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Copa do Mundo

Vini Jr fala sobre sonho de estrear em Copa e elogia Paquetá 'na volância'

Mais do que apenas entra em campo, Vini Jr. teve participação direta nos dois gols da seleção

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O atacante Vinicius Jr realizou o sonho de estrear em Copa do Mundo na tarde desta quinta-feira (24) na vitória do Brasil sobre a Sérvia por 2 a 0. Mais do que apenas entra em campo, ele teve participação direta nos dois gols da seleção.

 
No primeiro, ele aproveitou jogada de Neymar para chutar cruzado para o gol e viu Richarlison aproveitar o rebote para abrir o placar. No segundo, ele recebeu na esquerda e deu belo passe para o Pombo virar um belo voleio para fechar o marcador.

 
"Muito feliz pela minha estreia com vitória e pé direito. Não tem coisa melhor. Esperei 22 anos, com muito sonho e trabalho, e fico feliz de no primeiro jogo poder ajudar e sair com a vitória. Caminhada é longa, sete finais e vencemos a primeira", disse Vini, que ainda completou sobre o camisa 9, artilheiro da tarde. "Muito feliz por ele, que trabalha bastante e está sempre preparado. Falamos no vestiário que uma bola ia chegar e ele ia ter que fazer o gol".

 
Antigo companheiro de Flamengo, Lucas Paquetá foi peça chave para a estreia de Vini em Copas com seu novo posicionamento. O meia atuou como um segundo volante, na vaga que anteriormente era de Fred, e abriu o espaço para Vini entrar na esquerda do ataque brasileiro. Mesmo sendo um jogador com características mais ofensivas, Paquetá conquistou a confiança auxiliando na marcação.

 
"A gente se sente muito bem com Casão e Paquetá na volância segurando tudo. Eu, Raphinha, Ney e Richarlison ajudando eles e no ataque fazemos tudo para criar e vencer", afirmou Vini.

 
O Brasil lidera o grupo G com três pontos e dois gols de saldo, na frente da Suíça que também tem três pontos, mas apenas um gol de saldo. Sérvia e Camarões, que foram derrotados na primeira rodada, completam a chave. A seleção brasileira volta a campo nesta segunda-feira (28), às 13h, para enfrentar a Suíça.      

nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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