Esportes

PARIS-2024

Olimpíadas 2024: Pepê Gonçalves e Ana Sátila conquistam bons tempos na canoagem cross

Pepê conseguiu o segundo melhor tempo no contrarrelógio, enquanto Sátila pegou, que já chegou perto da medalha duas vezes nesta edição, foi o quinto melhor tempo

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Pepê Gonçalves registrou o segundo melhor tempo no contrarrelógio da canoagem slalom, enquanto Ana Sátila terminou na 5ª colocação nesta sexta-feira dos Jogos Olímpicos de Paris. O contrarrelógio é a primeira etapa do caiaque cross, que estreia no programa olímpico na França. Pepê completou o percurso em 66s41, e Ana Sátila marcou 72s64.

Esse resultado marca a recuperação de Pepê, que na quinta-feira cometeu um erro na semifinal do K1 (caiaque) e ficou fora da disputa por medalhas. "Sangue no olho", afirmou Pepê sobre sua abordagem para a prova desta sexta-feira. "Como foi difícil acordar hoje, sabendo que eu tinha um dos melhores tempos da prova ontem e deixei escapar."

A primeira rodada do caiaque cross feminino está marcada para este sábado, às 10h30 (horário de Brasília). As disputas masculinas começarão às 11h40."Tenho a resiliência no sangue. A gente tem mais uma chance e esta a gente não vai desperdiçar", disse Pepê, que não conseguiu passar das eliminatórias no C1 (canoa).

Ana Sátila chegou perto do pódio duas vezes em Paris, terminando na quarta posição no K1 e na quinta na C1.

No caiaque cross, quatro atletas competem simultaneamente. A prova começa em uma rampa acima da água, e os canoístas percorrem um trajeto com no máximo seis portões acompanhando a correnteza e dois contra.

Os competidores podem tocar nos portões, mas perder um deles resulta na eliminação. Em um trecho específico do percurso, os atletas devem realizar um caiaque roll, uma rotação de 360º com a cabeça submersa na água.

Após o contrarrelógio definir a formação de cada bateria, nas rodadas preliminares, os dois primeiros colocados avançam às quartas de final, seguindo esse formato até a final.

ESPORTE

Brasil vence Venezuela e está no mundial de vôlei masculino

Seleções brasileira e argentina decidem vaga olímpica no domingo

19/09/2026 13h38

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. Divulgação: CBV

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A seleção masculina de vôlei venceu a equipe da Venezuela por 3 sets a 0 na manhã deste sábado (19) na quarta rodada do Sul-Americano da modalidade. A partida foi disputada no ginásio do Maracanazinho e valeu a vaga para o Brasil no mundial de 2027.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição.

As parciais foram 25/19, 25/14 e 25/19 para mais de 7200 pessoas. 

O resultado mantém o time com 100% de aproveitamento e na liderança brasileira na competição. O oposto Bryan foi novamente o maior pontuador em quadra, desta vez com 13 acertos. 

Neste domingo (20), às 10h, o time do técnico Bernardinho enftenta a Argentina, valendo o título e a vaga nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028.

manifesto

Reação de clubes a MP contra bets saiu após casas de apostas ameaçarem revisão de patrocínios

Clubes e as federações divulgaram um manifesto no qual dizem que medida contra bets anunciada pelo governo será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso

18/09/2026 23h00

Foto: IA

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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar "medida drástica" contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.

Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.

As plataformas de apostas chegaram a patrocinar 19 dos 20 clubes da primeira divisão. O número caiu, mas elas ainda dominam o futebol brasileiro e injetam mais de R$ 1 bilhão nos contratos de patrocínio com as equipes da elite.

Clubes manifestaram preocupação às patrocinadoras quando leis municipais passaram a proibir a exibição de marcas de bets em espaços públicos, como estádios. As restrições foram adotadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Em seguida, as empresas de apostas apresentaram aos clubes um panorama ainda pior para o setor: o governo pretende editar uma Medida Provisória (MP) que acaba com os cassinos online (jogo do tigrinho e similares), parte principal do faturamento das principais bets. A expectativa é de que a medida seja publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias, ainda antes do 1º turno das eleições.

Mesmo sem que estejam definidos quais serão os termos dessa MP, os clubes e as federações divulgaram, nesta quinta-feira, 17, um manifesto no qual se dizem preocupados com os "rumores" e que, caso eles se confirmem, será "golpe fatal" no futebol brasileiro, que sofrerá colapso, segundo as agremiações.

"A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência", diz o texto divulgado por alguns dos principais clubes do País, entre eles Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Flamengo.

Segundo representantes de empresas de apostas ouvidos pela reportagem, a maioria dos contratos de patrocínio firmados com os clubes têm cláusulas que permitem revisões em caso de mudanças significativas no arcabouço regulatório.

Essas cláusulas serão ativadas se o governo confirmar medidas que afetam o faturamento das bets. E os clubes já foram avisados a respeito.

As bets também têm cobrado uma posição da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que optou por tratar o tema com cautela.

As casas de apostas também têm acordos comerciais com a CBF, aparecem nas transmissões da Globo e de outras emissoras e amarram parcerias até com torcidas organizadas de alguns dos maiores times do País.

Executivos do setor defendem que seja feito um estudo de impacto econômico e jurídico antes da eventual aplicação de restrições às bets. As casas de apostas foram regulamentadas no início de 2024 e terão de ser recompensadas caso a MP seja aprovada, uma vez que cada empresa pagou R$ 30 milhões para operar no País por um período de cinco anos.

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