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Mais de 100 mil doses de vacinas contra Covid-19 chegaram ao Estado nesta quinta-feira

São 109,5 mil doses das vacinas Coronavac e AstraZeneca, segundo maior quantitativo já recebido pelo Estado

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Mato Grosso do Sul recebeu na manhã desta quinta-feira (1º) novo lote com 109,5 mil doses de vacinas Coronavac e AstraZeneca. 

É a maior quantidade de vacinas que o Estado já recebeu, o avião com os imunizantes chegaram às 9h no Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Do total, são 101.000 doses da vacina Coronavac e 8.500 doses da vacina AstraZeneca. 

Este é o 11º lote enviado para Mato Grosso do Sul, totalizando 576.510 doses já recebidas.

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende acredita que este quantitativo vai garantir que os municípios concluam a vacinação de grupos prioritários remanescentes e continuem avançando na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Estado.

Últimas notícias

“Mato Grosso do Sul é exemplo para o país na distribuição dos lotes e aplicação das vacinas. Vamos seguir firme para avançar cada vez mais na imunização da população”. 

Os novos imunizantes vão garantir que a aplicação na Capital continue, já que hoje elas foram interrompidas por falta de doses. 

Depois que saem do Aeroporto elas são encaminhadas para o Centro de Imunização do Estado, para serem distribuídas para os municípios.

De acordo com o Vacinômetro, Mato Grosso do Sul já aplicou 404.734 doses da vacina contra Covid, sendo 309.872 pessoas que receberam a primeira dose e 94.862 que receberam a segunda dose. Além disso, é o estado que mais vacinou no Brasil, 11,03% da população adulta receberam a 1ª dose do imunizante.

Cronologia de doses recebidas

No dia 18 de janeiro, 158.760 doses da vacina Coronavac desembarcaram na Base Aérea de Campo Grande.

Em 22 de janeiro, 2 milhões de doses da vacina de Oxford chegaram no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Depois, seguiram para o Rio de Janeiro. Desse número, 22 mil vieram para o Estado no dia 24 de janeiro.

No dia 25 de janeiro, 10,2 mil doses da vacina Coronavac desembarcaram no Aeroporto Internacional de Campo Grande em um voo da Latam.

Mais  32 mil doses da vacina Coronavac chegaram em 7 de fevereiro no Aeroporto Internacional de Campo Grande. As vacinas vieram acondicionadas em 160 caixas.

Em 24 de fevereiro, o Estado recebeu 35,7 mil doses da Coronavac e AstraZeneca.

Sexta remessa, com 27,8 mil doses da Coronavac, desembarcou no Aeroporto Internacional de Campo Grande na manhã de 3 de março.

Em 9 de março, a sétima remessa com 30,6 mil doses chegou ao Estado em um voo da Latam, vindo de Guarulhos.

Em 18 de março, chegaram mais 54,6 mil doses no Aeroporto da Capital. Já é a oitava remessa. 

Em 20 de março, chegou a nona remessa com mais de 48,6 mil doses no Aeroporto Internacional de Campo Grande

décima remessa com 46,7 mil doses chegou à Mato Grosso do Sul em 26 de março de 2021.

As vacinas já estão em todos os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. A cada lote de entregas, os imunizantes vão sendo distribuídos imediatamente.

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Abaixo da média nacional

MS tem a 4ª menor taxa de roubo e furto de celulares do País

Anuário de Segurança Pública aponta queda de 15,2% nas ocorrências no Estado, índice superior à média nacional, mas alerta para aumento das mortes violentas, alta taxa de feminicídios e incidência de estupros

23/07/2026 17h07

Furtos e roubos de celulares tiveram queda em Mato Grosso do Sul

Furtos e roubos de celulares tiveram queda em Mato Grosso do Sul Arquivo

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O Anuário de Segurança Pública, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra que Mato Grosso do Sul é uma das unidades da federação com a menor incidência de furtos e roubos de telefones celulares no Brasil. 

O Estado tem a quarta menor taxa do Brasil: 193,7 furtos ou roubos de celulares e fica atrás do Rio Grande do Sul (128,8), Paraíba (153,6) e Minas Gerais (182). 

A taxa nacional de roubos e furtos de telefones celulares é de 371,2 ocorrências por 100 mil habitantes, enquanto a taxa local (193,7) é quase a metade da brasileira. 

O estado seguiu a tendência nacional de queda (que foi de -7,7% no indicador agregado), mas com uma intensidade de redução superior à média do Brasil (-15,2% vs -7,7%).

Ao detalhar os números por tipo de ocorrência, observa-se que a maior queda no estado ocorreu nos roubos de celulares, que envolvem o emprego de violência ou ameaça. A taxa desse crime recuou 23,3 por cento, passando de 59,7 em 2024 para 45,8 em 2025. 

Em números absolutos, as subtrações totais de aparelhos no estado caíram de 6.631 para 5.664 registros no último ano. 

Já os furtos de celulares, cometidos sem o contato direto ou violência contra a pessoa, tiveram uma redução de 12,4 por cento na taxa local.

Outro indicador que reforça o recuo dos crimes patrimoniais em Mato Grosso do Sul é o de receptação. Enquanto o Brasil registrou um aumento de 3,3 por cento nesse tipo de delito, o estado apresentou uma das quedas mais expressivas do país, com redução de 30,3 por cento nos registros de posse ou comercialização de bens roubados. 

Essa tendência sugere uma possível desarticulação nas cadeias de mercado ilícito de eletrônicos na região.

Crimes contra o patrimônio

A tendência de queda também foi verificada em outros delitos contra o patrimônio. O roubo e furto de veículos em Mato Grosso do Sul apresentou uma redução de 20,5 por cento na taxa por frota, superando a queda nacional de 14,3 por cento. 

Além disso, os roubos a estabelecimentos comerciais no estado diminuíram 21,3 por cento e os roubos a residências recuaram 9,6 por cento entre 2024 e 2025.

Aumento de mortes violentas

Apesar dos avanços na segurança patrimonial, o Anuário destaca desafios significativos em indicadores de violência letal e contra grupos vulneráveis no estado. Ao contrário da média nacional, que reduziu as Mortes Violentas Intencionais (MVI) em 8,2 por cento, Mato Grosso do Sul foi uma das apenas sete unidades da federação que registraram aumento nesse índice, com uma variação de 4,9 por cento. 

O estado também mantém a quarta maior taxa de feminicídios do país, com 2,7 casos por 100 mil mulheres, embora tenha registrado a maior queda nacional nos registros de violência psicológica, com redução de 44,5 por cento. 

No que tange aos crimes sexuais, Mato Grosso do Sul apresenta a quinta maior taxa de estupro e estupro de vulnerável do Brasil, com 79,5 casos por 100 mil habitantes.

 

Ranking nacional de roubo e furto de celulares (2025)
 

Taxa por 100 mil habitantes

1º Distrito Federal – 677,1
2º Amazonas – 671,9
3º Amapá – 611,4
4º São Paulo – 552,2
5º Pará – 536,0
6º Rondônia – 473,2
7º Pernambuco – 426,7
8º Rio de Janeiro – 419,1
9º Maranhão – 400,8
10º Espírito Santo – 391,1
11º Bahia – 366,9
12º Piauí – 355,1
13º Acre – 354,1
14º Rio Grande do Norte – 351,4
15º Ceará – 330,1
16º Roraima – 326,6
17º Sergipe – 282,0
18º Paraná – 254,3
19º Alagoas – 252,6
20º Tocantins – 224,0
21º Santa Catarina – 221,4
22º Goiás – 220,2
23º Mato Grosso – 209,0
24º Mato Grosso do Sul – 193,7
25º Minas Gerais – 182,0
26º Paraíba – 153,6
27º Rio Grande do Sul – 128,8

Média nacional: 371,2 ocorrências por 100 mil habitantes.

Preso

Polícia de MS desmonta esquema que vendia droga "gourmet" para todo o Brasil

Investigação da Denar aponta que suspeito comandava uma espécie de "loja virtual" de entorpecentes de alta pureza, com catálogo nas redes sociais, tabela de preços, promoções e entregas para clientes em diferentes estados brasileiros.

23/07/2026 16h32

Drogas de alta pureza, flores de cannabis, derivados, arma, munições e equipamentos utilizados na comercialização dos entorpecentes foram apreendidos durante a operação da Denar, em Campo Grande.

Drogas de alta pureza, flores de cannabis, derivados, arma, munições e equipamentos utilizados na comercialização dos entorpecentes foram apreendidos durante a operação da Denar, em Campo Grande. Foto: Policia Civil

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Um sofisticado esquema de tráfico de drogas, que utilizava redes sociais, catálogo de produtos e até promoções para comercializar entorpecentes de alta pureza, foi desarticulado pela Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), em Campo Grande, na quarta-feira (22).

A ação, realizada durante a Operação Saldo Negativo, resultou na prisão de um homem de 32 anos apontado como um dos principais fornecedores de drogas da Capital, responsável por abastecer consumidores em Mato Grosso do Sul e também em outros estados do país.

As investigações tiveram início após a apreensão de uma remessa de drogas enviada por um comparsa do suspeito por meio de uma transportadora.

A partir da interceptação da encomenda, os policiais identificaram uma estrutura criminosa organizada, que utilizava plataformas digitais para anunciar os produtos e ampliar o alcance da distribuição dos entorpecentes. 

Segundo a Polícia Civil, o investigado operava uma verdadeira "loja gourmet" de drogas.

O grupo oferecia substâncias de maior pureza que as normalmente encontradas no tráfico convencional, divulgadas em um catálogo virtual com descrição dos produtos, tabela de preços, promoções e sistema de entrega, estratégia voltada a um público específico e com maior poder aquisitivo. 

Com o avanço das apurações, a Justiça autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, além de decretar sua prisão preventiva.

Durante a operação, os agentes localizaram diversos tabletes e porções de drogas já fracionadas para venda, flores de cannabis, extratos da planta, embalagens de produtos derivados, balanças de precisão, máquina de cartão, seladora de embalagens, aparelhos celulares e outros equipamentos utilizados na preparação e comercialização dos entorpecentes.

Um revólver e munições sem registro também foram apreendidos. 

Além da ordem de prisão preventiva expedida pela Justiça, o homem também foi autuado em flagrante pelos materiais encontrados durante as buscas. Todo o material recolhido foi encaminhado para perícia e será incorporado ao inquérito policial. 

De acordo com a Denar, o nome Operação Saldo Negativo faz referência ao objetivo de interromper o fluxo financeiro da organização criminosa, que utilizava ferramentas digitais para expandir o comércio de drogas e alcançar compradores em diferentes regiões do Brasil.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros integrantes da rede de distribuição, possíveis fornecedores e destinatários das remessas enviadas para fora de Mato Grosso do Sul. 

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