Esportes

EMOÇÃO

Taboão Magnus faz homenagem a jogadora Pietra Medeiros, que faleceu aos 20 anos

Jogadora Pietra Medeiros do Taboão Magnus, morreu na sexta-feira(20) de hepatite autoimune em São Paulo

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Um minuto de silêncio em quadra, faixa preta de luto no pulso e muita emoção das jogadoras do Taboão Magnus.

O clima em quadra era de homenagens a jogadora Pietra Medeiros, minutos antes da partida contra a Juventas da Colômbia, disputada no ginásio Guanandizão, em Campo Grande.

A jogadora de futsal do Taboão Magnus, Pietra Medeiros, morreu na noite de sexta-feira (19), em São Paulo. Ela estava internada em estado grave desde o início do mês com um diagnóstico de hepatite autoimune. Na quarta-feira (17), a atleta fez um transplante de fígado, mas acabou não resistindo a cirurgia.

Pietra era considerada uma das principais revelações do Futsal Feminino Brasileiro. 

A jovem conquistou neste ano a Copa Libertadores da América de Futsal, junto de suas companheiras de time, que entraram em quadra nesta segunda-feira(22), na primeira partida da equipe após a morte da atleta.

Segundo a jogadora Luana Moura, de 27 anos, fixa do clube,  a equipe do Taboão está em Campo Grande, na Copa Mundo Futsal pela história e legado da Pietra.

“Estamos aqui por ela, pelo clube, pela história que ela fez no clube, e pela família dela que sempre nos apoiou nos jogos. Pietra deixou um legado para gente que a gente tem que continuar, vamos se unir cada vez mais por ela. E Sei que ela está lá de cima nos abençoando”, disse Luana.

A jogadora Luana também falou sobre a sua convivência com a Pietra, e a importância da atleta para a equipe.

”Pietra sempre esteve próxima da gente, uma menina maravilhosa, responsável, gostava de estar em quadra, de treinar com a gente, e com certeza ela queria ver a gente jogando”.

A entrada das jogadoras do Taboão Magnus na quadra do Ginásio Guanandizão foi tomada pela emoção, Luana Moura segurou a camisa de número 27, que Pietra usava nos jogos, durante a apresentação das equipes ao público presente no ginásio.

Foi realizado pela organização do evento, um minuto de silêncio, antes do inicio da partida, em respeito ao luto que a equipe e jogadoras vem passando.

Em nota, o Taboão Magnus também se manifestou sobre a morte da jogadora nas redes sociais. 

“Nosso luto será em quadra, todos os dias, porque era nela que nossa Pi estava feliz. Por essa razão, comunicamos que em homenagem a Pietra, que queria muito estar na lista final da Copa Mundo, iremos jogar a competição. Vai ser na superação e no amor que estamos buscando para nós erguermos”.

Resultados

Até o momento a equipe do Taboão Magnus está invicta na Copa Mundo Futsal com duas vitórias pelo grupo B. A primeira partida contra a Juventas da Colômbia terminou com o placar de 8 a 0 para o Magnus.

Na segunda partida disputada no inicio da tarde desta terça-feira(23), o Taboão jogou contra a equipe brasileira ADEF(DF), e o resultado foi mais apertado, vitória por 5 a 3.

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LUTO

Morre o ex-jogador Leivinha, tio do volante douradense Lucas Leiva

Mesmo que a causa da morte não tenha sido oficializada, o ídolo do Palmeiras e Atlético de Madrid vinha lutando contra o Alzheimer há anos

04/06/2026 15h30

Leivinha (à esquerda) é tio de Lucas Leiva (à direita), nascido em Dourados

Leivinha (à esquerda) é tio de Lucas Leiva (à direita), nascido em Dourados Foto: Montagem

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O ex-jogador João Leiva Campos Filho, conhecido como Leivinha, morreu na tarde desta quinta-feira (04), no interior paulista. O ídolo do Palmeiras e do Atlético de Madrid (ESP) era tio de Lucas Leiva, ex-volante nascido em Dourados e que construiu a carreira no futebol europeu.

A morte foi anunciada pelo clube alviverde pelo qual jogou entre 1971 e 1975 e, como o próprio Palmeiras cita, foi “um meia-atacante de toques rápidos e excelente finalização, presente entre os 15 maiores artilheiros da história do clube e entre os cinco que mais foram às redes pelo Verdão no Campeonato Brasileiro”.

Mesmo que seja parente próximo de um sul-mato-grossense, Leivinha nasceu em Novo Horizonte, no estado paulista. Em novembro de 2013, poucos meses antes da Copa do Mundo no Brasil, Lucas Leiva vivia a expectativa de poder ser convocado por Felipão e seu tio ex-jogador aproveitou para mandar um recado ao sobrinho.

“O importante é estar no grupo. O Luiz Gustavo está muito bem e deve ser o titular da posição na Copa, mas o Lucas é, com certeza, um reserva à altura”, disse na época.

Vale destacar que Leivinha esteve no elenco da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 1974. Devido a problemas físicos e frequentes lesões, o ídolo palmeirense foi forçado a encerrar sua carreira em 1979, com apenas 29 anos. 

Pouco tempo depois do Palmeiras anunciar a morte do ex-jogador, Lucas Leiva se posicionou nas redes sociais. “Tenho certeza que vai fazer muito gol de cabeça no céu. Descanse em paz, tio”, lamentou.

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Postura

Marquinhos defende geração da seleção e cita aprendizado com derrotas

Quem está vivendo uma Copa pela primeira vez pode aprender muito com isso", disse Marquinhos

03/06/2026 23h00

Marquinhos, zagueiro da seleção brasileira

Marquinhos, zagueiro da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Aos 32 anos, Marquinhos será o capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. Em sua terceira participação em um Mundial, o zagueiro do PSG, recém-campeão da Liga dos Campeões, afirmou que ainda não considera justo classificar sua geração, da qual fazem parte Neymar e Casemiro, como fracassada em Copas do Mundo.

"Vejo muitas reportagens com antigos campeões que fizeram parte de ciclos que não conseguiram vencer e depois participaram de campanhas vencedoras. Eles usam essa experiência de não ter conquistado o título, de sentir a dor da eliminação, como motivação. Quem está vivendo uma Copa pela primeira vez pode aprender muito com isso", disse Marquinhos.

O defensor admitiu que o momento em que o Brasil chega à Copa de 2026, disputada na América do Norte, é diferente das edições de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, quando a seleção figurava entre as principais favoritas ao título.

"Não faz sentido comparar com outras Copas. Chegamos bem em outras edições, com grandes expectativas, e não conseguimos vencer. Este é um momento muito diferente. O futebol entrega surpresas. Os últimos campeões mostraram isso. Souberam crescer durante a competição. Já vivi isso na Champions League: começamos sem estar tão bem e acabamos campeões. O importante não é como se começa, mas como se termina", afirmou.

Líder do elenco ao lado de Danilo, Casemiro, Alisson e Vinícius Júnior, Marquinhos defendeu que os jogadores mais experientes não devem assumir o papel de donos da verdade dentro do grupo. Enquanto ele concedia entrevista, os atacantes Rayan e Endrick, ambos de 19 anos, acompanhavam a coletiva na sala de imprensa do hotel onde a delegação brasileira está hospedada.

"Talvez não caiba apenas aos veteranos pensar que são os donos da verdade e que, por terem mais experiência, precisam ensinar tudo aos mais jovens. Todos nós temos responsabilidades. Eu falo muito da minha experiência no clube. Lá também temos um elenco com média de idade baixa, mas preparado para grandes desafios", disse.

O ABRAÇO EM GABRIEL MAGALHÃES

Viralizou no sábado, 30, o abraço que Marquinhos deu em Gabriel Magalhães após o zagueiro do Arsenal desperdiçar o pênalti que garantiu o título da Liga dos Campeões ao PSG. O capitão da seleção lembrou imediatamente do pênalti que perdeu nas quartas de final da Copa do Mundo de 2022, na eliminação para a Croácia

"Acho que não cabe a mim falar sobre como ele está se sentindo. Não sei a dimensão exata do que ele viveu. Perder um pênalti em uma Copa do Mundo tem um peso muito grande. É uma cicatriz que eu também carrego. O melhor é que ele responda por si mesmo", disse.

"Na minha opinião, ele foi o melhor zagueiro do mundo nesta temporada. Não merecia carregar esse peso sozinho. Todos querem fazer o melhor, mas nem sempre conseguimos. Nada daquele momento apaga a temporada que ele fez. Vamos precisar muito dele aqui, e espero que consiga assimilar isso o mais rápido possível", afirmou.

Marquinhos disse ter se surpreendido com a repercussão do gesto, que considerou natural. Assim que Gabriel perdeu a cobrança, em vez de comemorar o título com os companheiros, correu em direção ao colega de seleção para confortá-lo.

"Ele me mandou uma mensagem agradecendo pelo apoio e pelo abraço Posso dizer que a maior vitória daquela noite foi justamente a repercussão que isso teve. Minha mãe ficou orgulhosa, minha esposa, meus irmãos, toda a minha família. Essa foi a minha maior vitória naquela noite. Nós, jogadores, precisamos seguir em frente rapidamente. Quando ganhamos um título, também não podemos comemorá-lo para sempre", concluiu.

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