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Saúde

Livro destaca importância do diagnóstico precoce de transtornos

Fruto de uma vivência profissional e pessoal de 25 anos, segundo livro do psicopedagogo Celso Cavalheiro destaca a importância do diagnóstico precoce e do afeto no tratamento do autismo e de outros transtornos comportamentais

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“Diagnóstico Precoce do Autismo e Outros Transtornos Comportamentais – Uma Lição de Amor” (Life Editora, 2022, 142 páginas), segundo livro de Celso Cavalheiro, traz cinco estudos de caso que o psicopedagogo escolheu para levar adiante a sua missão.

Com 35 anos de experiência, profissional e pessoal, a publicação pretende mobilizar pais, familiares e professores sobre a importância de se mapear, o quanto antes, os desvios de meninos e meninas na condução e no domínio das atividades ordinárias e na interação social cotidiana nos diversos ambientes de convívio da criança.

Qualquer comportamento fora da curva, mesmo aqueles aparentemente sem importância, pode ser um sinal do transtorno do espectro autista (TEA) e de outros transtornos comportamentais, como hiperatividade, TDAH e dislexia.

Mestre e especialista na área, o pesquisador havia lançado, em 2020, o que chama de volume um de suas prospecções – “Educação em Saúde”, sobre autismo e dislexia.

Com o novo trabalho, Cavalheiro abre o leque nos quadros abordados e centra foco no diagnóstico precoce, além de destacar o papel das emoções e do afeto no processo de tratamento e controle dos transtornos.

O subtítulo, “Uma Lição de Amor”, é também o nome de um filme de 2001, com elenco estelar (Sean Penn, Dakota Fanning, Michelle Pfeiffer, Laura Dern) e enredo convergente com a temática do livro.

“A gente fecha o título com ‘Uma Lição de Amor’ porque [para] trabalhar essas crianças com esses transtornos é preciso que haja muito amor, um profundo respeito pela condição diferenciada em que essas crianças vivem”, afirma Cavalheiro. Pedagogo, ex-professor, ex-diretor escolar e há décadas atuando na área da saúde, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o autor diz que o autismo não é uma doença.

O QUE É?

“Apesar de ter uma classificação internacional de doença, o autismo é tratado como um transtorno comportamental. É um processo pelo qual o indivíduo, menino ou adulto, passa e em que ele tem alguns bloqueios neurológicos que a ciência ainda não conseguiu informar exatamente onde e em qual circunstância essas crianças têm esses bloqueios que acabam provocando um atraso na fala, nas questões das relações sociais da criança”, afirma.

Segundo o pesquisador, o TEA provoca alguns comportamentos atípicos, “as neurotípicas”, que fazem com que a criança prefira ficar isolada.

“Ela tem pouca manifestação emocional, comportamentos estereotipados, como brincar com os carrinhos com as rodas para cima ou desenvolver alguma preferência acima do normal por alguma coisa que não tem muito sentido, como o girar da hélice do ventilador ou ficar apagando e acendendo uma luz”, exemplifica Cavalheiro.

“É um transtorno comportamental repleto de atitudes diferentes. Por isso que quando uma criança é diagnosticada com autismo, leve, moderado ou severo, que seja, a gente costuma dizer que são crianças que têm comportamentos diferentes. Isso é o TEA. São vários sinais e diferem de uma criança para outra”, reforça o psicopedagogo.

“Para se fechar um laudo, um diagnóstico preciso, é necessário que um neuropediatra ou neuropsicólogo encontre nessa criança vários fatores ao mesmo tempo para corroborar”, explica o pesquisador, que lista, entre os motivos que o levaram a escrever o livro, o grande índice de pessoas em busca de um diagnóstico.

A proposta, afirma, é ajudar o professor na Educação Infantil a identificar melhor o quadro no comportamento diferente das crianças e levar esse seu parecer para os pais, para que busquem apoio médico.

REFERÊNCIAS

“Escolhi fazer uma pesquisa aprofundada, uma pesquisa literária científica para que a gente possa promover o maior esclarecimento possível para pais e mães e, inclusive, para profissionais de educação que trabalham com crianças e que têm em suas mãos capacidade muito grande de ajudar”, diz Cavalheiro.

“Trouxemos alguns pensadores, algumas referências bibliográficas mais profundas que, com certeza, vão contribuir”, diz o psicopedagogo, citando como exemplos a argentina Alicia Fernández e o suíço Jean Piaget.

O diálogo com profissionais de outros estados (Paraná, etc.) e países (Argentina e Uruguai) foi fundamental para Cavalheiro consolidar seu ponto de vista.

A primeira coisa que se tem a aprender com o TEA, de acordo com o especialista, é a tolerância.

“As pessoas, antes de jogar uma pedra, precisam procurar tomar ciência da situação”, diz o pesquisador, que convive diariamente no ambiente terapêutico com crianças autistas e com outros transtornos.

“Quando a gente começa a visualizar esse comportamento estereotipado de uma sociedade organizada que deveria ser mais acolhedora vê que ela se comporta de um forma crítica, sem bom senso, sem coerência”, observa.

EM FAMÍLIA

“Tenho o relato de uma mãe, neste livro, que fala que na própria família dela, com os parentes próximos sabendo do transtorno que o seu filhinho apresentava, ficavam tachando-o como criança mal educada, quando, na verdade, era uma criança que precisava ser melhor compreendida, porque o indivíduo com o espectro do autismo não tem noção, consciência, do olhar malicioso do adulto”, explica o autor.

Cavalheiro conta que a “experiência sociofamiliar” com o próprio filho mais novo ajudou a embasar a pesquisa.

“Ele tinha alguns sinais do espectro do autismo e naquela época, há 25 anos, não tínhamos noção exata do que seria. Ele tinha dificuldade de interação social, caminhava na ponta dos pés, nos dava muita insegurança, havia um zelo muito grande, com o medo de que aquela criança caísse, viesse sofrer uma fratura, porque ele não tinha uma qualidade motora igual a de um menino de sete anos”, afirma.

“Me recordo que, em determinado momento, ao meu filho foi sugerido um tratamento como se ele fosse um menino esquizofrênico. Aquilo me entristeceu profundamente, nunca esqueço. Eu era o diretor da escola onde ele estudava, e a gente não tinha esse cabide de conhecimento que tem hoje para poder balizar as nossas ações enquanto educador, enquanto pai. O que difere hoje completamente, porque a infinidade de material para pesquisa e estudo à disposição nos ajuda a encontrar resposta”, pontua Cavalheiro.

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Diálogo

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul manteve a condenação da... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado (30) e domingo (31)

30/05/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Isaac Ramos - poeta de MS 

"No poema, como na dança, é preciso acertar o ritmo para não perder o compasso”.

FELPUDA

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul manteve a condenação da Prefeitura de Campo Grande por assédio moral contra uma servidora pública. Técnica de enfermagem, ela sofreu perseguições da chefia e desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático, ficando incapacitada para o trabalho. Foi confirmada indenização de R$ 20 mil por danos morais e pensão vitalícia de um salário mínimo. A servidora foi aposentada por invalidez, após laudo pericial. Por unanimidade, recurso foi rejeitado.

DiálogoFoto: Bruno Peres/Agência Brasil

A jornalista Beatriz Arcoverde, que já atuou na equipe do Correio do Estado e atualmente é editora na Rádio Agência Nacional, foi destaque no Prêmio Mulheres Raras, ao conquistar a categoria “Aliada dos Raros”. A homenagem reconhece pessoas que, mesmo sem conviver com uma doença rara, dedicam tempo e trabalho à defesa da causa. Também editora do podcast VideBula, Beatriz ganhou reconhecimento pela atuação em dar visibilidade às dificuldades, aos direitos e à inclusão de pessoas com deficiência (PcDs) e pacientes raros. Para ela, a premiação simboliza o alcance de um trabalho voltado à conscientização da sociedade. A jornalista destaca que as pessoas com doenças raras não podem ser resumidas ao diagnóstico, pois possuem histórias, talentos, profissões e vidas ativas. Segundo Beatriz, ampliar o debate sobre inclusão e respeito é essencial para reduzir o preconceito e fortalecer uma luta que ainda enfrenta silêncio e solidão.

DiálogoLybia da Costa Miglioli e Clotilde Alvarenga Ribeiro - Foto: Arquivo pessoal

 

DiálogoTayana Padilha - Foto: Arquivo pessoal

Repeteco

O clima eleitoral começou a ganhar espaço ainda maior na Assembleia de MS, evidenciado após discurso do deputado João Henrique Catan, que voltou a cobrar investigação sobre as contas do governo do estado. O parlamentar afirmou que há atrasos e diferenças nos duodécimos, repasses constitucionais destinados aos Poderes e órgãos de controle. O tema elevou a tensão política por lá.

Cautela

Durante aparte, o deputado Gerson Claro pediu cautela nas declarações. Ele afirmou que qualquer irregularidade deve ser apurada, mas defendeu responsabilidade nas acusações feitas em plenário. A troca de declarações evidenciou o acirramento político na Assembleia de MS.

Exagerou

A pré-candidata Simone Tebet disse ser contra o programa Escola Cívico-Militar, considerando-o como “método fascista de se fazer política”. Depois, até que tentou “remendar” o que dissera, afirmando não ser contra escolas específicas, mas sim a implantação da educação militar nelas (?). Vale lembrar que seu pai, o ex-senador Ramez Tebet, foi nomeado prefeito de Três Lagoas durante o regime militar, época tão combatida hoje pela esquerda. Portanto...

Aniversariantes

Sábado (23)

Dra. Josete Gargioni Adames;
Dra. Renata Santos Belchior de Barros;
Talita Souza da Silva;
Rinaldo Modesto de Oliveira (Professor Rinaldo);
Juliana Dibo Victoriano;
Antônio Carlos Monreal;
Ernesto Elias Ourives;
Márcia Mongelli;
Marcelo Landim;
Wilson José de Arruda Rodrigues;
Michael Robin Honer;
Ivete Bernardino Schmidt;
Dênis Ricarte Granja;
Djamarino de Melo;
Evelyn Pierezan Charro;
Sirlei da Silva Flores;
Adriano Pinheiro;
Roque Fachini Neto;
Antonia Barbosa Castro;
Luana Rodrigues Lopes;
Carime Bittar;
Gilmar Antunes Olarte;
Herbert Assunção de Freitas;
Maria Nazaré Paiva;
Claudia Rocha Cotrim Milan;
Vitória Gabriele Esteves;
Antônio Arnaldo de Alencar;
Maria Cristina Moraes d’Ávila;
Thaís Almeidinha;
Dra. Carmelita Alencar Vilela;
Dra. Anna Christina Fanaia Bello;
Thainá Pache Selem;
André Luiz Baptista;
João Edir Gomes;
Joaquim Fernando Barbosa;
Reinaldo Galdino da Silva;
Dr. Edilberto Figueiredo;
Dr. Leonel Velasco de Oliveira;
Jatir Piano;
Cláudia Maria Peron Palhano;
Ione Corrêa Arruda;
Mirian Duailibi;
Paulo Roberto Guimarães Chalub;
João Carlos Teodoro;
Virgilina Nogueira Ferreira;
Luiz Eduardo de Souza Baís;
Ana Maria Ferreira Abdo;
Crizálida Ferreira Porto;
Amal Ellakkis;
Laerte Paes Coelho;
Ana Maria Almeida;
Gisele Miranda Irala;
Luzia Pereira de Moraes Penajo;
Helnio Judson Nogueira;
Dr. Thiago Mendes Puga;
Marly Corrêa;
Antônio Roberto Jurgielewicz Gomes;
Erin Kumio Uechi;
João Luciano da Silva Auto;
Dra. Benedita Gattass Orro de Campos;
Karina Banyasz;
Maria de Fátima Manetti Goes;
Ademir Antonio Talgatti;
Ana Alice de Oliveira Arakaki;
Carlos Kazuhiro Saito;
Dr. Carlos Vinicius Pistóia de Oliveira;
Giovanni Lima Salazar;
Emerson Ludwig;
Adriano Kawahata Barreto;
Luiz Carlos Figueiredo;
Dra. Maria Cristina Gonçalves Pelegrino;
Paulo de Tarso Coelho Jardim;
Dra. Francielze Almeida Rosa;
André Inácio Lorenzoni;
Clemerson Maldonado;
Sandra Maria Rivelli Lamboglia;
Guilherme Colagiovanni Girotto;

Domingo (24)

Maria Eugênia de Medeiros (Meme);
Eduardo Pereira Romero;
Suely Aparecida Correa Antonialli;
Bernardo Yukishige Tibana;
Marcia Bastos Pavão;
Arnaldo Santos Gasparini;
Benedito Alcindo da Fonseca Neto;
Dirce Pereira de Almeida;
Fabricio Aranha;
Vandeir Teotonio de Castro;
Kátia Cristina Garib Budib;
Miguel Protásio de Freitas;
Zelide Paeze;
Paulo Roberto Souza Alves de Mello;
Petronio Leao;
Lili Saad dos Santos;
Helena Mitiko Kondo;
Jackeline Panissa Martins;
Sérgio Maurmann;
Janine de Lima Bruno;
Karen Ostetto;
Ivan Siqueira de Barros;
Isadora Prudêncio Vaz da Silva;
Edileide Dourado;
Peronilho Valério Pedra;
Dr. Omar Ahmad Omais;
Dr. Luis Gustavo Alcalde Pinto;
Gil Márcio Franco;
Edicléia Silva;
Denir Vargas Nogueira;
Paulo Maurício Fortunato Pinto;
Rosana Amato Montalbano;
José Roberto Faria;
Waldomiro Bocalan;
Manoel Alves Oliveira;
Adelaide Maria Dias da Cruz;
Olívio Valterno de Oliveira;
Felismina Ferreira;
Marienne Chaia;
Luis Ângelo Pinto da Silva;
Ana Cristina Ishikawa;
Milton Cicalise;
Gioconda Cardoso;
Maria Luísa de Barros Rocha;
Lina Catarina Barbosa;
Arlete Fernandes Moreira;
Doraci de Oliveira Rodrigues;
Marco Aurélio de Oliveira Rodrigues;
Flávio Viola;
Aristides de Arruda Barros Filho;
Wilson Luiz Franco Moreira;
Nilberto Heder Medina;
Dra. Lúcia Nakao Nakahodo;
Rosângela Quinhones;
Claudio Vicente da Silva;
Mayara Prado Leal;
Deraldo Vanelli;
Adriano Cavassin Esteche;
Edeson Shiguetoshi Kuwassaki;
Dr. Hausner Helmut Voss;
Cláudio Inácio Barbosa;
Eva Claudia Gabriel Nieto;
Mariamh Meleschco;
Rosângela Amaral Espindola;
Gilson Benites Ovando;
Dra. Michele dos Santos Ferreira;
Eduardo Cação Junior;
Cristina Aparecida da Silva Jardim;
Amador Goulart Quirino;
Juviena Carmem Bortolini;
Isabel Cristina Bertoncelo Figueiredo;
Norberto Mirandola;
Camile Venhofen Morandini de Marco;
Katiana Yuri Arazawa Gouveia;

Colaborou Tatyane Gameiro

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29, 30 e 31 de maio

Festival do Hambúrguer começa nesta sexta (29) com shows e 50 opções de lanches

Preço fixo dos lanches é de R$ 30 ou R$ 40

29/05/2026 12h00

Hambúrguer

Hambúrguer Hamburgueiros do MS

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4° edição do Festival do Hambúrguer ocorre nesta sexta-feira (29), sábado (30) e domingo (31), no estacionamento do Bioparque Pantanal, localizado nos altos da avenida Afonso Pena, em Campo Grande.

A entrada é gratuita e o evento é aberto ao público. Ao todo, serão três dias de muita gastronomia com hambúrgueres deliciosos.

São mais de 50 opções diferentes de hambúrgueres, com preço fixo de R$ 30 ou R$ 40.

Confira quais hamburguerias confirmaram presença no evento:

- 7 Burg
- Alan’s Gourmet
- Black Rabbit
- Bonfim Lanches
- Bufalo Beef 
- Burguer Pub
- Cacimba Sorvetes 
- Carnívoros 
- Tio Marquinhos 
- Dellato Gelato Artesanal 
- Dumato
- El Parrudo
- HS Gastronomia 
- Insano Burguer
- La Burgezz
- MV Burguer
- Nabrasa
- Pro Burguer 
- Roast Burguer
- Safari
- Sagrado Burguer

Veja a programação de shows:

Sexta-feira, 29 de maio

  • Banda Doze2
  • Renato Pacheco

Sábado, 30 de maio

  • Festival de Chopp e Torneio Endrigo Chopp de Metro
  • Banda V12

Domingo, 31 de maio

  • Pagode Fique à Vontade
  • João Marcos & Zé Ronaldo
  • Banda Alziras

Além de hambúrguer, também haverá:

  • Bebidas alcoólicas: cerveja, chopp artesanal, long necks, entre outros
  • Outras opções de comida: pastel e batata frita
  • Doces: pudim, cheesecakes, churros, açaí, morango do vale e outras sobremesas

A realização é dos Hamburgueiros do MS, com apoio do Governo de MS, deputado federal Beto Pereira, deputados estaduais Caravina e João Cesar Mattogrosso, vereadores Clodoilson Pires e Herculano Borges, iFood, Sebrae, SBT, JD1, Comer em CG, Seven Alimentos e Tempero do Tonho.

Em 2026, o festival vai em busca de um feito histórico: a conquista de um recorde oficial, consolidando o evento como o maior do segmento na região, com o objetivo de entrar para o Livro dos Recordes.

Em sua quarta edição, o festival já caiu no gosto da população: segundo a organização, o evento já movimentou mais de R$ 3 milhões nas edições anteriores e gerou cerca de 500 empregos diretos e indiretos.

O Dia Internacional do Hambúrguer é comemorado anualmente em 28 de maio.

SERVIÇO

Festival do Hambúrguer

  • Data: 29, 30 e 31 de maio de 2026
  • Local: Altos da Afonso Pena — Estacionamento do Bioparque Pantanal, Campo
  • Grande/MS
  • Entrada: Gratuita
  • Valores: Burgers por R$ 30 ou R$ 40 (preços fixos em toda a praça)

 

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