Esportes

NO PÓDIO

Judô de MS conquista quatro medalhas na Taça Brasil Interclubes Sub-21

Cerca de 400 judocas de todo o Brasil disputaram a competição neste final de semana em Curitiba(PR)

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Nesta sexta-feira (1.º) e sábado (02), o Campeonato Brasileiro Interclubes - Taça Brasil Sub-21 de Judô, reuniu diversos atletas da categoria. Com 18 judocas de Mato Grosso do Sul na disputa, o Estado garantiu quatro medalhas na competição. 

No feminino, a judoca Alexia Nascimento, que recentemente levou o ouro no Brasileiro sênior no peso(-48kg), também conquistou a medalha de ouro na Taça Brasil Interclubes. Milena Demarco subiu no ponto mais alto do pódio na categoria(-57kg).

Com a medalha de bronze, a Sul-mato-grossense Ana Pina(-63kg) também foi medalhista, somando três conquistas de atletas e clubes do estado na competição. A única medalha de MS no masculino foi garantida pelo Breno Duarte, com o bronze no peso (+100kg).

Organizada pela Confederação Brasileira de Judô(CBJ) a Taça Brasil Sub-21, ficou de fora do calendário oficial nos últimos dois anos por causa da pandemia de covid-19. O torneio é um dos mais importantes do circuito nacional júnior.

A competição vale pontos no ranking nacional da classe, que servem para definir as seleções brasileiras de judô, que representarão o Brasil em estágios internacionais e no Campeonato Mundial Júnior.

Destaque da competição, a Associação Desportiva Moura(MS), levou o maior número de atletas do estado inscritos(5), o clube conseguiu alcançar a terceira colocação, no quadro feminino de medalhas, com a conquista do ouro da Milena Demarco, e o quinto lugar da Maria Moreira(-63kg).

 

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LUTO

Morre o ex-jogador Leivinha, tio do volante douradense Lucas Leiva

Mesmo que a causa da morte não tenha sido oficializada, o ídolo do Palmeiras e Atlético de Madrid vinha lutando contra o Alzheimer há anos

04/06/2026 15h30

Leivinha (à esquerda) é tio de Lucas Leiva (à direita), nascido em Dourados

Leivinha (à esquerda) é tio de Lucas Leiva (à direita), nascido em Dourados Foto: Montagem

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O ex-jogador João Leiva Campos Filho, conhecido como Leivinha, morreu na tarde desta quinta-feira (04), no interior paulista. O ídolo do Palmeiras e do Atlético de Madrid (ESP) era tio de Lucas Leiva, ex-volante nascido em Dourados e que construiu a carreira no futebol europeu.

A morte foi anunciada pelo clube alviverde pelo qual jogou entre 1971 e 1975 e, como o próprio Palmeiras cita, foi “um meia-atacante de toques rápidos e excelente finalização, presente entre os 15 maiores artilheiros da história do clube e entre os cinco que mais foram às redes pelo Verdão no Campeonato Brasileiro”.

Mesmo que seja parente próximo de um sul-mato-grossense, Leivinha nasceu em Novo Horizonte, no estado paulista. Em novembro de 2013, poucos meses antes da Copa do Mundo no Brasil, Lucas Leiva vivia a expectativa de poder ser convocado por Felipão e seu tio ex-jogador aproveitou para mandar um recado ao sobrinho.

“O importante é estar no grupo. O Luiz Gustavo está muito bem e deve ser o titular da posição na Copa, mas o Lucas é, com certeza, um reserva à altura”, disse na época.

Vale destacar que Leivinha esteve no elenco da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 1974. Devido a problemas físicos e frequentes lesões, o ídolo palmeirense foi forçado a encerrar sua carreira em 1979, com apenas 29 anos. 

Pouco tempo depois do Palmeiras anunciar a morte do ex-jogador, Lucas Leiva se posicionou nas redes sociais. “Tenho certeza que vai fazer muito gol de cabeça no céu. Descanse em paz, tio”, lamentou.

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Postura

Marquinhos defende geração da seleção e cita aprendizado com derrotas

Quem está vivendo uma Copa pela primeira vez pode aprender muito com isso", disse Marquinhos

03/06/2026 23h00

Marquinhos, zagueiro da seleção brasileira

Marquinhos, zagueiro da seleção brasileira Foto: Divulgação

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Aos 32 anos, Marquinhos será o capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. Em sua terceira participação em um Mundial, o zagueiro do PSG, recém-campeão da Liga dos Campeões, afirmou que ainda não considera justo classificar sua geração, da qual fazem parte Neymar e Casemiro, como fracassada em Copas do Mundo.

"Vejo muitas reportagens com antigos campeões que fizeram parte de ciclos que não conseguiram vencer e depois participaram de campanhas vencedoras. Eles usam essa experiência de não ter conquistado o título, de sentir a dor da eliminação, como motivação. Quem está vivendo uma Copa pela primeira vez pode aprender muito com isso", disse Marquinhos.

O defensor admitiu que o momento em que o Brasil chega à Copa de 2026, disputada na América do Norte, é diferente das edições de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, quando a seleção figurava entre as principais favoritas ao título.

"Não faz sentido comparar com outras Copas. Chegamos bem em outras edições, com grandes expectativas, e não conseguimos vencer. Este é um momento muito diferente. O futebol entrega surpresas. Os últimos campeões mostraram isso. Souberam crescer durante a competição. Já vivi isso na Champions League: começamos sem estar tão bem e acabamos campeões. O importante não é como se começa, mas como se termina", afirmou.

Líder do elenco ao lado de Danilo, Casemiro, Alisson e Vinícius Júnior, Marquinhos defendeu que os jogadores mais experientes não devem assumir o papel de donos da verdade dentro do grupo. Enquanto ele concedia entrevista, os atacantes Rayan e Endrick, ambos de 19 anos, acompanhavam a coletiva na sala de imprensa do hotel onde a delegação brasileira está hospedada.

"Talvez não caiba apenas aos veteranos pensar que são os donos da verdade e que, por terem mais experiência, precisam ensinar tudo aos mais jovens. Todos nós temos responsabilidades. Eu falo muito da minha experiência no clube. Lá também temos um elenco com média de idade baixa, mas preparado para grandes desafios", disse.

O ABRAÇO EM GABRIEL MAGALHÃES

Viralizou no sábado, 30, o abraço que Marquinhos deu em Gabriel Magalhães após o zagueiro do Arsenal desperdiçar o pênalti que garantiu o título da Liga dos Campeões ao PSG. O capitão da seleção lembrou imediatamente do pênalti que perdeu nas quartas de final da Copa do Mundo de 2022, na eliminação para a Croácia

"Acho que não cabe a mim falar sobre como ele está se sentindo. Não sei a dimensão exata do que ele viveu. Perder um pênalti em uma Copa do Mundo tem um peso muito grande. É uma cicatriz que eu também carrego. O melhor é que ele responda por si mesmo", disse.

"Na minha opinião, ele foi o melhor zagueiro do mundo nesta temporada. Não merecia carregar esse peso sozinho. Todos querem fazer o melhor, mas nem sempre conseguimos. Nada daquele momento apaga a temporada que ele fez. Vamos precisar muito dele aqui, e espero que consiga assimilar isso o mais rápido possível", afirmou.

Marquinhos disse ter se surpreendido com a repercussão do gesto, que considerou natural. Assim que Gabriel perdeu a cobrança, em vez de comemorar o título com os companheiros, correu em direção ao colega de seleção para confortá-lo.

"Ele me mandou uma mensagem agradecendo pelo apoio e pelo abraço Posso dizer que a maior vitória daquela noite foi justamente a repercussão que isso teve. Minha mãe ficou orgulhosa, minha esposa, meus irmãos, toda a minha família. Essa foi a minha maior vitória naquela noite. Nós, jogadores, precisamos seguir em frente rapidamente. Quando ganhamos um título, também não podemos comemorá-lo para sempre", concluiu.

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