Cidades

POSSÍVEL FEMINICÍDIO

Polícia encontra mulher morta com sinais de enforcamento em Campo Grande

Vítima foi encontrada em residência na região norte da Capital, onde haviam marcas de sangue, e caso segue sendo investigado pela polícia

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Antes do ano chegar ao fim, durante a noite do penúltimo dia de 2025, uma mulher foi encontrada nesta terça-feira (22) sem vida e com sinais de enforcamento, na região norte de Campo Grande.   

Ainda sem confirmação da identidade dessa vítima, o caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que de hoje (31) até o próximo domingo (04) seguirá em plantão apenas para atendimento de demandas internas. 

Durante a noite desta última terça-feira (30) de 2025, conforme repassado por moradores das redondezas e veiculado pela imprensa local, a mulher foi encontrada no loteamento Taquaral Bosque na Capital. 

Na região norte de Campo Grande, também identificada na Cidade Morena como "Prosa", a ocorrência foi atendida por agentes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. 

Nessa residência em que o corpo, até o momento sem identificação, foi localizado, os agentes puderam identificar uma série de marcas de sangue.

Além disso, relatos repassados por moradores indicam que a vítima possivelmente pode ter sido morta enforcada, o que levanta a suspeita de mais um possível feminicídio no Mato Grosso do Sul em 2025. 

Feminicídios de 2025

1° feminicídio de 2025 aparece como sendo sendo a morte de Karina Corin, de 29 anos, baleada na cabeça pelo ex-companheiro Renan Dantas Valenzuela, de 31 anos, nos primeiros dias de fevereiro 

Já o segundo feminicídio deste ano em MS foi a morte de Vanessa Ricarte, esfaqueada aos 42 anos, por Caio Nascimento, criminoso com passagens por roubo, tentativa de suicídio, ameaça, além de outros casos de violência doméstica contra a mãe, irmã e outras namoradas.

No terceiro caso de 2025, a vítima foi Juliana Domingues, de 28 anos, assassinada com golpes de foice pelo marido, na noite do dia 18 de fevereiro, na comunidade indígena Nhu Porã, em Dourados, município localizado a 226 quilômetros de Campo Grande.

Quatro dias depois, no dia 22 de fevereiro, Mirieli dos Santos, de 26 anos, foi a quarta vítima do ano, morta a tiros pelo ex-namorado, Fausto Junior, no município de Água Clara - localizado a 193 km de Campo Grande.

No dia seguinte, Emiliana Mendes, de 65 anos, foi morta no município de Juti, localizado a 310 km de distância de Campo Grande. A vítima foi brutalmente atacada pelo suspeito, que, após esganá-la, arrastou seu corpo até uma residência e colocou em cima de um colchão, a fim de simular uma eventual morte natural. 

O sexto caso de feminicídio registrado em 2025 foi o de Giseli Cristina Oliskowiski, morta aos 40 anos, encontrada carbonizada em um poço no bairro Aero Rancho, em Campo Grande. O crime aconteceu no dia 1º de março;

O sétimo aconteceu em Nioaque e trata-se do feminicídio de Alessandra da Silva Arruda, em 29 de março, morta aos 30 anos por Venilson Albuquerque Marques, preso em flagrante horas depois convertida posteriormente para preventiva.

Já o oitavo feminicídio foi o de Ivone Barbosa da Costa Nantes, morta a golpes de faca na região da nuca pelas mãos do então namorado no assentamento da zona rural de Sidrolândia batizado de Nazareth, em 17 de abril. 

nono caso foi registrado com o achado do corpo de Thácia Paula Ramos de Souza, de 39 anos, encontrado na tarde do dia 14 de maio, no Rio Aporé, em Cassilândia-MS, segundo divulgado pela Polícia Civil. De acordo com as informações, o crime aconteceu no dia 11 de maio. 

Já o décimo caso, foi o de Simone da Silva, de 35 anos, na noite do dia 14 de maio, morta a tiros na frente dos próprios filhos por William Megaioli da Silva, de 22 anos, que se entregou à polícia ainda com a arma em mãos. 

No 11º feminicídio de Mato Grosso do Sul, a vítima foi Olizandra Vera Cano, de 26 anos, que foi assassinada com golpes de faca no pescoço pelo marido de 32 anos, no dia 23 de maio. O autor acabou preso em flagrante, na cidade de Coronel Sapucaia, a 395 quilômetros de Campo Grande.

O 12º caso aconteceu no dia 25 de maio, no Hospital Regional de Nova Andradina, e vitimou Graciane de Sousa Silva, que foi vítima de diversas agressões durante quatro dias seguidos, na cidade de Angélica, distante aproximadamente 275 quilômetros de Campo Grande.

Seguindo a sequência, Vanessa Eugênia Medeiros, de 23 anos, e a filha Sophie Eugênia Borges, de apenas 10 meses, foram as 13ª e 14ª  vítimas de femicídio, em Mato Grosso do Sul. As duas foram mortas e queimadas no dia 26 de maio, no bairro São Conrado, em Campo Grande. O autor do crime, João Augusto Borges, de 21 anos, que era marido de Vanessa e pai de Sophie confessou o duplo homicídio, e afirmou que o cometeu pois Vanessa queria se separar e ele não queria pagar pensão para a filha.

Já a 15ª morte por feminicídio em Mato Grosso do Sul neste ano, foi a de Eliane Guanes, de 59 anos, que foi queimada viva pelo capataz Lourenço Xavier, de 54 anos. De acordo com as informações, ele jogou gasolina no corpo de Eliane e ateou fogo na mulher, em fazenda na região da Nhecolândia, no Pantanal de Corumbá, onde os dois trabalhavam. O crime aconteceu na noite do dia 6 de junho.

Doralice da Silva, de 42 anos, foi a 16ª vítima de 2025, morta a facadas no dia 20 de junho, após uma discussão com o companheiro Edemar Santos Souza, de 31 anos, principal suspeito. O crime ocorreu na Rua dos Pereiras, na Vila Juquita, em Maracaju, a cerca de 159 quilômetros de Campo Grande.

A 17ª vítima foi  Rose Antônia de Paula, foi encontrada morta e praticamente decapitada, em uma casa em Costa Rica no dia 28 de junho. Rose era moradora de Bonito e pretendia retornar para a cidade no dia do crime. Entretanto, vizinhas estranharam o fato de ela não ter aparecido para tomar café em uma lanchonete que costumava frequentar. Pouco tempo depois, ela foi encontrada morta.

No dia 4 de julho, a 18ª vítima foi Michely Rios Midon Orue, de 48 anos, morta a facadas pelo próprio filho, de 21 anos, que era esquizofrênico. O crime aconteceu no município de Glória de Dourados, distante aproximadamente 260 quilômetros de Campo Grande. A vítima foi morta com pelo menos cinco facadas, sendo o golpe fatal desferido na região da jugular.

O 19° caso aconteceu no dia 25 de julho, com a morte de Juliete Vieira, de 35 anos, que foi esfaqueada pelo irmão, Edivaldo Vieira, de 41 anos. O crime aconteceu na cidade de Naviraí, distante aproximadamente 359 quilômetros de Campo Grande. 

Na sequência da estatística dos feminicídios registrados desde o início, a 20.ª vítima foi a professora Cinira de Brito, morta por Anderson Aparecido de Olanda, de 41 anos, que esfaqueou a companheira com dois golpes na perna, três no abdômen e depois tirou a própria vida. 

Já a 21ª vítima de feminicídio em 2025 foi Salvadora Pereira, de 22 anos, assassinada com tiro no rosto pelo então companheiro, José Cliverson Soares, 32 anos, na frente de cerca de cinco crianças com idades entre dois e oito anos. 

Depois, o 22° caso de feminicídio foi a morte de Dahiana Ferreira Bobadilla, morta aos 24 anos por Dilson Ramón Fretes Galeano, de 41 anos, que fugiu após enterrar o corpo em cova rasa às margens do Rio Apa, em Bela Vista. 

Após ser mantida em cárcere privado pelo então marido, Érica Regina Mota, de 46 anos, foi a 23ª vítima de feminicídio em 2025 no Mato Grosso do Sul, morta a facadas por Vagner Aurélio, de 59 anos, preso em flagrante poucas horas depois. 

O 24° feminicídio registrado foi o de Dayane Garcia, de 27 anos, que morreu na Santa Casa de Campo Grande depois de passar 77 dias internada, após ser ferida a tiros pelo ex-marido Eberson da Silva, de 31 anos, ainda em 18 de junho. 

O 25° caso foi o de Iracema Rosa da Silva, morta aos 75 anos em Dois Irmão do Buriti, por defender a filha do genro que cometia violência doméstica.

Caso confirmado, o 26° feminicídio será o de Gisele da Silva Saochine, morta aos 40 anos pelo marido no quintal de casa. Em seguida, ele a arrastou para o quarto e a incendiou. Depois, foi para o carro que estava na garagem, e colocou fogo em si mesmo, morrendo carbonizado.

27° foi o de Ana Taniely Gonzaga de Lima, de 25 anos, morta em Bela Vista, pelo ex que não aceitava o fim do namoro. Inconformado com o fim da relação, ele passou a insistir em uma reconciliação, até que encontrou a vítima e a agrediu com golpes de faca e também com um pedaço de madeira, causando ferimentos graves que resultaram em sua morte.

A 28ª vítima foi  Erivelte Barbosa Lima de Souza, de 48 anos, que foi esfaqueada pelo marido Adenilton José da Silva Santos, de 30 anos, em Paranaíba. Adenilton José da Silva Santos foi preso em flagrante e levado à delegacia do município. Durante o interrogatório, ele confessou o crime e contou que não conseguia lembrar o que o levou à prática, já que estava embriagado.

A 29ª vítima foi Andreia Ferreira, de 40 anos, assassinada a tiros pelo marido Carlos Alberto da Silva. Irritado após discussão do casal, Carlos usou a arma que tinha em casa para disparar contra a mulher. O homem ficou foragido, mas foi preso uma semana após o ocorrido no dia 12 de outubro.

Solene Aparecida Ferreira Corrêa, de 46 anos, foi a 30ª vítima de feminicídio. Ela foi encontrada morta no chão de sua casa, com marcas de violência e sinais de enforcamento. O caso aconteceu em Três Lagoas e a suspeita pela morte era sua companheira, identificada como Laura Rosa Gonçalves, que foi presa em flagrante.

Luana Cristina Ferreira Alves, de 32 anos, foi a 31ª vítima de feminicídio em Mato Grosso do Sul. Ela foi morta a facadas no Jardim Colúmbia, em Campo Grande, na noite do dia 28 de outubro.

O 32° caso foi de Aline Silva no dia 04 de novembro, morta a facadas na frente da mãe e da filha, após se recusar a ter um relacionamento amoroso com o homem.

Já o 33° caso foi o da mulher de 43 anos, morta a facadas em Aparecida do Taboado, identificada depois como Mara Aparecida do Nascimento Gonçalves

A vítimas do 34° e 35° feminicídios de 2025 tratam-se de um caso da mesma família, em que Rosimeire Vieira de Oliveira, de 37 anos e sua mãe, Irailde Vieira Flores de Oliveira, de 83 anos, foram mortas à facadas durante a madrugada, pelo ex-namorado de Rosimeire. 

Morta enforcada pelo companheiro na noite de segunda-feira (17 de novembro), Gabrielle Oliveira dos Santos, de 25 anos, é a 36ª vítima de feminicídio do ano, crime que ocorreu na chácara onde o casal morava, em Sonora, município localizado no extremo norte de Mato Grosso do Sul.

Faltando quase um mês para o Natal, em 24 de novembro Mato Grosso do Sul chegou ao 37° registro de feminicídio de 2025, último caso até então, quando a ex-guarda municipal Alliene Nunes Barbosa, de 50 anos, foi morta em Dourados esfaqueada pelo ex-marido, Cristian Alexandre Cebeza Henrique.

Na segunda-feira (08), Ângela Naiara Guimarães Gurgel, esfaqueada com canivete na barriga pelo próprio marido, foi mais uma vítima de feminicídio em 2025 no Mato Grosso do Sul. O caso aconteceu no bairro Taveirópolis, em Campo Grande e fica sendo o 38° feminicídio do ano.

Antes desse caso que segue sendo apurado, Aline Barreto da Silva, de 33 anos, tornou-se a 39ª vítima do Estado em 2025, morta a facadas pelo marido, em 14 de dezembro.

 

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Nesta segunda-feira

Com Freddie Mercury e estátua de Wagner Moura, Capivara Blasé reúne 15 mil foliões

De acordo com a Guarda Civil Metropolitana, 50 mil pessoas curtiram folia na esplanada ferroviária no último final de semana

16/02/2026 19h15

Guarda Metropolitana estima que 15 foliões estejam na Esplanada Ferroviária nesta segunda-feira

Guarda Metropolitana estima que 15 foliões estejam na Esplanada Ferroviária nesta segunda-feira Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Nem a chuva repentina desta segunda-feira de Carnaval foi capaz de esfriar a animação na Esplanada Ferroviária, que recebeu diversas famílias e foliões fantasiados de Freddie Mercury, Pantera Cor-de-Rosa e até mesmo uma estátua do ator Wagner Moura, vencedor do Globo de Ouro e indicado ao Oscar.

O espaço que segunda a Guarda Metropolitana recebeu cerca de 50 mil foliões entre sexta-feira e domingo, e deve receber outras 15 mil pessoas ainda nesta noite.

Quem começou a semana na farra garantiu que o Carnaval 2026 da Capital tem sido, de modo geral, bastante seguro e com espaço para todo tipo de folião.

“Com chuva ou sem chuva, a gente vai ficar aqui de qualquer jeito. Sexta e sábado eu fui bem demais, fiquei por aqui até às 7h da manhã. Domingo eu dei uma descansada e hoje eu vou até a hora que acabar. No geral, o carnaval de Campo Grande está bom, nota 10 sempre. Só saio daqui quando a polícia me mandar embora (risos)”, destacou o cientista de dados Hugo César, de 28 anos, entusiasta da Pantera Cor-de-Rosa.

Guarda Metropolitana estima que 15 foliões estejam na Esplanada Ferroviária nesta segunda-feira Eduardo Ferreira ao lado da amiga Thaisa Maluf  / Foto: Gerson Oliveira 

Há duas semanas em ritmo de festa, o pesquisador acadêmico na área da saúde Eduardo Ferreira, de 47 anos, garantiu que nem a intensa pancada de chuva entre o fim da tarde e o início da noite conseguiu afastar o bloco da rua.

“A chuva rápida não atrapalhou em nada. Mostrou o que tinha que mostrar, escondeu o que tinha que esconder e nossa noite ainda promete”, disse.

Para ele, a folia campo-grandense tem melhorado ao longo dos anos. “O carnaval de Campo Grande tem melhorado, me sinto seguro, inclusive hoje ‘eu tô com o diabo’”, destacou Eduardo. Inimigo do fim, acrescentou que vai até o encerramento da festa nesta segunda-feira.

Guarda Metropolitana estima que 15 foliões estejam na Esplanada Ferroviária nesta segunda-feira Lilian Veron ao lado das amigas Debora Bordin e Eliane Nobre/ Foto: Gerson Oliveira - Correio do Estado 

Para a jornalista Lilian Veron Garcia, 43 anos, a esplanada foi palco para uma homenagem a Wagner Moura, vencedor do Oscar, representado por uma estátua quase em tamanho real.

“Escolhemos o Wagner Moura porque achamos que ele é um grande ator brasileiro e hoje vamos entregar o Oscar para ele”, destacou ao Correio do Estado. Para ela, o carnaval de rua deste ano tem sido lindo e poderia se estender além da meia-noite. “Tem sido lindo. Na dispersão acontecem algumas confusões, e isso acaba quebrando um pouco o ritmo dos jovens que querem ficar mais. Mas, no geral, está tudo muito lindo e bem organizado”, frisou.

Guarda Metropolitana estima que 15 foliões estejam na Esplanada Ferroviária nesta segunda-feira Vitória Insabraude e a amiga Vitória Nantes / Foto: Gerson Oliveira

Em homenagem ao “Freddie Mercury Prateado”, a estudante Vitória Insabraude, de 20 anos, foi para o bloquinho caracterizada com visual prateado. Em seu terceiro dia de festa, disse ao Correio do Estado que a ideia da fantasia surgiu em uma conversa entre amigos.

“Decidimos juntos, em uma conversa em que todos estávamos bêbados, que viríamos de Freddie Mercury Prateado”, contou. Para ela, a folia deste ano está muito bem organizada. “Dá para beber e curtir. Todo mundo está bastante respeitoso, mas, como tudo que é bom acaba, hoje é meu último dia. Estou encerrando hoje (risos)”, declarou.

Guarda Metropolitana estima que 15 foliões estejam na Esplanada Ferroviária nesta segunda-feira Aline Rocha (à direita) ao lado da filha Amanda Rocha e a amiga Larissa Viegas 

Professora e psicóloga, Aline Rocha, 40 anos, foi à esplanada somente nesta segunda-feira, exclusivamente para curtir com a filha Amanda, de 14 anos. “Só viemos hoje, e está ótimo. Minha intenção é mostrar para minha filha um carnaval sadio e que possa ser aproveitado por todo mundo. O carnaval campo-grandense está melhor do que há alguns anos, mais seguro para os foliões”, afirmou.

Atração da noite, o cantor Silveira, de 37 anos, destacou a organização do evento e afirmou que, com chuva ou sem chuva, a música seguiria em alto e bom som.

“A organização está excelente. Alguns pontos destoam de forma isolada, como casos de assédio e homofobia, mas o diferencial é estar preparado para combater essas atitudes. Com chuva ou sem, vamos cantar”, finalizou o corumbaense, que vive há 20 anos na Capital.

Com diversos bloquinhos desde o dia 7 de fevereiro, o carnaval de rua de Campo Grande segue com programação até o próximo dia 21.

Programação

17 de fevereiro

  • 15h – Cordão Valu – Esplanada Ferroviária

21 de fevereiro

  • 14h – Bloco Eita! – Monumento Maria Fumaça
  • 17h – Bloco dos Forrozeiros MS – Esplanada Ferroviária (Rua Dr. Temístocles)

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ATENÇÃO, PASSAGEIROS

Horário especial do transporte coletivo na Capital segue até a quarta-feira de cinzas

Durante o Carnaval, os ônibus terão trajetos específicos para atender as demandas

16/02/2026 18h04

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A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) iniciou nesta segunda-feira (16) a Operação Carnaval 2026, com um esquema especial dos transportes públicos até a quarta-feira de cinzas, dia 18 de fevereiro.

O planejamento para este período é voltado tanto ao atendimento da demanda das indústrias quanto ao fluxo de foliões durante o Carnaval.

Funcionamento dos ônibus

Plano Funcional “Especial”

As linhas 244, 322, 417, 418, 419, 422, 424 e 426 atenderão conforme a necessidade das indústrias.

As demais linhas operarão de acordo com o Plano Especial, conforme Ordem de Serviço.

Itinerários especiais

Durante o Carnaval, os transportes públicos terão trajetos específicos, passando pelos principais pontos de concentração, com circulação entre a Praça Ary Coelho e a Praça do Papa.

O trajeto que parte da Praça Ary Coelho até a Praça do Papa é o seguinte:

Rua 13 de Maio (Peg Fácil) → Rua 13 de Maio → Rua 7 de Setembro → Rua Rui Barbosa → Rua Maracaju → Avenida Presidente Ernesto Geisel → Rua Marechal Rondon → Avenida Júlio de Castilho → Avenida Presidente Vargas → Rua Zákia Nahas Siufi.

Já o caminho contrário, ou seja, partindo da Praça do Papa para a Praça Ary Coelho será:

Rua Zákia Nahas Siufi → Avenida dos Crisântemos → Avenida Júlio de Castilho → Rua Marechal Rondon → Rua 13 de Maio → Rua 13 de Maio (Peg Fácil).

Veículos reserva

Nesta segunda-feira, três veículos ficaram à disposição na reserva dos terminais para atender as demandas, além dos dois já habituais, totalizando cinco ônibus disponíveis para atendimento de eventual aumento de demanda no período das 5h às 19h30.

Monitoramento e ajustes operacionais

De acordo com a Prefeitura de Campo Grande, o Consórcio Guaicurus, responsável pela operação, deverá acompanhar o desempenho das linhas e, se necessário ou por determinação da fiscalização do Agetran, realizar ajustes operacionais após os horários de pico, sendo estes:

  • 04h40 às 08h30
  • 10h30 às 13h30
  • 16h às 18h30

Os ajustes serão realizados exclusivamente para ampliação da oferta de veículos, conforme a demanda observada.

A fiscalização e o acompanhamento do serviço serão feitos pela Agetran, garantindo segurança, organização e eficiência no transporte coletivo durante o período carnavalesco.

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