Cidades

Copa do Mundo

Confira o que abre e o que fecha nesta sexta (2), durante o jogo do Brasil

Veja como ficam os expedientes durante o jogo contra Camarões

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Nesta sexta (2), o Brasil irá enfrentar a seleção camaronesa às 15h (de MS). A seleção canarinha vem de duas vitórias e segue na liderança do grupo G, com 6 pontos.

Como de praxe, veja o que abre e o que fecha na Capital durante a partida. 

Shoppings - Sem alteração nos quatro shoppings da cidade: Campo Grande, Norte-Sul, Bosque dos Ipês e Pátio Central Shopping, funcionarão normalmente, ficando definido também que os comerciantes estão autorizados a fechar as portas meia hora antes dos jogos do Brasil, retomando as atividades meia hora depois das partidas. Fica a critério dos empresários responsáveis pelas lojas se irão aderir ou não à medida.

Hemosul - Horário de atendimento ao público do Hemosul Coordenador será das 7h00 às 13h00. 

O Hemosul Coordenador fica na Avenida Fernando Corrêa da Costa, 1.304.

Bancos - Conforme informações da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), nas agências bancárias do Estado, o funcionamento será das 8h00 às 13h00.

Supermercado - As recomendações seguem sem alteração, em relação ao último jogo da seleção canarinha.

Cada supermercado irá decidir se vai paralisar o atendimento, ou se irá fechar nos horários do jogo da seleção. Cabendo ao supermercado informar os clientes sobre qual procedimento será adotado. Conforme informado pela Associação Sul-mato-grossense de Supermercados (AMAS).

Comércio - As orientações da Fecomércio seguem as mesmas: Cabe ao comerciante decidir se irá fechar ou se irá funcionar normalmente. Dessa forma, o critério é do empresário.

Detran - O Departamento funcionará das 07h30 às 13h30.

Unidades de Saúde - De acordo com a publicação do Diário Oficial de hoje (30),  as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Saúde da Família, que prestam serviços de saúde diretamente ao usuário, o horário de funcionamento será das 7h00 às 14h00. 

Casa da Saúde - O atendimento acontece das 7h às 13h30, com entrega de senhas até às 12h30.

Repartições públicas estaduais - O expediente será das 7h30 às 13h30. 

Conforme informado pela assessoria do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, mantém-se o decreto publicado no dia 11 de novembro. Vale ressaltar que o decreto não se aplica aos setores e serviços considerados essenciais, já que por sua natureza não podem ser paralisados ou interrompidos. Segurança, saúde e transporte, por exemplo.

Repartição pública municipal - Fica concedido ponto facultativo a partir das 14h00.

Conforme o Decreto 15.424, de 9 de novembro de 2022, da Prefeitura de Campo Grande.

Central do IPTU - A central do IPTU funcionará das 8h00 às 16h00, com Teleatendimento funcionando das 8h00 às 16h00 em regime de plantão. Conforme informado pela prefeitura de Campo Grande, durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo, o funcionamento será normal.

Cartórios - Tanto o poder Judiciário, quanto os Cartórios, irão funcionar com o expediente reduzido nesta sexta-feira (2): expediente e atendimento ao público será das 7h30 às 13h30.

Conforme informado pela portaria 334/2022, publicada no dia 8 de novembro, pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), 

Delegacias - As delegacias seguem o decreto estadual, logo, funcionarão até às 13h30, com exceção das Delegacias de Pronto Atendimento (Depacs), Cepol, no Tiradentes e Centro e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

Peg Fácil e ônibus - Por tratar-se de atividade considerada essencial, não segue o decreto estadual. Portanto, funcionarão normalmente. Com exceção da Central de Atendimento do Consórcio Guaicurus, que funcionará das 07h30 às 14h30.

Lotérica - Conforme informações da Caixa Econômica Federal, as lotéricas seguirão a dinâmica do comércio local, portanto, fica a critério de cada empreendedor se terá alteração no expediente.

Correios - O expediente será finalizado às 14h.

Bioparque - Horário de visita será das 8h00 às 13h30, serão entregues um limite de 500 senhas.

Rede Municipal de Ensino - Os professores da Rede Municipal de Educação entrarão em greve nesta sexta-feira (2), portanto, não haverá aula na rede.

Rede Estadual - Professores e alunos serão liberados às 11h00. 

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CRIME

Polícia investiga se jovem foi morto por engano em garagem de Dourados

Investigação aponta que o empresário Claudio Henrique procurou a garagem demonstrando interesse na compra de uma Toyota SW4, para atrair o verdadeiro alvo da execução

25/08/2026 08h10

Jovem foi executado com três tiros na cabeça, na garagem do pai, em Dourados

Jovem foi executado com três tiros na cabeça, na garagem do pai, em Dourados Reprodução

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A Polícia Civil de Dourados trabalha em uma nova linha de investigação sobre o homicídio de Vitor Orsini, de 19 anos. As autoridades investigam se o crime pode ter sido ocorrido por engano durante uma emboscada que teria como alvo outro homem.

Informações preliminares apontam que o jovem foi confundido pelos pistoleiros com a pessoa que deveria ser executada na tarde de 7 de agosto, dentro da garagem de veículos da família, na Avenida Hayel Bon Faker.

Claudio Henrique de Arruda, de 43 anos, dono de uma academia e preso preventivamente no decorrer das investigações, é suspeito de ter participado da preparação da armadilha. O alvo seria um homem com quem ele já havia sido preso por tráfico de drogas anos atrás.

Ainda conforme as informações sobre a investigação, Claudio procurou a garagem demonstrando interesse na compra de uma Toyota SW4. Conversas encontradas no telefone celular de Vítor indicam que o empresário informou que uma pessoa (o alvo) iria ao estabelecimento por volta das 14h para avaliar a caminhonete.

A negociação, porém, teria servido apenas como estratégia para levar o verdadeiro alvo ao endereço justamente no horário em que os pistoleiros pela execução chegariam.

O homem esperado pelos criminosos não apareceu no momento combinado. Quando os autores chegaram à garagem, encontraram o jovem de 19 anos próximo aos veículos. A suspeita é de que, por ele estar de costas, os pistoleiros tenham acreditado que estavam diante da pessoa indicada para morrer.

Até o momento, não há indício que aponte a participação de Vitor na disputa que motivou o suposto plano de execução.

O homem que seria o alvo original mora na região sul de Dourados e, até o momento, não é apontado como participante da morte de Vítor.

Presos

As primeiras prisões ocorreram no dia 11 de agosto, quando Denis Barbosa de Mello, de 25 anos, foi localizado em um hotel no distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã. Ele é apontado pelas investigações como autor dos disparos contra Vitor. Um adolescente de 17 anos também foi apreendido por suspeita de participação no crime.

No dia 17 de agosto, Alexsander Gonçalves Borges, de 27 anos, foi preso em Ponta Porã. Conforme a apuração, ele teria pilotado a motocicleta utilizada para levar o suspeito dos disparos até a garagem e auxiliado na fuga após o crime.

Já no dia 21, a Polícia Civil prendeu preventivamente Cláudio Henrique de Arruda, de 43 anos, empresário e proprietário de uma academia em Ponta Porã. Ele foi o quarto investigado detido no caso, durante operação que também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na região de fronteira. A participação dele no homicídio ainda é investigada.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul divulgou, nesta segunda-feira (24), as imagens de mais dois investigados que permanecem foragidos. São eles: Jeferson Lopes, de 31 anos, e Marcos Antônio Olmedo Vera, de 23. 

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Jagueretê-oeste

Operação do Exército na fronteira já soma apreensões milionárias

Ação militar intensifica fiscalização e impõe prejuízo ao crime

25/08/2026 08h00

Militares durante fiscalização de ônibus, na BR-262, perto de Corumbá; iniciativa é uma das ações da Operação Jaguaretê-Oeste

Militares durante fiscalização de ônibus, na BR-262, perto de Corumbá; iniciativa é uma das ações da Operação Jaguaretê-Oeste Foto: Divulgação

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A Operação Jaguaretê-Oeste, coordenada pelo Comando Militar do Oeste (CMO), já resultou em mais de R$ 41,2 milhões em prejuízos estimados às atividades criminosas na faixa de fronteira brasileira. A ofensiva, que tem Mato Grosso do Sul como um dos principais centros de coordenação, mobiliza mais de 600 militares e conta com a participação de órgãos federais e estaduais no combate ao tráfico de drogas, contrabando, descaminho e crimes ambientais.

Os primeiros resultados oficiais divulgados pelo Exército confirmam, na prática, a dimensão da operação que havia sido antecipada pelo Correio do Estado em julho.

Até o início deste mês, as equipes haviam apreendido 34 quilos de cocaína, 6,5 toneladas de maconha, 94 kg de skunk, 12 kg de pasta base de cocaína e 11,9 kg de drogas sintéticas.

Também foram recolhidos outros 194 kg de substâncias ilícitas, além de armas de fogo, munições, 21 veículos e mais de 79,9 mil pacotes de cigarros.

A soma das apreensões representa um prejuízo estimado de R$ 41,2 milhões às organizações criminosas e demais atividades ilegais alcançadas pela operação. O valor considera não apenas as drogas e os produtos de contrabando retirados de circulação, mas também veículos e outros bens empregados nas práticas criminosas.

Os números dão uma primeira dimensão do alcance da Operação Jaguaretê-Oeste, concebida para atuar de maneira ampla em uma das regiões mais sensíveis do território nacional.

A operação abrange os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina e reúne unidades militares distribuídas ao longo da faixa de fronteira.

OPERAÇÃO

A ofensiva foi planejada pelo Exército com o objetivo de ampliar a capacidade de dissuasão e repressão aos crimes transfronteiriços, especialmente em áreas utilizadas por organizações criminosas para a entrada e circulação de drogas, armas, cigarros e outros produtos ilegais.

A atuação também busca apoiar as forças de segurança pública sem comprometer investigações ou operações que já estejam em andamento.

Em entrevista ao Correio do Estado antes do início da operação, o comandante do CMO, general Alcides Valeriano de Faria Júnior, explicou que a dimensão da Operação Jaguaretê-Oeste exigia planejamento prévio e uma coordenação cuidadosa com as demais instituições.

Segundo ele, o Centro de Coordenação de Operações do CMO realizou reuniões com diferentes órgãos para evitar sobreposição de ações.

A preocupação é especialmente relevante em regiões de fronteira, onde a atuação simultânea de diferentes forças pode comprometer operações sigilosas.

“Se a Polícia Federal, por exemplo, pode estar conduzindo uma operação dela e eu vou na mesma área em que ela está, uma pode atrapalhar a outra”, afirmou o general, na ocasião.

Por isso, um dos principais pilares da Operação Jaguaretê-Oeste é justamente o compartilhamento de informações entre as instituições. A operação é realizada em integração com as Polícias Federal, Rodoviária Federal, Receita Federal, Polícias Civil e Militar e órgãos especializados, como o Departamento de Operações de Fronteira (DOF) de Mato Grosso do Sul.

Na prática, as equipes empregam patrulhamentos terrestres e fluviais, estabelecem postos de bloqueio e controle e realizam fiscalizações de pessoas, veículos e embarcações.

O emprego de viaturas e embarcações amplia a presença das forças de segurança em áreas que, pela extensão territorial e pelas características geográficas, são difíceis de serem monitoradas de maneira permanente.

Em MS, a operação envolve unidades como a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, sediada em Dourados; a 18ª Brigada de Infantaria de Pantanal.

Parte dessas estruturas está inserida no Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), considerado uma ferramenta estratégica para ampliar a capacidade de vigilância do território.

O alcance da operação, porém, ultrapassa as fronteiras do Estado. Em Cuiabá (MT), a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada e em Cascavel (PR), a 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, também intensificaram as ações de combate aos crimes transfronteiriços.

A atuação conjunta alcança ainda unidades militares em Santa Catarina, formando um corredor de fiscalização que se estende por uma parcela significativa da fronteira brasileira.

Antes mesmo da divulgação dos primeiros números oficiais, a dimensão da estratégia já havia sido revelada pelo Correio do Estado.

Em julho, o general Alcides havia explicado que a operação seria coordenada a partir de MS e envolveria tropas desde Santa Catarina até Rondônia. Na estrutura do Exército, a operação foi classificada como “singular”, por ser executada com recursos próprios da Força Terrestre.

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