Esportes

MS na Copa do Brasil

Podendo ser o "azarão" da vez, Costa Rica pega o ABC na Copa do Brasil

Estreante na competição, a CREC é o único representante de Mato Grosso do Sul na edição desse ano

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O atual campeão do campeonato estadual, o Esporte Clube Costa Rica, vai jogar nesta quarta (02), às 20h, no estádio Laertão contra o ABC-RN, pela primeira fase da Copa do Brasil 2022. 

Diante do cenário, a cidade de Costa Rica vive momentos de expectativa para uma das partidas mais importantes do time da cidade. 

Estreante na competição, apenas a vitória classifica a equipe para a próxima fase da Copa do Brasil. Até o momento, o Costa Rica vem fazendo uma brilhante campanha no Sul-Mato-Grossense. 

Apenas em seis partidas, o time venceu cinco jogos e perdeu apenas um pelo Grupo A.

Seu adversário ABC foi campeão do primeiro turno do campeonato potiguar, perdendo apenas um jogo em sete partidas disputadas.

Para o treinador do Costa Rica, Ito Roque, "o ABC é uma equipe forte, muito bem comandada pelo técnico Moacir Jr. , que vem de um acesso para a série C do campeonato brasileiro e acabou de ser campeão do 1º turno potiguar. Com isso, sabemos que teremos que ser bem competitivo para esse jogo. Buscar a vitória, porém de uma maneira equilibrada", explica. 

A preparação do Costa Rica, para essa partida, está focada na organização tática da equipe. 

"Trabalhos que antecederam o jogo de amanhã, foram todos voltados para a parte tática, tanto no setor ofensivo, quanto no defensivo. Trabalhamos muito para deixar a equipe compacta e equilibrada dentro de campo", esclarece Ito Roque.

Para os jogadores do clube, o pensamento nos últimos dias que antecedem o confronto é o de ir em busca da classificação. 

"A expectativa é a melhor possível, na nossa cabeça não passa outra coisa além de uma classificação, sabemos que será um jogo muito difícil e equipe do ABC é uma equipe bem qualificada, mas nosso time também tem muita qualidade, e vamos em busca da classificação histórica para cidade de Costa Rica", disse Rodolfo Fagundes, goleiro do Costa Rica. 

Torcida em peso

Há muita expectativa por parte dos torcedores da cidade de Costa Rica para ver a partida contra o ABC. Jogos grandes, como esse da Copa do Brasil, costumam movimentar a cidade na véspera do confronto, já tem movimento na compra de ingressos e camiseta do clube.  

É esperada lotação máxima de 5 mil torcedores nessa quarta (02), no estádio municipal Laerte Paes Coelho (Laertão).

"Sabemos o quanto a cidade e os torcedores de Costa Rica esperaram por esse momento, creio que o apoio deles será muito importante para nós, para conseguirmos essa tão sonhada classificação", declara Rodolfo.

Retrospecto do Interior

Nos últimos seis anos, os times do interior tiveram um bom retrospecto nos jogos únicos da primeira fase. Sete de Setembro, Corumbaense e Águia Negra já conseguiram a façanha de se classificar para a segunda fase da Copa do Brasil.

Em 2020, o Águia Negra derrotou o Sampaio Correia em Rio Brilhante por 2x1, com gols de Erick Romão e gol contra do Paulo Sérgio. No mesmo ano, o Aquidauanense fez bom jogo, mas perdeu de 1x0 contra o ABC-RN, mesmo adversário que o Costa Rica vai encarar neste ano.

Dois anos antes, em 2018 o Corumbaense fez história nessa mesma fase da Copa do Brasil vencendo o ASA de Alagoas, no estádio Arthur Marinho, pelo placar mínimo de 1x0, gol de falta do Elívelton.

O Sete de Setembrotambém venceu uma equipe nordestina na primeira fase, em 2017, por 1x0 no estádio Douradão, gol feito pelo zagueiro Juan.

Copa do Mundo

Gigantes contra velozes: o contraste entre Tchéquia e África do Sul

Entre jogo aéreo e contra-ataques velozes, Tchéquia e África do Sul tentam aproveitar suas diferenças físicas na busca pela primeira vitória na Copa do Mundo 2026

17/06/2026 20h32

Foto: Divulgação FIFA

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Todo jogo da Copa do Mundo 2026 é um duelo de gigantes, mas alguns times são fisicamente mais gigantescos do que outros no sentido literal.

O confronto entre Tchéquia e África do Sul o primeiro da segunda rodada do torneio, pelo Grupo A colocará frente a frente dois elencos de estaturas e propostas físicas muito diferentes nesta quinta-feira, 18 de junho.

A Tchéquia tem 1,85m de média de altura e o sexto elenco mais alto dentre os 48 da competição. Embora tenham perdido por 2 a 1 para a República da Coreia na primeira rodada, os tchecos usaram um "latereio' (um lateral longo como um escanteio) para marcar de cabeça com Ladislav Krejci.

"Não somos monstros em termos de altura física [risos], mas temos jogadores suficientemente altos, sim", analisou o treinador Miroslav Koubek. O capitão Krejci, autor do gol no primeiro jogo, concordou: "O time todo tem qualidades muito fortes, e estamos conscientes de que enfrentaremos outros jogadores de elite."

A África do Sul, por outro lado, tem média de 1,78m de altura e o segundo elenco mais baixo do torneio (mais alto apenas que o da Arábia Saudita).

Porém, com a expulsão do meio-campista Sphephelo Sithole (1,97m) na primeira rodada, o elenco sul-africano se transforma no plantel mais baixo de toda a Copa do Mundo 2026.

Por isso, o treinador Hugo Broos está ciente do risco aéreo que precisará evitar contra a Tchéquia.

"O mais importante é analisar o que fizemos de errado contra o México. Perdemos na estreia [por 2 a 0] e agora já vamos enfrentar um adversário totalmente diferente. A Tchéquia tem um time muito duro e físico, então preciso montar um time com uma proposta diferente para enfrentá-los", explicou na véspera da partida.

"Sabemos o que aconteceu de errado no jogo contra o México. Se conseguirmos melhorar nossa estratégia com a bola no pé, teremos uma chance de vencer o jogo", completou.

O goleiro sul-africano Ronwen Williams também demonstrou preocupação com a estatura tcheca.

"O jogo de abertura já passou. Nós fizemos nossa lição de casa para as próximas partidas. É difícil porque o time deles é muito alto, então precisaremos ter cuidado com jogadas ensaiadas e aéreas dentro da área. Não temos o time mais alto, mas, se tivermos talento, vontade e coragem, as coisas vão ficar bem", analisou.

"Não queremos perder essa fé. Será difícil porque as duas seleções estão na mesma situação agora [após as derrotas na primeira rodada], então será uma luta. Talvez a derrota para o México tenha sido necessária para nós melhorarmos no torneio", disse Williams.

Naturalmente, a tendência é de que a África do Sul priorize o jogo por baixo, algo que sabe fazer bem nos contra-ataques velozes. Ou seja, mesmo se a Tchéquia tiver vantagem na estatura, pode correr riscos de formas diferentes se não tiver atenção com a bola no pé.

"Vamos ajustar a estratégia a esse novo oponente, que tem contra-ataques muito rápidos. Sabemos que a África do Sul é excelente na pressão para recuperação de bola, e são um time muito diferente do que enfrentamos na primeira rodada", alertou o tcheco Koubek.

Foto: Divulgação FIFA

Apesar do tom de cautela, o treinador disse que não há nervosismo de sua parte para o jogo.

"Nervoso? Não estou. Vamos dizer que estou sentindo uma tensão saudável. Apesar da derrota no primeiro jogo, ainda podemos mudar nossa sorte", afirmou o tcheco.

O treinador da África do Sul parece pensar parecido.

"Isso é parte do nosso trabalho. Quando perde, você é criticado; quando vence, é um rei.Quando nos classificamos para a Copa do Mundo, alguém disse que deveriam fazer uma estátua minha na África do Sul. Eu disse: ‘então façam de madeira, porque assim vai queimar mais fácil se eventualmente perdermos um jogo’. Será uma partida muito importante para nós", concluiu Broos.

Foto: Divulgação Fifa

 


 

Copa do Mundo

Ancelotti prepara mudanças na seleção brasileira contra o Haiti; saiba a provável escalação

Treinador italiano ficou insatisfeito com o que viu em campo no empate com a seleção marroquina

17/06/2026 18h02

Foto: Divulgação CBF

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Insatisfeito com o que viu diante do Marrocos na estreia da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti prepara modificações na seleção brasileira para o duelo com o Haiti, na sexta-feira, às 21h30. O italiano comandou, nesta quarta-feira, o terceiro treino em preparação ao confronto e ensaiou mudanças.

Danilo, na lateral-direita, Fabinho, no meio de campo, e Matheus Cunha, no ataque, são os nomes mais cotados para entrar no time. Eles ocupariam as vagas de Ibañez, Casemiro e Igor Thiago.

Luiz Henrique também tem boas chances de começar entre os titulares no lugar de Lucas Paquetá, o que faria o treinador voltar a usar o esquema com quatro atacantes, do qual tanto gosta.

Raphinha e Gabriel Magalhães têm feito controle de carga e, por isso, não participaram de todo o treinamento de terça-feira. Ainda assim, ambos devem estar aptos para o confronto diante dos haitianos.

Certo é que Neymar, apesar de ter retornado ao campo, ainda está em transição física e não enfrenta o Haiti. Ele realizou atividades no gramado acompanhado do preparador físico Cristiano Nunes.

Dessa forma, o Brasil deve ir a campo contra o Haiti com a seguinte escalação: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Fabinho e Bruno Guimarães; Luiz Henrique, Raphinha, Matheus Cunha e Vini Jr.

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