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PAULISTÃO

Palmeiras e São Paulo empatam sem gols no Allianz em clássico de futebol pobre

Não houve inspiração de nenhum dos lados. Gabriel Menino e Raphael Veiga, em arremates de fora da área, foram os que chegaram mais perto de marcar pelos anfitriões

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Palmeiras e São Paulo continuam oscilantes na temporada. Os rivais fizeram um clássico sonolento, o primeiro do Campeonato Paulista, e empataram sem gols no Allianz Parque neste domingo à tarde, dando sinais de que podem demorar para deslanchar por problemas diferentes. Foi um Choque-Rei disputado e com de temperatura elevada, mas de futebol pobre.

O Palmeiras, sem se reforçar, continua sentindo falta de Danilo e Gustavo Scarpa, e o São Paulo ainda não conseguiu o entrosamento ideal depois da reformulação no elenco. O time tricolor jogou na defesa e, de certa forma, viu sua estratégia ser bem-sucedida, já que conseguiu o que queria: um ponto. O anfitrião atacou, insistiu, principalmente no segundo tempo, em que teve um gol anulado, mas foi ineficaz.

Com seu elenco enfraquecido e sem contratações por enquanto, a equipe de Abel Ferreira encontra dificuldades para repetir o futebol que o consagrou nos últimos dois anos, de intensidade e agressividade. Do

Palmeiras e São Paulo têm campanhas idênticas no Paulistão, com cinco pontos cada, fruto de dois empates e uma vitória na competição do qual foram os últimos finalistas em 2022.

Foi sonolento o primeiro clássico do Campeonato Paulista 2023. Muita briga, reclamação, mas pouco futebol jogaram Palmeiras e São Paulo no Allianz Parque. O plano dos visitantes foi o mesmo adotado todas as vezes em que foi à arena palmeirense: defender-se, esperar o rival e tentar encaixar contra-ataques.

A postura do Palmeiras também não mudou de 2022 para este ano. Ocorre que sem Danilo e Gustavo Scarpa, o time perdeu intensidade e criatividade. Não tem mais o jogador que o jogador que fazia o jogo fluir no meio de campo e seu armador que muitas vezes resolveu partidas na bola aérea ou por meio das assistências.

Não houve inspiração de nenhum dos lados. Gabriel Menino e Raphael Veiga, em arremates de fora da área, foram os que chegaram mais perto de marcar pelos anfitriões. Pela equipe tricolor, Wellington Rato levou perigo em falta que Weverton espalmou. Foi a única vez em que trabalhou o goleiro palmeirense

O jogo esquentou no segundo tempo. Foi quente na temperatura, com sensação térmica de 34°C e em campo à medida que o Palmeiras intensificou a pressão. Os donos da casa até foram às redes com Rony, mas o gol foi invalidado porque o camisa 10 estava impedido. Houve uma sequência de reclamações contundentes dos palmeirenses com a árbitra Edina Alves.

Até que o jogo esfriou de novo e o panorama voltou a ser o que foi na primeira etapa. Erros de passe em profusão, bolas longas inócuas e finalizações erradas dos dois lados, sobretudo do Palmeiras, que foi quem mais tentou.

A árbitra avaliou não ter sido pênalti o pisão de Arboleda em Piquerez dentro da área. Depois, foi alvo de mais questionamentos dos palmeirenses, indignados com marcação de algumas faltas para os são-paulinos. Houve, nos últimos minutos, uma pressão final do Palmeiras em busca da vitória, que, porém, não veio. Foram muitos cruzamentos e finalizações ruins, facilitando o trabalho da defesa são-paulina. Os reservas acionados por Abel Ferreira no fim em nada contribuíram. O São Paulo também tentou, mas não encaixou um contragolpe perigoso.

O Palmeiras volta a jogar na quarta-feira e o São Paulo, na quinta. O time alviverde visita o Ituano em Itu. A equipe tricolor recebe a Portuguesa no Morumbi. Este duelo fechará a quarta rodada do Estadual.

jogando em casa

Copa 2026 terá confrontos dos grupos B e D nesta sexta-feira

Canadá e Bósnia se enfrentam às 15 horas enquanto que Estados Unidos e Paraguai jogam às 21 horas

12/06/2026 07h48

Seleção canadense vai enfrentar a Bósnia diante de sua torcida no estádio de Toronto

Seleção canadense vai enfrentar a Bósnia diante de sua torcida no estádio de Toronto

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Começa nesta sexta-feira (12) a primeira rodada dos grupos B e D da Copa do Mundo de 2026. O primeiro dos dois confrontos agendados são Canadá contra Bósnia e Herzegovina, às 16h (Brasília); e Estados Unidos e Paraguai, às 22h (Brasília).

A partida pelo Grupo B, entre as seleções canadense e a Bósnia, será no Toronto Stadium. Completam o grupo as equipes do Catar e da Suíça, que se enfrentarão no sábado (13), às 16h, na cidade de São Francisco (EUA).

Já a partida inaugural do Grupo D, hoje, será entre EUA e Paraguai, no Los Angeles Stadium. Austrália e Turquia completam o grupo, mas só se enfrentarão na madrugada entre sábado e domingo (14), à 1h, em Vancouver.

Grupo B

Das quatro equipes que compõem o Grupo B, o Canadá carrega a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A expectativa é que apresente um estilo de jogo vertical e rápido.

Sua adversária, a Bósnia, tem um estilo de jogo mais físico, perigoso em bolas longas e disputas aéreas.

Grupo D

No Grupo D, os EUA também têm a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A equipe costuma apresentar um jogo dinâmico e de transições rápidas executadas por um meio de campo criativo.

Do Paraguai, espera-se um esquema tático defensivo que apostará nos contra-ataques, explorando erros do adversário.

Copa 2026

México vence África do Sul na abertura da Copa diante de 80 mil pessoas

Empurrada pela torcida no Estádio Azteca, seleção anfitriã aproveita erros dos sul-africanos, controla o jogo e estreia com vitória por 2 a 0 em partida marcada por três expulsões

11/06/2026 18h25

Foto: Divulgação

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11) com vitória dos anfitriões. Diante de 80.824 torcedores no histórico Estádio Azteca, o México fez o suficiente para superar a África do Sul por 2 a 0 e largar em vantagem no Grupo A da competição.

Sem precisar de uma atuação exuberante, a seleção comandada por Javier Aguirre soube aproveitar as fragilidades do adversário, especialmente os erros recorrentes na saída de bola e a falta de organização defensiva.

O resultado confirmou o favoritismo dos mexicanos e colocou pressão sobre os sul-africanos, que encerraram a rodada sem pontuar.

O primeiro gol da Copa do Mundo saiu logo aos nove minutos. Após erro de Sithole na tentativa de sair jogando, Lira recuperou a posse e acionou Quiñones, que finalizou com precisão para abrir o placar.

O atacante, além de marcar o primeiro gol do torneio, foi um dos destaques da partida ao comandar as principais ações ofensivas do México durante a etapa inicial.

Empurrado por uma torcida que transformou o Azteca em um caldeirão, o México dominou a posse de bola e controlou o ritmo do confronto. Ainda assim, reduziu a intensidade após a parada para hidratação e permitiu que a África do Sul avançasse alguns metros em campo.

Os africanos, porém, encontraram enormes dificuldades para transformar a posse em oportunidades reais de gol. Com limitações técnicas na construção das jogadas e pouca criatividade no setor ofensivo, a equipe apostou principalmente em lançamentos longos e bolas aéreas, sem conseguir ameaçar de forma consistente a meta defendida por Rangel.

Se a derrota não foi mais ampla, muito se deve ao goleiro Williams. O camisa 1 sul-africano realizou intervenções importantes e evitou que os anfitriões construíssem uma vantagem maior ainda no primeiro tempo. A trave também colaborou para manter o placar apertado antes do intervalo.

Na volta para a segunda etapa, os problemas da África do Sul ficaram ainda mais evidentes. Aos cinco minutos, Gutiérrez escapou em velocidade e foi derrubado por Sithole quando avançava em direção ao gol. O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio marcou a infração fora da área e expulsou o defensor sul-africano.

Com um jogador a mais, o México passou a controlar completamente as ações. Apesar de encontrar alguma dificuldade para acelerar o jogo, os donos da casa ampliaram aos 22 minutos. Após troca de passes pelo centro do campo, Quiñones encontrou Alvarado pela direita.

O atacante cruzou com precisão para Raúl Jiménez cabecear firme e marcar o segundo gol mexicano.

A partida ganhou contornos ainda mais dramáticos na reta final. Aos 38 minutos, o VAR identificou uma agressão de Zwane sobre Alvarado. Após revisar o lance, Wilton Pereira Sampaio mostrou o segundo cartão vermelho para a equipe africana.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro voltou a ser protagonista ao expulsar o zagueiro Montes, do México, após falta cometida na entrada da área. Com isso, o duelo terminou com três cartões vermelhos distribuídos e a arbitragem como um dos assuntos mais comentados da estreia do Mundial.

Além da vitória, o México deixou uma impressão positiva ao demonstrar organização coletiva e entrosamento. A preparação prolongada realizada antes do torneio parece ter surtido efeito, permitindo que a equipe controlasse a partida sem necessidade de grande desgaste físico.

Como fica o Grupo A?

No Grupo A, os mexicanos somam os primeiros três pontos e assumem posição favorável na disputa pela classificação. Já a África do Sul terá de reagir rapidamente para manter vivo o sonho de avançar à próxima fase.

As duas seleções voltam a campo na próxima quinta-feira (18). A África do Sul enfrenta a República Tcheca, em Atlanta, às 13h (de Brasília). Mais tarde, às 22h, o México encara a Coreia do Sul, em Zapopan, na região metropolitana de Guadalajara.

Árbitro Brasileiro

A atuação do árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio também ganhou destaque na abertura da Copa do Mundo. Com personalidade e rigor disciplinar, o juiz distribuiu três cartões vermelhos ao longo da partida e foi decisivo em lances que influenciaram diretamente o andamento do confronto.

Wilton expulsou o sul-africano Sithole após falta em Gutiérrez quando o mexicano avançava em direção ao gol, confirmou por meio do VAR a expulsão de Zwane por agressão em Alvarado e, já nos acréscimos, mostrou cartão vermelho para o mexicano Montes.

As decisões colocaram o brasileiro no centro das atenções em uma estreia marcada por forte intensidade física e momentos de tensão entre as equipes.

Escalações

México: Rangel; Reyes, Montes, Vásquez e Gallardo; Lira, Gutiérrez e Fidalgo; Alvarado, Raúl Jiménez e Quiñones. Técnico: Javier Aguirre.

África do Sul: Williams; Mudau, Okon, Sibisi, Mbokazi e Modiba; Mokoena, Sithole e Adams; Foster e Rayners. Técnico: Hugo Broos.

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