Política

PESQUISA

Marcelo Iunes lidera pesquisa para prefeitura de Corumbá

Pré-candidato a reeleição, prefeito tem 43,27% da intenções de votos

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O atual prefeito de Corumbá, Marcelo Iunes (PSDB), venceria hoje o ex-prefeito Paulo Duarte (MDB) por 43,27% das intenções de voto a 24,75%. É o que mostra o levantamento do Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul (Ipems), realizado entre os dias 8 e 10 deste mês com 300 eleitores.

Iunes leva vantagem de 18,52 pontos porcentuais. A pesquisa tem margem de erro de 5,66%.  

Iunes era vice do prefeito eleito Ruiter Cunha (PSDB), que faleceu em novembro de 2017 em decorrência de cirurgia cardíaca, após ser encaminhado emergencialmente para a Capital por causa de uma dissecção aguda da aorta. O então vice-prefeito foi eleito pelo PTB e agora segue com os tucanos. Paulo Duarte comandou a cidade entre 2013 e 2016. Eleito pelo PT, o político tentou a reeleição pelo PDT, mas não obteve sucesso.  

Na pesquisa, registrada como MS 09511/2020, foram entrevistadas 300 pessoas, com o objetivo de levantar opiniões relacionadas às eleições de 2020, previstas para outubro.  

Também foram apresentados aos eleitores o então vereador Dr. Gabriel (PSD), que tem a preferência de 14,68%, e Elano de Almeida, com 6,92%. Esta é quarta vez que Elano tenta administrar a Cidade Branca. Não sabem, não responderam, brancos e nulos somaram 10,38%.

Na espontânea, Iunes está com 11,90% das intenções de votos, enquanto Duarte tem 4,68%, com margem de erro de 5,66%, o que gera um empate técnico entre os dois.

Além de Iunes e Duarte, também foram citados Elano de Almeida, por 0,89% dos entrevistados; Dr. Gabriel (PSD), por 0,65%; a deputada federal e viúva de Ruiter, Bia Cavassa (PSDB), por 0,33%; e o também vereador Chicão Viana (PSD), por 0,33%.

De acordo com os dados do Ipems, 81,43% dos entrevistados não souberam ou não opinaram sobre a escolha que devem fazer nas urnas para o Executivo da cidade na pesquisa espontânea.  

Com relação aos votos válidos, ainda na pesquisa estimulada, Iunes também tem vantagem sobre Duarte, são 48,27% contra 27,62%. Dr. Gabriel e Elano seguem com 16,38% e 7,73%, respectivamente.  

Ainda segundo o levantamento, entre os motivos que os eleitores elencaram para votar em Iunes, os principais são “competência”, “bom trabalho” e “boa administração”, seguidos de “boa pessoa” e “atencioso”. Paulo Duarte também teve boa avaliação nos dois quesitos.  

Eleições

Conforme dados do Tribunal Regional Eleitoral e Mato Grosso do Sul (TRE-MS), divulgados no dia 30 de abril deste ano, o Estado tem 1.882.428 eleitores. Em Corumbá, estão concentrados 3,110% dos títulos eleitorais, o que representa 54.540 pessoas aptas para a escolha de seus representantes.  

As eleições municipais de 2020 estão previstas para serem realizadas no dia 4 de outubro, mas, em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), podem ser adiadas. A expectativa é de que o pleito seja realizado em dezembro, mas muitos parlamentares defendem eleições unificadas em 2022, prorrogando então os mandatos atuais.  

Redirecionamento

Comando Central dos EUA diz que redirecionou 67 navios comerciais em meio a bloqueio ao Irã

Outras 4 embarcações foram desativadas, segundo o Centcom

13/05/2026 22h00

Foto: Divulgação

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O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom, na sigla em inglês) informou que as forças americanas redirecionaram 67 embarcações comerciais e permitiram que 15 transportando ajuda humanitária passassem desde o início do bloqueio aos portos do Irã há quatro semanas. Outras 4 embarcações foram desativadas, segundo o Centcom.

No início desta semana, as forças americanas garantiram que 2 embarcações comerciais dessem meia-volta para cumprir o bloqueio após comunicação por rádio e disparos de tiros de aviso com armas leves, demonstrando claramente que os EUA seguem cumprindo as determinações de bloqueio.

Em paralelo, o Departamento de Guerra do governo americano informou que firmou novas estruturas de acordos com uma série de novos participantes disruptivos e inovadores comerciais para expandir agressivamente as capacidades de ataque das Forças Armadas.

Os acordos com a Anduril, CoAspire, Leidos e Zone 5 lançarão o programa de Mísseis Conteinerizados de Baixo Custo (LCCM, na sigla em inglês), enquanto um acordo paralelo com a Castelion impulsionará uma iniciativa para ampliar soluções hipersônicas de baixo custo, segundo comunicado divulgado no site do comando.

O esforço permite ao Departamento adquirir mais de 10.000 mísseis de cruzeiro de baixo custo em apenas três anos, a partir de 2027.

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Votação

Motta decide votar projeto de lei do governo sobre redução de jornada junto com PEC da Câmara

Deputado gravou um vídeo ao lado dos ministros das Relações Institucionais, José Guimarães

13/05/2026 19h00

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados

Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu nesta quarta-feira, 13, votar o projeto de lei enviado pelo governo Lula sobre redução da jornada de trabalho junto com a proposta de emenda à Constituição sobre o tema que tramita na Casa legislativa.

O deputado gravou um vídeo ao lado dos ministros das Relações Institucionais, José Guimarães, e do Trabalho, Luiz Marinho, após reunião na Residência Oficial da Câmara.

Além deles, também participaram do encontro o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o presidente da comissão especial que debate a PEC, Alencar Santana (PT-SP), o relator, Leo Prates (Republicanos-BA), o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), e os deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Luiz Gastão (PSD-CE).

No vídeo, Motta afirma que o encaminhamento da PEC será pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. "Nós queremos também fortalecer as convenções coletivas, para que elas possam tratar das particularidades de cada setor", disse.

Segundo o presidente da Câmara, o projeto enviado pelo governo será necessário para adequar a legislação às mudanças que serão feitas à Constituição pela redução da jornada de trabalho.

O projeto enviado pelo governo tem urgência constitucional, o que significa que precisaria ser votado até o final de maio sob risco de travar a pauta da Câmara.

Segundo o cronograma, os dois textos devem ser votados praticamente juntos. A PEC deve ser votada no dia 26 na comissão especial e no dia 27 em plenário.

A urgência também seria importante para manter a pressão sobre o Senado. Em entrevista na terça-feira, 12, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, manifestou preocupação com a tramitação do texto no Senado.

"É um perigo votar na Câmara a PEC e não votar o PL com urgência constitucional e, como a PEC não tem urgência constitucional, ela é aprovada na Câmara, mas fica dormindo em berço esplêndido no Senado. Esse é um risco real que a sociedade precisa estar atenta para evitar que isso aconteça", disse ele.

Durante coletiva de imprensa para comentar os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Marinho defendeu que somente a PEC não conseguiria fazer ajuste de jornada.

"Você delega a um projeto de lei a lei específica sobre o assunto esse conjunto dos demais eventuais detalhamentos e complementos que a Constituição delegará à legislação ordinária", disse o ministro. "E seguramente a lei delegará outras questões para as convenções coletivas."

O deputado Alencar Santana também saiu em defesa do projeto do governo e afirmou que o texto "tem detalhes que as propostas constitucionais não trazem corretamente".

"Isso é matéria de projeto de lei. Então o presidente Hugo Motta também dará sequência a esse projeto para que ele possa também com serenidade ser aprovado e a gente assegurar de fato os ganhos aos trabalhadores a partir da discussão que nós estamos trabalhando", disse o parlamentar.

A votação do projeto de lei junto com a PEC era um pleito de Marinho, que argumentava que o texto do governo tratava de especificidades que a proposta de emenda à Constituição não abordava.

Na semana passada, o relator passou a se alinhar com Marinho e disse que havia coisas que não conseguiriam ser vencidas na PEC "pela complexidade do mundo do trabalho".

"Do aspecto formal, eu acho que o ministro Marinho hoje dá um caminho que é isso, de a PEC regular a regra geral e a gente ir para um PL, como até foi feito muito próximo da reforma tributária. O PL vai regular as especificidades", afirmou Prates

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