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AUDIOVISUAL

Inscrições abertas para o 9.º Festival Ibero-Americano de Cinema

Além de cineastas da América do Sul, participam "filmmakers" da Espanha e Portugal

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Estão abertas até o dia 31 inscrições de curtas-metragens ou roteiros de curtas e longas-metragens para o 9º Festival Ibero-americano de Cinema (FIA Cine), que será realizado na primeira quinzena de novembro, em formato híbrido, sendo presencial em São Paulo e no Rio de Janeiro e online para pessoas de todos os países. Podem participar cineastas da América do Sul e de Portugal e Espanha, informou hoje (16) à Agência Brasil o diretor do festival, Beto Neblina.

Serão realizadas três mostras de curtas-metragens no FIA Cine: competitiva, paralela e de filmes de Luanda (Angola), resultado de intercâmbio com o Viana Cine Fest, do país africano. “Participam em torno de 25 curtas exibidos e 12 prêmios, no total. ”A escola de cinema Roteiraria oferecerá dois cursos online à escolha dos premiados, que receberão livros de cinema da Summus Editorial; dois prêmios no valor de R$ 6 mil cada, para locação de luminária, maquinário e acessórios da empresa Naymovie; prêmio no valor de R$ 5 mil em finalização de imagem dado pela empresa Mistika; e bolsa integral do Curso de História do Cinema Mundial da Ethos Comunicação & Arte, entre outros prêmios.

Homenagem

Como já é tradição no FIA Cine, serão homenageados importantes nomes do cinema, com exibições de longas-metragens importantes da biografia de cada um.

Nos últimos oito anos, foram distinguidos atores e diretores como Milton Gonçalves, Suzana Amaral, José Mojica Marins, Ruth de Souza, Beto Brant e Carlos Reichenbach. No ano passado, foi exibido o filme brasileiro Rainha Diaba, de 1974, dirigido por Antônio Carlos Fontoura, em homenagem ao ator Milton Gonçalves. Para a edição 2022, os nomes dos homenageados ainda estão sendo definidos.

Todas as atividades do festival são gratuitas. O evento já possibilitou encontros com importantes nomes do mundo cinematográfico nacional, como os cineastas João Batista de Andrade e Carlos Reichenbach, o roteirista Fernando Bonassi, a cartunista Laerte Coutinho. O cineasta José Mojica Marins (Zé do Caixão) participou da primeira edição, batizando o Troféu Mojica e ministrando uma oficina de cinema.

Estreia

Em 2020 e 2021, em razão da pandemia do novo coronavírus, o festival foi realizado virtualmente. Beto Neblina destacou que, anteriormente, todas as edições ocorreram presencialmente, em São Paulo. O evento será realizado pela primeira vez no Rio de Janeiro, em parceria com o cineasta e produtor Cavi Borges. “É um sonho antigo nosso”, disse o diretor do FIA Cine.

Segundo Beto Neblina, a expectativa é que, depois da pandemia, “as pessoas tenham sede de assistir mais curtas-metragens e que isso desperte no Rio de Janeiro uma curiosidade, porque dificilmente se vê curtas angolanos por aqui”. O FIA Cine terá, pela primeira vez curtas espanhóis e portugueses na competição, “pelo fato da extrema qualidade dos filmes europeus”.

O Festival Ibero-americano de Cinema é uma realização da Cachaça Filmes, com apoio institucional da Embaixada da Espanha no Brasil e do Consulado do Chile. O evento se notabilizou pelo júri de mais alto nível dentre os festivais do Brasil.

Entre os nomes que integraram a comissão julgadora estão Matheus Nachtergaelle, Marisa Orth, Caco Ciocler, Claudia Abreu, Taumaturgo Ferreira, Zezé Motta, Rosi Campos, Mayara Magri, Elias Andreato e Leopoldo Pacheco (atores), Roberto Santucci, Sergio Rezende, João Batista de Andrade, Carlos Reichenbach, Beto Brant e Hilton Lacerda (diretores), Paulo Cursino, Fernando Bonassi, Marcílio Moraes e Marçal Aquino (roteiristas). O festival também costuma contar com a participação de jurados internacionais, como o cineasta mexicano Guillermo Arriaga, o novelista português João Nunes e o maestro espanhol Andreu Jacob.

Visibilidade

O FIA Cine foi criado com o objetivo de dar visibilidade aos curtas-metragens e projeção a novos cineastas. Batizado inicialmente de Festival Latino-americano de Cinema (Curta Neblina), realizou oito edições apenas com filmes latinos na Mostra Competitiva, mas cresceu neste ano, tornando-se ibero-americano, daí a mudança de nome para Festival Ibero-americano de Cinema (FIA Cine). 

 

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Moda Correio B+

Coluna Entre Costuras & CuLtura: Resetar o guarda-roupa, refinar a imagem e elevar a presença

As roupas continuam ali, organizadas em cabides, ocupando espaço, mas já não sustentam a narrativa da mulher que hoje habita aquele corpo, aquela rotina, aquela nova fase da vida.

24/05/2026 14h30

Coluna Entre Costuras & CuLtura: Resetar o guarda-roupa, refinar a imagem e elevar a presença

Coluna Entre Costuras & CuLtura: Resetar o guarda-roupa, refinar a imagem e elevar a presença Foto - Pinterest

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Existe um momento silencioso e profundamente simbólico em que abrimos o guarda-roupa e percebemos que ele já não conversa com quem nos tornamos. As roupas continuam ali, organizadas em cabides, ocupando espaço, mas já não sustentam a narrativa da mulher que hoje habita aquele corpo, aquela rotina, aquela nova fase da vida. Na moda, chamamos isso de desalinhamento estético. Na cultura contemporânea, talvez possamos chamar de excesso.

Vivemos em uma era marcada pelo acúmulo: informações, tendências, compras impulsivas, referências visuais infinitas. E, paradoxalmente, quanto mais acumulamos, mais difícil se torna enxergar nossa própria identidade. O closet cheio nem sempre representa abundância.

É nesse contexto que surge um conceito cada vez mais relevante no universo da imagem pessoal: o movimento do: resetar, refinar e elevar. Mais do que uma reorganização do armário, trata-se de uma reorganização simbólica da própria presença.

O primeiro movimento é o reset.

Resetar não significa descartar tudo, mas olhar com honestidade para aquilo que ainda representa quem somos. É um exercício quase emocional. Algumas peças guardam memórias, outras sustentam versões antigas de nós mesmas. Há roupas que continuam impecáveis, mas já não traduzem nossa essência atual.

Nesse processo, o conceito de cluster wardrobe ou guarda-roupa coordenado, ganha força como resposta inteligente ao consumo excessivo. A proposta é simples e sofisticada: menos peças, mais coerência. 

Um pequeno acervo construído estrategicamente para que tudo converse entre si. Cores coordenadas, tecidos compatíveis, modelagens harmônicas e acessórios que funcionem em múltiplas combinações.

A segunda etapa é o refinamento. Refinar é perceber que elegância raramente está no exagero. Ela mora no ajuste perfeito da camisa branca, na estrutura correta do blazer, no tecido que veste bem, no comprimento adequado da barra, no acessório que comunica sem precisar gritar.

Pequenos detalhes alteram completamente a percepção de presença. Em uma sociedade acelerada pela estética imediata das redes sociais, o refinamento surge quase como resistência cultural. É a escolha pela permanência em vez da efemeridade è principalmente da construção de uma assinatura pessoal. 

E então chegamos ao terceiro movimento: elevar. A forma como nos vestimos antecede nossa fala. Antes mesmo de qualquer apresentação, entrevista, reunião ou encontro, nossa imagem já iniciou uma conversa silenciosa com o mundo. Roupas comunicam intenção, repertório, posicionamento e até autoestima.

Elevar a imagem significa construir coerência entre quem somos por dentro e aquilo que expressamos por fora. Existe algo profundamente contemporâneo em compreender que presença não nasce da quantidade de roupas, mas da clareza da identidade. 

Talvez por isso os guarda-roupas inteligentes estejam substituindo closets abarrotados. Talvez por isso o luxo moderno esteja migrando do excesso para a curadoria.

No fim, resetar, refinar e elevar não são apenas movimentos de estilo. São movimentos culturais. Uma escolha consciente sobre como desejamos ocupar espaço no mundo e sobre qual narrativa queremos deixar costurada em nossa imagem.

A seguir darei 5 dicas para você colocar o Reset em prática:

1. Edite seu guarda-roupa com honestidade.
Mantenha apenas as peças que representam a mulher que você é hoje.

2. Monte um closet inteligente.
Escolha peças coordenadas entre si para criar mais combinações com menos roupas.

3. Priorize caimento e qualidade.
Um bom ajuste transforma completamente a imagem e transmite sofisticação.

4. Descubra sua assinatura visual.
Cores, acessórios ou modelagens recorrentes ajudam a construir identidade e presença.

5. Compre com intenção, não por impulso.
Antes de adquirir algo novo, pergunte-se se a peça realmente conversa com seu estilo e com o que você já possui.

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

O Rei de Ouros anuncia uma semana de construção sólida, prosperidade e conquistas alcançadas por meio da disciplina, da maturidade e do esforço constante.

24/05/2026 12h00

A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso. Foto: Divulgação

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Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

O Rei de Ouros surge em sintonia com a temporada geminiana para mostrar que ideias inteligentes só prosperam quando encontram direção, disciplina e estratégia.

Enquanto Gêmeos movimenta a mente, amplia contatos e desperta novas possibilidades, o Rei de Ouros traz estabilidade e visão prática para transformar conhecimento em crescimento, oportunidades em resultados e planos em realizações concretas.

O Rei de Ouros simboliza o caminho sólido para o sucesso material e a prosperidade construída com paciência, disciplina e visão estratégica. Os touros presentes em seu trono fazem referência ao signo de Touro e representam determinação, estabilidade e comprometimento com objetivos de longo prazo.

Cercado por abundância e segurança, o Rei de Ouros demonstra que a verdadeira riqueza não nasce apenas dos bens materiais, mas da capacidade de construir algo duradouro por meio da preparação, da constância e da sabedoria.

Você tem se sentido inseguro em relação ao seu futuro financeiro? Existe algum sonho ou objetivo que deseja conquistar, mas ainda não sabe por onde começar? Reflita também sobre a forma como enxerga a prosperidade neste momento: seus pensamentos sobre dinheiro e abundância têm sido positivos ou limitantes?

O Rei de Ouros é um dos filhos prediletos da Imperatriz, símbolo da fertilidade, da abundância e da criação. Somente a ele foi confiado o cetro dourado capaz de fazer tudo prosperar. Essa confiança existe porque o Rei de Ouros aprendeu a unir paciência, preparo e dedicação amorosa em tudo aquilo que constrói.

Ao mesmo tempo, ele carrega a firmeza e a proteção herdadas do Imperador, representadas pela armadura e pelos muros que cercam seus domínios. Dentro dele, há equilíbrio entre sensibilidade e disciplina, intuição e estratégia.

As vestes do Rei são adornadas por uvas, símbolo de abundância, prazer e colheita. Mas cultivar uvas exige tempo, cuidado e constância. O vinho não nasce da pressa — nasce da paciência. O Rei de Ouros entende que o verdadeiro sucesso é construído aos poucos, com preparo, dedicação e amor pelo que se faz.

Antes mesmo da colheita chegar, ele já está preparando a terra, fortalecendo as raízes e cuidando do que ainda nem pode ser visto. É justamente essa postura que transforma esforço em prosperidade.

Esse Arcano ensina que toda conquista sólida precisa de três pilares essenciais. O primeiro é a paciência. Nem todos os dias serão ensolarados, mas até os períodos difíceis têm sua função no crescimento. Tudo aquilo que possui valor — sonhos, talentos, relacionamentos ou estabilidade financeira — precisa de tempo para amadurecer.

O segundo pilar é o planejamento. O Rei de Ouros pede metas claras, organização e visão de longo prazo. Quando você estabelece objetivos e divide seus passos de forma prática e possível, o caminho deixa de parecer tão distante.

O terceiro pilar é a forma como você se relaciona com suas responsabilidades. O Rei de Ouros mostra que resultados mais prósperos surgem quando o trabalho é realizado com presença, gratidão e propósito — e não apenas por obrigação, medo ou escassez. A energia colocada em cada ação influencia diretamente os frutos que serão colhidos no futuro.

O Rei de Ouros simboliza estabilidade, prosperidade, segurança material, maturidade e realização. Quando representa uma pessoa, fala de alguém confiável, estrategista e capaz de construir riqueza de forma sólida e consciente.

Também pode indicar figuras de liderança, pessoas com talento para negócios, finanças e empreendedorismo, além de alguém que valoriza estabilidade, segurança e crescimento duradouro.

Compromisso e segurança: A energia desta carta no amor indica relações sólidas, duradouras e focadas no futuro. O momento pede estabilidade e construção de um lar seguro.

Sucesso e conquistas: É uma das melhores cartas para o lado profissional. Representa o ápice dos seus esforços. Momento ideal para colher frutos, fechar bons negócios ou alcançar uma promoção.

Cautela e sabedoria: No campo financeiro, o Rei de Ouros incentiva planejamento, disciplina e visão de longo prazo, mostrando que a verdadeira prosperidade nasce da constância, da sabedoria e de escolhas bem estruturadas.

O Rei de Ouros é um provedor confiável, alguém que utiliza sua ambição, maturidade e confiança para construir riqueza e segurança, tanto para si quanto para aqueles ao seu redor. Sua autoestima nasce não apenas do que conquista, mas também da capacidade de compartilhar, orientar e oferecer estabilidade.

Como figura de autoridade, ele representa sabedoria, especialmente em questões financeiras, profissionais e materiais.

Quando o Rei de Ouros surge como carta regente, indica um momento de confiança na própria capacidade de atrair, administrar e expandir recursos. Você consegue enxergar oportunidades de crescimento com clareza e, ao mesmo tempo, possui disciplina e autocontrole para transformar ideias em resultados concretos e duradouros.

A presença deste Arcano revela um enorme potencial de materialização. Mais do que sonhar, você se encontra pronto para agir, estruturar planos e transformar objetivos em algo tangível e próspero.

O Rei de Ouros simboliza a pessoa empreendedora, estratégica e determinada, que entende que o verdadeiro sucesso é construído com consistência, planejamento e dedicação.

Existe aqui uma energia semelhante ao toque de Midas: aquilo que recebe sua atenção, cuidado e comprometimento tende a prosperar. Quando você direciona sua força para aquilo em que acredita, os resultados podem ser extremamente positivos, especialmente no campo financeiro e profissional.

O dinheiro passa a fluir de forma mais estável, trazendo sensação de segurança, realização e autonomia.

O Rei de Ouros também fala sobre conclusão e consolidação. Pode indicar a finalização bem-sucedida de projetos, investimentos, empreendimentos ou metas importantes.

Depois de muito esforço, responsabilidade e atenção aos detalhes, chega o momento de colher os frutos do que foi construído. Mais do que riqueza material, este Arcano representa a construção de uma base sólida para o futuro.

Sua principal lição é clara: o sucesso sustentável nasce da paciência, da estratégia e da constância. O Rei de Ouros entende que não é preciso agir por impulso ou correr riscos desnecessários para prosperar. A experiência já mostrou quais caminhos funcionam melhor.

Agora, o momento pede confiança no que já foi construído, estabilidade nas escolhas e maturidade para continuar avançando com segurança e sabedoria. “Sucesso não é o resultado de um golpe de sorte, mas da soma de pequenos esforços repetidos dia após dia.” (Robert Collier)

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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