Cidades

SAÚDE

Ex-vereador, Lívio Leite assume direção do Hospital Regional

Ele ocupará vaga deixada por Rosana Melo, que assumiu cargo no Governo Federal

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O médico oftalmologista e ex-vereador por dois mandatos em Campo Grande, Lívio Viana de Oliveira Leite, vai assumir a direção do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em substituição a Rosana Leite de Melo, que foi nomeada como secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19 pelo Ministério da Saúde.

“O médico oftalmologista Lívio Viana vai assumir a direção do Regional, ele que é funcionário público do Estado e da União vai nos ajudar nesse momento, teremos que dar continuidade nos trabalhos. Já fizemos o convite, ele aceitou e agora vamos agilizar o processo de nomeação”, explicou o secretário de saúde estadual, Geraldo Resende. 

Lívio que é nascido em Fortaleza, no Ceará, assumiu o primeiro mandato como suplente de vereador em 2015 e depois se elegeu novamente vereador em 2016, sendo o 5º parlamentar mais votado no pleito, contudo, nas últimas eleições não conseguiu manter a cadeira no Legislativo.

O médico oftalmologista assumirá o cargo ao lado da Dra. Marielle Alves Correa Esgalha, que é cirurgiã plástica e ocupa cargo como diretora de atenção à saúde no Estado.

Últimas Notícias

Secretária do Ministério da Saúde

Através de portaria publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (17), o Ministério da Saúde nomeou Rosana Leite para o cargo de Secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 da pasta.

A médica era diretora do HRMS, cedida pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), onde é servidora da Faculdade de Medicina.

A UFMS autorizou Rosana a assumir o cargo através de portaria publicada no DOU no dia 15 de junho. 

O cargo que Rosana exercerá havia sido cotado inicialmente para a infectologista Luana Araújo, mas o governo federal a impediu de assumir a função, mesmo depois de 10 dias atuando de maneira não oficial na vaga.

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Saúde

Anvisa aprova novo medicamento para tratamento de enxaqueca

Aquipta atua no bloqueio da transmissão da dor

08/09/2026 15h00

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Um novo medicamento para o tratamento da enxaqueca foi aprovado nesta terça-feira (8) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Aquipta (atogepanto) é indicado para adultos que têm pelo menos quatro episódios mensais de enxaqueca. 

De acordo com a agência, a substância atua no bloqueio de uma via envolvida na transmissão da dor. Além disso, é capaz de prevenir o aparecimento das crises. O laboratório que solicitou o registro foi a ABBVIE Farmacêutica, conforme resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU). 

Os estudos apontam que o atogepanto é capaz de reduzir “significativamente” o número de dias mensais de enxaqueca.  

Segundo a Anvisa, apesar de existirem opções terapêuticas para prevenção da enxaqueca, “muitas delas não atuam especificamente nos mecanismos fisiopatológicos da doença”. Por essa razão, o Aquipta representa uma nova opção de tratamento oral para prevenção da doença. 

Sobre a doença 

A enxaqueca é caracterizada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, frequentemente acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som. 

A doença atinge cerca de 15% da população mundial, com impacto significativo na qualidade de vida.   

RETA FINAL

A 20 dias das eleições, Governo destrava R$ 19,5 milhões em obras

Agesul homologou licitações para pavimentação e drenagem em Aquidauana, Campo Grande e Ivinhema

08/09/2026 14h45

Obra no estacionamento do Bioparque Pantanal em Campo Grande, concentra R$ 3 milhões dos R$ 19,5 milhões em licitações homologadas pela Agesul

Obra no estacionamento do Bioparque Pantanal em Campo Grande, concentra R$ 3 milhões dos R$ 19,5 milhões em licitações homologadas pela Agesul Marcelo Victor

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A 26 dias do primeiro turno das eleições, o Governo de Mato Grosso do Sul destravou três obras de infraestrutura que, juntas, somam R$ 19,49 milhões. As intervenções contemplam Aquidauana, Campo Grande e Ivinhema e envolvem serviços de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais.

Os três processos foram homologados pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) no dia 4 de setembro e tiveram os resultados publicados nesta semana. Somadas, as propostas vencedoras chegam a R$ 19.497.227,30. 

A maior obra será executada em Aquidauana, onde estão previstos serviços de pavimentação e drenagem na MS-345. A concorrência foi vencida pela Relevo Engenharia Ltda., com proposta de R$ 15.080.073,96.

O contrato concentra sozinho aproximadamente 77% de todo o montante das três licitações. O prazo previsto para execução é de 540 dias, ou cerca de um ano e meio.

Em Campo Grande, pouco mais de R$ 3 milhões serão destinados à pavimentação asfáltica e à drenagem de águas pluviais no estacionamento do Bioparque do Pantanal. 

A vencedora da concorrência foi a KM Engenharia Ltda., que apresentou proposta de R$ 3.094.130,18. O prazo estabelecido para a execução dos serviços é de 180 dias. Este é o segundo maior investimento entre os três procedimentos homologados.

O terceiro investimento será feito em Ivinhema, onde parte da Avenida Joaquim Bernardes dos Santos receberá pavimentação asfáltica e drenagem.

A Concrevia Construtora Ltda. venceu a licitação com proposta de R$ 1.323.023,16. Neste caso, o prazo para execução é de 360 dias.

Contagem regressiva

A homologação das três licitações ocorre na reta final do calendário eleitoral. O primeiro turno das eleições gerais de 2026 será realizado em 4 de outubro.

Embora os três atos tenham sido homologados em 4 de setembro, exatamente um mês antes da votação, a proximidade com o pleito não significa que as obras começarão imediatamente.

A homologação é a etapa que confirma o resultado da licitação e a empresa vencedora. A execução dos serviços ainda depende das etapas administrativas previstas em cada processo.

Nos três avisos, a Agesul informa que os resultados foram adjudicados às respectivas empresas vencedoras e que todo o procedimento foi posteriormente homologado pela autoridade competente.

Os prazos previstos para as intervenções variam de 180 a 540 dias.

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