ensinar uma língua, mas ajudar a formar pessoas que entendam o aprendizado como algo permanente.

"Quando uma criança começa a aprender inglês hoje, não estamos pensando somente na próxima prova ou no próximo nível do curso. Estamos contribuindo para que ela tenha, no futuro, mais ferramentas para estudar, trabalhar, viajar, se comunicar e compreender um mundo cada vez mais conectado", finaliza.

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