Cidades

ALIMENTAÇÃO

Estoques de leite humano ficam baixos e Santa Casa faz campanha de doação

No momento, o banco de leite tem trabalhado com quantidade abaixo do adequado

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Com o frio intenso em Mato Grosso do Sul, as doações do Banco de Leite Humano (BLH) Irmã Maria José Machado, localizado na Santa Casa de Campo Grande, começaram a cair. A queda nas doações é justificada com a falta de disposição para realizar todo o processo de extração em temperaturas tão baixas.

Segundo a nutricionista e responsável técnica do BLH da Santa Casa, Gislene Nantes, o banco costuma trabalhar com o consumo de 4 litros de leite por dia e, no momento, tem precisado operar com apenas 3 litros por dia, algo que gera preocupação na equipe, tendo em vista que a quantidade não atende toda a demanda.

A preocupação da baixa na doação envolve vários problemas. A exemplo, nesse período em que as temperaturas estão mais baixas, a diminuição no processo de retirada ocasiona em uma queda significativa nos estoques.

“Por mais que a gente mantenha o mesmo número de doadoras, o volume de leite coletado já baixou bastante e isso, para nós, é muito ruim”, explica a nutricionista.

De acordo com informações da Biblioteca da Saúde, do Ministério da Saúde, o leite é a primeira alimentação humana e fonte de nutrientes para as funções biológicas, sendo considerado o melhor alimento para os bebês.

Além disso, o leite humano tem papel importante na proteção imunológica contra doenças infecciosas, na adequação nutricional e no desenvolvimento afetivo e psicológico.

Em razão disso e da baixa nas doações, o Banco de Leite Humano da Santa Casa fez um apelo.

“Estamos com uma alta demanda no hospital, com pacientes prematuros, que estão precisando muito desse leite”, ressalta Gislene.

Como doar

A lactante tem a opção de realizar a doação sem necessariamente precisar comparecer à Santa Casa.

Conforme a o banco,  a lactante pode coletar o leite em um recipiente de vidro esterilizado e com tampa de plástico, armazenar no congelador – por até 15 dias – e entrar em contato o hospital que a equipe vai até a casa da doadora buscar o alimento dos bebês.

Além disso, o BLH da Santa Casa desenvolve um trabalho para auxiliar as mães que desejam fazer doação, com profissionais qualificados para orientar em todas as etapas.

“A equipe ensina como extrair e como armazenar. E depois leva o vidro e todo o material esterilizado, passamos uma vez por semana para buscar esse leite. Temos rota todos os dias, que contempla todos os bairros da capital”, afirma a responsável técnica.

Dia Mundial do Leite Humano  

No dia de hoje, 19 de maio, é celebrado o Dia Mundial de Doação de Leite Humano, uma iniciativa para a proteção e promoção do aleitamento materno.

A data também chama a atenção da sociedade para a importância da doação de leite para os Bancos de Leite Humano (BLH).

O leite humano disponível em bancos é uma opção viável para o aleitamento de bebês internados e que ainda não podem ser amamentados diretamente pelo seio materno.  

Desse modo, o BLH oferece apoio, proteção e promoção do aleitamento materno, dedicando-se à assistência das mães e dos bebês durante o processo de amamentação. 

 

MS

Contrato de concessão da Rota da Celulose é assinado e duplicação fica para o ano que vem

Plano de 100 dias incluem serviços de roçada a reparo emergencial do pavimento; obras já foram iniciadas na MS-040

02/02/2026 13h45

Contrato foi assinado entre o governo e o Consórcio Caminhos Rota da Celulose

Contrato foi assinado entre o governo e o Consórcio Caminhos Rota da Celulose Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

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O contrato de concessão da Rota da Celulose, que prevê melhoria de 870 quilômetros em cinco rodovias de Mato Grosso do Sul, foi assinado nesta segunda-feira (2) entre o Governo do Estado e o Consórcio Caminhos da Celulose, que foi o segundo colocado na licitação, mas foi declarado vencedor após a primeira colocada, a K-Infra Concessões e Participações, ter sido desclassificada por problemas com a documentação apresentada. As obras já foram iniciadas, as a duplicação está prevista para começar no ano que vem.

O Consórcio Caminhos da Celulose é formado pelas empresas XP Infra V Fundo de Investimento em Participações, CLD Construtora, Laços Detetores e Eletrônica Ltda., Conter Construções e Comércio S.A., Construtora Caiapó Ltda., Ética Construtora Ltda., Distribuidora Brasileira de Asfalto Ltda. e Conster Construções e Terraplanagem Ltda.

Conforme apresentado na solenidade de assinatura do contrato, as primeiras ações, que constam no plano de 100 dias incluem os seguintes serviços:

  • Roçada, poda e capina - 2.100.000 m²
  • Sinalização horizontal - 22.500 m²
  • Sinalização vertical - 490 m²
  • Tacha refletiva - 5.000 unidades
  • Limpeza de drenagem - 100 km
  • Lixo e entulho removido - 10.000 kg
  • Defensa metálica - 1.680 metros
  • Pavimento - reparo emergencial - 150 km

O plano aponta ainda que intervenções como duplicação, acostamento e faixa adicional começam no segundo ano de concessão, que serão feitas ao longo dos 30 anos de concessão.

 

O Consórcio Caminhos da Celulose é formado pelas empresas XP Infra V Fundo de Investimento em Participações, CLD Construtora, Laços Detetores e Eletrônica Ltda., Conter Construções e Comércio S.A., Construtora Caiapó Ltda., Ética Construtora Ltda., Distribuidora  Brasileira de Asfalto Ltda. e Conster Construções e Terraplanagem Ltda.

O diretor-presidente da XP Investimentos, Luiz Fernando Vasconcellos de Donno, disse que o projeto irá trazer desenvolvimento não apenas para a região leste, mas para todo o Estado e País.

"Os nossos acionistas assumiram o desenvolvimento de um projeto que fosse capaz de fazer frente a esse corredor logístico estratégico, fornecendo a facilidade do escoamento da produção agrícola, motivando  aqui a competitividade do Estado e a integração regional.  A concessão nasce com o entendimento de que investir em obras é essencial.  Duplicações, terceiras faixas, acostamento, como sabemos, é um dos grandes déficits desse trecho que nós estamos assumindo hoje", disse.

O projeto Rota da Celulose é composto por trechos das rodovias federais BR-262 e BR-267, além das rodovias estaduais MS-040, MS-338 e MS-395.

Ao todo, são 870 km e R$ 10,1 bilhões em investimentos ao longo de 30 anos, sendo R$ 6,9 bilhões destinados a despesas de capital e R$ 3,2 bilhões a custos operacionais.

"Esses investimentos compreendem a duplicação, terceiras faixas em pontos estratégicos, restauração completa do pavimento, acostamentos em 100% da extensão, a sinalização moderna eficiente e a tecnologia. Aqui eu faço um destaque aqui para a inovação, é um projeto realmente em que o acompanhamento do desenvolvimento tecnológico está presente", disse Luiz Fernando.

Dentre as tecnologias, ele destacou a conectividade e o sistema free flow de pedágio, que irá permitir fluidez no trânsito e redução de emissão de gases CO2, porque os veículos não precisarão parar nas praças.

O governador Eduardo Riedel (PP) destacou que as concessões são importantes para a segurança viária.

"Ela [concessão] vai conseguir entregar mais segurança, nem que não seja não duplicada no primeiro momento, mas uma 040 que você garanta acostamento nela na integralidade, terceira faixa, sinalização e principalmente suporte, é uma mudança completa pro nível de tráfego que tem a 040", ressaltou o governador.

Ainda segundo Riedel, ao longo do processo e além das revisões quinquenais, em função do nível de tráfego, poderão ser acionados gatilhos para avançar em investimentos que sejam necessários no trecho em específico.

Rota da Celulose

As obras da Rota da Celulose incluem 115 km de duplicações, 457 km de acostamentos, 245 km de terceiras faixas, 12 km de marginais, 38 km de contornos urbanos, 62 dispositivos em nível e 4 dispositivos em desnível, 25 acessos, 22 passagens de fauna, 20 alargamentos de pontes, entre outras intervenções.

O projeto da Rota da Celulose foi criado pelo governo do Estado para ser a solução para o escoamento da produção na região leste de Mato Grosso do Sul, que recebeu incremento grande de produção com a inauguração de megafábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo, além de outras plantas do mesmo setor na região.

Porém, os problemas começaram quando, pouco depois do leilão declarar como vencedor o Consórcio K&G Rota da Celulose, formado pelas empresas K-Infra e Galápagos Participações, o governo federal publicou a caducidade de um contrato entre a União e a K-Infra, referente a uma rodovia no Rio de Janeiro.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a empresa acumulava dívida bilionária com a União, por ter recebido diversas multas pela má condição da rodovia. Esta experiência que ela tinha na administração daquela rodovia foi utilizada para que fosse habilitada a participar da licitação da Rota da Celulose.

Após essa decisão, a XP ingressou com recurso contestando a vencedora, por entender que o documento usado para habilitar a K-Infra não teria validade, uma vez que a empresa havia sido expulsa de uma concessão federal.

No dia 4 de agosto, a Comissão Especial de Licitação (CEL) publicou o resultado da análise do recurso do Consórcio Caminhos da Celulose. O documento trouxe a inabilitação do consórcio declarado vencedor no dia 8 de maio por “vícios identificados na documentação apresentada”.

Porém, a K-Infra e a Galápagos ingressaram com recurso, contestando a primeira decisão no dia 11 de agosto, o que paralisou, pela segunda vez, o processo do leilão do pacote de rodovias.

O pedido foi analisado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), que manteve a decisão proferida pela CEL. 

A inabilitação do grupo foi confirmada e, em agosto, o Estado chamou o segundo colocado, o Consórcio Caminhos da Celulose para a entrega de documentos.

EM DISCUSSÃO

Sem descartar ir à Justiça, prefeita espera manter veto à taxa do lixo

Segundo a prefeita, Campo Grande hoje tem 98% de cobertura dos serviços, com escolas e unidades de saúde a cada 3 km na Capital, então "você tem que ter condições de bancá-los"

02/02/2026 12h58

 Nesta segunda (02) a Prefeita esteve presente na Sessão Solene Inaugural na Câmara Municipal, onde inclusive deve ser discutido amanhã (03) novamente as medidas sobre o  Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e da

Nesta segunda (02) a Prefeita esteve presente na Sessão Solene Inaugural na Câmara Municipal, onde inclusive deve ser discutido amanhã (03) novamente as medidas sobre o  Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e da "Taxa do Lixo" Correio do Estado

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Nesta segunda-feira (02) a Prefeita por Campo Grande, esteve presente na Sessão Solene Inaugural na Câmara Municipal, de abertura dos trabalhos legislativos de 2026, onde inclusive deve ser discutido amanhã (03) novamente as medidas sobre o  Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e da "Taxa do Lixo", assunto no qual Adriane Lopes espera que os vereadores mantenham o seu veto, sem descartar ainda recorrer à Justiça se necessário. 

Na Câmara Municipal para detalhar a atual situação da Capital, Adriane apresentou aos parlamentares um relatório com as ações e planejamentos previstos para esse ano de 2026, reforçando ainda em discurso a fala de que Campo Grande lida há tempos com "desafios históricos". 

"Todo reajuste e medida dura traz impopularidade. Estou pensando nos resultados que vamos trazer para a cidade, em serviços de qualidade pelos próximos anos", disse ela, reforçando que em 2025 cerca de 90% dos projetos do Executivo foram aprovados pela Câmara Municipal. 

Questionada, em quebra-queixo com a imprensa Adriane deixou clara a postura do Executivo em esperar a análise pela Câmara de Campo Grande,tendo em vista que recentemente os secretários municipais se reuniram no último sábado (31) para tentar convencer os vereadores a manterem o veto da taxa de lixo do IPTU, já que nesta terça (03) ele devem decidir pela derrubada ou manutenção do veto do Executivo ao Projeto de Lei Complementar 1.016/26, que suspende os efeitos do Decreto 16.402/2025 e impede o aumento da Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Resíduos Sólidos Domiciliares para 2026. 

Adriane Lopes reforçou que os dados para as mudanças foram apresentados na Câmara Municipal em 2025, com "alguns vereadores se interessando mais que outros", segundo a prefeita. 

"Mas os dados foram apresentados das finanças do município, tanto da taxa de lixo como do reajuste do IPTU. E a gente vem num convencimento da necessidade de se arrecadar para bancar os serviços públicos em Campo Grande", disse ela em complemento.

Segundo a prefeita, Campo Grande hoje tem 98% de cobertura dos serviços, com escolas e unidades de saúde a cada três quilômetros na Capital, então "você tem que ter condições de bancá-los".

Futuro em jogo

Adriane ainda relembra da arrecadação de 40 milhões diante dos 136 que são pagos, dos serviços custeados pela taxa do lixo, dizendo que é necessário regularizar essa situação, para que o recurso que deveria ir para obras e outras situações não seja empregado neste pagamento. 

"Quanto mais é ofertado, mais caro o serviço se torna. E Campo Grande hoje é uma cidade muito horizontal. Onde a gente tem novos bairros, você tem abertura de novos serviços, o que vem encarecendo muito o poder público municipal. Tenho certeza que melhorando a arrecadação, melhora a qualidade dos serviços, melhora o atendimento ao campo grandense, ao cidadão que vem cobrando a qualidade e a excelência dos serviços prestados pela prefeitura", disse. 

Além disso, Adriane Lopes foi clara em apontar que ainda aguarda a decisão dos próprios vereadores, afirmando às vésperas da votação que não descarta levar o assunto à Justiça. 

"Primeiro a gente vai acompanhar amanhã a votação, e do resultado a gente vai tomar um posicionamento. Como ainda não houve, eu não tenho uma resposta clara hoje ainda", declarou.

Vale lembrar que, durante o recesso parlamentar os vereadores convocaram uma sessão extraordinária e, por unanimidade, chegaram a derrubar o projeto do Executivo municipal que aumentava o IPTU em Campo Grande, que foi vetado, porém, pela própria prefeita um dia após a votação. 

Entretanto também - como abordo no Correio do Estado -, desde esse ponto pelo menos sete vereadores que foram contra a tarifa agora estão "indecisos", ou seja, propensos a serem favoráveis ao veto do Executivo mesmo tendo participado da polêmica aprovação do projeto de lei complementar., 

Conforme consulta feita pela reportagem entre os 29 vereadores, 14 ainda se posicionam contra o veto, sendo esse total um parlamentar a menos do número necessário para derrubá-lo. 

Além desses, 10 não se posicionaram e 4 ainda não definiram, enquanto o 29º em questão trataria-se do presidente da Câmara Municipal, o Papy, que só teria necessidade de participar dessa votação em caso de um eventual empate. 

Novos valores polêmicos

Entre os assuntos mais polêmicos na Capital neste 2026 está justamente o IPTU, o qual os carnês, pelos valores de correção, deveriam vir com reajuste de 5,32% em relação ao aplicado no último pagamento, o que corresponde à variação da inflação no período, baseada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Por não ser diferente da inflação do período, esse percentual já havia sido divulgado pela secretária Municipal de Fazenda, Márcia Helena Hokama, e pela prefeita Adriane Lopes, em suplemento que data de 24 de outubro de 2025 no Diogrande, sem a necessidade de passar pela Câmara de Campo Grande.

Ainda em meados de novembro - como bem acompanha o Correio do Estado - a Prefeitura de Campo Grande reduziu pela metade (de 20 para 10%) o desconto de quem paga o IPTU à vista, mas as alterações que incidem sobre os valores desse imposto não iriam parar aí. 

Além disso, o novo Perfil Socioeconômico Imobiliário (PSEI) foi atualizado após quase uma década, subindo valores da taxa de lixo para 44% dos moradores, aprovado inclusive na Câmara Municipal no segundo semestre do ano passado.

Como se não bastasse, o titular Municipal de Governo e Relações Institucionais (Segov), Ulysses da Silva Rocha, pontuou no meio dessa polêmia a cobrança extra que, segundo ele, já estaria prevista nos códigos municipal e nacional por meio da qual, por parâmetro municipal a Prefeitura pode e aplicou a cobrança de 3,5%, o máximo que estaria previsto no Código Tributário Nacional.  

Nesse caso, cabe explicar, essa alíquota seria para imóveis territoriais em bairros com mais de três equipamentos públicos (iluminação pública, escola, água, luz, etc.). 

Justamente esse "tarifaço sobre os terrenos baldios", como bem abordado no Correio do Estado, é o que ajuda a explicar a "chiadeira" sobre o IPTU neste começo de 2026.

Em outras palavras, até o ano passado os proprietários de boa parcela destes terrenos pagavam 1% de imposto, até essa mudança para 3,5% que sozinha já representa um aumento de 250% no valor do carnê e, se estes terrenos estão na lista dos 45% dos imóveis que sofreram majoração desta taxa por conta da reclassificação feita este ano, acabaram sofrendo tarifaço duplamente.

"Então, se o cara tinha um imóvel de 100 mil reais e pagava mil, ele pode, dependendo do caso, estar pagando 3.500 reais, mas sem uma alteração do valor venal do imóvel, mas dentro de acordo com o que o Código Tributário Municipal estabelece em consonância com o Código Tributário Nacional", disse o próprio secretário de relação há exatamente uma semana (07). 

Alegando que ficou de fora dos debates referentes ao aumento do IPTU, a Câmara Municipal de Campo Grande indicou a constituição de uma equipe técnica especializada para estudar, discutir e avaliar os critérios utilizados na elaboração. 

Instituída a Comissão Técnica que tem atuado em cima das mudanças anunciadas sobre o IPTU, foram necessários alguns posicionamentos da Câmara e demais entidades, como a Ordem dos Advogados do Brasil do Mato Grosso do Sul (OAB-MS) para que os prazos do IPTU fossem alterados. 

 

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